28 Ago 2027
Sábado
Processo
56 Edição

O Diário de Chicago Fire

23/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Chicago Fire cai para o lugar 15

13 pontos e um calendário a esgotar-se. As contas ainda não são cruéis, mas já não são simpáticas.

Notas dos jogadores

Édier Ocampo passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 25. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Chicago Fire fica aquém diante do Toronto FC

O Toronto FC levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

Não há esconderijo para Tyler Miller

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tyler Miller, e o treinador deixou.

Plantel

Robin Lod desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Emprestados

Christopher Cupps conta os dias

“Vejo todos os jogos do Chicago Fire daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no FC Cincinnati segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.

O banco

Ryan McKennie: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑2, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

Direção

$32.0K chegam ao Chicago Fire graças a Jonathan Dean

Uma cláusula em que alguém insistiu há anos, numa negociação de que ninguém se lembra, acaba de pagar $32.0K ao Chicago Fire. Jonathan Dean saiu há muito tempo; o papel ficou.

Em resumo

Edições anteriores
55 Edição

O Diário de Chicago Fire

16/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

O banco

Sergio Oregel: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Chicago Fire nada responderam, o que também é uma resposta.

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 25. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Mercado

Cai a transferência para FC Dallas

Estava tudo acordado até deixar de estar, e Dean Boltz regressa a Chicago Fire com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Álvaro Busso e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Álvaro Busso ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Robin Lod desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Juan Torres fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Juan Torres e o Chicago Fire acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Jogo

O Chicago Fire recusa-se a perder com o Philadelphia Union

Um ponto arrancado aos 89 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.

Jogo

David Vazquez salva um ponto para o Chicago Fire

Foi preciso David Vazquez marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Philadelphia Union, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.

Em resumo

54 Edição

O Diário de Chicago Fire

09/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

As bancadas

O ânimo no Chicago Fire mudou de natureza

Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.

Direção

O prazo passa com 15 contratações e 6 saídas

Está feito o negócio no Chicago Fire até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.

Mercado

Cai a transferência para San Jose Earthquakes

Estava tudo acordado até deixar de estar, e Luka Prpa regressa a Chicago Fire com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

André Franco fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» André Franco e o Chicago Fire acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Direção

O banco de Chicago Fire continua vazio

8 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie estava imparável

Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Alvos de mercado

O Cardiff City avisa o Chicago Fire: Sebastian Soto não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Jogo

Atlanta United FC leva os pontos ao Chicago Fire

Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Em resumo

53 Edição

O Diário de Chicago Fire

02/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Direção

Esgota-se a paciência do Chicago Fire com Cameron Tillman

O fim chegou numa terça-feira, como costuma acontecer: uma reunião curta, um comunicado mais curto, e Cameron Tillman a esvaziar o gabinete antes do meio-dia. O ritual mais cruel do futebol, cumprido a horas.

Direção

Ryan McKennie assume o comando do Chicago Fire

«Alguém tem de fazer o onze no sábado, e esta semana sou eu.» Uma nomeação interina sem promessa nenhuma, que é como quase todas começam.

Mercado

Dean Boltz pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Alvos de mercado

O DC United avisa o Chicago Fire: Nathan Ordaz não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Mercado

O Chicago Fire pode não conseguir dar a Kerwin Vargas o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Kerwin Vargas quer futebol continental; se o Chicago Fire o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 22. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Jogo

Chicago Fire despacha o Charlotte Football Club

Três pontos para o Chicago Fire: um 1‑0 diante do Charlotte Football Club num duelo decidido por pormenores.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Robin Lod está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Em resumo

  • Notas dos jogadores Kerwin Vargas em notas de excelência
  • Direção news_h_severance_paid
  • O banco Jack Elliott fica de fora no jogo grande
52 Edição

O Diário de Chicago Fire

26/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Chicago Fire estão mesmo em apuros

14.º lugar, 9 pontos e um calendário com menos jogos do que desculpas. As contas ainda não são cruéis, mas deixaram de ser simpáticas.

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 29. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Mercado

Chicago Fire recusa o Charlotte Football Club por Viktor Radojević

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Alvos de mercado

O Chicago Fire recua perante o preço de Paul Rothrock

O Seattle Sounders queria mais do que $1.2M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Os golos abandonaram o Chicago Fire

3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Chicago Fire sabe dizer em que semana.

Alvos de mercado

O Chicago Fire leva uma nega por Iké Ugbo

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sheffield Wednesday fica com o seu homem, e o Chicago Fire volta a uma lista com um nome riscado.

Jogo

Chicago Fire fica aquém diante do New England Revolution

O New England Revolution levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Robin Lod estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Em resumo

51 Edição

O Diário de Chicago Fire

19/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Djé D'Avilla disse que sim ao Inter Miami CF

A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Chicago Fire perdeu-o em tudo menos nos papéis.

Alvos de mercado

Não há negócio por Milan Iloski a esse preço

O Chicago Fire ofereceu $12.9M; o Philadelphia Union disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.

O banco

Anzor Mekvabishvili: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Chicago Fire nada responderam, o que também é uma resposta.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Maren Haile-Selassie

Dribles concretizados: 26. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Alvos de mercado

O Chicago Fire leva uma nega por Tyrese Spicer

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Orlando City fica com o seu homem, e o Chicago Fire volta a uma lista com um nome riscado.

