16 dias de fora para Ryan Johnson depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O New York Red Bulls vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Bruno Damiani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Duwain Jackson, e o treinador deixou.
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco17/05/2032
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” James Bradley, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York Red Bulls falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no New York Red Bulls sabem-no.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emiliano Zambrano, e o treinador deixou.
O New York Red Bulls fez saber ao mercado que Rui Modesto está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco10/05/2032
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” James Bradley não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do New York Red Bulls também ninguém o escondia.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Donovan Parisian treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York Red Bulls falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Bruno Damiani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no New York Red Bulls sabem-no.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Orlando City fica com o seu homem, e o New York Red Bulls volta a uma lista com um nome riscado.
O treinador reorganizou as ideias e Andrés Llinás saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
O banco03/05/2032
Max Arfsten tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no New York Red Bulls dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perder por 2‑3 é uma coisa; perder com o New York City num dérbi é uma ferida que leva meses a sarar.
Plantel26/04/2032
38 dias de fora para Ryan Johnson depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O New York Red Bulls vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» New York Red Bulls nada responderam, o que também é uma resposta.
Direção26/04/2032
O prazo passa com 19 contratações e 11 saídas
Está feito o negócio no New York Red Bulls até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No New York Red Bulls ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O New York Red Bulls perguntou e o LA Galaxy disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Max Arfsten, e o treinador deixou.
Daniel Aguirre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
45 dias de fora para Ryan Johnson depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O New York Red Bulls vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do New York Red Bulls, e não vai ser retirado.
Donovan Parisian e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o New York Red Bulls será julgado por uma única coisa.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Duwain Jackson, e o treinador deixou.
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do New York Red Bulls, e não vai ser retirado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York Red Bulls falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York Red Bulls coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O LA Galaxy fica com o seu homem, e o New York Red Bulls volta a uma lista com um nome riscado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Luis Barraza: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o New York Red Bulls a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Cameron Harper e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Andrew Yedlin está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Christian Reyna é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Owen Brooks é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Ryan Johnson está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
O banco29/12/2031
Andy Rojas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no New York Red Bulls dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
O bancoAndy Rojas pede uma conversa com o treinador