“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Varteks tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Zagreb podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Slovacko por Nikola Čavlina foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Abo Fani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nikola Čavlina e o Dinamo Zagreb acertam mais 4 anos.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
A proposta do Cibalia por Robert Mudražija foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Dinamo Zagreb admitiria. Nota-se aos sábados.
O empréstimo de Antonio Rajić mede-se pelo que não acontece
13 balizas a zeros em 29 jogos no Kustosija. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
O banco24/05/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Dion Beljo
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Matteo Pérez Vinlöf treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco24/05/2027
Mislav Oršić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
7 golos em 27 jogos no Salernitana — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mateo Lisica. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Dinamo Zagreb não tem uma boa resposta.
Duas horas por semana com um professor, que é a coisa menos glamorosa do Dinamo Zagreb e a que decide se um reforço estrangeiro ainda cá está daqui a dois anos.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dinamo Zagreb a ouviu como outra coisa.
O banco10/05/2027
Mateo Lisica tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Dinamo Zagreb. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
A língua vai chegando e já há com quem falar no balneário. Um jogador que se sente em casa joga como tal, e isso nunca aparece num relatório de observação.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mislav Oršić está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mateo Lisica. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Léo Jardim quer futebol continental; se o Dinamo Zagreb o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Mislav Oršić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dion Beljo assinar alguma coisa — um contrato no Dinamo Zagreb ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Dinamo Zagreb essa pergunta é mais difícil de responder.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gabriel Vidović e o Dinamo Zagreb acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Mislav Oršić está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Dinamo Zagreb do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Emprestados29/03/2027
O empréstimo de Antonio Rajić mede-se pelo que não acontece
13 balizas a zeros em 29 jogos no Kustosija. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
O banco29/03/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Dion Beljo
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
O banco29/03/2027
Arbër Hoxha tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
7 golos em 24 jogos no Salernitana — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Dinamo Zagreb sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Anton Matković treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Ivan Nevistić não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mislav Oršić e o Dinamo Zagreb acertam mais 2 anos.
O telefone voltou a tocar por causa de Smail Prevljak, e desta vez do outro lado está o Utsikten. No Dinamo Zagreb ouvem com educação e não prometem nada.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Dinamo Zagreb, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Saiu para defender uma baliza todas as semanas e voltou com 0 jogos, 0 deles sem sofrer. Alguém no Dinamo Zagreb defendeu este empréstimo no verão passado; agora não o defende ninguém.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Ivan Nevistić tem a sua resposta do Dinamo Zagreb; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Mateo Lisica fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Krešimir Radoš será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Zagreb as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Dinamo Zagreb lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
9 golos em 22 jogos no AE Kition — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Moris Valinčić está nela.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dinamo Zagreb já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Grobnican tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Dinamo Zagreb vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Flamengo pode já não estar a vender.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dinamo Zagreb ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mislav Oršić está nela.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Dinamo Zagreb admitiria. Nota-se aos sábados.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
O Dinamo Zagreb perguntou e o NK Osijek disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Dinamo Zagreb, e 0 jogos em 21 dizem que merece ser ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Emprestados11/01/2027
O empréstimo de Antonio Rajić mede-se pelo que não acontece
9 balizas a zeros em 21 jogos no Kustosija. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
O NK Osijek aceitou o dinheiro. O que o Dinamo Zagreb ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Dinamo Zagreb aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O HNK Rijeka fica com o seu homem, e o Dinamo Zagreb volta a uma lista com um nome riscado.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Arbër Hoxha tem a sua resposta do Dinamo Zagreb; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 21 anos do Dinamo Zagreb que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
Toda a gente deixou de fingir: o Vélez vai fazer a chamada por Scott McKenna esta semana. O Dinamo Zagreb tem um número em mente, e o número não é tímido.
O banco21/12/2026
Moris Valinčić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dion Beljo assinar alguma coisa — um contrato no Dinamo Zagreb ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O que era notícia de canto de página passou a ser assunto das bancadas, e as bancadas não fazem nuances. Dinamo Zagreb gostariam de resolver isto antes de ser a única pergunta.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Dinamo Zagreb essa pergunta é mais difícil de responder.
Um dérbi nunca é só futebol, mas o futebol ajudou: 3‑0, e a bancada visitante esvaziou cedo. O direito de mandar bocas fica renovado por mais uma época.
Contra qualquer outro seriam três pontos e pouco mais. Contra eles, e com o nome dele no golo, é um ano de conversa garantida para o Dinamo Zagreb e uma história que vai sobreviver ao contrato dele.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dinamo Zagreb ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mateo Lisica e o Dinamo Zagreb acertam mais 5 anos.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Iker Almena tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
10 golos e uma média de 7.23 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑0, Mato Kramaric podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dinamo Zagreb ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Segue-se o Hajduk Split, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Stjepan Radeljić está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
O banco07/12/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Mato Kramaric não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Dinamo Zagreb também ninguém o escondia.
32 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 88. O HNK Rijeka tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
O banco30/11/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Mato Kramaric escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Ninguém quer jogar contra o Dinamo Zagreb neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Notas dos jogadores23/11/2026
Mislav Oršić, 33 anos, faz recuar o relógio — 8.64
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.64 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Dinamo Zagreb não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Stjepan Radeljić.