Mercado

Chicago Fire recusa o San Diego Football Club por Sam Rogers

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Philip Zinckernagel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

CF Montreal leva os pontos ao Chicago Fire

Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

O banco

Não há esconderijo para Jack Elliott

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jack Elliott, e o treinador deixou.

Em resumo

50 Edição

O Diário de Chicago Fire

12/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Notas dos jogadores

Édier Ocampo passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 43. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

As bancadas

A raiva no Chicago Fire transborda para fora do estádio

Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.

Alvos de mercado

O Chicago Fire avança para Milan Iloski

$4.6M em cima da mesa do Philadelphia Union. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.

Alvos de mercado

Caro demais: o Chicago Fire desiste de Riqui Puig

$1.6M era o máximo que o clube pagaria, e o LA Galaxy pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.

Alvos de mercado

O CF Montreal avisa o Chicago Fire: Henadii Synchuk não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Alvos de mercado

O Chicago Fire avança para Jack Kortkamp

$670.0K em cima da mesa do Sporting Kansas City. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Philip Zinckernagel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Mercado

Inter Miami CF entra na fila por Djé D'Avilla

Mais um nome na lista: o Inter Miami CF fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Djé D'Avilla. A resposta do Chicago Fire não mudou — para já.

Jogo

Tarde má para o Chicago Fire diante do FC Cincinnati

0‑1 para o FC Cincinnati, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Em resumo

49 Edição

O Diário de Chicago Fire

05/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

Cresce a pressão na direção do Chicago Fire

Os dirigentes deixaram de mostrar afeto público ao treinador. No futebol, isso costuma ser a fase anterior ao comunicado curto.

Direção

O Chicago Fire coloca Cameron Tillman em cima do arame

A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.

Plantel

Philip Zinckernagel em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Chicago Fire encontra maneira de passar pelo New York Red Bulls

O New York Red Bulls obrigou o Chicago Fire a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑0 e a tabela não pergunta como.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Robin Lod está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Notas dos jogadores

Philip Zinckernagel em notas de excelência

Uma exibição de 8.06 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Notas dos jogadores

Édier Ocampo estava imparável

Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

O banco

Não há esconderijo para Anzor Mekvabishvili

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Anzor Mekvabishvili, e o treinador deixou.

Direção

O Chicago Fire integra 6 miúdos na formação

Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.

Em resumo

48 Edição

O Diário de Chicago Fire

28/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

O Chicago Fire acaba com a espera diante do Orlando City

Já ia em 17 jogos. Os jogadores não festejaram como quem ganhou um jogo; festejaram como quem acabou de ser libertado de alguma coisa.

Jogo

Para o Chicago Fire, cada ponto é agora uma discussão

Posição 14 e 6 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.

O banco

Matt Hedges diz que o Chicago Fire não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Mercado

Andreas Hanche-Olsen quer noites europeias

A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Jack Elliott e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Chicago Fire despacha o Orlando City

Três pontos para o Chicago Fire: um 1‑0 diante do Orlando City num duelo decidido por pormenores.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Maren Haile-Selassie no seu melhor

Avaliado com 8.06. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Chicago Fire.

Antevisão

O Chicago Fire defronta o New York Red Bulls no jogo que mais conta

Duas equipas do fundo da tabela, três pontos, e uma tarde que será descrita depois como decisiva para a descida por quem a perder.

Notas dos jogadores

Kerwin Vargas estava imparável

Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Em resumo

47 Edição

O Diário de Chicago Fire

21/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Não se vê o fim da espera do Chicago Fire por uma vitória

Já são 17 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chicago Fire tem de arrancar um resultado de algum lado.

Notas dos jogadores

Édier Ocampo encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 47. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

O banco

David Vazquez guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Jack Elliott e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

New York City leva os pontos ao Chicago Fire

Derrota por 1‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

O banco

O treinador faz de Tyler Miller um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Robin Lod desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

O boletim de meio de época do Chicago Fire

15.º lugar, 3 pontos, e todos os resultados até aqui reduzidos a uma linha. A segunda volta começa com o mesmo plantel e outras expectativas.

Emprestados

Christopher Cupps conta os dias

“Vejo todos os jogos do Chicago Fire daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no FC Cincinnati segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.

Em resumo

46 Edição

O Diário de Chicago Fire

14/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

A espera do Chicago Fire continua

Já são 16 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

As bancadas

A raiva no Chicago Fire transborda para fora do estádio

Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.

Notas dos jogadores

Édier Ocampo encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 25. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

Dean Boltz assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Dean Boltz compromete-se com o Chicago Fire por mais 5 anos.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Jack Elliott esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Chicago Fire fica aquém diante do Inter Miami CF

O Inter Miami CF levou os pontos após um 1‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Robin Lod está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Notas dos jogadores

Kerwin Vargas em notas de excelência

Uma exibição de 8.10 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

O banco

Jack Elliott ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

45 Edição

O Diário de Chicago Fire

07/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

O banco

Jack Elliott diz que o Chicago Fire não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Direção

Cresce a pressão na direção do Chicago Fire

Os dirigentes deixaram de mostrar afeto público ao treinador. No futebol, isso costuma ser a fase anterior ao comunicado curto.

Mercado

Andreas Hanche-Olsen quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Philip Zinckernagel em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Dylan Borso assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dylan Borso e o Chicago Fire acertam mais 5 anos.

O banco

O Chicago Fire cumpre a palavra dada a Kerwin Vargas

Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.

Plantel

Um passo atrás para Anzor Mekvabishvili no Chicago Fire

Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.

