15 Nov 2027
Segunda-feira
Processo
67 Edição

O Diário de Chicago Fire

08/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

O joelho: Mauricio Pineda fora por 26 dias

26 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Chicago Fire perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

Jonathan Bamba quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Chicago Fire ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Plantel

Chris Brady em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Logan Farrington quer sair do banco

“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Chicago Fire vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.

O banco

André Franco é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que André Franco está nela.

O banco

André Franco bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e André Franco treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

Chris Brady apontado a uma saída

O nome de Chris Brady não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

O banco

Abre-se uma porta a Philip Zinckernagel

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

O banco

O treinador crava a sua bandeira em Jason Shokalook

“Julguem-me por ele.” Um treinador não diz isto por acidente — passa a pressão dos ombros de Jason Shokalook para os seus, e ambos o sabem.

Em resumo

Edições anteriores
66 Edição

O Diário de Chicago Fire

01/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Mauricio Pineda lesiona os ligamentos do joelho — 35 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Jogo

A época acaba aqui para o Chicago Fire

O Orlando City segue. A tabela disse durante meses que esta equipa era suficientemente boa, e ao formato não interessa o que a tabela disse: a discussão que todos os clubes eliminados têm consigo próprios desde que existem playoffs.

Mercado

Logan Farrington põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Chicago Fire por uma vitória

Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chicago Fire tem de arrancar um resultado de algum lado.

Mercado

Chris Brady quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Chris Brady e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Ninguém conseguiu parar de marcar

7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Chicago Fire e do Orlando City por igual; os restantes divertiram-se imenso.

Jogo

O Chicago Fire faz água atrás

4 jogos, dois ou mais sofridos em todos eles. Equipas que criam tanto podem viver com isso durante algum tempo. Ninguém vive com isso para sempre.

Notas dos jogadores

Samid Akanni jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.10. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Em resumo

65 Edição

O Diário de Chicago Fire

25/10/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Chris Brady e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

O treinador faz de Logan Farrington um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Quando importa, Andreas Hanche-Olsen joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Jason Shokalook pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

A história de Anton Salétros recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Anton Salétros assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Emprestados

Puso Dithejane fez sua a camisola do New York Red Bulls

Já são 25 jogos a titular, com média de 7.05, e o onze do New York Red Bulls deixou de ser uma pergunta. Exatamente aquilo para que todos assinaram.

Em resumo

64 Edição

O Diário de Chicago Fire

18/10/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Chicago Fire eliminado da taça

O DC United fechou tudo por 0‑4. A época reduz-se ao campeonato, e no estádio já se sabia muito antes do apito final.

Mercado

Jason Shokalook pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

As bancadas

Uma goleada na taça no DC United deixa o Chicago Fire a explicar-se

0-4, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.

O banco

Cole Mrowka: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Chicago Fire nada responderam, o que também é uma resposta.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Chicago Fire por uma vitória

Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chicago Fire tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Os golos abandonaram o Chicago Fire

3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Chicago Fire sabe dizer em que semana.

Jogo

Inter Miami CF leva os pontos ao Chicago Fire

Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Notas dos jogadores

Robin Lod mandou no meio-campo — 6.90

Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 9 ações combinadas e uma nota de 6.90, e nenhuma delas entrará num resumo.

Em resumo

63 Edição

O Diário de Chicago Fire

11/10/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Jonathan Bamba quer noites europeias

A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.

Plantel

Anzor Mekvabishvili assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Anzor Mekvabishvili e o Chicago Fire acertam mais 4 anos.

Plantel

André Franco quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Chicago Fire ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Chris Brady quer sair dos holofotes

A história da ambição ao contrário, a que ninguém conta: um futebolista a pedir um palco mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vire. Não é fraqueza e é quase sempre contada como se fosse.

Mercado

Uma aposta longa de Chicago Fire em Darius Lane

Tem 20 anos e ninguém em Chicago Fire o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.

O banco

O treinador faz de Dylan Borso um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Philip Zinckernagel pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Antevisão

O Chicago Fire mede-se com a equipa que todos perseguem

O Inter Miami CF chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.

Em resumo

62 Edição

O Diário de Chicago Fire

04/10/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Anton Salétros e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Robin Lod no onze do mês

Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Robin Lod está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.

O banco

Philip Zinckernagel pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

Robin Lod tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Chicago Fire dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Plantel

O Chicago Fire começou a construir à volta de Anzor Mekvabishvili

Era uma das opções. Agora é um dos homens à volta de quem as opções se escolhem, e a mudança foi tão silenciosa que no dia só o balneário reparou.

Mercado

A história de Chris Brady recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Chris Brady assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

61 Edição

O Diário de Chicago Fire

27/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Chicago Fire desfeito em campo

0‑3 para o DC United, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.

Plantel

6 defesas: Chris Brady foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Plantel

Mbekezeli Mbokazi fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mbekezeli Mbokazi e o Chicago Fire acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Mbekezeli Mbokazi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Logan Farrington ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Direção

Conversa séria no Chicago Fire

O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.

O banco

Jordan Yedlin responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

O banco

Quando importa, André Franco joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

André Franco bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo

60 Edição

O Diário de Chicago Fire

20/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

11 defesas: Chris Brady foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 11 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Chris Brady esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Mauricio Pineda assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mauricio Pineda e o Chicago Fire acertam mais 4 anos.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Chris Brady

Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

O banco

Andreas Hanche-Olsen tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Chicago Fire dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Jogo

Chicago Fire divide pontos com o Columbus Crew

Um 1‑1 com o Columbus Crew deixa o balneário entre o alívio e a frustração.

O banco

André Franco bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e André Franco treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Notas dos jogadores

Jonathan Bamba estava imparável

Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

O banco

A vista do banco

“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Jordan Yedlin escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.

Em resumo

59 Edição

O Diário de Chicago Fire

13/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Chicago Fire arrasa o Nashville SC

Raras vezes este jogo viu exibição assim: 4‑1 frente ao Nashville SC, e podiam ter sido mais.

