O Ashanti Gold fecha o mercado com um plantel feito por si
4 entradas e 7 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Gladson Gyan está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Isaac Ayew passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Jonathan Afful é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Abdul Ayew e o Ashanti Gold acertam mais 3 anos.
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bernard Sulemana será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
O Ashanti Gold e o Asante Kotoko acertaram em $1.3M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Medeama fica com o seu homem, e o Ashanti Gold volta a uma lista com um nome riscado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O aperto de mão com o Inter Allies está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
$370.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Hearts of Oak pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Ashanti Gold perguntou e o Wa All Stars disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Abdul Awudu está nela.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ivan Anokye Mensah assinar alguma coisa — um contrato no Ashanti Gold ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
DireçãoA formação do Ashanti Gold vale o que custa
MercadoO empresário de Gladson Addo atiça uma saída
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Ashanti Gold já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Hasaacas por Albert Afful foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta seguiu esta semana para o Hearts of Oak, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
A proposta do Heart of Lions por Bernard Sulemana foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ashanti Gold coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O telefone voltou a tocar por causa de Albert Afful, e desta vez do outro lado está o Hasaacas. No Ashanti Gold ouvem com educação e não prometem nada.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
O Asante Kotoko aceitou o dinheiro. O que o Ashanti Gold ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A proposta do Heart of Lions por Baba Ayew foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proposta seguiu esta semana para o Hearts of Oak, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Ashanti Gold foi ao Wa All Stars com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Ashanti Gold perguntou e o Asante Kotoko disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Baba Ayew será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
$28.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Wa All Stars pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Ashanti Gold perguntou e o Wa All Stars disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Perguntou-se ao Asante Kotoko se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Abdul Awudu está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Abraham Sulemana treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco21/07/2036
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Kwadwo Addo
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Ashanti Gold já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ashanti Gold, e não vai ser retirado.
A proposta do Inter Allies por Albert Afful foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jonathan Essien será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
A proposta seguiu esta semana para o Wa All Stars, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kwadwo Addo e o Ashanti Gold acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
O banco14/07/2036
Baba Ayew tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Ashanti Gold já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hapoel Beer Sheva fica com o seu homem, e o Ashanti Gold volta a uma lista com um nome riscado.
Assinaram hoje, ninguém os vai ver durante anos, e um deles pode um dia ser a razão de o clube existir. É este todo o argumento a favor de uma formação, e é um bom argumento.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Abraham Sulemana está nela.
O Asante Kotoko aceitou o dinheiro. O que o Ashanti Gold ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Ashanti Gold, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco30/06/2036
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Afriyie Baba
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
O Ashanti Gold já telefonou ao Charleroi. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma sondagem ao Voždovac para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O banco23/06/2036
Abdul Awudu tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jonathan Essien será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Ashanti Gold fez a parte difícil com o CotonTchad, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Abdul Awudu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
O Ashanti Gold já telefonou ao Racing Club. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Em resumo
O bancoBaba Ayew tornou-se um homem de confiança do treinador
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
$1.0M era o máximo que o clube pagaria, e o Asante Kotoko pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abdul Awudu e o Ashanti Gold acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Uma sondagem ao Liepaja para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Abraham Sulemana está nela.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ashanti Gold, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gladson Addo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abdul Awudu e o Ashanti Gold acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Japhet Matondo está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Ashanti Gold, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jonathan Essien, e o treinador deixou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Direção02/06/2036
Aberto para negócios: o Ashanti Gold entra no mercado
O período de inscrições está aberto e o telefone já começou. Daqui até ao fecho, este clube vai ser associado a quarenta jogadores e contratar três, que é a proporção do costume.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ashanti Gold sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Albert Afful treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ashanti Gold, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Abraham Sulemana está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Bernard Sulemana treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Japhet Matondo está nela.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abeiku Wakaso será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
Abdul Awudu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco28/04/2036
Abdul Awudu tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ashanti Gold sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Ashanti Gold vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Em resumo
DireçãoA formação do Ashanti Gold continua a produzir
0‑6 para o Asante Kotoko, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
8.º lugar com 38 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ashanti Gold, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Ashanti Gold pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo19/04/2036
Ninguém conseguiu parar de marcar
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Ashanti Gold e do Asante Kotoko por igual; os restantes divertiram-se imenso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Afriyie Baba e o Ashanti Gold acertam mais 3 anos.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑4, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Antevisão14/04/2036
O Ashanti Gold mede-se com a equipa que todos perseguem
O Asante Kotoko chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Isaac Twum tem a sua resposta do Ashanti Gold; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Kwadwo Gyan depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Bernard Sulemana está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
O banco07/04/2036
Japhet Matondo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Ashanti Gold vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco31/03/2036
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Afriyie Baba
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ashanti Gold sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Segue-se, fora, o Liberty Professionals, 4.º classificado. Os adeptos que vão falarão disso a semana inteira, e os que ficam vão espreitar o telemóvel perto do apito final.