O banco

Não há esconderijo para Noah Allen

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Noah Allen, e o treinador deixou.

Plantel

Um lugar no onze do mês para Mbekezeli Mbokazi

Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Mbekezeli Mbokazi sai dessa comparação dentro da equipa, e o Chicago Fire beneficiou de cada uma dessas tardes.

Em resumo

44 Edição

O Diário de Chicago Fire

31/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

15 jogos sem vencer para o Chicago Fire

A série chega a 15 e as perguntas em torno do Chicago Fire já não são delicadas.

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie estava imparável

Dribles concretizados: 38. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Jogo

Para o Chicago Fire, cada ponto é agora uma discussão

Posição 15 e 3 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Tyler Miller

Houve 7 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

Mercado

O Chicago Fire pode não conseguir dar a Kerwin Vargas o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Kerwin Vargas quer futebol continental; se o Chicago Fire o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Philip Zinckernagel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Chicago Fire fica aquém diante do DC United

O DC United levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Robin Lod estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Cameron Tillman responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

Em resumo

43 Edição

O Diário de Chicago Fire

24/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Não se vê o fim da espera do Chicago Fire por uma vitória

Já são 14 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chicago Fire tem de arrancar um resultado de algum lado.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Maren Haile-Selassie

Dribles concretizados: 34. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Philip Zinckernagel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Robin Lod estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Sergio Oregel fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sergio Oregel e o Chicago Fire acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Emprestados

Christopher Cupps quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Chicago Fire e lutar pelo meu lugar.» 4 jogos em 12 no FC Cincinnati dizem o resto.

Notas dos jogadores

Andreas Hanche-Olsen acima de tudo

Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.46 na ficha, e os adeptos do Chicago Fire saíram a repetir um nome.

O banco

Neste momento há alguém melhor do que Oswaldo Virgen

A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.

O banco

O treinador faz de Bryan Acosta um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

42 Edição

O Diário de Chicago Fire

17/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

O ânimo no Chicago Fire mudou de natureza

Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.

Jogo

13 jogos sem vencer para o Chicago Fire

A série chega a 13 e as perguntas em torno do Chicago Fire já não são delicadas.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Philip Zinckernagel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Robin Lod

Dribles concretizados: 19. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Anton Salétros

Nota 8.01 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Jogo

Em cima do apito, um ponto para o Chicago Fire

Minuto 95, frente ao Nashville SC, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.

O banco

Não há esconderijo para Jack Elliott

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jack Elliott, e o treinador deixou.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Chicago Fire

10 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

Jogo

Anton Salétros salva um ponto para o Chicago Fire

Foi preciso Anton Salétros marcar para trazer alguma coisa para casa: 2‑2 com o Nashville SC, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.

Em resumo

41 Edição

O Diário de Chicago Fire

10/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

A espera do Chicago Fire continua

Já são 12 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Jogo

4 jogos sem marcar para o Chicago Fire

As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.

Plantel

Jack Elliott em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Chicago Fire fica aquém diante do Toronto FC

O Toronto FC levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

Notas dos jogadores

Robin Lod estava imparável

Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Robin Lod estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Anzor Mekvabishvili ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Cameron Tillman saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

O banco

Neste momento há alguém melhor do que Dean Boltz

A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.

Em resumo

40 Edição

O Diário de Chicago Fire

03/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

11 jogos sem vencer para o Chicago Fire

A série chega a 11 e as perguntas em torno do Chicago Fire já não são delicadas.

Jogo

Para o Chicago Fire, cada ponto é agora uma discussão

Posição 15 e 1 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.

Alvos de mercado

Não há negócio por Logan Farrington a esse preço

O Chicago Fire ofereceu $3.8M; o FC Dallas disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Maren Haile-Selassie

Dribles concretizados: 24. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Jack Elliott e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Os golos abandonaram o Chicago Fire

3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Chicago Fire sabe dizer em que semana.

Jogo

Tarde má para o Chicago Fire diante do Philadelphia Union

0‑1 para o Philadelphia Union, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Plantel

Robin Lod desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Dean Boltz ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

39 Edição

O Diário de Chicago Fire

26/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

A espera do Chicago Fire continua

Já são 10 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Plantel

8 defesas: Jeff Gal foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Alvos de mercado

O Chicago Fire avança para Logan Farrington

$3.8M em cima da mesa do FC Dallas. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.

Direção

O prazo passa com 12 contratações e 5 saídas

Está feito o negócio no Chicago Fire até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.

Mercado

O Chicago Fire pode não conseguir dar a Andreas Hanche-Olsen o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Andreas Hanche-Olsen quer futebol continental; se o Chicago Fire o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Jack Elliott e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Alvos de mercado

O Chicago Fire leva uma nega por Fernando Rodriguez

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Boca Juniors fica com o seu homem, e o Chicago Fire volta a uma lista com um nome riscado.

Jogo

Tarde má para o Chicago Fire diante do Atlanta United FC

0‑1 para o Atlanta United FC, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Plantel

Maren Haile-Selassie atinge as 200 presenças

200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.

Em resumo

38 Edição

O Diário de Chicago Fire

19/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

As bancadas

A raiva no Chicago Fire transborda para fora do estádio

Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Chicago Fire por uma vitória

Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chicago Fire tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Philip Zinckernagel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Alvos de mercado

Porta fechada: Phillipe Gabriel fica onde está

O Chicago Fire perguntou e o Vasco da Gama disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Jogo

Charlotte Football Club leva os pontos ao Chicago Fire

Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Plantel

Robin Lod desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 17. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

No Chicago Fire ainda são estranhos uns para os outros

9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Cameron Tillman a uma sala que já as tinha ouvido.

