Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sporting Kansas City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
5 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Minnesota United FC foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Taylor Calheira. 1‑0 sobre o Minnesota United FC, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Noah Mavrommatis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Noah Mavrommatis, e o treinador deixou.
Avaliado com 7.90. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” John Musah e o Sporting Kansas City acertam mais 4 anos.
Cameron Howard e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel11/09/2034
Noah Mavrommatis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sporting Kansas City, mais uma semana sem a assinatura de Ford Parker.
Segue-se o St. Louis CITY SC, e há um homem no balneário do Sporting Kansas City que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Sporting Kansas City vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Bryce Duke regressa a Sporting Kansas City com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sporting Kansas City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ford Parker e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Sporting Kansas City perguntou e o FC Cincinnati disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
6 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Vancouver Whitecaps foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
49 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Los Angeles Football Club perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sergio Oregel será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Los Angeles Football Club as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Diego Daguerre acertou condições com o Portland Timbers para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
$460.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Vancouver Whitecaps pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Los Angeles Football Club perguntou e o Houston Dynamo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sergio Oregel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jeremy Rafanello e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sporting Kansas City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta seguiu esta semana para o Charlotte Football Club, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Chicago Fire fica com o seu homem, e o Sporting Kansas City volta a uma lista com um nome riscado.
Um golo aos 85 minutos transformou três pontos num e uma boa tarde numa discussão sobre gestão de jogo que vai durar até sábado.
Plantel31/07/2034
Noah Mavrommatis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao Inter Miami CF para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
56 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Los Angeles Football Club perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O aperto de mão com o Houston Dynamo está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Los Angeles Football Club ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Atlanta United FC não queria vender e o número é a razão por que o fez. $760.0K por James Tillman, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
As regras permitem-no e dói na mesma. Griffin Yow acertou condições com o Chicago Fire para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
O Los Angeles Football Club foi ao Vancouver Whitecaps com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sergio Oregel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jeremy Rafanello e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sporting Kansas City podem fingir não ter ouvido.
O Sporting Kansas City e o CF Montreal acertaram em $340.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Vancouver Whitecaps fica com o seu homem, e o Sporting Kansas City volta a uma lista com um nome riscado.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Joel Flecha produziu-o, e o 8.58 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Or Blorian e o Sporting Kansas City acertam mais 2 anos.
O golo que pôs o San Jose Earthquakes na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Sporting Kansas City empatou, 1 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sporting Kansas City vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Noah Mavrommatis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Em resumo
Notas dos jogadoresAs ocasiões vieram e foram-se para Tyler Wolff
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 59 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Noah Mavrommatis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se o St. Louis CITY SC, e há um homem no balneário do Sporting Kansas City que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Daniel Wright está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sporting Kansas City, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Cameron Howard. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sporting Kansas City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ford Parker esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 21 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Sporting Kansas City vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o LA Galaxy.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sporting Kansas City vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 94. O Vancouver Whitecaps vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
O negócio que levaria Bryce Duke para o Los Angeles Football Club caiu na fase final e ele reapresenta-se no Sporting Kansas City com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Sporting Kansas City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o New York Red Bulls fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Plantel01/05/2034
Ryan Dempsey consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ryan Dempsey acabou de assinar pelo Sporting Kansas City e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sporting Kansas City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Nashville SC queria mais do que $270.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sporting Kansas City vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Verba acordada, salário acordado, e o Real Salt Lake à espera com uma camisola. No Sporting Kansas City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sporting Kansas City tem de arrancar um resultado de algum lado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Sporting Kansas City fez a parte difícil com o Chicago Fire, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A proposta seguiu esta semana para o Nashville SC, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
$53.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Atlanta United FC pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sporting Kansas City vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 10 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
O Charlotte Football Club fechou tudo por 1‑2. A época reduz-se ao campeonato, e no estádio já se sabia muito antes do apito final.
Notas dos jogadores10/04/2034
Brenden Musah, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.07
Um 8.07 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
O Sporting Kansas City ofereceu $260.0K; o Chicago Fire disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Sporting Kansas City perguntou e o Nashville SC disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sporting Kansas City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Nashville SC à espera com uma camisola. No Sporting Kansas City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Sporting Kansas City foi ao Chicago Fire com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Or Blorian e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Sporting Kansas City ofereceu $33.0K; o Toronto FC disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Noah Mavrommatis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” James Musah e o Sporting Kansas City acertam mais 4 anos.
Andrew Ferreira lesiona os ligamentos do joelho — 41 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 41 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel09/01/2034
Noah Mavrommatis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jordan Sargent e o Sporting Kansas City acertam mais 4 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cameron Howard, e o treinador deixou.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Sporting Kansas City. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Cameron Howard. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Or Blorian esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/12/2033
Noah Mavrommatis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Sporting Kansas City. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Sporting Kansas City terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sporting Kansas City, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jermain Fernandes e o Sporting Kansas City acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Noah Mavrommatis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Sporting Kansas City ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O Minnesota United FC levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel17/10/2033
Noah Mavrommatis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Dos campos da formação para uma ficha de jogo da equipa principal aos 19 anos. A estreia é a parte fácil; o segundo jogo é o que todos os jovens têm de merecer.
