A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O FCSB perdeu-o em tudo menos nos papéis.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Zbrojovka Brno ninguém diz, e no FCSB ninguém gosta de estar a adivinhar.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
O FCSB ofereceu $390.0K; o CFR Cluj disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Plantel21/08/2028
George Deac consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. George Deac acabou de assinar pelo FCSB e, por uma vez, a resposta importava.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zbrojovka Brno fica com o seu homem, e o FCSB volta a uma lista com um nome riscado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FCSB, e não vai ser retirado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O FCSB fez a parte difícil com o Zbrojovka Brno, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Abraham Marcus esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Astra queria mais do que $390.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O FCSB perguntou e o Levski disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Abraham Marcus e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juri Cisotti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Pogon fica com o seu homem, e o FCSB volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ştefan Târnovanu, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Luka Kukić e o FCSB acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
Plantel10 caras novas e o FCSB ainda se está a conhecer
O bancoA vista do banco
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Abraham Marcus
Verba acordada, salário acordado, e o KR à espera com uma camisola. No FCSB ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. Joshua Ajala chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
A primeira derrota em 10 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Viitorul; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o FCSB lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No FCSB ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Zaidu Sanusi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel31/07/2028
Juri Cisotti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Joshua Ajala era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $6.6M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
$6.6M em cima da mesa do Colchester United. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
A direção prendeu por mais tempo o homem do banco, e isso diz mais do que qualquer comunicado de apoio. A estabilidade promete-se com facilidade e mantém-se a peso de ouro.
Juri Cisotti e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção24/07/2028
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do FCSB
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Ciprian Keseru está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Mercado24/07/2028
Um dos nossos: Marius Nita junta-se à equipa principal do FCSB
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Marius Nita é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
O Mamelodi Sundowns queria mais do que $14.4M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Răzvan Udrea parte para o CFR Cluj num negócio de $370.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.
Plantel17/07/2028
Juri Cisotti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
George Deac esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ofri Arad. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
O Atlético Mineiro queria mais do que $10.0M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FCSB, e não vai ser retirado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de FCSB ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Juri Cisotti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma sondagem ao Omonoia para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
9 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O FCSB pagou $5.7M por Adrian Mazilu, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
Abraham Marcus esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Adrian Mazilu do Astra por $5.7M, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o FCSB sabe em que fase está.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O FCSB vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o FCSB beneficiou disso.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juri Cisotti estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Risto Radunović lesiona os ligamentos do joelho — 37 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 37 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel08/05/2028
27 dias de fora para Ianis Ratiu depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O FCSB vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FCSB, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
61 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O FCSB perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FCSB ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O banco17/04/2028
Carlos Mora tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FCSB dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FCSB, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O FCSB sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
68 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FCSB perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de FCSB ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
George Deac e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Daniel Bîrligea está nela.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no FCSB essa pergunta é mais difícil de responder.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Abraham Marcus
78 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O FCSB perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Zaidu Sanusi e o FCSB acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FCSB coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco03/04/2028
Juri Cisotti tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FCSB dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Octavian Popescu subiu nela.
Mercado03/04/2028
Rémy Riou traz os cabelos brancos que faltavam ao FCSB
Aos 40, já viu todas as situações que esta época pode produzir, duas vezes. As pernas serão geridas; a compra é a cabeça.
86 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O FCSB perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o FCSB lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Juri Cisotti e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco27/03/2028
Zaidu Sanusi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FCSB dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ofri Arad. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Antonio Espigares apontou a data.
Duas horas por semana com um professor, que é a coisa menos glamorosa do FCSB e a que decide se um reforço estrangeiro ainda cá está daqui a dois anos.
95 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FCSB perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. George Deac será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FCSB as despedidas começaram em silêncio.
O banco20/03/2028
Carlos Mora tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FCSB dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do FCSB que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do FCSB que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Antonio Espigares apontou a data.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Mamadou Thiam não desaparece
102 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O FCSB perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FCSB, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o FCSB não tem uma boa resposta.
«Agora vejo os treinos de outra maneira. Dou por mim a pensar porque estamos a fazer aquele exercício.» Aos 34, foi assim que quase todos os que hoje estão num banco começaram.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O FCSB vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. George Deac será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FCSB as despedidas começaram em silêncio.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
As regras permitem-no e dói na mesma. George Deac acertou condições com o Dinamo Bucharest para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Dribles concretizados: 22. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Notas dos jogadores21/02/2028
Dorin Coman fez o trabalho que ninguém conta — 7.08
14 ações combinadas e 7.08. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do FCSB já se começa a dizer o nome dele no passado.