Em resumo

37 Edição

O Diário de Chicago Fire

12/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

A espera do Chicago Fire continua

Já são 8 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Plantel

Tyler Miller sozinho contra todos

7 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 24. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Alvos de mercado

O Chicago Fire avança para Bryan Acosta

$730.0K em cima da mesa do Nashville SC. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Philip Zinckernagel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

O Chicago Fire leva uma nega por Miłosz Piekutowski

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sheffield United fica com o seu homem, e o Chicago Fire volta a uma lista com um nome riscado.

Jogo

O golo de Maren Haile-Selassie não chega para o Chicago Fire

Maren Haile-Selassie marcou, e pouco mais correu bem: 1‑2 para o New England Revolution, e um caminho silencioso até ao balneário.

Mercado

O Chicago Fire promove Mark Robinson de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Mark Robinson passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Mercado

Um dos nossos: Dylan Bradley junta-se à equipa principal do Chicago Fire

Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Dylan Bradley é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.

Em resumo

36 Edição

O Diário de Chicago Fire

05/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Édier Ocampo

Dribles concretizados: 35. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Jogo

Chicago Fire despede-se da taça

O DC United segue em frente e o Chicago Fire vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.

Jogo

7 jogos sem vencer para o Chicago Fire

A série chega a 7 e as perguntas em torno do Chicago Fire já não são delicadas.

O banco

Noah Allen: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Chicago Fire nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Philip Zinckernagel em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Os golos abandonaram o Chicago Fire

3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Chicago Fire sabe dizer em que semana.

Alvos de mercado

O Chicago Fire leva uma nega por Luken Flores

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Real Madrid fica com o seu homem, e o Chicago Fire volta a uma lista com um nome riscado.

Jogo

Chicago Fire fica aquém diante do CF Montreal

O CF Montreal levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

Uma promessa cumprida a Tyler Miller

Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Chicago Fire disse a Tyler Miller que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.

Em resumo

35 Edição

O Diário de Chicago Fire

29/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Não se vê o fim da espera do Chicago Fire por uma vitória

Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chicago Fire tem de arrancar um resultado de algum lado.

Mercado

O Chicago Fire pode não conseguir dar a Kerwin Vargas o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Kerwin Vargas quer futebol continental; se o Chicago Fire o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

Alvos de mercado

Édier Ocampo está a uns exames médicos do Chicago Fire

O negócio com o Vancouver Whitecaps está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Philip Zinckernagel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie estava imparável

Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Alvos de mercado

O Chicago Fire leva uma nega por Otávio

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cruzeiro fica com o seu homem, e o Chicago Fire volta a uma lista com um nome riscado.

Jogo

FC Cincinnati leva os pontos ao Chicago Fire

Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

O banco

Não há esconderijo para Tyler Miller

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tyler Miller, e o treinador deixou.

O banco

Cameron Tillman enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Cameron Tillman depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

Em resumo

34 Edição

O Diário de Chicago Fire

22/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

O ânimo no Chicago Fire mudou de natureza

Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Maren Haile-Selassie

Dribles concretizados: 29. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Ian Fray

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Chicago Fire fez a parte difícil com o Inter Miami CF, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Chicago Fire por uma vitória

Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chicago Fire tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Tyler Miller assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Tyler Miller compromete-se com o Chicago Fire por mais 2 anos.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Jack Elliott e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Alvos de mercado

O Boca Juniors avisa o Chicago Fire: Fernando Rodriguez não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

O banco

Não há esconderijo para Matt Hedges

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matt Hedges, e o treinador deixou.

Alvos de mercado

O Chicago Fire pergunta por Luken Flores

Uma sondagem ao Real Madrid para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Em resumo

33 Edição

O Diário de Chicago Fire

15/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

O Chicago Fire faz de Kerwin Vargas o nome mais caro da sua história

$14.8M. Valores assim compram um futebolista e alugam um debate: cada toque será medido contra o número durante pelo menos uma época.

Jogo

Tarde humilhante para o Chicago Fire

Um 1‑4 imposto pelo Orlando City é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.

Alvos de mercado

Não, obrigado: Alexander González rejeita a mudança

O Chicago Fire tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Montevideo City Torque, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.

Plantel

Tyler Miller fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Tyler Miller e o Chicago Fire acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

As bancadas

A cidade pediu, e o Chicago Fire pagou $14.8M

Kerwin Vargas era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $14.8M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Jack Elliott e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

O Chicago Fire leva uma nega por Tiago Caballero

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Olimpia fica com o seu homem, e o Chicago Fire volta a uma lista com um nome riscado.

Plantel

O número 50 de Jonathan Bamba

50 golos por este clube, e algures na bancada há alguém capaz de dizer onde estava em quase todos eles.

Plantel

Não há lugar para Kerwin Vargas no desenho novo

Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Chicago Fire joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.

Em resumo

32 Edição

O Diário de Chicago Fire

08/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Alvos de mercado

O Chicago Fire leva uma nega por Prince Owusu

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O CF Montreal fica com o seu homem, e o Chicago Fire volta a uma lista com um nome riscado.

