Posição 2, 48 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow 2 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alexandr Pomalyuk e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexandr Kulikov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mark Bykov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Moscow 2 as despedidas começaram em silêncio.
Plantel24/11/2031
Alexandr Kulikov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
20 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
8 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 85, e o Kolomna passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Davide Atzeni. 1‑0 sobre o Kolomna, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Em resumo
Notas dos jogadoresDavide Atzeni em notas de excelência
PlantelPalavras no treino do Spartak Moscow 2 sobre quem trabalha
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.45 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Spartak Moscow 2 podem fingir não ter ouvido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Spartak Moscow 2, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mark Bykov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Moscow 2 as despedidas começaram em silêncio.
Mais um nome na lista: o Chaika fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Eduard Pugachev. A resposta do Spartak Moscow 2 não mudou — para já.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Ilja Berkovskiy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Spartak Moscow 2 podem fingir não ter ouvido.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Spartak Moscow 2 terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mutalip Alibekov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Moscow 2 as despedidas começaram em silêncio.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
O telefone voltou a tocar por causa de Mark Bykov, e desta vez do outro lado está o Avangard. No Spartak Moscow 2 ouvem com educação e não prometem nada.
Nikita Romas e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel23/06/2031
Yelisey Syrov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O veredicto de uma época sobre Prokhor Toporov: o melhor da sua idade
O Spartak Moscow 2 tem um jogador de 19 anos que a divisão acabou de eleger o seu melhor jovem. O próximo problema do clube é que agora toda a gente também sabe.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Spartak Moscow 2 aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nikita Romas estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Spartak Moscow 2 fez saber ao mercado que Ilja Berkovskiy está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Spartak Moscow 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
33 golos e uma média de 7.64 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Verba acordada, salário acordado, e o Rubin Yalta à espera com uma camisola. No Spartak Moscow 2 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Posição 2, 67 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
14 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow 2 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Spartak Moscow 2 perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Uma média de 7.35 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Spartak Moscow 2 têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Notas dos jogadores17/02/2031
Eduard Pugachev, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.68
Um 7.68 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
A primeira derrota em 11 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Kolomna; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Filippo Lorenzini e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Já são 10 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Spartak Moscow 2 perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Spartak Moscow 2, e não vai ser retirado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Alexandr Pomalyuk produziu-o, e o 9.08 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Vakho Bedoshvili produziu-o, e o 8.39 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Tem 17 anos, média de 7.11, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow 2 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Em resumo
Notas dos jogadoresEduard Pugachev, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.17
Um dérbi nunca é só futebol, mas o futebol ajudou: 2‑0, e a bancada visitante esvaziou cedo. O direito de mandar bocas fica renovado por mais uma época.
8 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Uma média de 7.52 na época, com 24 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Uma média de 7.34 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Spartak Moscow 2 sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Há golos, e depois há golos àquele adversário em concreto. Os adeptos do Spartak Moscow 2 têm um ano de conversa garantida e sabem muito bem de quem é o nome.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Timur Ayupov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Moscow 2 as despedidas começaram em silêncio.
Filippo Lorenzini esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ilja Pomazun está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.20 na época, com 9 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Spartak Moscow 2 pode pedir e sobe o salário que Conor Thomas pode exigir.
10 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
Em resumo
Notas dos jogadoresTimur Ayupov tinha sempre o passe
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Mark Bykov
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Spartak Moscow 2 já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.20 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Vladimir Nekrasov regressa a Spartak Moscow 2 com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Plantel02/09/2030
Ilja Pomazun desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Ural tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Nikita Razdorskikh produziu-o, e o 8.52 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Spartak Moscow 2 já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow 2 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Notas dos jogadores26/08/2030
Prokhor Toporov, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.67
Um 7.67 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Filippo Lorenzini e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Dribles concretizados: 32. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Conor Thomas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Moscow 2 as despedidas começaram em silêncio.
Verba acordada, salário acordado, e o Rubin Yalta à espera com uma camisola. No Spartak Moscow 2 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Filippo Lorenzini esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ilja Pomazun está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Verba acordada, salário acordado, e o Cherepovets à espera com uma camisola. No Spartak Moscow 2 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Spartak Moscow 2 ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Spartak Moscow 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nikita Romas estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Spartak Moscow 2 perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow 2 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
É sentimental, é completamente sincero e é o princípio de uma saída que ninguém anunciou. O clube pode ser elegante quanto a isso ou pode fingir que não ouviu.
Ahmed Asiri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow 2 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Spartak Moscow 2 já se começa a dizer o nome dele no passado.
Filippo Lorenzini e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Spartak Moscow 2 sobre quem trabalha
Verba acordada, salário acordado, e o Cherepovets à espera com uma camisola. No Spartak Moscow 2 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Filippo Lorenzini e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Spartak Moscow 2 disse a Yegor Guziev que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Spartak Moscow 2 terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Spartak Moscow 2 perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Uma média de 7.04 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Spartak Moscow 2 têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Spartak Moscow 2, e não vai ser retirado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alexandr Dobroditskiy e o Spartak Moscow 2 acertam mais 4 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow 2 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 10 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Spartak Moscow 2 tem de arrancar um resultado de algum lado.
1‑7 para o Dinamo Vologda, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
8 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Spartak Moscow 2 e do Dinamo Vologda por igual; os restantes divertiram-se imenso.
O telefone voltou a tocar por causa de Mark Bykov, e desta vez do outro lado está o Legion. No Spartak Moscow 2 ouvem com educação e não prometem nada.
14 golos e uma média de 7.21 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
5 defesas não encerram a discussão sobre de quem foi a culpa, e a discussão vai durar a semana toda. Os guarda-redes carregam estes resultados, cause-os quem os causar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑7, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.