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Jason Shokalook — 8.54

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Jason Shokalook produziu-o, e o 8.54 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Notas dos jogadores

Robin Lod, 34 anos, faz recuar o relógio — 8.50

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.50 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.

Mercado

Jonathan Bamba quer mais do que o Chicago Fire oferece

«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.

Plantel

Cole Mrowka é melhor futebolista do que era

Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.

O banco

Chris Brady ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Samid Akanni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Chris Brady

Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.

Plantel

Erro caro de Chris Brady

Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Chris Brady sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.

Em resumo

58 Edição

O Diário de Chicago Fire

06/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Jonathan Bamba pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Jonathan Bamba tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Chris Brady e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Robin Lod assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Robin Lod e o Chicago Fire acertam mais 2 anos.

Plantel

Logan Farrington desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Emprestados

Dean Boltz quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Chicago Fire e lutar pelo meu lugar.» 10 jogos em 20 no Orlando City dizem o resto.

O banco

O treinador faz de Jansen Miller um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Quando importa, Robin Lod joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A história de Chris Brady recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Chris Brady assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

57 Edição

O Diário de Chicago Fire

30/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

11 defesas: Chris Brady foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 11 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Logan Farrington estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

Toronto FC leva os pontos ao Chicago Fire

Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

O banco

Não há esconderijo para Logan Farrington

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Logan Farrington, e o treinador deixou.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Jonathan Bamba

Dribles concretizados: 16. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

O banco

Jordan Yedlin: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑2, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

Plantel

James Ferreira fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» James Ferreira e o Chicago Fire acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

O banco

André Franco tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Chicago Fire dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

56 Edição

O Diário de Chicago Fire

23/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Mercado

Jason Shokalook põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

Mercado

O Chicago Fire diz que não — desta vez

A proposta do Austin FC por Dylan Borso foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Notas dos jogadores

Robin Lod dos velhos tempos — 7.80

Aos 34 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 7.80, e ninguém melhor em campo.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Chicago Fire encontra maneira de passar pelo Philadelphia Union

O Philadelphia Union obrigou o Chicago Fire a suar, mas no fim o marcador dizia 3‑1 e a tabela não pergunta como.

As bancadas

Os adeptos do Chicago Fire encontraram um ídolo em Jeremías Heidenreich

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Jeremías Heidenreich tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

Jogo

O Chicago Fire resolve em vinte minutos

2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Philadelphia Union passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Jason Shokalook no seu melhor

Avaliado com 8.16. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Chicago Fire.

O banco

A vista do banco

“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Jordan Yedlin, sobre uma vitória por 3‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.

Em resumo

55 Edição

O Diário de Chicago Fire

16/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

CF Montreal voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Chicago Fire não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Plantel

Chris Brady segura o Chicago Fire sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Mercado

Josh Cohen entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

Mercado

Cai a transferência para Charlotte Football Club

Estava tudo acordado até deixar de estar, e Josh Cohen regressa a Chicago Fire com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Anton Salétros esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Logan Farrington desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Philip Zinckernagel ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Jogo

Atlanta United FC leva os pontos ao Chicago Fire

Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Jogo

Ao fim de 4 jogos, o Chicago Fire volta a perder

A primeira derrota em 4 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Atlanta United FC; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.

Em resumo

54 Edição

O Diário de Chicago Fire

09/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Robin Lod põe o Chicago Fire na próxima eliminatória

Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Robin Lod agarrou este contra o Columbus Crew. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Chicago Fire.

Jogo

Final cruel para o Charlotte Football Club com a estocada do Chicago Fire

Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Chicago Fire marcou aos 90, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.

Mercado

O Chicago Fire diz que não — desta vez

A proposta do Heracles por Logan Farrington foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Robin Lod — 8.53

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Robin Lod produziu-o, e o 8.53 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Notas dos jogadores

Os dois de Jonathan Bamba — 8.03

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.03, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Mercado

Djé D'Avilla entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

Mercado

CF Montreal a seguir Jason Shokalook

O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Chicago Fire nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.

Jogo

Chicago Fire soma 4 vitórias seguidas

A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Chicago Fire tem 4 vitórias seguidas dela.

Direção

Fecha o mercado: 13 entradas, 14 saídas no Chicago Fire

O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 13, saíram 14, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.

Em resumo

53 Edição

O Diário de Chicago Fire

02/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

André Franco põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

Plantel

Chris Brady sozinho contra todos

8 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Mercado

Chicago Fire recusa o Portland Timbers por Chris Brady

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Mercado

Chris Brady sobe a fasquia para o Chicago Fire

“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Chicago Fire a ouviu como outra coisa.

Jogo

Chicago Fire cumpre diante do New England Revolution

Um 2‑0 sobre o New England Revolution, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Notas dos jogadores

Anzor Mekvabishvili jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.00. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Plantel

Djé D'Avilla desce na hierarquia

A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Djé D'Avilla está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.

Plantel

Mbekezeli Mbokazi no onze do mês

Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Mbekezeli Mbokazi está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.

O banco

Djé D'Avilla ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

52 Edição

O Diário de Chicago Fire

26/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Jason Shokalook entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

O banco

Jack Elliott: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Chicago Fire nada responderam, o que também é uma resposta.

Mercado

Austin FC entra na fila por Jack Elliott

Mais um nome na lista: o Austin FC fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Jack Elliott. A resposta do Chicago Fire não mudou — para já.

Plantel

Logan Farrington desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

As bancadas

Os adeptos do Chicago Fire encontraram um ídolo em Chris Brady

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Chris Brady tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

Jogo

Jason Shokalook faz a diferença pelo Chicago Fire contra o CF Montreal

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jason Shokalook. 1‑0 sobre o CF Montreal, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Plantel

Golo número 50 para Jason Shokalook

Já são 50 golos com estas cores, cada um deles a memória de alguém. Há um adepto na bancada capaz de dizer onde estava na maioria deles.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Samid Akanni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

A vista do banco

“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Jordan Yedlin, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.