Bryce Duke tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao St. Louis CITY SC deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Dribles concretizados: 24. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel19/09/2033
Rafael Mosquera desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sporting Kansas City sabem-no.
Andrés Lucero e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco19/09/2033
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 2‑2; os adeptos saíram com a outra.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Sporting Kansas City está a esgotar-se.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Sporting Kansas City sabe dizer em que semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rafael Mosquera está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sporting Kansas City, e 1 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
O Sporting Kansas City perguntou e o New York Red Bulls disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Portland Timbers levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel22/08/2033
Rafael Mosquera desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Emir Karić e o Sporting Kansas City acertam mais 2 anos.
Um 2‑1 sobre o San Jose Earthquakes, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sporting Kansas City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Assinaram hoje, ninguém os vai ver durante anos, e um deles pode um dia ser a razão de o clube existir. É este todo o argumento a favor de uma formação, e é um bom argumento.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Josh Tillman sai dessa comparação dentro da equipa, e o Sporting Kansas City beneficiou de cada uma dessas tardes.
O banco04/07/2033
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Interim Coach, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Sporting Kansas City sabe dizer em que semana.
0‑1 para o Real Salt Lake, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel27/06/2033
Rafael Mosquera desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Segue-se o San Jose Earthquakes, e as duas equipas sabem fazer a conta. Ganhar, e a tabela fica com outro aspeto; perder, e fica com o aspeto que toda a gente temia.
10 pontos à viragem. A primeira volta de uma época é uma promessa; a segunda é uma fatura, e a cidade está prestes a descobrir qual das duas foi esta.
O banco27/06/2033
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Wright, e o treinador deixou.
Noah Mavrommatis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Sporting Kansas City lida com um homem que quer outro país.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco23/05/2033
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Cameron Howard
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o St. Louis CITY SC com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Or Blorian e o Sporting Kansas City acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Sporting Kansas City sabe dizer em que semana.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rafael Mosquera está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Wright, e o treinador deixou.
O banco09/05/2033
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sporting Kansas City, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Seattle Sounders fica com o seu homem, e o Sporting Kansas City volta a uma lista com um nome riscado.
Noah Mavrommatis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rafael Mosquera estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o San Diego Football Club com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Verba acordada, salário acordado, e o San Jose Earthquakes à espera com uma camisola. No Houston Dynamo ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Austin FC por Sebastian Soto foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não há pior forma de perder um futebolista. Jason Shokalook pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Chris Richards e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A verba é $310.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O CF Montreal negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Los Angeles Football Club fica com o seu homem, e o Houston Dynamo volta a uma lista com um nome riscado.
O Houston Dynamo ofereceu $320.0K; o Minnesota United FC disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Sporting Kansas City pagou $320.0K e o Houston Dynamo aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Plantel28/02/2033
Marco Farfan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de William Lodmell está em marcha
Não há pior forma de perder um futebolista. Felipé Hernández pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Tem 18 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sarantos Vasilakopoulos estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Sporting Kansas City vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Sporting Kansas City gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
A proposta do Los Angeles Football Club por Jason Shokalook foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Houston Dynamo podem fingir não ter ouvido.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $350.0K — um clube que quer Brandon Cambridge ao ponto de perguntar duas vezes.
Chris Richards e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
$320.0K em cima da mesa do Minnesota United FC. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
O Houston Dynamo ofereceu $270.0K; o Toronto FC disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Houston Dynamo foi explícito quanto à situação de Raul Aguilera, o que é mais do que muitos recebem.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sporting Kansas City, e não vai ser retirado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $364.0K — um clube que quer Josh Sargent ao ponto de perguntar duas vezes.
A proposta seguiu esta semana para o Houston Dynamo, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Sporting Kansas City ofereceu $270.0K; o Toronto FC disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Charleroi fica com o seu homem, e o Sporting Kansas City volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rafael Mosquera está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Diego Velasquez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Sebastian Rodriguez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel07/02/2033
Marco Farfan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Houston Dynamo, mais uma semana sem a assinatura de Michael Collodi.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lucas Halter está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Sebastian Rodriguez. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Michael Collodi, e o treinador deixou.
Arun Basuljevic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Chris Richards está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lucas Halter assinar alguma coisa — um contrato no Houston Dynamo ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Houston Dynamo, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Houston Dynamo não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Tim Tillman lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Sebastian Rodriguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Marco Farfan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Houston Dynamo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Michael Collodi, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelOs relatórios de treino sobre Michael Collodi não são bons