Eliminado, 1‑3 com o Colorado Rapids, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
O negócio com o Minnesota United FC está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O St. Louis CITY SC fica com o seu homem, e o Columbus Crew volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sam Surridge, e o treinador deixou.
Ethan Kohler volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Columbus Crew já trabalhou com Ethan Kohler e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jordan Wright e o Columbus Crew acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
14 dias de fora para Amar Sejdic depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Columbus Crew vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Jamal Thiaré e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco14/02/2028
André Gomes tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Columbus Crew dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Sean Zawadzki. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Amar Sejdic pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Mercado14/02/2028
Os representantes de André Gomes andam a telefonar
«Ele precisa de jogar num nível à altura e estamos abertos a conversas.» Ninguém diz isto por acaso, e em Columbus Crew ninguém ouviu mal.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Columbus Crew falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Columbus Crew a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Columbus Crew coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
O New York City vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Max Murray pré-acordou a mudança para o Columbus Crew, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sékou Tidiany Bangoura está nela.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Maurice Malone apontou a data.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 46 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Maurice Malone e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 17 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cesar Ruvalcaba, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que André Gomes está nela.
79 dias de fora para Amar Sejdic depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Columbus Crew vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Patrick Schulte e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que André Gomes está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Sean Zawadzki assinar alguma coisa — um contrato no Columbus Crew ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Columbus Crew a ouviu como outra coisa.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Columbus Crew sabem-no.
Jamal Thiaré e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Andrés Herrera está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Brais Méndez. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Columbus Crew do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
O banco06/09/2027
André Gomes tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Columbus Crew dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.