Em resumo

51 Edição

O Diário de Chicago Fire

19/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Chicago Fire recusa o Houston Dynamo por Jason Shokalook

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Notas dos jogadores

Jeremías Heidenreich marca duas vezes — 8.26

Dois golos e um 8.26 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Mercado

Chicago Fire contrata Jansen Miller por $1.8M

Os papéis estão assinados: Jansen Miller chega do Sporting Kansas City num negócio de $1.8M. Agora vem a parte difícil.

Mercado

Negócios são negócios: Sergio Oregel sai

O LA Galaxy pagou $2.1M e o Chicago Fire aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Chicago Fire por uma vitória

Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chicago Fire tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Chris Brady em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Logan Farrington estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

As bancadas

Os adeptos do Chicago Fire encontraram um ídolo em Jeremías Heidenreich

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Jeremías Heidenreich tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

O banco

Não há esconderijo para Logan Farrington

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Logan Farrington, e o treinador deixou.

Em resumo

50 Edição

O Diário de Chicago Fire

12/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Chicago Fire estão mesmo em apuros

13.º lugar, 17 pontos e um calendário com menos jogos do que desculpas. As contas ainda não são cruéis, mas deixaram de ser simpáticas.

Alvos de mercado

Jansen Miller vai a exames médicos no Chicago Fire

Tudo acordado com o Sporting Kansas City, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.

Mercado

DC United voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Chicago Fire não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Mercado

Houston Dynamo entra na fila por Jason Shokalook

Mais um nome na lista: o Houston Dynamo fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Jason Shokalook. A resposta do Chicago Fire não mudou — para já.

Notas dos jogadores

Subiu ao canto e Anton Salétros resolveu — 7.64

Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Anton Salétros marcou, foi avaliado com 7.64 e voltou antes de alguém dar pela falta.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

O golo de Anton Salétros não chega para o Chicago Fire

Anton Salétros marcou, e pouco mais correu bem: 1‑2 para o New York Red Bulls, e um caminho silencioso até ao balneário.

O banco

Não há esconderijo para Chris Brady

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chris Brady, e o treinador deixou.

Antevisão

Tudo se joga contra o FC Cincinnati

Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O Chicago Fire sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.

Em resumo

49 Edição

O Diário de Chicago Fire

05/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Maren Haile-Selassie pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Roda a seguir Maren Haile-Selassie

O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Chicago Fire nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.

Plantel

Jonathan Bamba tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Logan Farrington desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Não há esconderijo para Philip Zinckernagel

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Philip Zinckernagel, e o treinador deixou.

Emprestados

Dean Boltz conta os dias

“Vejo todos os jogos do Chicago Fire daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Orlando City segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.

Mercado

André Franco está livre para procurar outro sítio

«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Chicago Fire foi explícito quanto à situação de André Franco, o que é mais do que muitos recebem.

Direção

Dia de entradas na formação do Chicago Fire

7 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.

Em resumo

48 Edição

O Diário de Chicago Fire

28/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Chris Brady sozinho contra todos

9 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Mercado

Jason Shokalook pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Anton Salétros em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Cole Mrowka é melhor futebolista do que era

Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Logan Farrington estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

New York City leva os pontos ao Chicago Fire

Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Notas dos jogadores

Philip Zinckernagel fez o trabalho que ninguém conta — 6.66

9 ações combinadas e 6.66. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.

Jogo

O Chicago Fire a meio do caminho

Metade do calendário jogado, 11.º lugar, 16 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Jordan Yedlin saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

Em resumo

47 Edição

O Diário de Chicago Fire

21/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Josh Cohen guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Mbekezeli Mbokazi é melhor futebolista do que era

Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.

Mercado

Jonathan Bamba quer noites europeias

A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.

Plantel

Mbekezeli Mbokazi em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Maren Haile-Selassie quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

O banco

Não há esconderijo para Jason Shokalook

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jason Shokalook, e o treinador deixou.

Jogo

Philip Zinckernagel faz a diferença pelo Chicago Fire contra o Inter Miami CF

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Philip Zinckernagel. 1‑0 sobre o Inter Miami CF, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Plantel

Jogo número 100 para Sergio Oregel

100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.

Notas dos jogadores

A tarde foi de Philip Zinckernagel

Uma nota de 7.91, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.

Em resumo

46 Edição

O Diário de Chicago Fire

14/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Philip Zinckernagel pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

O banco

Maren Haile-Selassie guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Philip Zinckernagel tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Chris Brady e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Não há esconderijo para Logan Farrington

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Logan Farrington, e o treinador deixou.

Antevisão

O líder é o próximo adversário do Chicago Fire

O Inter Miami CF lidera a tabela e vem aí. Nada a perder, que é o que todos os treinadores dizem antes de perder.

O banco

André Franco é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que André Franco está nela.

O banco

Mauricio Pineda bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

A história de Chris Brady recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Chris Brady assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

45 Edição

O Diário de Chicago Fire

07/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Chicago Fire segue caminho na taça

O New York City está fora e o Chicago Fire segue em frente, com um 4‑2 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Chris Brady

Houve 9 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

Notas dos jogadores

Nem sinal de nervos em Dylan Borso aos 21 — 8.00

O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Dylan Borso não precisou: 8.00, e parecia o homem mais à vontade no relvado.

Mercado

Jonathan Bamba sobe a fasquia para o Chicago Fire

“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Chicago Fire a ouviu como outra coisa.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Chris Brady e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

6 golos com o Chicago Fire e o New York City de cara aberta

Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Chicago Fire e o New York City, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.

O banco

Philip Zinckernagel ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

As bancadas

Os adeptos do Chicago Fire encontraram um ídolo em Sergio Oregel

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Sergio Oregel tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

Jogo

Tarde má para o Chicago Fire diante do DC United

0‑1 para o DC United, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Em resumo

44 Edição

O Diário de Chicago Fire

31/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Uma transferência que Cole Mrowka teria feito de graça

Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Cole Mrowka está a viver essa versão no Chicago Fire, e costuma notar-se no primeiro mês.