Mercado

O Chicago Fire diz que não — desta vez

A proposta do San Jose Earthquakes por Sam Rogers foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Alvos de mercado

Nahuel da Silva não vem para o Chicago Fire

As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Montevideo City Torque ninguém diz, e no Chicago Fire ninguém gosta de estar a adivinhar.

Alvos de mercado

Caro demais: o Chicago Fire desiste de Rocco Ríos Novo

$560.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Inter Miami CF pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 22. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

Matt Hedges assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Matt Hedges compromete-se com o Chicago Fire por mais 2 anos.

Mercado

Chicago Fire vende Josh Cohen por $120.0K

Josh Cohen parte para o Sporting Kansas City num negócio de $120.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.

Plantel

Jack Elliott em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Tarde má para o Chicago Fire diante do New York City

0‑2 para o New York City, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Em resumo

31 Edição

O Diário de Chicago Fire

01/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Alvos de mercado

O Chicago Fire avança para Kerwin Vargas

$14.8M em cima da mesa do Charlotte Football Club. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.

Alvos de mercado

Porta fechada: Louis Munteanu fica onde está

O Chicago Fire perguntou e o DC United disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Alvos de mercado

Caro demais: o Chicago Fire desiste de Theo Corbeanu

$11.5M era o máximo que o clube pagaria, e o Toronto FC pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.

As bancadas

Uma venda de $4.8M, e uma cidade que não a queria

Mauricio Pineda foi-se, as contas têm $4.8M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.

Mercado

Negócios são negócios: Mauricio Pineda sai

O Sporting Kansas City pagou $4.8M e o Chicago Fire aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.

Mercado

Inter Miami CF voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Chicago Fire não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Nahuel da Silva

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Chicago Fire fez a parte difícil com o Montevideo City Torque, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Philip Zinckernagel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Mercado

Todos os olhos outra vez em Sam Rogers

O telefone voltou a tocar por causa de Sam Rogers, e desta vez do outro lado está o San Jose Earthquakes. No Chicago Fire ouvem com educação e não prometem nada.

Em resumo

30 Edição

O Diário de Chicago Fire

22/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

As bancadas

Os adeptos organizam-se contra a direção do Chicago Fire

Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.

Mercado

San Diego Football Club voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Chicago Fire não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Mercado

O Chicago Fire pode não conseguir dar a Andreas Hanche-Olsen o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Andreas Hanche-Olsen quer futebol continental; se o Chicago Fire o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

Alvos de mercado

Uma proposta de $560.0K por Rocco Ríos Novo

O Chicago Fire foi ao Inter Miami CF com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Philip Zinckernagel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Mercado

Inter Miami CF a seguir Djé D'Avilla

O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Chicago Fire nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Anzor Mekvabishvili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Alvos de mercado

O Chicago Fire pergunta por Oswaldo Virgen

Uma sondagem ao Toluca para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

O banco

Djé D'Avilla ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

29 Edição

O Diário de Chicago Fire

15/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Alvos de mercado

Uma proposta de $10.3M por Theo Corbeanu

O Chicago Fire foi ao Toronto FC com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.

Mercado

Sporting Kansas City voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Chicago Fire não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Philip Zinckernagel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

O Chicago Fire leva uma nega por Rocco Ríos Novo

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Inter Miami CF fica com o seu homem, e o Chicago Fire volta a uma lista com um nome riscado.

Mercado

Leonardo Barroso atrai pretendentes

O nome de Leonardo Barroso apareceu em conversas de que o Chicago Fire não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.

Alvos de mercado

Um empréstimo de Dawid Bugaj está em marcha

O Chicago Fire já telefonou ao CF Montreal. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.

O banco

Mauricio Pineda ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Robin Lod ainda paga por um erro

Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.

Direção

Abre o mercado no Chicago Fire

Um mês em que todos os rumores são possíveis e a maioria é disparate. O treinador tem uma lista, a direção tem um número, e nenhum conta ao outro a história toda.

Em resumo

28 Edição

O Diário de Chicago Fire

08/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Jack Elliott em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Mercado

Andrew Aaronson sobe da formação do Chicago Fire

Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Andrew Aaronson está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.

Mercado

Um dos nossos: Sean Bradley junta-se à equipa principal do Chicago Fire

Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Sean Bradley é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Anzor Mekvabishvili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Não há esconderijo para Anzor Mekvabishvili

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Anzor Mekvabishvili, e o treinador deixou.

Mercado

A pergunta sobre Robin Lod persegue o Chicago Fire

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Robin Lod. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

27 Edição

O Diário de Chicago Fire

01/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Chicago Fire

Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.

Mercado

Andreas Hanche-Olsen quer mais do que o Chicago Fire oferece

«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Jack Elliott esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Anzor Mekvabishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

O treinador faz de Puso Dithejane um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

Andreas Hanche-Olsen apontado a uma saída

O nome de Andreas Hanche-Olsen não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

26 Edição

O Diário de Chicago Fire

25/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

As bancadas

Os adeptos organizam-se contra a direção do Chicago Fire

Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Jack Elliott e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

O treinador faz de Noah Allen um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

A conversa sobre Anton Salétros não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Plantel

«Quero jogar»: fala Puso Dithejane

«Respeito o treinador e não vou ficar aqui a fingir que estou contente.» É a frase mais repetida do futebol e nunca foi o fim de uma história.