Em resumo
PlantelOs selecionadores não conseguiram deixar Bernard Sulemana de fora
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jonathan Essien será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Baba Ayew. 2‑1 sobre o Hasaacas, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Baba Ayew tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Kwadwo Gyan podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco24/03/2036
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Kwadwo Addo
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
O banco17/03/2036
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑3, ditas por Kwadwo Gyan a uma sala que já as tinha ouvido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Afriyie Annan e o Ashanti Gold acertam mais 3 anos.
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 0 no marcador, 7.50 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
Notas dos jogadores10/03/2036
Abraham Sulemana, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.98
Um 7.98 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Kwadwo Gyan, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
O banco10/03/2036
Japhet Matondo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Albert Afful, e o treinador deixou.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Bernard Sulemana não precisou: 8.13, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abeiku Wakaso será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 18 anos que sente como seu. Bernard Sulemana tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Abraham Sulemana está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Ashanti Gold pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Heart of Lions fica com o seu homem, e o Ashanti Gold volta a uma lista com um nome riscado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Andrew Amoah e o Ashanti Gold acertam mais 3 anos.
Avaliado com 7.40. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Abdul Awudu está nela.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Kwadwo Gyan depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Baba Ayew tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Baba Ayew. 2‑0 sobre o Aduana Stars, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
1‑4 frente ao New Edubiase United, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Ashanti Gold já se começa a dizer o nome dele no passado.
Notas dos jogadores11/02/2036
Abraham Sulemana, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.75
Um 7.75 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Rivers United ninguém diz, e no Ashanti Gold ninguém gosta de estar a adivinhar.
Jogo09/02/2036
Não se vê o fim da espera do Ashanti Gold por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Ashanti Gold tem de arrancar um resultado de algum lado.
O Ashanti Gold perguntou e o Atalanta disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco11/02/2036
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑4, ditas por Kwadwo Gyan a uma sala que já as tinha ouvido.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
O negócio que levaria Joseph Paintsil para o New Edubiase United caiu na fase final e ele reapresenta-se no Ashanti Gold com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
Direção04/02/2036
O prazo passa com 0 contratações e 4 saídas
Está feito o negócio no Ashanti Gold até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ashanti Gold, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Ashanti Gold já se começa a dizer o nome dele no passado.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Joseph Paintsil tem a sua resposta do Ashanti Gold; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Kwadwo Gyan depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Ashanti Gold disse a Bernard Mohammed que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Verba acordada, salário acordado, e o New Edubiase United à espera com uma camisola. No Ashanti Gold ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadores21/01/2036
Bernard Sulemana, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.98
Um 7.98 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Braga fica com o seu homem, e o Ashanti Gold volta a uma lista com um nome riscado.
Uma sondagem ao Hearts of Oak para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Joseph Afful estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Verba acordada, salário acordado, e o Berekum Chelsea à espera com uma camisola. No Ashanti Gold ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Asante Kotoko aceitou o dinheiro. O que o Ashanti Gold ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Notas dos jogadores14/01/2036
Abraham Sulemana, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.01
Um 8.01 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
10 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Bechem United foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Liberty Professionals segue em frente e o Ashanti Gold vai para casa, com um 0‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Acabou 0-3. Uma eliminação na taça é uma desilusão; isto foi um desmantelamento público, e a diferença mede-se em quantas pessoas ainda falarão nisso em agosto.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Isaac Twum compromete-se com o Ashanti Gold por mais 2 anos.
Notas dos jogadores07/01/2036
Abdul Awudu fez o trabalho que ninguém conta — 7.04
15 ações combinadas e 7.04. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ušće fica com o seu homem, e o Ashanti Gold volta a uma lista com um nome riscado.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o WAFA marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
Um 0‑3 imposto pelo Asante Kotoko é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.
