O Beitar Jerusalem está fora e o Maccabi Tel Aviv segue em frente, com um 3‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Kristijan Belić tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Hapoel Kfar Saba deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Posição 2, 50 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Já são 12 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Noam Ben-Harush será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Tel Aviv as despedidas começaram em silêncio.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Issouf Sissokho marcou, foi avaliado com 7.80 e voltou antes de alguém dar pela falta.
O Maccabi Tel Aviv foi ao Slovan Bratislava com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Tel Aviv, e não vai ser retirado.
O Maccabi Tel Aviv tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Hapoel Tel Aviv, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hapoel Tel Aviv fica com o seu homem, e o Maccabi Tel Aviv volta a uma lista com um nome riscado.
O aperto de mão com o AIK está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Maccabi Tel Aviv podem fingir não ter ouvido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Maccabi Tel Aviv perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Maccabi Haifa por Ion Nicolăescu foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O negócio que levaria Ido Shahar para o Hapoel Raanana caiu na fase final e ele reapresenta-se no Maccabi Tel Aviv com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 13, saíram 23, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Plantel06/09/2027
Kristijan Belić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Yonatan David e o Maccabi Tel Aviv acertam mais 4 anos.