O banco

O treinador faz uma promessa a Mauricio Pineda

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Chicago Fire. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Em resumo

25 Edição

O Diário de Chicago Fire

18/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

O banco

Noah Allen diz que o Chicago Fire não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Josh Cohen assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Josh Cohen e o Chicago Fire acertam mais 1 anos.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Jack Elliott e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Anzor Mekvabishvili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Matt Hedges ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Robin Lod ainda paga por um erro

Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.

Em resumo

24 Edição

O Diário de Chicago Fire

11/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Philip Zinckernagel em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Dean Boltz assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Dean Boltz compromete-se com o Chicago Fire por mais 5 anos.

Mercado

Um dos nossos: Andrew Ferreira junta-se à equipa principal do Chicago Fire

Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Andrew Ferreira é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jack Elliott está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Anzor Mekvabishvili ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Matt Hedges pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

23 Edição

O Diário de Chicago Fire

04/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

O escrutínio aperta no Chicago Fire

Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Chicago Fire está a esgotar-se.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Philip Zinckernagel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Christopher Cupps ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Uma promoção para Dean Boltz

Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Dean Boltz subiu nela.

Mercado

Andreas Hanche-Olsen apontado a uma saída

O nome de Andreas Hanche-Olsen não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Plantel

Philip Zinckernagel recebe a braçadeira

É uma tira de pano e não decide nada num sábado. Ainda assim diz ao balneário exatamente de quem o treinador ouve a opinião, que é o que interessa.

Em resumo

22 Edição

O Diário de Chicago Fire

28/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

A raiva no Chicago Fire transborda para fora do estádio

Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Philip Zinckernagel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Josh Cohen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Não há esconderijo para Djé D'Avilla

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Djé D'Avilla, e o treinador deixou.

Mercado

A conversa sobre Anton Salétros não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

O banco

O treinador faz uma promessa a Anzor Mekvabishvili

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Chicago Fire. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Em resumo

21 Edição

O Diário de Chicago Fire

21/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

O Chicago Fire pode não conseguir dar a Andreas Hanche-Olsen o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Andreas Hanche-Olsen quer futebol continental; se o Chicago Fire o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Jack Elliott e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Josh Cohen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Noah Allen ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Robin Lod

Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.

O banco

O treinador faz uma promessa a Josh Cohen

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Chicago Fire. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Em resumo

20 Edição

O Diário de Chicago Fire

14/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Jack Elliott em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

O treinador faz de Matt Hedges um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

A pergunta sobre Robin Lod persegue o Chicago Fire

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Robin Lod. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

O banco

Prometeram minutos a Anzor Mekvabishvili

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Anzor Mekvabishvili apontou a data.

O banco

O treinador crava a sua bandeira em Jonathan Bamba

“Julguem-me por ele.” Um treinador não diz isto por acidente — passa a pressão dos ombros de Jonathan Bamba para os seus, e ambos o sabem.

Plantel

Josh Cohen treina como quem tem algo a provar

Ninguém lhe prometeu nada e ele não pediu nada. A equipa técnica reparou, o que nesta altura da temporada é o único que conta.

Em resumo

19 Edição

O Diário de Chicago Fire

07/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

Cresce a pressão na direção do Chicago Fire

Os dirigentes deixaram de mostrar afeto público ao treinador. No futebol, isso costuma ser a fase anterior ao comunicado curto.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Jack Elliott esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Anzor Mekvabishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

O treinador faz de Anzor Mekvabishvili um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Josh Cohen já não é a primeira escolha

O treinador reorganizou as ideias e Josh Cohen saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.

Mercado

Andreas Hanche-Olsen apontado a uma saída

O nome de Andreas Hanche-Olsen não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Direção

$12.9M retirados da mesa em Chicago Fire

O que havia no verão já não existe. Lá em cima ninguém lhe vai chamar mudança de ambição; cá em baixo ninguém lhe chama outra coisa.

O banco

Juan Torres bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

Prometeram minutos a Djé D'Avilla

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Djé D'Avilla apontou a data.

Em resumo

18 Edição

O Diário de Chicago Fire

30/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

A raiva no Chicago Fire transborda para fora do estádio

Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Josh Cohen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Jack Elliott e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

O treinador faz de Josh Cohen um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

A conversa sobre Anton Salétros não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

O banco

Juan Torres bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo

17 Edição

O Diário de Chicago Fire

23/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

O joelho: Walker Moore fora por 20 dias

20 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Chicago Fire perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Philip Zinckernagel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

O treinador faz de Puso Dithejane um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Robin Lod

Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.

O banco

Matt Hedges bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Matt Hedges treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

O banco

O treinador faz uma promessa a Josh Cohen

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Chicago Fire. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Em resumo

16 Edição

O Diário de Chicago Fire

16/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Walker Moore lesiona os ligamentos do joelho — 27 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 27 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Plantel

Philip Zinckernagel em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Hanche-Olsen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Anzor Mekvabishvili bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

O treinador faz uma promessa a Josh Cohen

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Chicago Fire. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Plantel

Robert Lewandowski parte com a seleção

Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase. O Chicago Fire gostava de o receber inteiro e sabe que não vai ser consultado.

Em resumo

15 Edição

O Diário de Chicago Fire

09/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Andreas Hanche-Olsen quer mais do que o Chicago Fire oferece

«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Philip Zinckernagel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Josh Cohen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Mercado

Um dos nossos: Ryan Pulisic junta-se à equipa principal do Chicago Fire

Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Ryan Pulisic é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.

Mercado

David Brooks sobe da formação do Chicago Fire

Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. David Brooks está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.