Jogo29/12/2035
Não se vê o fim da espera do Ashanti Gold por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Ashanti Gold tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
Metade do calendário jogado, 8.º lugar, 21 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Direção31/12/2035
Ninguém saiu depressa do balneário de Ashanti Gold
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Gladson Addo tem a sua resposta do Ashanti Gold; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Em resumo
O bancoJaphet Matondo tornou-se um homem de confiança do treinador
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O Asante Kotoko lidera a tabela e vem aí. Nada a perder, que é o que todos os treinadores dizem antes de perder.
O banco24/12/2035
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Andrew Appiah
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Em resumo
Notas dos jogadoresAbraham Sulemana passa por eles um de cada vez
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.29, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Jogo15/12/2035
Não se vê o fim da espera do Ashanti Gold por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Ashanti Gold tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Kwadwo Gyan depois do empate por 2‑2, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thomas Kudus será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 14 ações, 7.00, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bernard Mohammed, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco10/12/2035
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Kwadwo Gyan escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Dribles concretizados: 12. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Gladson Essien lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
1‑4 frente ao Great Olympics, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.
Jogo01/12/2035
Não se vê o fim da espera do Ashanti Gold por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Ashanti Gold tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Japhet Matondo e o Ashanti Gold acertam mais 3 anos.
Direção03/12/2035
Ninguém saiu depressa do balneário de Ashanti Gold
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco03/12/2035
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑4, ditas por Kwadwo Gyan a uma sala que já as tinha ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Japhet Matondo está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Andrew Appiah
Notas dos jogadoresA única coisa que Japhet Matondo não conseguiu
487Edição
A Sentinela de Ashanti Gold
26/11/2035
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel26/11/2035
Gladson Essien lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Avaliado com 7.99. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abdul Ayew e o Ashanti Gold acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco26/11/2035
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Kwadwo Gyan escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
33 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ashanti Gold perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Osman Acquah e o Ashanti Gold acertam mais 3 anos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Abraham Sulemana está nela.
O banco19/11/2035
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Andrew Appiah
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ivan Anokye Mensah assinar alguma coisa — um contrato no Ashanti Gold ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
0‑5 para o Wa All Stars, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Isaac Inusah está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Abdul Afful está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Afriyie Annan é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Joseph Paintsil, e o treinador deixou.
Direção12/11/2035
Ninguém saiu depressa do balneário de Ashanti Gold
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abdul Awudu e o Ashanti Gold acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O prémio é pouca coisa com um significado pesado: durante quatro semanas ninguém neste escalão fez melhor o seu trabalho. Ashanti Gold têm o troféu numa prateleira e o jogador na equipa.
Avaliado com 7.31. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Andrew Appiah está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Kwadwo Gyan sobre o empate
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Aos 34 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 7.90, e ninguém melhor em campo.
Jogo27/10/2035
O Ashanti Gold torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Jogo27/10/2035
Aconteça o que acontecer, o Ashanti Gold não perde
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Tem 18 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 92. O New Edubiase United vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Abeiku Wakaso não precisou: 7.61, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
7.41, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Ashanti Gold pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Um 3‑2 sobre o New Edubiase United, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Ashanti Gold já falam dele no passado.
O banco15/10/2035
Abdul Awudu tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Ashanti Gold, mais uma semana sem a assinatura de Bernard Mohammed.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ivan Anokye Mensah. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Ashanti Gold terá de responder com minutos ou com uma transferência.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Ashanti Gold, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Ashanti Gold pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Jogo06/10/2035
O Ashanti Gold torna a sua casa um sítio difícil de visitar
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Ashanti Gold já falam dele no passado.
Jogo06/10/2035
Aconteça o que acontecer, o Ashanti Gold não perde
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ashanti Gold, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Joseph Paintsil será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bernard Mohammed estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco01/10/2035
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Kwadwo Gyan, sobre uma vitória por 3‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Ashanti Gold foi explícito quanto à situação de Andrew Appiah, o que é mais do que muitos recebem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bernard Mohammed estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco24/09/2035
Japhet Matondo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco24/09/2035
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Kwadwo Gyan não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Ashanti Gold também ninguém o escondia.