Jogo

O golo de André Franco não chega para o Chicago Fire

André Franco marcou, e pouco mais correu bem: 1‑2 para o Columbus Crew, e um caminho silencioso até ao balneário.

Notas dos jogadores

André Franco jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.06. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Jordan Yedlin saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

O banco

Não há esconderijo para Sergio Oregel

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sergio Oregel, e o treinador deixou.

Plantel

Cole Mrowka não encaixa no Chicago Fire

O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.

O banco

Neste momento há alguém melhor do que Dylan Borso

A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.

O banco

O plano não tinha lugar para Jason Shokalook

Ninguém no Chicago Fire sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.

Em resumo

43 Edição

O Diário de Chicago Fire

24/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Philip Zinckernagel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

O treinador faz de Mbekezeli Mbokazi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Jogo

Nashville SC leva os pontos ao Chicago Fire

Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Plantel

Jogo número 200 para Mauricio Pineda

200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.

O banco

Jordan Yedlin responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

Plantel

No Chicago Fire ainda são estranhos uns para os outros

5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

O banco

Maren Haile-Selassie tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Chicago Fire dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

A falta de forma apanha Dylan Borso

Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.

Mercado

A conversa sobre Anton Salétros não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

42 Edição

O Diário de Chicago Fire

17/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Andreas Hanche-Olsen em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Não há esconderijo para Djé D'Avilla

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Djé D'Avilla, e o treinador deixou.

Jogo

Igualdade entre Chicago Fire e Toronto FC

1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.

O banco

Jordan Yedlin: “Temos de ser melhores”

“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.

Notas dos jogadores

Jonathan Bamba passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 13. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Jason Shokalook marca o primeiro pelo Chicago Fire

O golo por que se pergunta a todos os reforços até chegar. Chegou, e uma pergunta de conferência de imprensa foi reformada.

O banco

O plano não tinha lugar para Philip Zinckernagel

Ninguém no Chicago Fire sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.

O banco

André Franco tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Chicago Fire dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

A história de Mbekezeli Mbokazi recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mbekezeli Mbokazi assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

41 Edição

O Diário de Chicago Fire

10/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Chris Brady segura o Chicago Fire sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Notas dos jogadores

Robin Lod dos velhos tempos — 8.12

Aos 34 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.12, e ninguém melhor em campo.

Notas dos jogadores

Jonathan Bamba estava imparável

Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Djé D'Avilla fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Djé D'Avilla e o Chicago Fire acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Jogo

Chicago Fire encontra maneira de passar pelo Philadelphia Union

O Philadelphia Union obrigou o Chicago Fire a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑0 e a tabela não pergunta como.

O banco

Jordan Yedlin: “É esta a fasquia”

“É isto que quero todas as semanas. Não o resultado, a maneira como o fizeram.” O treinador, depois do 2‑0, já a falar do próximo.

O banco

Philip Zinckernagel pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

O treinador faz de Josh Cohen um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Logan Farrington estreia-se finalmente a marcar

Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Chicago Fire têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.

Em resumo

40 Edição

O Diário de Chicago Fire

03/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

3 golos de Jeremías Heidenreich

A bola do jogo é de Jeremías Heidenreich, cujos 3 golos transformaram uma tarde difícil num passeio.

Notas dos jogadores

A idade ainda não apanhou Robin Lod — 8.03

Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.03 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.

Mercado

Josh Cohen põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

Mercado

Chris Brady quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Jonathan Bamba quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Mbekezeli Mbokazi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Chicago Fire despacha o Atlanta United FC

Três pontos para o Chicago Fire: um 3‑2 diante do Atlanta United FC num duelo decidido por pormenores.

Notas dos jogadores

Jeremías Heidenreich em notas de excelência

Uma exibição de 9.08 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Plantel

Robin Lod despede-se da seleção

“92 internacionalizações. Adorei todas, e agora é a vez de outro.” Aos 34 anos afastou-se da seleção e não vai a lado nenhum do Chicago Fire.

Em resumo

39 Edição

O Diário de Chicago Fire

26/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Jack Elliott pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Chris Brady sozinho contra todos

7 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Direção

O prazo passa com 10 contratações e 9 saídas

Está feito o negócio no Chicago Fire até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.

Plantel

Chris Brady em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

O treinador faz de Jason Shokalook um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Jogo

Chicago Fire fica aquém diante do Charlotte Football Club

O Charlotte Football Club levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

Notas dos jogadores

Jonathan Bamba estava imparável

Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Jordan Yedlin saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Chicago Fire

5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

Em resumo

38 Edição

O Diário de Chicago Fire

19/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Lesão muscular e 14 dias de fora para Andreas Hanche-Olsen

A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Chicago Fire vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.

Plantel

Chris Brady em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

As bancadas

Os adeptos do Chicago Fire encontraram um ídolo em Jeremías Heidenreich

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Jeremías Heidenreich tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

Jogo

Chicago Fire encontra maneira de passar pelo New England Revolution

O New England Revolution obrigou o Chicago Fire a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑0 e a tabela não pergunta como.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Joel Waterman

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.08, e nem uma objeção no estádio.

Plantel

100 jogos para Djé D'Avilla

100 jogos com estas cores. Uma entrega assim é cada vez mais rara, e as bancadas sabem-no.

Plantel

Um clube mais pequeno assentaria agora a Chris Brady

Já teve barulho que chegue. Se o Chicago Fire pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.

Notas dos jogadores

Jonathan Bamba encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 15. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

O banco

O treinador faz de Djé D'Avilla um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

37 Edição

O Diário de Chicago Fire

12/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Notas dos jogadores

Subiu ao canto e Mauricio Pineda resolveu — 7.65

Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Mauricio Pineda marcou, foi avaliado com 7.65 e voltou antes de alguém dar pela falta.

Mercado

O Chicago Fire diz que não — desta vez

A proposta do Seattle Sounders por Sergio Oregel foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jeremías Heidenreich está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Jogo

Tarde má para o Chicago Fire diante do CF Montreal

1‑2 para o CF Montreal, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

O banco

Não há esconderijo para Logan Farrington

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Logan Farrington, e o treinador deixou.

