“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Francs Borains, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Fredericks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Francs Borains perguntou e o Union SG disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Jeovanni Dianganga e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Romain Vanhoutte e o Francs Borains acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Perguntou-se ao Anderlecht se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoRayan Berberi tornou-se um homem de confiança do treinador
Pjotr Kestens e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/06/2028
Palavras no treino do Francs Borains sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Fredericks está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Francs Borains perguntou e o RWDM disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma sondagem ao Union SG para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Westerlo para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Francs Borains joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Joris Gouache, e o treinador deixou.
A proposta do Lokeren-Temse por Jarno Libert foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Fredericks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Francs Borains ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dender fica com o seu homem, e o Francs Borains volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Francs Borains coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma sondagem ao Racing Genk para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Francs Borains já telefonou ao RAAL La Louviere. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Subida confirmada e matemática, e uma cidade que hoje não vai dormir muito. Tenha esta época tido o que teve, termina uma divisão acima de onde começou.
A proposta do Anderlecht por Denilho Cleonise foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Francs Borains podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Fredericks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jeovanni Dianganga esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O telefone voltou a tocar por causa de Jarno Libert, e desta vez do outro lado está o Lokeren-Temse. No Francs Borains ouvem com educação e não prometem nada.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Francs Borains foi explícito quanto à situação de Ahmed Sharahili, o que é mais do que muitos recebem.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Francs Borains beneficiou disso.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o outro clube fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Plantel29/05/2028
Uma lesão muscular afasta Kyliann Fofana durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Francs Borains vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Fredericks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Fernando Monarrez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Rayan Berberi está nela.
O Francs Borains fez saber ao mercado que Rayan Berberi está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Em resumo
O bancoPhilipp Wydra pede uma conversa com o treinador
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel22/05/2028
Palavras no treino do Francs Borains sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Fredericks está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ahmed Sharahili e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Francs Borains ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Ryan Sanusi lesiona os ligamentos do joelho — 134 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 134 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Francs Borains é como lidar com um homem a quem deve muito.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carlos Forbs estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Francs Borains, mais uma semana sem a assinatura de Jeovanni Dianganga.
Ryan Fredericks desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Anton Dupont e o Francs Borains acertam mais 3 anos.
Plantel01/05/2028
11 caras novas e o Francs Borains ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Néhémie Lurika treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Carlos Forbs desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Philipp Wydra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Francs Borains. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Francs Borains gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
16 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Francs Borains falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Uma média de 7.33 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
46 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.
Plantel17/04/2028
Carlos Forbs desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 87. O RSCA Futures tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Francs Borains fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
69 pontos e ninguém por cima. A palavra ainda não se diz à volta do estádio, e pensa-se em todas as cadeiras.
Plantel10/04/2028
28 dias de fora para Joserra depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Francs Borains vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Lyam Hodiamont não precisou: 7.81, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
A primeira derrota em 7 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Jong Genk; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Fredericks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Francs Borains sabem-no.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 86. O Jong Genk tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Ninguém quer jogar contra o Francs Borains neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
14 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
1 para Maxime Bastian, avaliado com 7.90, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Francs Borains vai falar em 16 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
16 golos e uma média de 7.32 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Plantel20/03/2028
Palavras no treino do Francs Borains sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Fredericks está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Francs Borains coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ryan Fredericks e o Francs Borains acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
15 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
Plantel06/03/2028
Palavras no treino do Francs Borains sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlos Forbs está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kyliann Fofana treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Martin Lecolier apontou a data.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Francs Borains tem 4 vitórias seguidas dela.
Plantel28/02/2028
Ryan Fredericks desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Simone Ardizzone esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco28/02/2028
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Christian Meunier, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
O Francs Borains torna a sua casa um sítio difícil de visitar
13 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Jogo19/02/2028
Ninguém quer jogar contra o Francs Borains neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Francs Borains é como lidar com um homem a quem deve muito.
Plantel21/02/2028
Carlos Forbs desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Francs Borains coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Plantel7 caras novas e o Francs Borains ainda se está a conhecer
Dribles concretizados: 31. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
12 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Direção07/02/2028
O Francs Borains fecha o mercado com um plantel feito por si
7 entradas e 5 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Francs Borains coisas que levam mais de uma semana a retirar.
14 golos e uma média de 7.31 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Plantel07/02/2028
Ryan Fredericks desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Francs Borains ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Francs Borains vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Waasland-Beveren pode já não estar a vender.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Jeovanni Dianganga está a viver essa versão no Francs Borains, e costuma notar-se no primeiro mês.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no KAA Gent ninguém diz, e no Francs Borains ninguém gosta de estar a adivinhar.
