17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sydney FC perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sydney FC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Louis Verstraete estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Louis Verstraete está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Anothando Menemene. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Quinn MacNicol fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sydney FC perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ryan Robertson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sydney FC as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Louis Verstraete e o Sydney FC acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel08/10/2035
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mitchell Ferguson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sydney FC, mais uma semana sem a assinatura de Anothando Menemene.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Matt Cooper lesiona os ligamentos do joelho — 31 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Tem 19 anos, média de 7.02, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Liam Shaw será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sydney FC as despedidas começaram em silêncio.
Plantel01/10/2035
Louis Verstraete desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mitchell Ferguson, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sydney FC, mais uma semana sem a assinatura de Quinn MacNicol.
O treinador reorganizou as ideias e Daniel Msendami saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alexandar Popovic está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jason Wallace treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
38 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Sydney FC perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hugh Spencer será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sydney FC as despedidas começaram em silêncio.
Plantel24/09/2035
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Louis Verstraete está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Jayden Chambers-Morgan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
10 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco24/09/2035
Patrick Wood tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sydney FC dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sydney FC, mais uma semana sem a assinatura de Jason Wallace.
45 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sydney FC perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sydney FC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Hlompho Zungu agiu, no Sydney FC, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Twente fica com o seu homem, e o Sydney FC volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel17/09/2035
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mitchell Ferguson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Sydney FC vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Hlompho Zungu tem 34 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sydney FC já se começa a dizer o nome dele no passado.
Plantel10/09/2035
Uma transferência que Luka Didulica teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Luka Didulica está a viver essa versão no Sydney FC, e costuma notar-se no primeiro mês.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Mark Thompson volta a ser jogador do Sydney FC, e a cidade tem a sua história do verão.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sydney FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/09/2035
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Louis Verstraete está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Sydney FC ficou sem tempo com o Melbourne City. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O OGC Nice fica com o seu homem, e o Sydney FC volta a uma lista com um nome riscado.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Sydney FC vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sydney FC perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Melbourne City aceitou o dinheiro. O que o Sydney FC ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Tem 19 anos, média de 7.02, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sydney FC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Ben Chivers agiu, no Sydney FC, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Louis Verstraete estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Melbourne City vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Cam'ron Ismail pré-acordou a mudança para o Sydney FC, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Verba acordada, salário acordado, e o Newcastle Jets à espera com uma camisola. No Sydney FC ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sydney FC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Sydney FC fez a parte difícil com o Melbourne Victory, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
$300.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Melbourne Victory pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
$13.0K em cima da mesa do Central Coast Mariners. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Melbourne City fica com o seu homem, e o Sydney FC volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Louis Verstraete estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mais um nome na lista: o Wellington Phoenix fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Liam Shaw. A resposta do Sydney FC não mudou — para já.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sydney FC perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Melbourne City aceitou o dinheiro. O que o Sydney FC ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sydney FC, e não vai ser retirado.
Uma média de 7.02 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Sydney FC sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
O Sydney FC foi ao Central Coast Mariners com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O OGC Nice fica com o seu homem, e o Sydney FC volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sydney FC já se começa a dizer o nome dele no passado.
Toda a gente no Sydney FC viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 36 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Louis Verstraete estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sydney FC perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jason Wallace será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sydney FC as despedidas começaram em silêncio.
Uma média de 7.02 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Sydney FC têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Patrick Wood e o Sydney FC acertam mais 2 anos.
O Sydney FC perguntou e o Melbourne City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Louis Verstraete estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sydney FC já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ryan Robertson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sydney FC as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Patrick Wood e o Sydney FC acertam mais 2 anos.
$13.0K em cima da mesa do Central Coast Mariners. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Plantel02/07/2035
Louis Verstraete desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Sydney FC perguntou e o Central Coast Mariners disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma sondagem ao Melbourne Victory para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sydney FC perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta seguiu esta semana para o Melbourne City, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
$300.0K em cima da mesa do Melbourne Victory. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hamburger SV fica com o seu homem, e o Sydney FC volta a uma lista com um nome riscado.
Ninguém no Sydney FC dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ben Grant, e o treinador deixou.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sydney FC já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sydney FC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Uma média de 7.02 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Sydney FC têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Wellington Phoenix ninguém diz, e no Sydney FC ninguém gosta de estar a adivinhar.
O Sydney FC foi ao Melbourne Victory com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Louis Verstraete estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sydney FC, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Louis Verstraete estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O telefone voltou a tocar por causa de Liam Shaw, e desta vez do outro lado está o Wellington Phoenix. No Sydney FC ouvem com educação e não prometem nada.
Uma sondagem ao Wellington Phoenix para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Liam Shaw será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sydney FC as despedidas começaram em silêncio.
Plantel21/05/2035
Louis Verstraete desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lawrence Adeniyi está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sydney FC, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Uma média de 7.02 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Sydney FC sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Matt Cooper e o Sydney FC acertam mais 3 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Faltam 6 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Sydney FC pode pedir e sobe o salário que Anothando Menemene pode exigir.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hugh Spencer será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sydney FC as despedidas começaram em silêncio.
Tem 19 anos, média de 7.02, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Plantel16/04/2035
Louis Verstraete desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alexandar Popovic está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Anothando Menemene treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dale Miller, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sydney FC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Michael Fletcher e o Sydney FC acertam mais 4 anos.