Plantel

Dylan Borso assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dylan Borso e o Chicago Fire acertam mais 5 anos.

Plantel

Jeremías Heidenreich não encaixa no Chicago Fire

O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Jordan Yedlin a uma sala que já as tinha ouvido.

Em resumo

36 Edição

O Diário de Chicago Fire

05/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Chicago Fire segue caminho na taça

O FC Dallas está fora e o Chicago Fire segue em frente, com um 3‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.

Notas dos jogadores

Os dois de Samid Akanni — 9.27

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.27, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Mercado

Chicago Fire recusa o Nashville SC por Maren Haile-Selassie

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Mercado

Jonathan Bamba tem os olhos postos na Europa

Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Chicago Fire lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.

Plantel

Philip Zinckernagel em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Jeremías Heidenreich desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Alvos de mercado

Porta fechada: Jorge De Asis fica onde está

O Chicago Fire perguntou e o Gimnasia La Plata disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Emprestados

Leonardo Barroso já viu o suficiente de Columbus Crew

«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Chicago Fire, e 1 jogos em 6 dizem que merece ser ouvido.

O banco

Não há esconderijo para Philip Zinckernagel

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Philip Zinckernagel, e o treinador deixou.

Em resumo

35 Edição

O Diário de Chicago Fire

29/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Samid Akanni chega ao Chicago Fire numa declaração de $3.1M

Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Chicago Fire pagou $3.1M por Samid Akanni, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.

Mercado

Sergio Oregel pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

O banco

Dylan Borso guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Jeremías Heidenreich

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Chicago Fire fez a parte difícil com o Vélez, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Alvos de mercado

Não, obrigado: Lucas Ortíz rejeita a mudança

O Chicago Fire tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Huracán, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.

Plantel

Samid Akanni consegue a transferência que sempre quis

Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Samid Akanni acabou de assinar pelo Chicago Fire e, por uma vez, a resposta importava.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Mercado

Nashville SC entra na fila por Maren Haile-Selassie

Mais um nome na lista: o Nashville SC fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Maren Haile-Selassie. A resposta do Chicago Fire não mudou — para já.

As bancadas

$3.1M por Samid Akanni, e os adeptos do Chicago Fire aprovam

Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Samid Akanni do BSK Bijelo Brdo por $3.1M, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.

Em resumo

34 Edição

O Diário de Chicago Fire

22/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Alvos de mercado

Verba fechada, faltam as condições de Samid Akanni

O Chicago Fire e o BSK Bijelo Brdo acertaram em $3.1M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Lucas Ortíz

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Chicago Fire fez a parte difícil com o Huracán, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Plantel

Mbekezeli Mbokazi em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Mercado

Chicago Fire vende Jeff Gal por $240.0K

Jeff Gal parte para o Orlando City num negócio de $240.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.

Alvos de mercado

O Chicago Fire leva uma nega por Santiago López

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Tigres fica com o seu homem, e o Chicago Fire volta a uma lista com um nome riscado.

Jogo

O golo de Jonathan Bamba não chega para o Chicago Fire

Jonathan Bamba marcou, e pouco mais correu bem: 1‑2 para o New York Red Bulls, e um caminho silencioso até ao balneário.

O banco

Não há esconderijo para Chris Brady

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chris Brady, e o treinador deixou.

Plantel

Maren Haile-Selassie quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Jordan Yedlin a uma sala que já as tinha ouvido.

Em resumo

33 Edição

O Diário de Chicago Fire

15/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Condições fechadas: Chris Mueller vai sair

Verba acordada, salário acordado, e o New York Red Bulls à espera com uma camisola. No Chicago Fire ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.

Mercado

Joel Waterman entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

Plantel

O salto de Puso Dithejane é a sério

Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Plantel

Anton Salétros tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Mbekezeli Mbokazi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Alvos de mercado

O Philadelphia Union avisa o Chicago Fire: Eddy Davis não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

O banco

Mbekezeli Mbokazi ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 19. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

O número 50 de Jonathan Bamba

50 golos por este clube, e algures na bancada há alguém capaz de dizer onde estava em quase todos eles.

Em resumo

32 Edição

O Diário de Chicago Fire

08/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Andrew Gutman entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

Alvos de mercado

Caro demais: o Chicago Fire desiste de George Bello

$6.5M era o máximo que o clube pagaria, e o LASK pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.

Alvos de mercado

O Chicago Fire leva uma nega por Ethan Hoard

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O OFK Beograd fica com o seu homem, e o Chicago Fire volta a uma lista com um nome riscado.

O banco

Josh Cohen diz que o Chicago Fire não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Mercado

Chicago Fire recusa o DC United por Chris Mueller

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Mercado

Chicago Fire vende Sam Rogers por $1.9M

Sam Rogers parte para o Inter Miami CF num negócio de $1.9M. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.

Plantel

Chris Brady assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Chris Brady compromete-se com o Chicago Fire por mais 5 anos.

Plantel

Philip Zinckernagel quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Chris Brady e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Em resumo

31 Edição

O Diário de Chicago Fire

01/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Sam Rogers disse que sim ao Inter Miami CF

A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Chicago Fire perdeu-o em tudo menos nos papéis.

Alvos de mercado

O Chicago Fire oferece $6.5M por George Bello

A proposta seguiu esta semana para o LASK, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Mercado

Como se nunca tivesse saído: Logan Farrington regressa

Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Logan Farrington volta a ser jogador do Chicago Fire, e a cidade tem a sua história do verão.

Mercado

Chicago Fire recusa o FC Dallas por Puso Dithejane

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Alvos de mercado

Caro demais: o Chicago Fire desiste de Olwethu Makhanya

$3.0M era o máximo que o clube pagaria, e o Philadelphia Union pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.

Direção

Chicago Fire volta à direção por Olwethu Makhanya

O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $3.3M — um clube que quer Olwethu Makhanya ao ponto de perguntar duas vezes.

