Andrew Sulemana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/04/2032
Palavras no treino do Ashanti Gold sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hakim Sulemana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 18 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Ashanti Gold vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Wisdom Sule está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrew Sulemana está nela.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Ashanti Gold foi explícito quanto à situação de Tshepo Mhlambi, o que é mais do que muitos recebem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Ashanti Gold já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ashanti Gold falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Andrew Sulemana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hakim Sulemana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Já são 10 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ashanti Gold falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
Uma média de 7.59 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Ashanti Gold têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Araphat Mohammed produziu-o, e o 8.41 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
58 golos e uma média de 8.26 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Já são 9 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 40 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Daniel Afful produziu-o, e o 9.62 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Andrew Sulemana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Ashanti Gold perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Heart of Lions vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Ashanti Gold foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 55 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Daniel Afful não precisou: 7.98, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
O Wa All Stars vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Ashanti Gold foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Plantel16/02/2032
62 dias de fora para Selasie Bakai depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ashanti Gold vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
Tem 18 anos, média de 7.49, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Jogo14/02/2032
Ninguém quer jogar contra o Ashanti Gold neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Daniel Afful não precisou: 8.25, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Uma média de 8.17 na época, com 50 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Ashanti Gold já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ashanti Gold falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
3 golos num só jogo. O primeiro foi bem apontado, o segundo com fome, e ao terceiro a bancada já só esperava que a bola lhe chegasse.
Notas dos jogadores09/02/2032
Daniel Afful, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.56
Um 8.56 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Jogo07/02/2032
Ninguém quer jogar contra o Ashanti Gold neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 83 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
59 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
O BA All Stars vai querer esquecer isto depressa: 7‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Ashanti Gold foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 90 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Heart of Lions à espera com uma camisola. No Ashanti Gold ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Ashanti Gold pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Uma média de 7.36 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Ashanti Gold têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Em resumo
Notas dos jogadoresNem sinal de nervos em Daniel Afful aos 18 — 7.87
Notas dos jogadoresA idade ainda não apanhou Joseph Afful — 8.08
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ashanti Gold falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Minuto 92. Araphat Mohammed encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Inter Allies passou do ponto ao nada num só movimento.
Verba acordada, salário acordado, e o Asante Kotoko à espera com uma camisola. No Ashanti Gold ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
18 golos e uma média de 7.44 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Andrew Sulemana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/01/2032
Palavras no treino do Ashanti Gold sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hakim Sulemana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
35 golos e uma média de 7.98 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Plantel05/01/2032
105 dias de fora para Selasie Bakai depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ashanti Gold vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Bechem United segue em frente e o Ashanti Gold vai para casa, com um 0‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Ashanti Gold aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Muhammed Kabiru e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Raras vezes este jogo viu exibição assim: 7‑2 frente ao Bechem United, e podiam ter sido mais.
Jogo27/12/2031
Ninguém quer jogar contra o Ashanti Gold neste momento
9 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Araphat Mohammed produziu-o, e o 8.34 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Raras vezes este jogo viu exibição assim: 6‑2 frente ao WAFA, e podiam ter sido mais.
Jogo20/12/2031
Ninguém quer jogar contra o Ashanti Gold neste momento
8 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Daniel Afful não precisou: 8.82, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Tem 18 anos, média de 7.30, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniel Afful será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
Andrew Sulemana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o Ashanti Gold e o WAFA, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
O Ashanti Gold torna a sua casa um sítio difícil de visitar
55 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Daniel Afful não precisou: 8.20, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.99 para o resto.
Andrew Sulemana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Hearts of Oak vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Ashanti Gold foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Andrew Sulemana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Twum estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma média de 7.81 na época, com 26 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
37 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ashanti Gold falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nota 8.24 aos 18 anos, numa equipa que não faz concessões à idade. Não precisou de nenhuma, e parecia o homem menos nervoso em campo.
Jogo29/11/2031
Ninguém quer jogar contra o Ashanti Gold neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Uma média de 7.72 na época, com 23 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Araphat Mohammed produziu-o, e o 8.35 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Daniel Afful não precisou: 8.99, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 25 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Uma média de 7.13 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Ashanti Gold têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A série sem derrotas chega aos 21 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ashanti Gold falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
16 golos e uma média de 7.51 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lamine Fofana será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
Andrew Sulemana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Johnmark Atule e o Ashanti Gold acertam mais 3 anos.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
18 jogos sem perder, e depois o Berekum Chelsea. No estádio ninguém fingia que ia durar para sempre; também ninguém esperava que acabasse aqui.
