A série sem derrotas chega aos 19 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O Audace Cerignola está fora e o Inter segue em frente, com um 2‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
O Modena vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Inter foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 1 no marcador, 7.27 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
12 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.67 para o resto.
5 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Dario Fortunato lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Sassuolo ofereceu $120.0K; o Hellas Verona disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Duje Ćaleta-Car esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Inter fica com o seu homem, e o Sassuolo volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mirko Antonucci estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Antevisão11/09/2028
O Sassuolo mede-se com a equipa que todos perseguem
O Napoli chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Luca Lipani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Inter fica com o seu homem, e o Sassuolo volta a uma lista com um nome riscado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sassuolo, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jay Idzes. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O banco14/08/2028
Yeferson Paz tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sassuolo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sassuolo, mais uma semana sem a assinatura de Flavio Junior Bianchi.
Em resumo
O bancoO treinador faz uma promessa a Cas Odenthal
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Inter, e não vai ser retirado.
A proposta do Flamengo por David Neres foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Inter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/07/2028
Uma lesão muscular afasta Yanis Massolin durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Inter vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Inter admitiria. Nota-se aos sábados.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Inter. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
A verba é $11.8M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Cittadella negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
A proposta seguiu esta semana para o Benevento, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Vai para o Fiorentina, o clube tem $15.6M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Mirko Antonucci acabou de assinar pelo Sassuolo e, por uma vez, a resposta importava.
As bancadas19/06/2028
O Sassuolo gasta $11.8M na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $11.8M por Mirko Antonucci, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
Posição 2, 88 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Francesco Pio Esposito produziu-o, e o 8.83 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Inter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Inter não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma média de 7.43 na época, com 30 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Federico Dimarco e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Inter lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Torino fica com o seu homem, e o AS Roma volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta do Cremonese por Gianluca Mancini foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Verba acordada, salário acordado, e o Benevento à espera com uma camisola. No AS Roma ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
$8.7M era o máximo que o clube pagaria, e o Torino pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Reggiana tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Não há pior forma de perder um futebolista. Christian Mariani pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Inter e o Lazio acertaram em $15.4M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O Inter foi ao Torino com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A perseguição a Mattia Zaccagni terminou com $12.7M a mudar de mãos e o Lazio sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Inter, e não vai ser retirado.
$9.8M era o máximo que o clube pagaria, e o Parma pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel10/01/2028
Donyell Malen consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Donyell Malen acabou de assinar pelo Inter e, por uma vez, a resposta importava.
O AS Roma perguntou e o Inter disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A proposta seguiu esta semana para o Torino, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de AS Roma ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Inter foi ao Udinese com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A proposta do AS Roma por Francesco Pio Esposito foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Inter estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Gianluca Mancini e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no AS Roma sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Niccolò Pisilli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco27/12/2027
Santiago Castro tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no AS Roma dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Matías Soulé esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Niccolò Pisilli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Gianluca Mancini esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do AS Roma daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Latina segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Niccolò Pisilli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Matías Soulé assinar alguma coisa — um contrato no AS Roma ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no AS Roma admitiria. Nota-se aos sábados.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Antonio Arena
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No AS Roma ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel25/10/2027
Niccolò Pisilli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Um erro de guarda-redes não tem defesa atrás que o limpe. Soube-o antes de a bola passar a linha, o estádio soube-o um segundo depois, e esta noite não há nada que alguém possa dizer.
Disseram uma coisa a Angeliño e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Santiago Castro está nela.
20 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Roma perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O negócio que levaria Santiago Castro para o Olympique Lyonnais caiu na fase final e ele reapresenta-se no AS Roma com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Santiago Castro e o AS Roma acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Gianluca Mancini esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 12 ações combinadas e uma nota de 6.91, e nenhuma delas entrará num resumo.
Um ponto arrancado aos 92 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel20/09/2027
17 caras novas e o AS Roma ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Roma perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O AS Roma ofereceu $97.8M; o Manchester City disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AS Roma perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de AS Roma ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Roma perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta seguiu esta semana para o Manchester City, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta do OGC Nice por Santiago Castro foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Torino, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Direção06/09/2027
O AS Roma fecha o mercado com um plantel feito por si
18 entradas e 36 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $9.8M — um clube que quer Nathan Patterson ao ponto de perguntar duas vezes.
Matías Soulé esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
48 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Roma perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A perseguição a Mao Hosoya terminou com $41.4M a mudar de mãos e o Tottenham sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Newcastle United não queria vender e o número é a razão por que o fez. $20.4M por Marvin Keller, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
Plantel30/08/2027
Marvin Keller consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Marvin Keller acabou de assinar pelo AS Roma e, por uma vez, a resposta importava.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
As bancadas30/08/2027
Os adeptos revoltam-se com a venda de Evan N'Dicka por $80.3M
Vai para o Club Brugge, o clube tem $80.3M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
56 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Roma perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O AS Roma e o Tottenham acertaram em $41.4M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
A proposta do Antwerp por Antonio Arena foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Matías Soulé e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Direção23/08/2027
6 jogadores da formação recebem número de equipa principal no AS Roma
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
64 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Roma perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AS Roma perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No AS Roma ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Niccolò Pisilli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
72 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Roma perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Gianluca Mancini não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A proposta do Palermo por Evan N'Dicka foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Gianluca Mancini e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ante Rebić e o AS Roma acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do AS Roma sobre quem trabalha
80 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Roma perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AS Roma perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Evan N'Dicka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
89 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Roma perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A verba é $41.6M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Atalanta negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Plantel26/07/2027
Franck Kessié consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Franck Kessié acabou de assinar pelo AS Roma e, por uma vez, a resposta importava.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Devis Vásquez quer futebol continental; se o AS Roma o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Como fica com o seu homem, e o AS Roma volta a uma lista com um nome riscado.
22 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Donyell Malen lesiona os ligamentos do joelho — 97 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 97 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Monza à espera com uma camisola. No AS Roma ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lautaro Vargas está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco19/07/2027
Nahuel Molina tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no AS Roma dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Khvicha Kvaratskhelia. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
106 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Roma perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta seguiu esta semana para o Atalanta, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Roma já se começa a dizer o nome dele no passado.
O AS Roma perguntou e o Atalanta disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Wesley e o AS Roma acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $48.9M — um clube que quer Franck Kessié ao ponto de perguntar duas vezes.
Matías Soulé esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
113 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Roma perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel05/07/2027
Lennon Miller consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Lennon Miller acabou de assinar pelo AS Roma e, por uma vez, a resposta importava.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
A proposta do Livorno por Antonio Arena foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O AS Roma perguntou e o Benfica disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Disseram uma coisa a Evan N'Dicka e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
123 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Roma perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O AS Roma fez a parte difícil com o Udinese, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Juan David Arizala agiu, no AS Roma, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o AS Roma lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Gianluca Mancini esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Em resumo
O bancoSantiago Castro tornou-se um homem de confiança do treinador
Gianluca Mancini e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Santiago Castro tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Dribles concretizados: 15. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
O banco17/05/2027
Evan N'Dicka tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no AS Roma dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Fabio Altieri sobre uma tarde de 3‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Paulo Dybala e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Emprestados12/04/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Artem Dovbyk
14 golos em 30 jogos no Bologna — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No AS Roma alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no AS Roma sabem-no.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
O banco12/04/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Fabio Altieri não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do AS Roma também ninguém o escondia.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Santiago Castro está nela.
9 golos em 28 jogos no Benevento — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No AS Roma alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Slim Bouaskar, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS Roma, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
4.º lugar, 56 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.13 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Paulo Dybala e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 5 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.