Plantel

Jonathan Bamba tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Chris Brady e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

As bancadas

A cidade pediu, e o Chicago Fire pagou $3.8M

Logan Farrington era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $3.8M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.

Em resumo

30 Edição

O Diário de Chicago Fire

22/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Alvos de mercado

Logan Farrington está a uns exames médicos do Chicago Fire

O negócio com o FC Dallas está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.

Alvos de mercado

O Chicago Fire oferece $2.3M por Olwethu Makhanya

A proposta seguiu esta semana para o Philadelphia Union, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Mercado

Todos os olhos outra vez em Sam Rogers

O telefone voltou a tocar por causa de Sam Rogers, e desta vez do outro lado está o Inter Miami CF. No Chicago Fire ouvem com educação e não prometem nada.

Alvos de mercado

Um empréstimo de Eddy Davis está em marcha

O Chicago Fire já telefonou ao Philadelphia Union. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.

Mercado

Joel Waterman está livre para procurar outro sítio

«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Chicago Fire foi explícito quanto à situação de Joel Waterman, o que é mais do que muitos recebem.

O banco

André Franco é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que André Franco está nela.

Mercado

Mbekezeli Mbokazi apontado a uma saída

O nome de Mbekezeli Mbokazi não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

O banco

O treinador faz uma promessa a Jack Elliott

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Chicago Fire. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Em resumo

29 Edição

O Diário de Chicago Fire

15/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Alvos de mercado

O Chicago Fire avança para Logan Farrington

$3.5M em cima da mesa do FC Dallas. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.

Mercado

Jonathan Dean pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Alvos de mercado

O Chicago Fire oferece $480.0K por Gabe Segal

A proposta seguiu esta semana para o DC United, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Philip Zinckernagel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

O Chicago Fire leva uma nega por Jackson Hopkins

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O DC United fica com o seu homem, e o Chicago Fire volta a uma lista com um nome riscado.

Mercado

DC United a seguir Chris Mueller

O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Chicago Fire nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.

Mercado

Andrew Gutman está livre para procurar outro sítio

«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Chicago Fire foi explícito quanto à situação de Andrew Gutman, o que é mais do que muitos recebem.

O banco

Puso Dithejane é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Puso Dithejane está nela.

Mercado

Anton Salétros apontado a uma saída

O nome de Anton Salétros não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

28 Edição

O Diário de Chicago Fire

08/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Jason Shokalook fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jason Shokalook e o Chicago Fire acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

O banco

Mbekezeli Mbokazi pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

Não há esconderijo para Dylan Borso

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dylan Borso, e o treinador deixou.

Plantel

Philip Zinckernagel continua a ser um estranho

Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Chicago Fire admitiria. Nota-se aos sábados.

O banco

Prometeram minutos a Jason Shokalook

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Jason Shokalook apontou a data.

Plantel

Mbekezeli Mbokazi já sabe quanto ganha o do lado

Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Chicago Fire essa pergunta é mais difícil de responder.

Em resumo

27 Edição

O Diário de Chicago Fire

01/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Jonathan Bamba sobe a fasquia para o Chicago Fire

“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Chicago Fire a ouviu como outra coisa.

Plantel

André Franco quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

O banco

Não há esconderijo para Jack Elliott

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jack Elliott, e o treinador deixou.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Sam Rogers esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Mbekezeli Mbokazi bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Plantel

Uma promoção para Jason Shokalook

Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Jason Shokalook subiu nela.

Em resumo

26 Edição

O Diário de Chicago Fire

25/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Maren Haile-Selassie e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

O treinador faz de Sam Rogers um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

André Franco é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que André Franco está nela.

O banco

Mauricio Pineda bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

Mbekezeli Mbokazi apontado a uma saída

O nome de Mbekezeli Mbokazi não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

O banco

Abre-se uma porta a Jack Elliott

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Em resumo

25 Edição

O Diário de Chicago Fire

18/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Maren Haile-Selassie põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Chris Brady esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Maren Haile-Selassie quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

O banco

Não há esconderijo para Anzor Mekvabishvili

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Anzor Mekvabishvili, e o treinador deixou.

O banco

Puso Dithejane tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Chicago Fire dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Mauricio Pineda bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mauricio Pineda treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

24 Edição

O Diário de Chicago Fire

11/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

O Chicago Fire diz que não — desta vez

A proposta do Ipswich Town por Mbekezeli Mbokazi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Chris Brady e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Dean Boltz assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Dean Boltz compromete-se com o Chicago Fire por mais 5 anos.

O banco

Anzor Mekvabishvili pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

O treinador faz uma promessa a Jack Elliott

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Chicago Fire. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Plantel

Uma questão de salários no Chicago Fire

Josh Cohen fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.

Em resumo

23 Edição

O Diário de Chicago Fire

04/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Jonathan Bamba tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Evolução real de Puso Dithejane no Chicago Fire

A forma vai e vem; esta não foi. Puso Dithejane tem 22 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Quando importa, Dean Boltz joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Chris Mueller ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Uma promoção para Dean Boltz

Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Dean Boltz subiu nela.

Em resumo

22 Edição

O Diário de Chicago Fire

28/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Mbekezeli Mbokazi é melhor futebolista do que era

Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Philip Zinckernagel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Direção

Os salários engolem 157% das receitas do Chicago Fire

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

O banco

Não há esconderijo para Jack Elliott

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jack Elliott, e o treinador deixou.

O banco

André Franco é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que André Franco está nela.

Mercado

Mbekezeli Mbokazi apontado a uma saída

O nome de Mbekezeli Mbokazi não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

21 Edição

O Diário de Chicago Fire

21/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Anton Salétros bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Anton Salétros treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

O banco

Puso Dithejane tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Chicago Fire dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

Anton Salétros apontado a uma saída

O nome de Anton Salétros não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

20 Edição

O Diário de Chicago Fire

14/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Puso Dithejane assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Puso Dithejane e o Chicago Fire acertam mais 4 anos.

O banco

Jason Shokalook ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Sam Rogers em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Anton Salétros bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

Prometeram minutos a Sam Rogers

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Sam Rogers apontou a data.