Plantel27/10/2031
54 dias de fora para Benali Benamar depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ashanti Gold vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Uma média de 7.03 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Ashanti Gold têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniel Afful será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
Andrew Sulemana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/10/2031
Isaac Twum desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Muhammed Kabiru, e o treinador deixou.
O Ashanti Gold torna a sua casa um sítio difícil de visitar
50 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
O BA All Stars está fora e o Ashanti Gold segue em frente, com um 11‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
O BA All Stars está fora e o Ashanti Gold segue em frente, com um 5‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Notas dos jogadores06/10/2031
Daniel Afful, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 10.00
Um 10.00 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 77 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Ninguém quer jogar contra o Ashanti Gold neste momento
14 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Raras vezes este jogo viu exibição assim: 7‑2 frente ao Inter Allies, e podiam ter sido mais.
Plantel29/09/2031
84 dias de fora para Benali Benamar depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ashanti Gold vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Notas dos jogadores29/09/2031
Daniel Afful, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 10.00
Um 10.00 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Andrew Sulemana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 9 golos entre o Ashanti Gold e o Inter Allies, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Ashanti Gold
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Andrew Sulemana no seu melhor
48 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Jogo20/09/2031
Ninguém quer jogar contra o Ashanti Gold neste momento
13 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ashanti Gold falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Araphat Mohammed produziu-o, e o 8.40 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Andrew Sulemana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel22/09/2031
Isaac Twum desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 112 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Ashanti Gold já se começa a dizer o nome dele no passado.
Direção01/09/2031
Fecha o mercado: 1 entradas, 11 saídas no Ashanti Gold
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 1, saíram 11, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Andrew Sulemana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel01/09/2031
Isaac Twum desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrew Sulemana está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andrew Sulemana assinar alguma coisa — um contrato no Ashanti Gold ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
121 dias de fora para Benali Benamar depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ashanti Gold vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Ashanti Gold já se começa a dizer o nome dele no passado.
Andrew Sulemana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Ashanti Gold já falam dele no passado.
Plantel25/08/2031
Isaac Twum desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente deixou de fingir: o BA All Stars vai fazer a chamada por Lamine Fofana esta semana. O Ashanti Gold tem um número em mente, e o número não é tímido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 128 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Inter Allies à espera com uma camisola. No Ashanti Gold ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Andrew Sulemana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ashanti Gold falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
85 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Tem 18 anos, média de 7.67, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Verba acordada, salário acordado, e o Heart of Lions à espera com uma camisola. No Ashanti Gold ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Great Olympics por Benjamin Tsivanyo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ashanti Gold coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente deixou de fingir: o Inter Allies vai fazer a chamada por Daniel Afful esta semana. O Ashanti Gold tem um número em mente, e o número não é tímido.
145 dias de fora para Benali Benamar depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ashanti Gold vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Ashanti Gold perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Andrew Sulemana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel04/08/2031
Palavras no treino do Ashanti Gold sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Isaac Twum está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O telefone voltou a tocar por causa de Daniel Afful, e desta vez do outro lado está o Wa All Stars. No Ashanti Gold ouvem com educação e não prometem nada.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 152 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Ashanti Gold perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do BA All Stars por Matlahatsi Mampane foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Andrew Sulemana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel28/07/2031
Carlos Ohene desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Andrew Sulemana. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ashanti Gold perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Tem 18 anos, média de 7.67, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Ashanti Gold já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Daniel Afful não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ashanti Gold coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O nome de Benjamin Tsivanyo apareceu em conversas de que o Ashanti Gold não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel14/07/2031
Palavras no treino do Ashanti Gold sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Isaac Twum está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ashanti Gold perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Ashanti Gold perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Ashanti Gold beneficiou disso.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Seth Paintsil, e o treinador deixou.
46 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Uma média de 8.37 na época, com 70 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ashanti Gold perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jogo25/06/2031
Ninguém quer jogar contra o Ashanti Gold neste momento
10 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Vitória por 2‑0 sobre o Asante Kotoko, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniel Afful será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
Andrew Sulemana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ashanti Gold perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta do Asante Kotoko por Daniel Afful foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Andrew Sulemana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Ashanti Gold já falam dele no passado.
Plantel23/06/2031
Isaac Twum desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
47 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ashanti Gold perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
85 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Tem 18 anos, média de 7.67, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Ashanti Gold já se começa a dizer o nome dele no passado.
Andrew Sulemana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel16/06/2031
Palavras no treino do Ashanti Gold sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlos Ohene está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Seth Paintsil apontou a data.