A perseguição a Joris Gouache terminou com $400.0K a mudar de mãos e o Patro Eisden sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
A verba é $380.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Lokeren-Temse negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Fredericks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Elyèss Dao não precisou: 7.97, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Francs Borains podem fingir não ter ouvido.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Francs Borains estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
13 golos e uma média de 7.29 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Plantel03/01/2028
Ryan Fredericks desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Elyèss Dao não precisou: 7.89, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
O Eupen obrigou o Francs Borains a suar, mas no fim o marcador dizia 3‑2 e a tabela não pergunta como.
Plantel27/12/2027
Palavras no treino do Francs Borains sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Fredericks está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.26 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 9 ações combinadas e uma nota de 7.40, e nenhuma delas entrará num resumo.
Em resumo
DireçãoOs salários engolem 99% das receitas do Francs Borains
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Carlos Forbs produziu-o, e o 8.17 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Plantel06/12/2027
Ryan Fredericks desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Francs Borains ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 21 anos do Francs Borains que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
Em resumo
DireçãoO Francs Borains liberta $319.1K para o treinador
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Francs Borains pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Fredericks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Simone Ardizzone esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Francs Borains foi explícito quanto à situação de Tristen Alliet, o que é mais do que muitos recebem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dorian Dessoleil treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Olympic Charleroi com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Francs Borains admitiria. Nota-se aos sábados.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carlos Forbs estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Francs Borains coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Pjotr Kestens sai dessa comparação dentro da equipa, e o Francs Borains beneficiou de cada uma dessas tardes.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco08/11/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Christian Meunier não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Francs Borains também ninguém o escondia.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Lommel defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Francs Borains ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Em resumo
Notas dos jogadoresA única coisa que Pjotr Kestens não conseguiu
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Abdoul Diop marcou ao minuto 89, o Club NXT já pensava na viagem de regresso, e o Francs Borains levou tudo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Fredericks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Francs Borains coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kjell Peersman, e o treinador deixou.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel04/10/2027
Palavras no treino do Francs Borains sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Fredericks está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Francs Borains sabem-no.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Abdoul Diop tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
O prémio é pouca coisa com um significado pesado: durante quatro semanas ninguém neste escalão fez melhor o seu trabalho. Francs Borains têm o troféu numa prateleira e o jogador na equipa.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Francs Borains disse a Elyèss Dao que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Philipp Wydra produziu-o, e o 8.23 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Plantel13/09/2027
Palavras no treino do Francs Borains sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Fredericks está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Carlos Forbs tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Francs Borains já se começa a dizer o nome dele no passado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Fredericks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ahmed Sharahili e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Francs Borains perguntou e o Union SG disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Francs Borains perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Vitesse ninguém diz, e no Francs Borains ninguém gosta de estar a adivinhar.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Ryan Fredericks compromete-se com o Francs Borains por mais 2 anos.
Plantel09/08/2027
Carlos Forbs desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ahmed Sharahili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Racing Genk fica com o seu homem, e o Francs Borains volta a uma lista com um nome riscado.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
5 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Eupen foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Dorian Dessoleil lesiona os ligamentos do joelho — 30 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Francs Borains pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ryan Fredericks e o Francs Borains acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel02/08/2027
Palavras no treino do Francs Borains sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Fredericks está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Francs Borains sabem-no.
O Francs Borains perguntou e o Club Brugge disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A proposta do Beerschot por Jovan Mituljikić foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Francs Borains perguntou e o Charleroi disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Fredericks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ahmed Sharahili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dorian Dessoleil, e o treinador deixou.
O Francs Borains já telefonou ao KV Kortrijk. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ahmed Sharahili treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco12/07/2027
Adrian Troć tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Francs Borains dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Francs Borains. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Francs Borains, e não vai ser retirado.
O Union SG pagou $1.1M e o Francs Borains aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Plantel28/06/2027
Ryan Fredericks desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Francs Borains coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Corenthyn Lavie tem a sua resposta do Francs Borains; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Francs Borains. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
O Francs Borains fez saber ao mercado que Levi Malungu está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
O Beerschot pagou $1.5M e o Francs Borains aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
O nome de Aboubacar Ali apareceu em conversas de que o Francs Borains não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel21/06/2027
Palavras no treino do Francs Borains sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Fredericks está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ahmed Sharahili e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Francs Borains perguntou e o Club Brugge disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martin Lecolier, e o treinador deixou.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Francs Borains já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Francs Borains, e não vai ser retirado.
O KAA Gent paga $2.1M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
Plantel14/06/2027
Ryan Fredericks desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Francs Borains perguntou e o KAA Gent disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Francs Borains não o segura a fingir o contrário.
O Francs Borains já telefonou ao Club Brugge. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
24 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Francs Borains perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do Cercle Brugge por Mathias Fixelles foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Francs Borains fez a parte difícil com o Club Brugge, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Plantel07/06/2027
Palavras no treino do Francs Borains sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Fredericks está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Francs Borains coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma sondagem ao Club Brugge para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
39 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Francs Borains perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel24/05/2027
Ryan Fredericks desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ahmed Sharahili e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel24/05/2027
Jarno Libert sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ahmed Sharahili treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
O bancoO treinador faz uma promessa a Levi Malungu
48 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Francs Borains perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Fredericks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ahmed Sharahili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Francs Borains vai falar em 16 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ahmed Sharahili treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Adrian Troć está nela.
