Rasyid Bakri lesiona os ligamentos do joelho — 92 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 92 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
7.39, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Hilman Syah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/02/2027
Dušan Lagator desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em PSM, e 1 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Andri Jaya sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
99 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O PSM perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
1 para Sávio, avaliado com 7.90, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Sheriddin Boboev. 2‑0 sobre o PSBS Biak, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
106 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O PSM perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.75 para o resto.
O PSM perguntou e o Persis disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dušan Lagator estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Arkhan Kaka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O PSM ficou sem tempo com o Bhayangkara Presisi. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Andri Santoso está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
117 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O PSM perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O PSM e o Bhayangkara Presisi acertaram em $250.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No PSM ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Direção01/02/2027
O prazo passa com 8 contratações e 5 saídas
Está feito o negócio no PSM até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O PSM fez a parte difícil com o Dewa United, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A camisola ainda lhe serve. Hamza Ougnou está de volta ao PSM, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
As bancadas01/02/2027
O PSM gasta $780.0K na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $780.0K por Ezra Walian, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dušan Lagator está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
$140.0K. Nenhum jogador custou tanto ao PSM, e a exigência chega com ele.
Plantel25/01/2027
Rasyid Bakri lesiona os ligamentos do joelho — 124 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 124 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alvos de mercado25/01/2027
$780.0K põem os clubes de acordo sobre Ezra Walian
O Persik aceitou o dinheiro. O que o PSM ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Daisuke Sakai foi-se, as contas têm $1.8M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Hilman Syah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ambrizal Umanailo era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $140.0K. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Verba acordada, salário acordado, e o Persijap à espera com uma camisola. No PSM ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Alvos de mercado18/01/2027
Verba fechada, faltam as condições de Dikri Yusron
O PSM e o Bali United acertaram em $51.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dušan Lagator estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Abdullah Batal compromete-se com o PSM por mais 3 anos.
O banco18/01/2027
Hilman Syah tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no PSM dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Andritany Adhiyasa tem 35 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O PSM sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O PSM perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O PSM perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Jacques Thémopelé foi-se, as contas têm $320.0K a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
O PSM foi ao Persijap com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSM coisas que levam mais de uma semana a retirar.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O PSM perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do PSM, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSM coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Semen Padang fica com o seu homem, e o PSM volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rizky Eka, e o treinador deixou.
37 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O PSM perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Hilman Syah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dušan Lagator estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O banco28/12/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Gledson
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Aloísio Soares. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Gledson lesiona os ligamentos do joelho — 44 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 44 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel21/12/2026
Dušan Lagator desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Fahrul Aditia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hilman Syah está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kodai Tanaka assinar alguma coisa — um contrato no PSM ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Gledson lesiona os ligamentos do joelho — 52 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 52 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Rifky Dwi Septiawan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Luka Čumić. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Agung Mannan apontou a data.
59 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O PSM perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel07/12/2026
Dušan Lagator desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Rifky Dwi Septiawan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Gledson lesiona os ligamentos do joelho — 67 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 67 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Hilman Syah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel30/11/2026
Dušan Lagator desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
74 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O PSM perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Hilman Syah e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco23/11/2026
Hilman Syah tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no PSM dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Agung Mannan, e o treinador deixou.
82 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O PSM perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Hilman Syah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelDušan Lagator desentende-se com um colega por causa das exigências
89 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O PSM perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSM coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luka Čumić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O PSM sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em PSM, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoO treinador faz uma promessa a Agung Mannan
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Luka Čumić
97 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O PSM perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Rifky Dwi Septiawan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Hilman Syah e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/10/2026
Dušan Lagator desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco26/10/2026
Hilman Syah tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no PSM dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Aloísio Soares assinar alguma coisa — um contrato no PSM ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dušan Lagator estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dušan Lagator, e o treinador deixou.
Rifky Dwi Septiawan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco19/10/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑4 Andri Jaya saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
2 defesas não encerram a discussão sobre de quem foi a culpa, e a discussão vai durar a semana toda. Os guarda-redes carregam estes resultados, cause-os quem os causar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSM coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Muhammad Arfan, e o treinador deixou.
Segue-se o Dewa United, e há um homem no balneário do PSM que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O PSM sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o PSM terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Agung Mannan apontou a data.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Luka Čumić produziu-o, e o 8.34 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Hilman Syah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dušan Lagator estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Andri Jaya depois do empate por 2‑2, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Hilman Syah e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel28/09/2026
Luka Čumić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Reza Arya Pratama, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Persija.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Persib? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
O negócio que levaria Fahrul Aditia para o Persijap caiu na fase final e ele reapresenta-se no PSM com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Hilman Syah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Disseram uma coisa a Jacques Thémopelé e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Segue-se o Persib, e há um homem no balneário do PSM que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 90. O Persijap vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Sávio marcou, foi avaliado com 7.79 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Mercado14/09/2026
Tão perto: a transferência de Sávio morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Bali United seguiu em frente, Sávio apresenta-se de volta no PSM, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luka Čumić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Rifky Dwi Septiawan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
PlantelKodai Tanaka estreia-se finalmente a marcar
Verba acordada, salário acordado, e o Bali United à espera com uma camisola. No PSM ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Hilman Syah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Persija queria mais do que $32.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luka Čumić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O PSM perguntou e o Chapecoense disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $34.1K — um clube que quer Ilhamsyah ao ponto de perguntar duas vezes.
O PSM ofereceu $33.0K; o Madura United disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Santos fica com o seu homem, e o PSM volta a uma lista com um nome riscado.
Aloísio Soares e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Andri Jaya podia dar-se ao luxo de ser generoso.
0‑0 frente ao Dewa United, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Sávio marcou, foi avaliado com 7.98 e voltou antes de alguém dar pela falta.
A proposta do Madura United por Sávio foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $11.4K — um clube que quer Rangga Muslim ao ponto de perguntar duas vezes.
Hilman Syah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Semen Padang queria mais do que $32.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Arkhan Kaka fica onde está
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $34.1K — um clube que quer Dony Tri Pamungkas ao ponto de perguntar duas vezes.
A proposta seguiu esta semana para o Dewa United, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSM coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Bali United queria mais do que $26.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luka Čumić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $34.1K — um clube que quer Asyraq Gufron ao ponto de perguntar duas vezes.
A proposta seguiu esta semana para o Semen Padang, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta seguiu esta semana para o Madura United, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cruzeiro fica com o seu homem, e o PSM volta a uma lista com um nome riscado.
A formação existe exatamente para esta manhã. Agung Hidayat passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Hilman Syah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Čumić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O PSM perguntou e o Náutico disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Um 1‑0 sobre o Maluku Utara United, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.