Em resumo
O bancoPrince Badu pede uma conversa com o treinador
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Isaac Twum
61 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ashanti Gold perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Shooting Stars por Nicholas Ablido foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Andrew Sulemana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hakim Sulemana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Seth Paintsil lesiona os ligamentos do joelho — 75 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 75 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Tem 18 anos, média de 7.67, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Andrew Sulemana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoSeth Paintsil pede uma conversa com o treinador
98 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ashanti Gold perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Ashanti Gold pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Andrew Sulemana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Twum estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Seth Paintsil lesiona os ligamentos do joelho — 105 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 105 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Uma média de 7.67 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Ashanti Gold têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniel Afful será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
Andrew Sulemana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lamine Fofana, e o treinador deixou.
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Ashanti Gold, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Bashar Musa não desaparece
O Ashanti Gold torna a sua casa um sítio difícil de visitar
45 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
70 golos e uma média de 8.37 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Jogo29/03/2031
Ninguém quer jogar contra o Ashanti Gold neste momento
9 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Vitória por 5‑2 sobre o Liberty Professionals, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 85 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
A bola do jogo é de Andrew Sulemana, cujos 3 golos transformaram uma tarde difícil num passeio.
Notas dos jogadores31/03/2031
Daniel Afful, 17 anos, joga como se cá estivesse há anos — 9.00
Um 9.00 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 17. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.20 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
A proposta do IF Elfsborg por Johnson Amuzu foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Ashanti Gold torna a sua casa um sítio difícil de visitar
44 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Uma média de 7.48 na época, com 29 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Tem 17 anos, média de 7.63, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
82 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Andrew Sulemana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Twum estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
28 golos e uma média de 7.45 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Ashanti Gold tem 6 vitórias seguidas dela.
Notas dos jogadores17/03/2031
Daniel Afful, 17 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.72
Um 7.72 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 17. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.04 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ashanti Gold coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Ashanti Gold e do Liberty Professionals por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Twum estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 17 anos que sente como seu. Daniel Afful tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
68 golos e uma média de 8.37 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O Hasaacas vai querer esquecer isto depressa: 6‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Ashanti Gold foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
O mais difícil de ter 17 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Daniel Afful não precisou: 8.59, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Matlahatsi Mampane será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
Andrew Sulemana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
65 golos e uma média de 8.33 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Raras vezes este jogo viu exibição assim: 9‑0 frente ao Great Olympics, e podiam ter sido mais.
Notas dos jogadores03/03/2031
Daniel Afful, 17 anos, joga como se cá estivesse há anos — 9.48
Um 9.48 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 17. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Andrew Sulemana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 9 golos entre o Ashanti Gold e o Great Olympics, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
42 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Uma média de 7.55 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Ashanti Gold sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
25 golos e uma média de 7.43 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Notas dos jogadores24/02/2031
Daniel Afful, 17 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.88
Um 7.88 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 17. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Andrew Sulemana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Ashanti Gold
O mais difícil de ter 17 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Daniel Afful não precisou: 9.78, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 19 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
13 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Ashanti Gold e do Wa All Stars por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Aos 17 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Hakim Sulemana no seu melhor
54 golos e uma média de 8.27 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ashanti Gold falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Ashanti Gold já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Direção03/02/2031
O prazo passa com 0 contratações e 7 saídas
Está feito o negócio no Ashanti Gold até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
A proposta do Hearts of Oak por Oluwaseun Oladimeji foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
40 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
52 golos e uma média de 8.24 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Tem 17 anos, média de 7.50, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 43 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Ashanti Gold já se começa a dizer o nome dele no passado.
Uma média de 8.22 na época, com 51 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Jogo18/01/2031
Mais uma trazida de fora
11 seguidas na estrada para o Ashanti Gold. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
O BA All Stars vai querer esquecer isto depressa: 8‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Ashanti Gold foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ashanti Gold vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Hearts of Oak à espera com uma camisola. No Ashanti Gold ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Notas dos jogadores20/01/2031
Daniel Afful, 17 anos, joga como se cá estivesse há anos — 9.05
Um 9.05 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 17. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
O Ashanti Gold torna a sua casa um sítio difícil de visitar
39 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Uma média de 8.17 na época, com 48 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 57 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Kano Pillars à espera com uma camisola. No Ashanti Gold ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O Ashanti Gold torna a sua casa um sítio difícil de visitar
37 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
43 golos e uma média de 8.12 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Jogo28/12/2030
Aconteça o que acontecer, o Ashanti Gold não perde
Já são 22 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ashanti Gold falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Uma média de 7.39 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Ashanti Gold têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Ashanti Gold e o Bechem United, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Em resumo
Notas dos jogadoresAndrew Sulemana jogou uma tarde diferente da de toda a gente
40 golos e uma média de 8.07 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Jogo21/12/2030
Aconteça o que acontecer, o Ashanti Gold não perde
Já são 21 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
O WAFA vai querer esquecer isto depressa: 7‑2, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Ashanti Gold foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Hakim Sulemana produziu-o, e o 8.58 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
A primeira derrota em 18 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Asante Kotoko; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Uma média de 7.37 na época, com 21 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Andrew Sulemana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/12/2030
Palavras no treino do Ashanti Gold sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hakim Sulemana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém quer jogar contra o Ashanti Gold neste momento
18 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
37 golos e uma média de 8.04 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
8 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Samuel Tetteh e o Ashanti Gold acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Andrew Sulemana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Ashanti Gold e do Hearts of Oak por igual; os restantes divertiram-se imenso.
