Siyabonga Erasmus

Atacante Direito - Black Aces
14 Ago 2033
Domingo
Processo

Marcado para Siyabonga Erasmus

362 Edição

O Arauto de Black Aces

04/07/2033
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Percy Williams lesiona os ligamentos do joelho — 57 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 57 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Mercado

Mpendulo Ntuli entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Black Aces podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Bradley Khune em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Mercado

Maritzburg United a seguir Thulani Mphela

O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Black Aces nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.

Plantel

Palavras no treino do Black Aces sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hlompho Ngcobo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Erick Jali ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Siyabonga Erasmus fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Siyabonga Erasmus e o Black Aces acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Direção

7 caras novas na formação do Black Aces

Assinaram hoje, ninguém os vai ver durante anos, e um deles pode um dia ser a razão de o clube existir. É este todo o argumento a favor de uma formação, e é um bom argumento.

Mercado

A história de Bongani Mahlangu recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Bongani Mahlangu assinar alguma coisa — um contrato no Black Aces ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

Edições anteriores
301 Edição

O Arauto de Black Aces

03/05/2032
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Hlompho Ngcobo parte um osso — 102 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 102 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Thamsanqa Manyama entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Black Aces podem fingir não ter ouvido.

O banco

Siyabonga Erasmus diz que o Black Aces não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Percy Williams assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Percy Williams e o Black Aces acertam mais 3 anos.

Plantel

Fletcher Smythe-Lowe em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Palavras no treino do Black Aces sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hlompho Ngcobo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Mpendulo Ntuli ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Uma promessa cumprida no Black Aces

Disseram uma coisa a Fletcher Smythe-Lowe e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.

O banco

Williams Zungu bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Williams Zungu treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo