Ryan Johnson

Meia Atacante (D) - Jogador Livre
20 Abr 2034
Quinta-feira
Processo

Marcado para Ryan Johnson

370 Edição

O Diário de Chicago Fire

29/08/2033
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Continua sem haver quem bata o Chicago Fire

A série sem derrotas chega aos 31 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.

Plantel

Keyrol Figueroa carrega o Chicago Fire

37 golos e uma média de 7.99 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.

Notas dos jogadores

Caleb Wiley estava imparável

Dribles concretizados: 37. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Ryan Johnson lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Keyrol Figueroa — 9.12

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Keyrol Figueroa produziu-o, e o 9.12 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Jogo

Mais uma trazida de fora

6 seguidas na estrada para o Chicago Fire. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Chris Brady e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Direção

O Chicago Fire antecipa-se ao mercado e tira Jackson Hopkins ao Orlando City

O Orlando City vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Jackson Hopkins pré-acordou a mudança para o Chicago Fire, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.

Jogo

Keyrol Figueroa leva o Chicago Fire a superar o Toronto FC

Terminou 2‑0, e a tarde foi de Keyrol Figueroa: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Chicago Fire.

Em resumo

Edições anteriores
369 Edição

O Diário de Chicago Fire

22/08/2033
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Continua sem haver quem bata o Chicago Fire

A série sem derrotas chega aos 30 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.

Jogo

O Chicago Fire torna a sua casa um sítio difícil de visitar

18 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Ryan Johnson

23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Chicago Fire perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Gianluca Busio põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

Jogo

Ao fim de 10 jogos, o Chicago Fire volta a perder

A primeira derrota em 10 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Philadelphia Union; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.

Mercado

Chris Brady sobe a fasquia para o Chicago Fire

“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Chicago Fire a ouviu como outra coisa.

Mercado

Luke Pruter tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Chicago Fire já falam dele no passado.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Jahkeele Marshall-Rutty e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Mercado

Allen Obando tem os olhos postos na Europa

Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Chicago Fire lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.

Em resumo