O Nashville SC está fora e o New York City segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do New York City, e não vai ser retirado.
A proposta do Portland Timbers por Kieran Chandler foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As bancadas10/04/2034
Os adeptos revoltam-se com a venda de Chris Brady por $11.9M
Vai para o FC Cincinnati, o clube tem $11.9M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
A proposta seguiu esta semana para o San Jose Earthquakes, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Adam Saldana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no New York City a ouviu como outra coisa.
$190.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Philadelphia Union pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O New York City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
6 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no New York City sabe dizer em que semana.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Philadelphia Union fica com o seu homem, e o New York City volta a uma lista com um nome riscado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de New York City ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
$1.2M era o máximo que o clube pagaria, e o FC Cincinnati pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Chris Brady e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
Direção16 jogadores da formação sobem à equipa principal do New York City
Está feito, e ainda com jogos por disputar. A próxima época vai ter noites de holofotes contra clubes de outros países, e as contas ganham uma linha que no ano passado não tinham.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Chris Brady e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no New York City sabem-no.
O banco12/12/2033
Petar Musa tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no New York City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no New York City, mais uma semana sem a assinatura de Kieran Chandler.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Chris Brady assinar alguma coisa — um contrato no New York City ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
4.º lugar, 46 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do New York City, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no New York City a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” David Douděra e o New York City acertam mais 2 anos.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no New York City sabem-no.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de New York City ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Chris Brady esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Harvey Sarajian e o New York City acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
O treinador reorganizou as ideias e David Douděra saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no New York City, mais uma semana sem a assinatura de Raul Gustavo.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
O banco03/10/2033
Riqui Puig tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no New York City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a David Douděra.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hernán López Muñoz está nela.
Chris Brady e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
O Chicago Fire vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Chaka Coulibaly pré-acordou a mudança para o New York City, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Avaliado com 7.81. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Direção19/09/2033
Os salários engolem 90% das receitas do New York City
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em New York City fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
A história da ambição ao contrário, a que ninguém conta: um futebolista a pedir um palco mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vire. Não é fraqueza e é quase sempre contada como se fosse.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Matteo Cucinotta treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Adam Saldana não desaparece
MercadoContinua sem haver assinatura de Marcel Hartel
Verba acordada, salário acordado, e o CF Montreal à espera com uma camisola. No New York City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O New York City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
$2.7M em cima da mesa do Philadelphia Union. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Hernán López Muñoz quer futebol continental; se o New York City o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No New York City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Chris Brady esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O New York City perguntou e o Atlanta United FC disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Harvey Sarajian
PlantelPalavras no treino do New York City sobre quem trabalha
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O New York City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
David Douděra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel11/07/2033
Marcel Hartel desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntou-se ao Seattle Sounders se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Perguntou-se ao Philadelphia Union se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O banco11/07/2033
Petar Musa tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no New York City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O New York City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.90 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o New York City lida com um homem que quer outro país.
Jogo02/07/2033
Ninguém quer jogar contra o New York City neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Chris Brady e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Jogo02/07/2033
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o New York City. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no New York City, mais uma semana sem a assinatura de Raul Gustavo.
Em resumo
DireçãoEm New York City, 103% das receitas vão para salários
Dribles concretizados: 22. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel30/05/2033
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcel Hartel está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um ponto arrancado aos 92 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco30/05/2033
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Daniel Brooks não o escondia depois do 2‑2, e no balneário do New York City também ninguém o escondia.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Chris Brady. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
7.71, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No New York City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel23/05/2033
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Harvey Sarajian está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Verba acordada, salário acordado, e o Los Angeles Football Club à espera com uma camisola. No New York City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no New York City a ouviu como outra coisa.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no New York City sabem-no.
O Toronto FC queria mais do que $740.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Chris Brady e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Mercado02/05/2033
Tão perto: a transferência de Brenden Turner morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O CF Montreal seguiu em frente, Brenden Turner apresenta-se de volta no New York City, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no New York City sabe dizer em que semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcel Hartel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que New York City podem fingir não ter ouvido.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $318.0K — um clube que quer Alejandro Alvarado ao ponto de perguntar duas vezes.
$790.0K era o máximo que o clube pagaria, e o FC Dallas pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
David Douděra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta seguiu esta semana para o Vancouver Whitecaps, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Hernán López Muñoz. 1‑0 sobre o Inter Miami CF, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Bryce Duke continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
Verba acordada, salário acordado, e o CF Montreal à espera com uma camisola. No New York City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $610.0K porque Bryce Duke é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Chris Brady esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcel Hartel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o New York City joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
O banco28/03/2033
David Douděra tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no New York City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Bryce Duke: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o New York City a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
45 dias de fora para Adam Saldana depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O New York City vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O New York City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que New York City podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel14/02/2033
Marcel Hartel desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que David Douděra está nela.