O negócio que levaria Octavian Popescu para o CFR Cluj caiu na fase final e ele reapresenta-se no FCSB com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Aymen Boutoutaou compromete-se com o FCSB por mais 4 anos.
Plantel14/02/2028
Juri Cisotti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
George Deac e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O FCSB vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Petrolul à espera com uma camisola. No FCSB ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
O CFR Cluj queria mais do que $170.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juri Cisotti estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco24/01/2028
Zaidu Sanusi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FCSB dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FCSB, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no FCSB falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A perseguição a Ştefan Bană terminou com $530.0K a mudar de mãos e o Petrolul sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Viitorul queria mais do que $310.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Antonio Espigares esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco17/01/2028
Daniel Bîrligea tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FCSB dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Risto Radunović pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no FCSB falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Casa Pia fica com o seu homem, e o FCSB volta a uma lista com um nome riscado.
$730.0K era o máximo que o clube pagaria, e o CFR Cluj pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel03/01/2028
Juri Cisotti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O FCSB vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juri Cisotti estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
George Iancu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco27/12/2027
Zaidu Sanusi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FCSB dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O FCSB sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O FCSB vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FCSB coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco20/12/2027
Daniel Bîrligea tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FCSB dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FCSB, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O FCSB sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o FCSB terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No FCSB ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no FCSB falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FCSB coisas que levam mais de uma semana a retirar.
2 golos em vinte minutos com Daniel Bîrligea no meio de tudo, e o Pandurii sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Segue-se o Dinamo Bucharest, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresAbraham Marcus passa por eles um de cada vez
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no FCSB falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
0‑0 frente ao Benfica, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Antonio Espigares esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. Antonio Espigares chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no FCSB já sabem disso.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no FCSB falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Vitória por 2‑0 sobre o Pandurii, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ştefan Târnovanu e o FCSB acertam mais 5 anos.
Plantel22/11/2027
Juri Cisotti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mamadou Thiam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Zaidu Sanusi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/11/2027
Juri Cisotti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O FCSB não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FCSB perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
2‑2 frente ao VfB Stuttgart, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.02 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
1 para Zaidu Sanusi, avaliado com 7.85, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 6 jogos sem derrota são uma base que o FCSB não tinha no outono.
Plantel25/10/2027
Juri Cisotti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Dylan Batubinsika chama-lhe outra coisa em privado.
George Deac lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 2, 24 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O FCSB não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No FCSB sabem-no, e também todos os que o veem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Carlos Mora está nela.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Viitorul? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Em resumo
Notas dos jogadoresA única coisa que Daniel Bîrligea não conseguiu
37 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O FCSB perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Stade Rennais continuou a vir porque nada o travou, e ao FCSB vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
23 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de FCSB ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Juri Cisotti e o FCSB acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juri Cisotti estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um dérbi nunca é só futebol, mas o futebol ajudou: 1‑0, e a bancada visitante esvaziou cedo. O direito de mandar bocas fica renovado por mais uma época.
45 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FCSB perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FCSB coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Metade do calendário jogado, 2.º lugar, 20 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
O banco27/09/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Alexandru Coman, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
O banco27/09/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Abraham Marcus
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Daniel Bîrligea está nela.
52 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FCSB perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
1‑2 perante o nível do Benfica. Ninguém vai fingir que isto é um escândalo: a distância é real, é mensurável, e encurtá-la é um projeto e não uma palestra.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o FCSB lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Baba Alhassan e o FCSB acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juri Cisotti estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o FCSB será julgado por uma única coisa.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O CFR Cluj fica com o seu homem, e o FCSB volta a uma lista com um nome riscado.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o FCSB sabe em que fase está.
O FCSB torna a sua casa um sítio difícil de visitar
15 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FCSB, e não vai ser retirado.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Abraham Marcus e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Alexandru Pantea tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FCSB coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A proposta do Pandurii por Octavian Popescu foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FCSB, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O FCSB fez a parte difícil com o Universitatea Craiova, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Siyabonga Ngezana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O treinador reorganizou as ideias e Ofri Arad saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de Aymen Boutoutaou
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no FCSB
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FCSB, e não vai ser retirado.
7.99, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Juri Cisotti e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Daniel Bîrligea. 2‑0 sobre o Astra, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do FCSB já se começa a dizer o nome dele no passado.
Abraham Marcus e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juri Cisotti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Abraham Marcus está nela.