O banco

Não há esconderijo para Noah Allen

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Noah Allen, e o treinador deixou.

O banco

Anzor Mekvabishvili bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

Andreas Hanche-Olsen apontado a uma saída

O nome de Andreas Hanche-Olsen não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

O banco

O treinador faz uma promessa a Josh Cohen

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Chicago Fire. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Em resumo

14 Edição

O Diário de Chicago Fire

02/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

Os adeptos organizam-se contra a direção do Chicago Fire

Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.

Mercado

Robert Lewandowski quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Josh Cohen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

O treinador faz de Mauricio Pineda um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

A braçadeira sai do braço de Philip Zinckernagel

Chicago Fire vão explicá-lo como uma decisão de equipa, e talvez seja. Um balneário nunca leu isso assim, nem uma vez.

Mercado

A conversa sobre Anton Salétros não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

13 Edição

O Diário de Chicago Fire

26/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Hanche-Olsen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Jack Elliott e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Não há esconderijo para Matt Hedges

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matt Hedges, e o treinador deixou.

O banco

Robin Lod continua a pagar por uma tarde no Chicago Fire

Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.

O banco

Prometeram minutos a Josh Cohen

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Josh Cohen apontou a data.

Mercado

A conversa sobre Mbekezeli Mbokazi não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

12 Edição

O Diário de Chicago Fire

19/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Andreas Hanche-Olsen tem os olhos postos na Europa

Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Chicago Fire lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Josh Cohen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Hanche-Olsen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Anzor Mekvabishvili ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Prometeram minutos a Josh Cohen

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Josh Cohen apontou a data.

Mercado

A pergunta sobre Robin Lod persegue o Chicago Fire

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Robin Lod. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

11 Edição

O Diário de Chicago Fire

12/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Josh Cohen em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Mercado

Walker Moore sobe da formação do Chicago Fire

Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Walker Moore está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.

Mercado

Brenden Moore sobe da formação do Chicago Fire

Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Brenden Moore está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.

Plantel

No Chicago Fire ainda são estranhos uns para os outros

12 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

O banco

Não há esconderijo para Djé D'Avilla

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Djé D'Avilla, e o treinador deixou.

Mercado

Andreas Hanche-Olsen apontado a uma saída

O nome de Andreas Hanche-Olsen não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

O banco

Abre-se uma porta a Josh Cohen

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Plantel

Chamada internacional para Robert Lewandowski

Robert Lewandowski junta-se à sua seleção. O Chicago Fire perde-o durante a paragem e gostava de o receber de volta inteiro.

Plantel

Chamada internacional para Robin Lod

Robin Lod junta-se à sua seleção. O Chicago Fire perde-o durante a paragem e gostava de o receber de volta inteiro.

Em resumo

10 Edição

O Diário de Chicago Fire

05/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

A raiva no Chicago Fire transborda para fora do estádio

Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Philip Zinckernagel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Josh Cohen desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Christopher Cupps entra no onze do mês

Quatro ou cinco fins de semana de regularidade, medidos contra todos os outros da divisão. Um elogio mais discreto do que um prémio, e mais fiável.

O banco

Matt Hedges pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

A conversa sobre Anton Salétros não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

9 Edição

O Diário de Chicago Fire

28/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Um dia que Robert Lewandowski não vai esquecer

3 golos num só jogo. O primeiro foi bem apontado, o segundo com fome, e ao terceiro a bancada já só esperava que a bola lhe chegasse.

Plantel

Josh Cohen sozinho contra todos

7 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Notas dos jogadores

A idade ainda não apanhou Robert Lewandowski — 9.37

Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 9.37 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.

Mercado

Philip Zinckernagel quer noites europeias

A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Philip Zinckernagel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

O Chicago Fire salva um ponto aos 94 minutos

A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 94. O Inter Miami CF tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.

O banco

O treinador faz de Matt Hedges um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Jogo

Chicago Fire divide pontos com o Inter Miami CF

Um 3‑3 com o Inter Miami CF deixa o balneário entre o alívio e a frustração.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mauricio Pineda estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Em resumo

8 Edição

O Diário de Chicago Fire

21/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Philip Zinckernagel em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Não há esconderijo para Noah Allen

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Noah Allen, e o treinador deixou.

Antevisão

O líder é o próximo adversário do Chicago Fire

O Inter Miami CF lidera a tabela e vem aí. Nada a perder, que é o que todos os treinadores dizem antes de perder.

O banco

Anzor Mekvabishvili pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Antevisão

Noah Allen regressa para defrontar o Inter Miami CF

Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Noah Allen: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Chicago Fire a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.

O banco

Abre-se uma porta a Josh Cohen

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Plantel

Djé D'Avilla: “Não sou um suplente”

“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Chicago Fire terá de responder com minutos ou com uma transferência.

Plantel

Josh Cohen quer saber porque ganha menos

Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Chicago Fire não tem uma boa resposta.

Mercado

A pergunta sobre Mbekezeli Mbokazi persegue o Chicago Fire

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mbekezeli Mbokazi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

7 Edição

O Diário de Chicago Fire

14/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 34. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Jogo

Até que enfim: o Chicago Fire ganha um jogo

7 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao DC United. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Josh Cohen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Jack Elliott esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Mercado

Miles Pulisic sobe da formação do Chicago Fire

Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Miles Pulisic está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.