O Ashanti Gold torna a sua casa um sítio difícil de visitar
35 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Já são 17 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Uma média de 7.97 na época, com 34 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Tem 17 anos, média de 7.26, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.33, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Notas dos jogadores02/12/2030
Daniel Afful, 17 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.61
Um 8.61 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 17. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Uma média de 7.88 na época, com 32 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Andrew Sulemana produziu-o, e o 9.21 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Ashanti Gold pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ashanti Gold coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Richard Dwamena será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
34 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Jogo16/11/2030
Ninguém quer jogar contra o Ashanti Gold neste momento
15 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Uma média de 7.82 na época, com 30 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A bola do jogo é de Andrew Sulemana, cujos 4 golos transformaram uma tarde difícil num passeio.
Notas dos jogadores18/11/2030
Joseph Afful, 33 anos, faz recuar o relógio — 8.08
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.08 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Andrew Sulemana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém quer jogar contra o Ashanti Gold neste momento
14 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
O Heart of Lions vai querer esquecer isto depressa: 7‑3, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Ashanti Gold foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
O mais difícil de ter 17 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Daniel Afful não precisou: 9.27, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
33 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Jogo02/11/2030
Ninguém quer jogar contra o Ashanti Gold neste momento
13 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
O Wa All Stars vai querer esquecer isto depressa: 8‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Ashanti Gold foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
23 golos e uma média de 7.61 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
27 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Tem 17 anos, média de 7.02, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Andrew Sulemana produziu-o, e o 9.11 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
20 golos e uma média de 7.49 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O mais difícil de ter 17 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Daniel Afful não precisou: 7.67, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
5 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ashanti Gold coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Richard Dwamena será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
Em resumo
Notas dos jogadoresHakim Sulemana encarou-os todo o jogo
PlantelPalavras no treino do Ashanti Gold sobre quem trabalha
O Ashanti Gold torna a sua casa um sítio difícil de visitar
32 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Já são 11 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniel Afful será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ashanti Gold coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/10/2030
Hakim Sulemana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O New Edubiase United vai querer esquecer isto depressa: 10‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Ashanti Gold foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Andrew Sulemana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 11 golos entre o Ashanti Gold e o New Edubiase United, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Dribles concretizados: 46. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Andrew Sulemana produziu-o, e o 8.99 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Jogo21/09/2030
Ninguém quer jogar contra o Ashanti Gold neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ashanti Gold coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Medeama obrigou o Ashanti Gold a suar, mas no fim o marcador dizia 3‑2 e a tabela não pergunta como.
Plantel23/09/2030
Bashar Musa melhorou aos 26, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Plantel23/09/2030
Hakim Sulemana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Araphat Mohammed no seu melhor
3 golos num só jogo. O primeiro foi bem apontado, o segundo com fome, e ao terceiro a bancada já só esperava que a bola lhe chegasse.
Notas dos jogadores16/09/2030
Daniel Afful, 17 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.64
Um 8.64 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 17. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Andrew Sulemana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Ashanti Gold perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Oluwaseun Oladimeji não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O mais difícil de ter 17 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Daniel Afful não precisou: 7.98, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 33 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.10, e ninguém melhor em campo.
Jogo07/09/2030
Ninguém quer jogar contra o Ashanti Gold neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
A proposta do Plateau United por Johnson Amuzu foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Cambridge United queria mais do que $5.7M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Daniel Afful não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ashanti Gold coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Aos 29 anos a evolução devia estar terminada, e não está: 3 pontos melhor do que há um ano. Acontece aos que levam a sério as partes aborrecidas.
Plantel26/08/2030
Palavras no treino do Ashanti Gold sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hakim Sulemana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Seth Paintsil está nela.
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ashanti Gold perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Ashanti Gold já se começa a dizer o nome dele no passado.
Andrew Sulemana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Richard Dwamena será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Plantel05/08/2030
Palavras no treino do Ashanti Gold sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Seth Paintsil está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Andrew Sulemana tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.