73 dias de fora para Adam Saldana depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O New York City vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Chris Brady e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcel Hartel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que David Douděra está nela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o New York City lida com um homem que quer outro país.
David Douděra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no New York City
Chris Brady e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel20/12/2032
Malcolm Fry desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O New York City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Chris Brady esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Alonso Martínez e o New York City acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Colorado Rapids vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Sergio Villalpando pré-acordou a mudança para o New York City, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Plantel06/12/2032
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Harvey Sarajian está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no New York City, mais uma semana sem a assinatura de Raul Gustavo.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O New York City sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no New York City essa pergunta é mais difícil de responder.
Adam Saldana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Atlanta United FC vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Juan Alcaine pré-acordou a mudança para o New York City, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Plantel22/11/2032
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Harvey Sarajian está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que David Douděra está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Adam Saldana assinar alguma coisa — um contrato no New York City ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Malcolm Fry apontou a data.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em New York City, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A eliminatória está fechada e do lado certo. 2‑0 esta noite, um balneário que não vai descer durante dia e meio, e uma ronda seguinte em que ninguém pensou ainda.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
David Douděra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Philadelphia Union vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Stephen Afrifa pré-acordou a mudança para o New York City, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O New York Red Bulls tentou reorganizar-se, o New York City não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no New York City
PlantelAlex Reyna é o melhor jovem do mês na divisão
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o New York City lida com um homem que quer outro país.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«31 internacionalizações são mais do que alguma vez esperei, e está na hora de serem de outro.» Aos 34 acabou com a selecção e está longe de acabar com o New York City.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o New York City terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Giorgio De Marzi, e o treinador deixou.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Luca Reyna pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.78 para o resto.
Chris Brady esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que David Douděra está nela.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑0, Daniel Brooks podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Adam Saldana. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O CF Montreal vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Jack Lynn pré-acordou a mudança para o New York City, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Harvey Sarajian estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
18 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no New York City, mais uma semana sem a assinatura de Raul Gustavo.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
A história da ambição ao contrário, a que ninguém conta: um futebolista a pedir um palco mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vire. Não é fraqueza e é quase sempre contada como se fosse.
David Douděra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Philadelphia Union vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Aaron Moore pré-acordou a mudança para o New York City, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Um 2‑0 sobre o Philadelphia Union, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel27/09/2032
Harvey Sarajian desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Malcolm Fry, e o treinador deixou.
O banco27/09/2032
Riqui Puig tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no New York City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nota 7.93 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao New York City, o melhor em campo era deles.
O banco20/09/2032
David Douděra tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no New York City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Dribles concretizados: 14. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
O banco20/09/2032
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Daniel Brooks escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Plantel20/09/2032
O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do New York City
É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Harvey Sarajian foi o melhor de qualquer um deles.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Philadelphia Union com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de New York City ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o New York City lida com um homem que quer outro país.
Chris Brady esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Malcolm Fry. 1‑0 sobre o CF Montreal, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel23/08/2032
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Harvey Sarajian está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Malcolm Fry, e o treinador deixou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Avaliado com 7.56. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Inter Miami CF tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $911.9K do que o New York City pagou por Iago é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Direção09/08/2032
O New York City fecha o mercado com um plantel feito por si
21 entradas e 25 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O New York City ofereceu $190.0K; o San Diego Football Club disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Plantel09/08/2032
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adam Saldana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Chicago Fire vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Santiago García pré-acordou a mudança para o New York City, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Jonathan Gómez fica onde está
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Petar Musa produziu-o, e o 8.64 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no LA Galaxy ninguém diz, e no New York City ninguém gosta de estar a adivinhar.
David Douděra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adam Saldana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O New York City perguntou e o San Diego Football Club disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O New York City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de New York City ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Chris Brady e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/07/2032
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adam Saldana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no New York City sabem-no.
29 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O New York City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.91 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o New York City lida com um homem que quer outro país.
David Douděra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel21/06/2032
Adam Saldana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco21/06/2032
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Daniel Brooks, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O New York City sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
36 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O New York City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de New York City ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Chris Brady e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Já são 50 pelo clube, cada um arquivado na memória de alguém com uma data e um resultado. É sobre números assim que os adeptos vão discutir daqui a vinte anos.
Plantel14/06/2032
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Harvey Sarajian está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco14/06/2032
David Douděra tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no New York City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.