55 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Francs Borains perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Fredericks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ryan Fredericks, e o treinador deixou.
Enoha Bontems e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Sébastien Dewaest apontou a data.
62 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Francs Borains perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel03/05/2027
Palavras no treino do Francs Borains sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Fredericks está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Francs Borains coisas que levam mais de uma semana a retirar.
69 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Francs Borains perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Fredericks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Francs Borains, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Mondy Prunier apontou a data.
76 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Francs Borains perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Fredericks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Francs Borains daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Lokeren-Temse segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Francs Borains, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
Noah Diliberto lesiona os ligamentos do joelho — 83 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 83 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Fredericks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Francs Borains sabem-no.
Uma média de 7.20 na época, com 8 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
93 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Francs Borains perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Toda a gente no Francs Borains viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 35 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Plantel05/04/2027
Ryan Fredericks desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Adnan Nainggolan é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Yannick Kompany é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Charles Kompany é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Noah Diliberto lesiona os ligamentos do joelho — 100 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 100 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Direção29/03/2027
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Francs Borains
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Fredericks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ahmed Sharahili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dorian Dessoleil treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Jarno De Smet: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Francs Borains a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Sébastien Dewaest apontou a data.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
108 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Francs Borains perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 9 jogos sem derrota são uma base que o Francs Borains não tinha no outono.
Plantel22/03/2027
Ryan Fredericks desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Francs Borains, e 2 jogos em 7 dizem que merece ser ouvido.
Enoha Bontems esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco22/03/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Christian Meunier não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Francs Borains também ninguém o escondia.
Uma média de 7.20 na época, com 3 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Olympic Charleroi defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Ninguém no Francs Borains sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
116 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Francs Borains perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
7 jogos sem perder, e depois o Waasland-Beveren. No estádio ninguém fingia que ia durar para sempre; também ninguém esperava que acabasse aqui.
Plantel15/03/2027
Palavras no treino do Francs Borains sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Fredericks está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Philipp Wydra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Francs Borains, e 9 jogos em 31 dizem que merece ser ouvido.
131 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Francs Borains perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Dribles concretizados: 31. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Francs Borains está a esgotar-se.
Massimo Bruno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/03/2027
Ryan Fredericks desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yannick Pandor, e o treinador deixou.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
139 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Francs Borains perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Francs Borains pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel22/02/2027
Palavras no treino do Francs Borains sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Fredericks está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Francs Borains fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
131 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Francs Borains perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Massimo Bruno e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Fredericks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Noah Diliberto, e o treinador deixou.
Sébastien Dewaest lesiona os ligamentos do joelho — 138 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 138 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Fredericks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Francs Borains coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Charles Courtois passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Kevin Kompany passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
145 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Francs Borains perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.19 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
7.96, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Direção01/02/2027
O prazo passa com 2 contratações e 3 saídas
Está feito o negócio no Francs Borains até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Fredericks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Francs Borains perguntou e o Tromso disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Denilho Cleonise no seu melhor
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Francs Borains, e não vai ser retirado.
A perseguição a Jarno De Smet terminou com $1.1M a mudar de mãos e o Lierse sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Jarno De Smet era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $1.1M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Fredericks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 31. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
As bancadas18/01/2027
Os adeptos revoltam-se com a venda de Jordy Soladio por $3.9M
Vai para o Racing Genk, o clube tem $3.9M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Francs Borains podem fingir não ter ouvido.
A verba é $160.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O KV Kortrijk negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Plantel18/01/2027
Ryan Fredericks desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Racing Genk fica com o seu homem, e o Francs Borains volta a uma lista com um nome riscado.
Verba acordada, salário acordado, e o Racing Genk à espera com uma camisola. No Francs Borains ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
As bancadas11/01/2027
Os adeptos revoltam-se com a venda de Lucas Lima por $570.0K
Vai para o Waasland-Beveren, o clube tem $570.0K que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Francs Borains, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Francs Borains coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Waasland-Beveren paga $570.0K, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
Toda a gente no Francs Borains viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 35 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Em resumo
PlantelRyan Fredericks desentende-se com um colega por causa das exigências
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Francs Borains podem fingir não ter ouvido.
Massimo Bruno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel04/01/2027
Palavras no treino do Francs Borains sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Fredericks está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Francs Borains perguntou e o Anderlecht disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Francs Borains sabem-no, e também todos os que o veem.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Francs Borains, mais uma semana sem a assinatura de Denilho Cleonise.
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Alvos de mercadoUm empréstimo de Kjell Peersman está em marcha