O Persebaya vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O PSM foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Fabricio Pérez não precisou: 7.99, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.05 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do PSM, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Dewa United, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel19/07/2027
Latrell Aken desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aloísio Soares e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Verba acordada, salário acordado, e o Persebaya à espera com uma camisola. No PSM ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O PSIM tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Fabricio Pérez não precisou: 8.44, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Uma média de 7.29 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O PSM sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Fabricio Pérez, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.20
Um 8.20 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lars Veldwijk, e o treinador deixou.
34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O PSM perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 2, 25 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Luka Čumić marcou ao minuto 87, o Bali United já pensava na viagem de regresso, e o PSM levou tudo.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Fabricio Pérez não precisou: 8.08, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do PSM, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Victor Dethan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no PSM as despedidas começaram em silêncio.
Uma média de 7.00 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. PSM têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Aloísio Soares e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Em resumo
Notas dos jogadoresLuka Čumić jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No PSM ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel22/03/2027
Fabricio Pérez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O PSIM vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O PSM foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
7 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
5 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fabricio Pérez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.01 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do PSM, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lars Veldwijk e o PSM acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel08/03/2027
Gilang Ardha consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Gilang Ardha acabou de assinar pelo PSM e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSM coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 50. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Plantel01/03/2027
Fabricio Pérez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aloísio Soares esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco01/03/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Kurniawan Darmawan, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Hilman Syah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Sheriddin Boboev está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yuran Lopes, e o treinador deixou.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Syahrul Lasinari apontou a data.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Rasyid Bakri pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O PSM sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Um golo e uma assistência para Kodai Tanaka — 7.97
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.97 ao lado do nome.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lars Veldwijk, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mufli Hidayat está nela.
Hilman Syah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jacques Thémopelé, e o treinador deixou.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.22 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 17, saíram 1, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O negócio que levaria Fahrul Aditia para o Persijap caiu na fase final e ele reapresenta-se no PSM com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
$110.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Maluku Utara United pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O PSM perguntou e o Santos disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Hilman Syah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Um 2‑0 sobre o Bhayangkara Presisi, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Bhayangkara Presisi tentou reorganizar-se, o PSM não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.