A série sem derrotas chega aos 16 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Kashiwa Reysol toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
Plantel06/08/2035
23 dias de fora para Takumi Sakai depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kashiwa Reysol vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Kashiwa Reysol pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
50 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kashiwa Reysol perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Kashiwa Reysol ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Kimito Nono esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mauresmo Hinoke. 1‑0 sobre o Jubilo Iwata, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
118 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kashiwa Reysol perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashiwa Reysol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Junya Hasebe, e o treinador deixou.
Plantel02/04/2035
Steve Noode desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yuito Suzuki está nela.
Disseram uma coisa a Mauresmo Hinoke e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
162 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kashiwa Reysol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Yuito Suzuki esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Kashiwa Reysol foi ao Urawa Reds com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $322.0K — um clube que quer Oran Shoval ao ponto de perguntar duas vezes.
O Kashiwa Reysol ofereceu $300.0K; o Vegalta Sendai disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gamba Osaka fica com o seu homem, e o Kashiwa Reysol volta a uma lista com um nome riscado.
O novo treinador do Kashiwa Reysol já trabalhou com Takumi Tsuchiya e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel19/02/2035
Steve Noode desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Urawa Reds ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Urawa Reds podem fingir não ter ouvido.
O Urawa Reds foi ao Vegalta Sendai com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A proposta seguiu esta semana para o Nagoya Grampus, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Takefusa Tanaka está a viver essa versão no Urawa Reds, e costuma notar-se no primeiro mês.
O Kashiwa Reysol paga $170.0K, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
Plantel19/02/2035
Yuta Miyahara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gamba Osaka fica com o seu homem, e o Urawa Reds volta a uma lista com um nome riscado.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $180.0K do que o Kashiwa Reysol pagou por Azuri Yutani é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
O Kashiwa Reysol foi ao Vegalta Sendai com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Kashiwa Reysol foi ao Urawa Reds com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Ayumu Yokoyama esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O FC Tokyo fica com o seu homem, e o Kashiwa Reysol volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Wataru Goto, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hosei Kijima estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O novo treinador do Kashiwa Reysol já trabalhou com Takumi Tsuchiya e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
O banco12/02/2035
Kimito Nono tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kashiwa Reysol dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Verba acordada, salário acordado, e o Kashiwa Reysol à espera com uma camisola. No Urawa Reds ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Urawa Reds, e não vai ser retirado.
Masataka Kobayashi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Kashima Antlers fica com o seu homem, e o Urawa Reds volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yuta Miyahara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sho Soma e o Urawa Reds acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Em resumo
Plantel7 caras novas e o Urawa Reds ainda se está a conhecer
A raiva no Urawa Reds transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Direção08/01/2035
o treinador tem até à próxima reunião da direção
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Urawa Reds toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Urawa Reds, e não vai ser retirado.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Akira Haraguchi volta a ser jogador do Urawa Reds, e a cidade tem a sua história do verão.
Plantel08/01/2035
Palavras no treino do Urawa Reds sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yuta Miyahara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Urawa Reds coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Yuya Tsuboi lesiona os ligamentos do joelho — 26 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 26 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ayumu Toyoda será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Urawa Reds as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Urawa Reds coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel25/12/2034
Gilberto Batista desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Sota Ito. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Urawa Reds. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Yuya Tsuboi lesiona os ligamentos do joelho — 33 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Hiiro Komori e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Hidemasa Furuhashi e o Urawa Reds acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Urawa Reds foi explícito quanto à situação de Nagatomo Hasebe, o que é mais do que muitos recebem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Yuya Tsuboi lesiona os ligamentos do joelho — 40 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 40 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As bancadas11/12/2034
Os adeptos organizam-se contra a direção do Urawa Reds
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Urawa Reds podem fingir não ter ouvido.
Hiiro Komori e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel11/12/2034
Palavras no treino do Urawa Reds sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gilberto Batista está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Urawa Reds, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Hiiro Komori. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
Emprestados6 golos por empréstimo para Daichi Mitoma
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ayumu Toyoda será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Urawa Reds as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Urawa Reds coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Tomoki Kondo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Sota Ito. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Urawa Reds. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Urawa Reds, mais uma semana sem a assinatura de Junya Hasebe.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Urawa Reds pode pedir e sobe o salário que Atsuki Ito pode exigir.
Do centro de treinos dizem que foi o mais afiado da semana inteira. É a notícia mais silenciosa de um jornal e costuma sair na semana anterior a alguém entrar no onze.
O Kashima Antlers segue em frente e o Urawa Reds vai para casa, com um 0‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
A proposta do Avispa Fukuoka por Taiga Hata foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Urawa Reds perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Urawa Reds perguntou e o Gamba Osaka disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não se vê o fim da espera do Urawa Reds por uma vitória
Já são 10 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Urawa Reds tem de arrancar um resultado de algum lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ayumu Toyoda será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Urawa Reds as despedidas começaram em silêncio.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Urawa Reds ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Urawa Reds, e não vai ser retirado.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Atsuki Ito volta a ser jogador do Urawa Reds, e a cidade tem a sua história do verão.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Urawa Reds vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se o Shonan Bellmare, e há um homem no balneário do Urawa Reds que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Hiiro Komori e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Urawa Reds ofereceu $85.0K; o Kashima Antlers disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gamba Osaka fica com o seu homem, e o Urawa Reds volta a uma lista com um nome riscado.
O Urawa Reds tem mais estrangeiros do que o formulário permite, e ele é o que ficou sem lugar nele. Vai treinar com uma equipa pela qual não pode jogar até à próxima janela.
Plantel20/02/2034
Palavras no treino do Urawa Reds sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alex Ezinwa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Urawa Reds, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A proposta do Kashima Antlers por Taiga Hata foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Urawa Reds podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gamba Osaka fica com o seu homem, e o Urawa Reds volta a uma lista com um nome riscado.
O telefone voltou a tocar por causa de Hiroki Inoue, e desta vez do outro lado está o Beijing Guoan. No Urawa Reds ouvem com educação e não prometem nada.
Uma sondagem ao Gamba Osaka para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Urawa Reds, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Urawa Reds, e não vai ser retirado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Jubilo Iwata ninguém diz, e no Urawa Reds ninguém gosta de estar a adivinhar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Kashima Antlers fica com o seu homem, e o Urawa Reds volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Urawa Reds coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma sondagem ao Gamba Osaka para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Plantel16/01/2034
Alex Ezinwa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Junya Hasebe, e o treinador deixou.