O mais difícil de ter 17 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Bernard Sulemana não precisou: 7.81, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.26 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O relógio fez o que o BA All Stars não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Ashanti Gold perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O relógio fez o que o Asante Kotoko não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
O Ashanti Gold perguntou e o Hasaacas disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Toda a gente deixou de fingir: o Berekum Chelsea vai fazer a chamada por Thomas Kudus esta semana. O Ashanti Gold tem um número em mente, e o número não é tímido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Abeiku Kyereh e o Ashanti Gold acertam mais 3 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Afriyie Djiku estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Afriyie Djiku, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ivan Anokye Mensah. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Ashanti Gold já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Japhet Matondo produziu-o, e o 8.21 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O aperto de mão com o Asante Kotoko está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Joseph Paintsil será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.86 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
Direção03/09/2035
Fecha o mercado: 10 entradas, 16 saídas no Ashanti Gold
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 10, saíram 16, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ashanti Gold vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Hasaacas aceitou o dinheiro. O que o Ashanti Gold ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A proposta do New Edubiase United por Bernard Mohammed foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Isto não é rotação. Andrew Amoah está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Ashanti Gold finge o contrário.
O banco27/08/2035
Kwame Amoah tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Ashanti Gold sobre quem trabalha
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 21 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Ashanti Gold perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ashanti Gold, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Afriyie Wakaso e o Ashanti Gold acertam mais 3 anos.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ashanti Gold vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Toda a gente deixou de fingir: o Inter Allies vai fazer a chamada por Joseph Paintsil esta semana. O Ashanti Gold tem um número em mente, e o número não é tímido.
Perguntou-se ao Liberty Professionals se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Plantel13/08/2035
Palavras no treino do Ashanti Gold sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osman Nuhu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ashanti Gold vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Heart of Lions à espera com uma camisola. No Ashanti Gold ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Ashanti Gold e o Asante Kotoko acertaram em $990.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O Ashanti Gold perguntou e o Hasaacas disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Afriyie Atiemo, e o treinador deixou.
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ashanti Gold vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Inter Allies à espera com uma camisola. No Ashanti Gold ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ashanti Gold, e não vai ser retirado.
O aperto de mão com o Aduana Stars está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O telefone voltou a tocar por causa de Thomas Kudus, e desta vez do outro lado está o Heart of Lions. No Ashanti Gold ouvem com educação e não prometem nada.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hearts of Oak fica com o seu homem, e o Ashanti Gold volta a uma lista com um nome riscado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ashanti Gold falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Inter Allies à espera com uma camisola. No Ashanti Gold ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ashanti Gold, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Medeama fica com o seu homem, e o Ashanti Gold volta a uma lista com um nome riscado.
Perguntou-se ao Asante Kotoko se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O Ashanti Gold já telefonou ao WAFA. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma sondagem ao WAFA para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ashanti Gold vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Ashanti Gold perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Ashanti Gold e o Hasaacas acertaram em $25.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Disseram uma coisa a Ernest Sulemana e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
O banco16/07/2035
Japhet Matondo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Osman Nuhu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ashanti Gold, e não vai ser retirado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Ashanti Gold perdeu-o em tudo menos nos papéis.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Asante Kotoko ninguém diz, e no Ashanti Gold ninguém gosta de estar a adivinhar.
O Ashanti Gold perguntou e o Inter Allies disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Joseph Annan é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bernard Mohammed estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ashanti Gold, e não vai ser retirado.
O aperto de mão com o Aduana Stars está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gladson Addo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Wa All Stars ninguém diz, e no Ashanti Gold ninguém gosta de estar a adivinhar.
O Ashanti Gold perguntou e o Liberty Professionals disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Ashanti Gold vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
O Ashanti Gold e o Medeama acertaram em $110.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Ashanti Gold perguntou e o Asante Kotoko disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Ashanti Gold já telefonou ao Liberty Professionals. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Abdul Awudu está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Ashanti Gold, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Ashanti Gold perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ashanti Gold, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohammed Essien será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Medeama fica com o seu homem, e o Ashanti Gold volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel18/06/2035
Palavras no treino do Ashanti Gold sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bernard Mohammed está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Ashanti Gold já telefonou ao WAFA. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kwadwo Boakye e o Ashanti Gold acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco18/06/2035
Kwame Amoah tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ashanti Gold, e não vai ser retirado.
