Colocado numa posição que não é a sua, ou substituído antes da hora uma vez de mais: Liam van Nistelrooij deixou claro que não gosta da forma como o PSV o está a utilizar. Os treinadores sabem destas coisas muito antes da imprensa.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
5 golos em 7 jogos no Ravenna — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No PSV alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o De Graafschap? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nick Olij, e o treinador deixou.
Colocado numa posição que não é a sua, ou substituído antes da hora uma vez de mais: Ivan Perišić deixou claro que não gosta da forma como o PSV o está a utilizar. Os treinadores sabem destas coisas muito antes da imprensa.
Em resumo
As bancadasA imprensa encontrou o seu homem em Guus Til
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Joey Veerman, e o treinador deixou.
Cada estreia é uma pequena história sobre o futuro: Liam van Nistelrooij, 18 anos, saído dos campos da formação para a equipa principal. Os pais, na bancada, vão guardar o programa do jogo.