O Beitar Jerusalem entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Interim Coach fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A forma vai e vem; esta não foi. Udi Eliyahu tem 23 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel04/08/2031
Boris Enow desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Vitória fica com o seu homem, e o Beitar Jerusalem volta a uma lista com um nome riscado.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 4 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ziv Ben-Shimol treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Faltam 10 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Beitar Jerusalem podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Boris Enow está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nana Antwi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Daniel Sales e o Beitar Jerusalem acertam mais 3 anos.
O Beitar Jerusalem já telefonou ao Libertad. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Beitar Jerusalem. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Beitar Jerusalem está a esgotar-se.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Luka Gadrani e o Beitar Jerusalem acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Boris Enow estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Beitar Jerusalem essa pergunta é mais difícil de responder.
O Beitar Jerusalem entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Interim Coach fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Boris Enow está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Beitar Jerusalem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Beitar Jerusalem. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Gabriel Leiva pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Itay Ben-Hemo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gabriel Leiva, e o treinador deixou.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Beitar Jerusalem. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Beitar Jerusalem ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Oybek Shomurodov pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Amit Dabbur lesiona os ligamentos do joelho — 56 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 56 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Beitar Jerusalem fez a parte difícil com o Maccabi Netanya, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A enfermaria confirma 14 dias de paragem para Omer Atzili, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
Plantel17/06/2030
Uma transferência que Sagiv David teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Sagiv David está a viver essa versão no Beitar Jerusalem, e costuma notar-se no primeiro mês.
Dor Micha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bnei Yehuda fica com o seu homem, e o Beitar Jerusalem volta a uma lista com um nome riscado.
Sagiv David tem 18 anos, e o Beitar Jerusalem contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Uma cláusula em que alguém insistiu há anos, numa negociação de que ninguém se lembra, acaba de pagar $2.2M ao Beitar Jerusalem. Yarden Shua saiu há muito tempo; o papel ficou.