Verba acordada, salário acordado, e o Hasaacas à espera com uma camisola. No Ashanti Gold ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O aperto de mão com o Asante Kotoko está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O Ashanti Gold perguntou e o Aduana Stars disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel11/06/2035
Bernard Mohammed desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Japhet Matondo está nela.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
O telefone voltou a tocar por causa de Gladson Addo, e desta vez do outro lado está o Wa All Stars. No Ashanti Gold ouvem com educação e não prometem nada.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ivan Anokye Mensah está nela.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Ashanti Gold pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bernard Mohammed estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Japhet Matondo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ashanti Gold, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohammed Essien será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
Plantel21/05/2035
Bernard Mohammed desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kwame Amoah está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gladson Addo, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammed Essien, e o treinador deixou.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Ashanti Gold pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Ernest Sulemana foi informado de que não entra nos planos do treinador do Ashanti Gold.
Plantel07/05/2035
Bernard Mohammed desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Ashanti Gold, mais uma semana sem a assinatura de Joseph Paintsil.
Os contratos chegaram ao fim e não entrou nada atrás deles. Um departamento comercial só falha em público quando o futebol já anda a falhar em privado há algum tempo.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Ashanti Gold foi explícito quanto à situação de Afriyie Atiemo, o que é mais do que muitos recebem.
Plantel30/04/2035
Bernard Mohammed desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Ashanti Gold, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Japhet Matondo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Ashanti Gold pode pedir e sobe o salário que Ernest Sulemana pode exigir.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Ashanti Gold é como lidar com um homem a quem deve muito.
Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco23/04/2035
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Kwadwo Gyan a uma sala que já as tinha ouvido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Bernard Mohammed tem a sua resposta do Ashanti Gold; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Afriyie Atiemo está nela.
Plantel23/04/2035
Um jovem do Ashanti Gold leva o prémio de melhor sub-21
Ernest Sulemana tem 18 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Andre Ayew
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadores16/04/2035
Ernest Sulemana, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.70
Um 7.70 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Abdul Awudu. 1‑0 sobre o Hearts of Oak, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Kwadwo Gyan podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
AntevisãoO líder é o próximo adversário do Ashanti Gold
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ashanti Gold, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abdul Awudu e o Ashanti Gold acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Kwadwo Gyan depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
6 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ashanti Gold falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abdul Awudu e o Ashanti Gold acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Quatro ou cinco fins de semana de regularidade, medidos contra todos os outros da divisão. Um elogio mais discreto do que um prémio, e mais fiável.
O banco02/04/2035
Abdul Awudu tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Afriyie Wakaso, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Japhet Matondo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 22 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo24/03/2035
Ninguém quer jogar contra o Ashanti Gold neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Baba Ayew tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Kwadwo Gyan podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Joseph Paintsil tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Kwadwo Gyan sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Japhet Matondo está nela.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Uma nota de 7.72, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
O banco12/03/2035
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Albert Kyereh
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Kwadwo Gyan podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Kwadwo Gyan depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Quatro ou cinco fins de semana de regularidade, medidos contra todos os outros da divisão. Um elogio mais discreto do que um prémio, e mais fiável.
O banco05/03/2035
Abdul Awudu tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Ashanti Gold fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Mohammed Essien está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Em resumo
MercadoSamuel Bukari está livre para procurar outro sítio
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Baba Ayew não precisou: 7.80, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.08 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohammed Essien será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
Jogo24/02/2035
Ninguém quer jogar contra o Ashanti Gold neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Ashanti Gold vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Aduana Stars pode já não estar a vender.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Kwadwo Gyan sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andre Ayew, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
O mais difícil de ter 17 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Bernard Sulemana não precisou: 7.99, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thomas Kudus será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Baba Ayew. 2‑1 sobre o Aduana Stars, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O Ashanti Gold ficou sem tempo com o Medeama. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Verba acordada, salário acordado, e o Heart of Lions à espera com uma camisola. No Ashanti Gold ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Albert Kyereh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
O mais difícil de ter 17 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ernest Sulemana não precisou: 7.90, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.31 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Heart of Lions fica com o seu homem, e o Ashanti Gold volta a uma lista com um nome riscado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 17 anos que sente como seu. Bernard Sulemana tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Ashanti Gold vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Asante Kotoko pode já não estar a vender.