O banco23/11/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Mato Kramaric foi breve depois da vitória por 3‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Stjepan Radeljić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Segue-se o NK Varazdin, e há um homem no balneário do Dinamo Zagreb que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Josip Mišić fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.05 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dinamo Zagreb ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Com 6 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
“Vejo todos os jogos do Dinamo Zagreb daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Karlovac 1919 segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
25 pontos e ninguém por cima. A palavra ainda não se diz à volta do estádio, e pensa-se em todas as cadeiras.
Jogo31/10/2026
Ninguém quer jogar contra o Dinamo Zagreb neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Mislav Oršić está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.74 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Mateo Lisica tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Um 2‑0 sobre o Lokomotiva Zagreb, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Avaliado com 8.09. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Dinamo Zagreb.
Plantel26/10/2026
8 caras novas e o Dinamo Zagreb ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco26/10/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Mato Kramaric foi breve depois da vitória por 2‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
O banco26/10/2026
Moris Valinčić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Emprestados26/10/2026
Os golos continuam a chegar do exílio de Fran Topić
6 golos em 9 jogos no Rudes — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Em resumo
Notas dos jogadoresMateo Lisica deixa-as todas atrás
O Istra 1961 vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Dinamo Zagreb foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Posição 2, 19 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Dinamo Zagreb lida com um homem que quer outro país.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dinamo Zagreb a ouviu como outra coisa.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Dinamo Zagreb e lutar pelo meu lugar.» 2 jogos em 6 no Karlovac 1919 dizem o resto.
O banco12/10/2026
Mateo Lisica tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Dion Beljo: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Dinamo Zagreb a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Stjepan Radeljić apontou a data.
5 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Disseram uma coisa a Arbër Hoxha e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Mato Kramaric depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Arbër Hoxha está nela.
Um dérbi nunca é só futebol, mas o futebol ajudou: 1‑0, e a bancada visitante esvaziou cedo. O direito de mandar bocas fica renovado por mais uma época.
Contra qualquer outro seriam três pontos e pouco mais. Contra eles, e com o nome dele no golo, é um ano de conversa garantida para o Dinamo Zagreb e uma história que vai sobreviver ao contrato dele.
Mislav Oršić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Nota de 7.27 em 11 ações nas duas áreas. Médios assim são descritos como pouco vistosos por quem nunca tentou jogar contra um.
Plantel28/09/2026
8 caras novas e o Dinamo Zagreb ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Moris Valinčić está nela.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Em resumo
Notas dos jogadoresMislav Oršić deixa-as todas atrás
12 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.01 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Mohamed Abo Fani marcou, foi avaliado com 7.86 e voltou antes de alguém dar pela falta.
$2.1M era o máximo que o clube pagaria, e o NK Osijek pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Dion Beljo. 4‑3 sobre o HNK Rijeka, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Dinamo Zagreb e do HNK Rijeka por igual; os restantes divertiram-se imenso.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Zagreb, e não vai ser retirado.
$2.4M era o máximo que o clube pagaria, e o NK Osijek pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Direção07/09/2026
O Dinamo Zagreb fecha o mercado com um plantel feito por si
2 entradas e 18 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O HNK Rijeka pagou $2.5M e o Dinamo Zagreb aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dinamo Zagreb a ouviu como outra coisa.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.5M — um clube que quer Domagoj Bukvić ao ponto de perguntar duas vezes.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Mislav Oršić sai dessa comparação dentro da equipa, e o Dinamo Zagreb beneficiou de cada uma dessas tardes.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dinamo Zagreb perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Gabriel Vidović não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.40, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Notas dos jogadores24/08/2026
Mislav Oršić, 33 anos, faz recuar o relógio — 8.34
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.34 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
A verba é $1.6M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Lokomotiva Zagreb negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Dinamo Zagreb tem 3 vitórias seguidas dela.
Plantel24/08/2026
Mirko Sušak consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Mirko Sušak acabou de assinar pelo Dinamo Zagreb e, por uma vez, a resposta importava.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Sergi Domínguez não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Dinamo Zagreb pagou $6.0M por Mohamed Abo Fani, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
O Lokomotiva Zagreb aceitou o dinheiro. O que o Dinamo Zagreb ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A proposta do SKA Khabarovsk por Kirill Kravtsov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Dinamo Zagreb perguntou e o Lokomotiva Zagreb disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.7M — um clube que quer Mirko Sušak ao ponto de perguntar duas vezes.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O Crvena Zvezda aceitou o dinheiro. O que o Dinamo Zagreb ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Arminia Bielefeld tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O Dinamo Zagreb perguntou e o HNK Rijeka disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Mislav Oršić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Miha Zajc, e o treinador deixou.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Um 1‑0 sobre o Lokomotiva Zagreb, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
A proposta do Kristiansund por Mateo Lisica foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O telefone voltou a tocar por causa de Sergi Domínguez, e desta vez do outro lado está o St. Pölten. No Dinamo Zagreb ouvem com educação e não prometem nada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mislav Oršić e o Dinamo Zagreb acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel03/08/2026
Josip Mišić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Luka Stojković e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Faltam 24 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
Em resumo
Plantel7 caras novas e o Dinamo Zagreb ainda se está a conhecer