Plantel

Uma questão de salários no Chicago Fire

Josh Cohen fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.

Em resumo

19 Edição

O Diário de Chicago Fire

07/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Maren Haile-Selassie em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

O treinador faz de Mauricio Pineda um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Mbekezeli Mbokazi pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

Quando importa, Dean Boltz joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A história de Chris Brady recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Chris Brady assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Plantel

Puso Dithejane sobe na hierarquia

Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Chicago Fire do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.

Em resumo

18 Edição

O Diário de Chicago Fire

30/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Anzor Mekvabishvili diz que o Chicago Fire não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Mercado

Jonathan Bamba tem os olhos postos na Europa

Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Chicago Fire lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.

Plantel

Chris Brady em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Direção

Os salários levam 170% do que Chicago Fire recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

O banco

Não há esconderijo para Philip Zinckernagel

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Philip Zinckernagel, e o treinador deixou.

Plantel

André Franco quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Chicago Fire ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

O banco

Quando importa, André Franco joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Mauricio Pineda bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mauricio Pineda treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

Mbekezeli Mbokazi apontado a uma saída

O nome de Mbekezeli Mbokazi não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

17 Edição

O Diário de Chicago Fire

23/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

André Franco guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

O treinador faz de Jack Elliott um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

16 Edição

O Diário de Chicago Fire

16/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

19 dias de fora para Josh Cohen depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Chicago Fire vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Mercado

Maren Haile-Selassie entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Robert Lewandowski esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Prometeram minutos a Jack Elliott

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Jack Elliott apontou a data.

O banco

André Franco bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e André Franco treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

Sergio Oregel apontado a uma saída

O nome de Sergio Oregel não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

15 Edição

O Diário de Chicago Fire

09/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Josh Cohen parte um osso — 28 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 28 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Jonathan Bamba quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Robert Lewandowski em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

O treinador faz de Sam Rogers um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Quando importa, Dean Boltz joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A história de Chris Brady recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Chris Brady assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

14 Edição

O Diário de Chicago Fire

02/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

35 dias de fora para Josh Cohen depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Chicago Fire vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

O banco

Dean Boltz diz que o Chicago Fire não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Mercado

Robert Lewandowski quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Direção

Em Chicago Fire, 170% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

Plantel

Mbekezeli Mbokazi sobe na hierarquia

Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Chicago Fire do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.

O banco

Quando importa, André Franco joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

Mbekezeli Mbokazi apontado a uma saída

O nome de Mbekezeli Mbokazi não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

O banco

O treinador faz uma promessa a Jack Elliott

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Chicago Fire. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

O banco

O treinador sai em defesa de Mbekezeli Mbokazi

Apoio público, e do género que sai caro a um treinador se ele estiver enganado. A Mbekezeli Mbokazi foi dito à frente de todos que o lugar é dele.

Em resumo

13 Edição

O Diário de Chicago Fire

26/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma fratura deixa Josh Cohen de fora 43 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Chicago Fire falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

O banco

Jason Shokalook diz que o Chicago Fire não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Mauricio Pineda e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Djé D'Avilla ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Jogador da semana: Robert Lewandowski

Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.

Mercado

Anton Salétros apontado a uma saída

O nome de Anton Salétros não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

12 Edição

O Diário de Chicago Fire

19/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

52 dias de fora para Josh Cohen depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Chicago Fire vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Notas dos jogadores

Os dois de Robert Lewandowski — 8.97

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.97, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Mercado

Maren Haile-Selassie entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

O banco

Maren Haile-Selassie: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Chicago Fire nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Jason Shokalook assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jason Shokalook e o Chicago Fire acertam mais 4 anos.

Notas dos jogadores

Jonathan Bamba passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 20. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Jogo

Robert Lewandowski leva o Chicago Fire a superar o Inter Miami CF

Terminou 2‑1, e a tarde foi de Robert Lewandowski: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Chicago Fire.

Plantel

Maren Haile-Selassie quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

O banco

O treinador faz de Jason Shokalook um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

11 Edição

O Diário de Chicago Fire

12/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma fratura deixa Josh Cohen de fora 59 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Chicago Fire falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

O banco

Mauricio Pineda guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Chris Brady e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

O salto de Puso Dithejane é a sério

Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

O banco

Jack Elliott ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Anzor Mekvabishvili bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Anzor Mekvabishvili treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

10 Edição

O Diário de Chicago Fire

05/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma fratura deixa Josh Cohen de fora 67 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Chicago Fire falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Plantel

O salto de Mbekezeli Mbokazi é a sério

Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Plantel

Anton Salétros quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Chicago Fire ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Direção

Os salários levam 238% do que Chicago Fire recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

O banco

Não há esconderijo para Anton Salétros

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Anton Salétros, e o treinador deixou.

O banco

André Franco é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que André Franco está nela.

O banco

Anzor Mekvabishvili bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

Abre-se uma porta a Jack Elliott

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Em resumo

9 Edição

O Diário de Chicago Fire

28/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

O banco

Djé D'Avilla guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Jonathan Bamba quer noites europeias

A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Robert Lewandowski e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Não há esconderijo para Chris Brady

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chris Brady, e o treinador deixou.

Jogo

Tarde má para o Chicago Fire diante do DC United

0‑2 para o DC United, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Plantel

André Franco quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Chicago Fire ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Emprestados

Christopher Cupps já viu o suficiente de Los Angeles Football Club

«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Chicago Fire, e 2 jogos em 6 dizem que merece ser ouvido.

O banco

Jordan Yedlin responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

O banco

Anton Salétros pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

8 Edição

O Diário de Chicago Fire

21/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Robert Lewandowski esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Chicago Fire fica aquém diante do Columbus Crew

O Columbus Crew levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Chicago Fire

9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

O banco

Jordan Yedlin: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 15. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen castigado

Um amarelo a mais e Andreas Hanche-Olsen fica de fora. O Chicago Fire perde-o pelo tipo de motivo evitável que faz a semana de um treinador render menos.