Verba acordada, salário acordado, e o Heart of Lions à espera com uma camisola. No Ashanti Gold ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ashanti Gold, e não vai ser retirado.
O Ashanti Gold e o Asante Kotoko acertaram em $320.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Direção05/02/2035
O prazo passa com 0 contratações e 1 saídas
Está feito o negócio no Ashanti Gold até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
A proposta seguiu esta semana para o Medeama, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Verba acordada, salário acordado, e o Heart of Lions à espera com uma camisola. No Ashanti Gold ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O mais difícil de ter 16 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Thomas Kudus não precisou: 7.90, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.07 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo20/01/2035
Não se vê o fim da espera do Ashanti Gold por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Ashanti Gold tem de arrancar um resultado de algum lado.
O Ashanti Gold perguntou e o Medeama disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ashanti Gold, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Ashanti Gold já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Medeama queria mais do que $110.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Baba Ayew tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Em resumo
JogoEm cima do apito, um ponto para o Ashanti Gold
O Asante Kotoko aceitou o dinheiro. O que o Ashanti Gold ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Jogo06/01/2035
Não se vê o fim da espera do Ashanti Gold por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Ashanti Gold tem de arrancar um resultado de algum lado.
O Ashanti Gold foi ao Medeama com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O telefone voltou a tocar por causa de Mohammed Essien, e desta vez do outro lado está o BA All Stars. No Ashanti Gold ouvem com educação e não prometem nada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abraham Sulemana e o Ashanti Gold acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
0‑4 para o Asante Kotoko, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Metade do calendário jogado, 12.º lugar, 14 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Direção01/01/2035
Ninguém saiu depressa do balneário de Ashanti Gold
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco01/01/2035
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑4 Kwadwo Gyan saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Plantel01/01/2035
Palavras no treino do Ashanti Gold sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bernard Mohammed está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
0‑3 para o Hearts of Oak, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ashanti Gold, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bernard Mohammed estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Asante Kotoko.
Em resumo
O bancoKwame Amoah tornou-se um homem de confiança do treinador
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ashanti Gold sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Kwame Amoah não precisou: 7.69, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Japhet Matondo. 2‑0 sobre o Hasaacas, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Japhet Matondo está nela.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Ivan Anokye Mensah sai dessa comparação dentro da equipa, e o Ashanti Gold beneficiou de cada uma dessas tardes.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bernard Mohammed, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Ashanti Gold, mais uma semana sem a assinatura de Bernard Sulemana.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Abeiku Wakaso e o Ashanti Gold acertam mais 3 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bernard Mohammed estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco27/11/2034
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Kwadwo Gyan foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Em resumo
O bancoKwame Amoah tornou-se um homem de confiança do treinador
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kwame Mohammed será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kwadwo Addo e o Ashanti Gold acertam mais 3 anos.
O banco20/11/2034
Abdul Awudu tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ashanti Gold sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Afriyie Atiemo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Já ia em 17 jogos. Os jogadores não festejaram como quem ganhou um jogo; festejaram como quem acabou de ser libertado de alguma coisa.
Jogo13/11/2034
Para o Ashanti Gold, cada ponto é agora uma discussão
Posição 15 e 6 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Kwame Amoah não precisou: 7.87, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ashanti Gold podem fingir não ter ouvido.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Kwadwo Addo está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Isaac Wakaso está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Harrison Acquah está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Baba Ayew tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Albert Kyereh tem a sua resposta do Ashanti Gold; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Aduana Stars marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
O banco30/10/2034
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Abdul Awudu
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Avaliado com 7.38. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
1‑4 para o New Edubiase United, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ashanti Gold ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Kwadwo Gyan depois do 1‑4, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Ashanti Gold, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Albert Kyereh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ashanti Gold as despedidas começaram em silêncio.
Isto não é rotação. Samuel Schlupp está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Ashanti Gold finge o contrário.
O banco16/10/2034
Japhet Matondo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Japhet Matondo assinar alguma coisa — um contrato no Ashanti Gold ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
1‑1 frente ao BA All Stars, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Notas dos jogadores09/10/2034
Kwame Mohammed, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.88
Um 7.88 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Plantel09/10/2034
Palavras no treino do Ashanti Gold sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bernard Mohammed está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Ashanti Gold dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Afriyie Atiemo tem a sua resposta do Ashanti Gold; o que fizer com ela é a história da próxima janela.