Mercado

O Chicago Fire promove Alex Pepi de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Alex Pepi passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Jogo

Chicago Fire despacha o DC United

Três pontos para o Chicago Fire: um 1‑0 diante do DC United num duelo decidido por pormenores.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Jonathan Bamba

Nota 8.02 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Plantel

13 caras novas e o Chicago Fire ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

Em resumo

6 Edição

O Diário de Chicago Fire

07/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Uma sova para o Chicago Fire

Derrota por 0‑3 com o Columbus Crew, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.

Jogo

7 jogos sem vencer para o Chicago Fire

A série chega a 7 e as perguntas em torno do Chicago Fire já não são delicadas.

Plantel

7 defesas: Josh Cohen foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Mercado

Bournemouth voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Chicago Fire não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Josh Cohen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie estava imparável

Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

O banco

O treinador faz de Anzor Mekvabishvili um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Robin Lod desce na hierarquia

A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Robin Lod está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.

Direção

Portas fechadas no Chicago Fire

A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.

Em resumo

  • Plantel Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire
  • O banco O veredicto do treinador
  • O banco Matt Hedges não encaixa neste
5 Edição

O Diário de Chicago Fire

31/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 41. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Jogo

A espera do Chicago Fire continua

Já são 6 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Notas dos jogadores

Robert Lewandowski, 38 anos, faz recuar o relógio — 8.61

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.61 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.

As bancadas

O Chicago Fire vende um ídolo por $5.0M

Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Chris Brady era uma das razões por que as pessoas vinham, e $5.0M não substitui isso sozinho.

Mercado

Chicago Fire vende Chris Brady por $5.0M

Chris Brady parte para o Union Berlin num negócio de $5.0M. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Jack Elliott e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

O treinador faz de Jonathan Bamba um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Jogo

O Chicago Fire recusa-se a perder com o Nashville SC

Um ponto arrancado aos 90 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.

Jogo

Robert Lewandowski salva um ponto para o Chicago Fire

Foi preciso Robert Lewandowski marcar para trazer alguma coisa para casa: 3‑3 com o Nashville SC, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.

Em resumo

4 Edição

O Diário de Chicago Fire

24/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Chris Brady disse que sim ao Union Berlin

A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Chicago Fire perdeu-o em tudo menos nos papéis.

Mercado

Sergio Oregel recusa o FC Cincinnati

“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Chicago Fire por uma vitória

Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chicago Fire tem de arrancar um resultado de algum lado.

Jogo

O Chicago Fire não encontra a baliza

5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.

Mercado

O Chicago Fire pode não conseguir dar a Andreas Hanche-Olsen o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Andreas Hanche-Olsen quer futebol continental; se o Chicago Fire o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Robin Lod e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Chicago Fire fica aquém diante do Toronto FC

O Toronto FC levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Anzor Mekvabishvili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

O treinador faz de Matt Hedges um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

3 Edição

O Diário de Chicago Fire

17/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Chicago Fire despede-se da taça

O Nashville SC segue em frente e o Chicago Fire vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.

Notas dos jogadores

Puso Dithejane estava imparável

Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Mercado

Tão perto: a transferência de Mauricio Pineda morre em cima da hora

O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Sporting Kansas City seguiu em frente, Mauricio Pineda apresenta-se de volta no Chicago Fire, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.

Jogo

4 jogos sem vencer para o Chicago Fire

A série chega a 4 e as perguntas em torno do Chicago Fire já não são delicadas.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

4 jogos sem marcar para o Chicago Fire

As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.

Alvos de mercado

O relógio ganha ao Chicago Fire a corrida por D.J. Taylor

O relógio fez o que o Minnesota United FC não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.

O banco

Anton Salétros ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Jogo

Tarde má para o Chicago Fire diante do Philadelphia Union

0‑1 para o Philadelphia Union, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Em resumo

  • Plantel Mauricio Pineda desentende-se com um colega por causa das exigências
  • Plantel O sistema deixou Matt Hedges para trás
  • Plantel 12 caras novas e o Chicago Fire ainda se está a conhecer
2 Edição

O Diário de Chicago Fire

10/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

O prazo passa com 18 contratações e 0 saídas

Está feito o negócio no Chicago Fire até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.

Mercado

Andreas Hanche-Olsen quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Mercado

Cai a transferência de Sergio Oregel para o Los Angeles Football Club

O negócio que levaria Sergio Oregel para o Los Angeles Football Club caiu na fase final e ele reapresenta-se no Chicago Fire com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Andreas Hanche-Olsen compromete-se com o Chicago Fire por mais 5 anos.

Alvos de mercado

Uma proposta de $410.0K por D.J. Taylor

O Chicago Fire foi ao Minnesota United FC com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Philip Zinckernagel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Mercado

Mauricio Pineda atrai pretendentes

O nome de Mauricio Pineda apareceu em conversas de que o Chicago Fire não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Hanche-Olsen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Chris Brady ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

1 Edição

O Diário de Chicago Fire

03/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Chris Brady segura o Chicago Fire sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Mercado

Robert Lewandowski quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Robert Lewandowski fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Robert Lewandowski e o Chicago Fire acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Chicago Fire fica aquém diante do Charlotte Football Club

O Charlotte Football Club levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

Jack Elliott desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Philip Zinckernagel

Dribles concretizados: 18. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Cameron Tillman a uma sala que já as tinha ouvido.

Alvos de mercado

O Chicago Fire tenta Máximo Carrizo por empréstimo

Perguntou-se ao New York City se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.

Em resumo