Direção02/04/2035
A direção do Sydney FC arranja $1.6M para o treinador
Dinheiro, não palavras, e é a única resposta que um treinador quer alguma vez ouvir. Gastar bem $1.6M passa a ser inteiramente problema dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mitchell Ferguson treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sydney FC sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
0‑4 para o Melbourne City, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Sydney FC já falam dele no passado.
Plantel26/03/2035
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Louis Verstraete está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Shane Harrison depois do 0‑4, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Ninguém no Sydney FC dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sydney FC, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
18 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sydney FC perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Auckland FC vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Sydney FC foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
3 golos numa tarde, todos do mesmo homem. Os restantes jogadores também estiveram presentes, confirmou uma testemunha.
Notas dos jogadores19/03/2035
Mitchell Ferguson, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.67
Um 7.67 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sydney FC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Tem 19 anos, média de 7.04, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Notas dos jogadores19/03/2035
Patrick Wood jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.74. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel19/03/2035
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Louis Verstraete está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sydney FC perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sydney FC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel12/03/2035
Louis Verstraete desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mitchell Ferguson, e o treinador deixou.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco12/03/2035
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑3, ditas por Shane Harrison a uma sala que já as tinha ouvido.
O banco12/03/2035
Patrick Wood tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sydney FC dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
Notas dos jogadoresPatrick Wood deixa-as todas atrás
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.95, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Notas dos jogadores19/02/2035
Mitchell Ferguson, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.80
Um 7.80 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Uma média de 7.02 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Sydney FC têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Mitchell Ferguson tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Melbourne Victory fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel12/02/2035
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Louis Verstraete está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Sydney FC ficou sem tempo com o Melbourne City. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Anothando Menemene: 3 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
0‑0 frente ao Adelaide United, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sydney FC já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Sydney FC pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel29/01/2035
Louis Verstraete desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Basel fica com o seu homem, e o Sydney FC volta a uma lista com um nome riscado.
Faltavam 89 minutos e o Wellington Phoenix tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Sydney FC não parou para dar explicações.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sydney FC já se começa a dizer o nome dele no passado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Melbourne Victory ninguém diz, e no Sydney FC ninguém gosta de estar a adivinhar.
A proposta seguiu esta semana para o Central Coast Mariners, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Sydney FC ofereceu $300.0K; o Melbourne Victory disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Melbourne City fica com o seu homem, e o Sydney FC volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel15/01/2035
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Louis Verstraete está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sydney FC podem fingir não ter ouvido.
O negócio com o Melbourne Victory está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
A proposta seguiu esta semana para o Melbourne Victory, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Sydney FC perguntou e o Central Coast Mariners disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Aos 18 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Sydney FC vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
Metade do calendário jogado, 7.º lugar, 15 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ryan Robertson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sydney FC as despedidas começaram em silêncio.
Plantel25/12/2034
Louis Verstraete desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Foi preciso Patrick Wood marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Newcastle Jets, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O banco25/12/2034
Patrick Wood tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sydney FC dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Oscar Carter foi informado de que não entra nos planos do treinador do Sydney FC.
O banco25/12/2034
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Shane Harrison não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Sydney FC também ninguém o escondia.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Caleb Redhead, e o treinador deixou.
Aos 18 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Mitchell Ferguson não precisou: 8.11, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Louis Verstraete estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Sean O'Brien e o Sydney FC acertam mais 3 anos.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sydney FC perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sydney FC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Louis Verstraete estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Louis Verstraete está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sydney FC sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Sydney FC. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Max Taylor lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Mitchell Ferguson não precisou: 7.72, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ben Grant será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sydney FC as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Louis Verstraete estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sydney FC perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Liam Shaw será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sydney FC as despedidas começaram em silêncio.
Plantel06/11/2034
Louis Verstraete desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 10 ações combinadas e uma nota de 7.00, e nenhuma delas entrará num resumo.
47 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Sydney FC perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sydney FC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Direção23/10/2034
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Sydney FC
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Louis Verstraete estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Rory White está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Gavin Scott é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Dale Hall é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sydney FC podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sydney FC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Bryce Hall é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Stefan Davies está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
O banco16/10/2034
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Alexandar Popovic
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Patrick Wood está nela.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mitchell Ferguson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sydney FC as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Louis Verstraete estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Sam Lawrence compromete-se com o Sydney FC por mais 3 anos.
O banco18/09/2034
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Alexandar Popovic
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Anothando Menemene treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Caleb Redhead apontou a data.
Em resumo
DireçãoA formação do Sydney FC continua a produzir
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sydney FC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O negócio que levaria Caleb Redhead para o Auckland FC caiu na fase final e ele reapresenta-se no Sydney FC com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Plantel13/02/2034
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Louis Verstraete está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ben Grant esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sydney FC perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.24 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sydney FC nada responderam, o que também é uma resposta.
Direção06/02/2034
Fecha o mercado: 0 entradas, 9 saídas no Sydney FC
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 9, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Liam Shaw será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sydney FC as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nando Pijnaker e o Sydney FC acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Verba acordada, salário acordado, e o Auckland FC à espera com uma camisola. No Sydney FC ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sydney FC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.22 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.