O banco

Philip Zinckernagel fica de fora por razões táticas no Chicago Fire

O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.

O banco

Abre-se uma porta a Jack Elliott

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

O banco

Philip Zinckernagel não está a gostar da sua função

A jogar fora da posição, substituído à hora de jogo, obrigado a ser alguém que não é — os detalhes variam e o humor não. O Chicago Fire tem um jogador a fazer o seu trabalho sob protesto.

Em resumo

7 Edição

O Diário de Chicago Fire

14/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Notas dos jogadores

Os dois de Robert Lewandowski — 8.98

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.98, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Jogo

Chicago Fire despacha o Nashville SC

Três pontos para o Chicago Fire: um 2‑1 diante do Nashville SC num duelo decidido por pormenores.

As bancadas

Um dos seus: Djé D'Avilla

Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

O banco

Uma promessa cumprida no Chicago Fire

Disseram uma coisa a Jonathan Bamba e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.

O banco

Jordan Yedlin diz de sua justiça

“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Jordan Yedlin sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.

Mercado

A história de Chris Brady recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Chris Brady assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Antevisão

Um reencontro para Taha Habroune

Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Columbus Crew com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.

O banco

O plano não tinha lugar para Jack Elliott

Ninguém no Chicago Fire sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.

O banco

Quando importa, Puso Dithejane joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

6 Edição

O Diário de Chicago Fire

07/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Mauricio Pineda e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Robin Lod desce na hierarquia

A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Robin Lod está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.

Plantel

Andrew Gutman no onze do mês

Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Andrew Gutman está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen perde a braçadeira

A capitania foi retirada a Andreas Hanche-Olsen. O Chicago Fire vai chamar-lhe uma decisão de equipa; um balneário lê-a como um veredicto sobre um homem.

O banco

Quando importa, Dean Boltz joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Jason Shokalook bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jason Shokalook treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

5 Edição

O Diário de Chicago Fire

31/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Andrew Gutman pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Jogo

Chicago Fire cumpre diante do Toronto FC

Um 1‑0 sobre o Toronto FC, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Maren Haile-Selassie e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Notas dos jogadores

Ninguém em campo chegou perto de Robin Lod

7.75, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Chicago Fire tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.

O banco

Jordan Yedlin diz de sua justiça

“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Jordan Yedlin sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.

Plantel

Robin Lod estreia-se finalmente a marcar

Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Chicago Fire têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.

O banco

Quando importa, André Franco joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Notas dos jogadores

Philip Zinckernagel passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 12. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Uma temporada à margem para Anton Salétros

Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Chicago Fire ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.

Em resumo

4 Edição

O Diário de Chicago Fire

24/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Josh Cohen sozinho contra todos

9 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Jogo

Acaba o percurso do Chicago Fire na taça

1‑2 frente ao Toronto FC, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.

Mercado

Jonathan Dean pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Chris Brady e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Notas dos jogadores

Jonathan Bamba encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 20. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Jogo

O Chicago Fire apanhado aos 91 minutos

O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Philadelphia Union marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Chicago Fire

9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

Notas dos jogadores

Robert Lewandowski acima de tudo

Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.63 na ficha, e os adeptos do Chicago Fire saíram a repetir um nome.

O banco

O treinador faz de Dean Boltz um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

3 Edição

O Diário de Chicago Fire

17/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Chicago Fire avança na taça

Vitória por 2‑0 sobre o Nashville SC, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?

Notas dos jogadores

Robert Lewandowski marca duas vezes — 8.84

Dois golos e um 8.84 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Notas dos jogadores

Dean Boltz, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.70

Um 7.70 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Notas dos jogadores

Um golo e uma assistência para André Franco — 7.87

Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.87 ao lado do nome.

Alvos de mercado

O relógio ganha ao Chicago Fire a corrida por D.J. Taylor

O relógio fez o que o Minnesota United FC não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.

O banco

Não há esconderijo para Chris Brady

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chris Brady, e o treinador deixou.

As bancadas

Os adeptos do Chicago Fire encontraram um ídolo em Puso Dithejane

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Puso Dithejane tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

Jogo

O Chicago Fire resolve em vinte minutos

2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Nashville SC passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.

Em resumo

2 Edição

O Diário de Chicago Fire

10/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

8 defesas: Chris Brady foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Alvos de mercado

O relógio ganha ao Chicago Fire a corrida por Matt Freese

O relógio fez o que o New York City não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.

Alvos de mercado

D.J. Taylor está a uns exames médicos do Chicago Fire

O negócio com o Minnesota United FC está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.

Direção

O Chicago Fire fecha o mercado com um plantel feito por si

14 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.

Mercado

Philip Zinckernagel quer mais do que o Chicago Fire oferece

«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.

Plantel

Philip Zinckernagel assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Philip Zinckernagel compromete-se com o Chicago Fire por mais 3 anos.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Robert Lewandowski e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Tarde má para o Chicago Fire diante do Charlotte Football Club

1‑2 para o Charlotte Football Club, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Mercado

O Chicago Fire promove Luca Moore de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Luca Moore passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Em resumo

1 Edição

O Diário de Chicago Fire

03/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Sporting Kansas City voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Chicago Fire não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Plantel

Robert Lewandowski despede-se da seleção

«167 internacionalizações são 167 mais do que o miúdo do início alguma vez esperou.» Aos 37 acabou com o seu país e não acabou nada com Chicago Fire.

Mercado

Robert Lewandowski quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Robert Lewandowski fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Robert Lewandowski e o Chicago Fire acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Philip Zinckernagel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

André Franco tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Notas dos jogadores

Philip Zinckernagel acima de tudo

Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.89 na ficha, e os adeptos do Chicago Fire saíram a repetir um nome.

Alvos de mercado

O Chicago Fire pergunta por Taha Habroune

Uma sondagem ao Columbus Crew para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Jogo

Chicago Fire divide pontos com o New England Revolution

Um 1‑1 com o New England Revolution deixa o balneário entre o alívio e a frustração.

Em resumo