O FCSB ofereceu $980.0K; o Universitatea Craiova disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Abraham Marcus e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O FCSB disse a Ofri Arad que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Daniel Graovac está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Uma sondagem ao Altamura para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
Plantel6 caras novas e o FCSB ainda se está a conhecer
Verba acordada, salário acordado, e o CFR Cluj à espera com uma camisola. No FCSB ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O FCSB foi ao Botosani com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O negócio com o Viktoria Plzen está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Plantel07/06/2027
Juri Cisotti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No FCSB ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O FCSB perguntou e o Sigma Olomouc disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Daniel Bîrligea
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 54 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Daniel Bîrligea marcou ao minuto 88, o Empoli já pensava na viagem de regresso, e o Frosinone levou tudo.
O negócio que levaria Anthony Oyono para o Giana Erminio caiu na fase final e ele reapresenta-se no Frosinone com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Frosinone ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Frosinone lida com um homem que quer outro país.
Plantel07/06/2027
Lorenzo Palmisani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AC Milan fica com o seu homem, e o Frosinone volta a uma lista com um nome riscado.
Abraham Marcus e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel17/05/2027
Juri Cisotti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dorin Coman, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dylan Batubinsika está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Dylan Batubinsika. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lorenzo Palmisani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Daniel Bîrligea. 1‑0 sobre o Reggiana, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Frosinone coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Florian Grillitsch chama-lhe outra coisa em privado.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Abraham Marcus e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Vejo todos os jogos do FCSB daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Petrolul segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco10/05/2027
Abraham Marcus tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FCSB dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
8 golos em 32 jogos no Frosinone — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No FCSB alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Abraham Marcus. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Frosinone ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já teve barulho que chegue. Se o Frosinone pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.
O banco10/05/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Angelo Barone, sobre uma vitória por 3‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Frosinone, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Lorenzo Palmisani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ilias Koutsoupias, e o treinador deixou.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Palermo.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no FCSB dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O FCSB sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
6 golos em 29 jogos no Frosinone — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No FCSB alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FCSB coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O FCSB sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
6 golos em 26 jogos no Frosinone — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No FCSB alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Frosinone já falam dele no passado.
Plantel22/03/2027
Lorenzo Palmisani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Disseram uma coisa a Ardon Jashari e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Antonio Raimondo está nela.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Frosinone já falam dele no passado.
Plantel15/03/2027
Lorenzo Palmisani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Angelo Barone depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
27 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O FCSB perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Juri Cisotti e o FCSB acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No FCSB ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mercado08/03/2027
Răzvan Udrea regressa de um empréstimo que não lhe ensinou nada
0 jogos e 0 balizas a zeros. Um guarda-redes só aprende o ofício a jogá-lo, e uma época que não lhe deu nem os jogos nem as balizas a zeros é um ano arrancado ao início de uma carreira.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O FCSB sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
7.99, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não há pior forma de perder um futebolista. Alejandro Cichero pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Frosinone disse a Rafa Marín que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
O banco08/03/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Angelo Barone foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Frosinone, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lorenzo Palmisani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Angelo Barone podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
57 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FCSB perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Abraham Marcus e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FCSB, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O FCSB sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
5.º lugar, 24 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
«Saberei quando chegar a altura. Ainda não chegou.» Vlad Chiricheş tem 37 anos e 304 jogos nas pernas, e o FCSB terá de planear para qualquer das respostas.
89 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O FCSB perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FCSB coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O FCSB perguntou e o Krasnodar disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Siyabonga Ngezana tem a sua resposta do FCSB; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Uma sondagem ao Udinese para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O banco11/01/2027
Juri Cisotti tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FCSB dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Frosinone coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O telefone voltou a tocar por causa de Ilias Koutsoupias, e desta vez do outro lado está o Casertana. No Frosinone ouvem com educação e não prometem nada.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Romano Schmid e o Frosinone acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel07/12/2026
Palavras no treino do Frosinone sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lorenzo Palmisani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
10 ações combinadas e 7.10. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Frosinone a ouviu como outra coisa.
Jogo31/10/2026
Não se vê o fim da espera do Frosinone por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Frosinone tem de arrancar um resultado de algum lado.
Notas dos jogadores02/11/2026
Alessio Zerbin jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.00. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Empate aos 94 minutos, depois de uma tarde que o Frosinone tinha praticamente arrumada. O Monza vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Dribles concretizados: 16. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
O banco02/11/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Patrizio Masini
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Giacomo Calò está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Um 1‑1 com o Monza deixa o balneário entre o alívio e a frustração.
O banco02/11/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Angelo Barone não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Frosinone também ninguém o escondia.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lorenzo Palmisani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Frosinone sabe dizer em que semana.
Plantel26/10/2026
12 caras novas e o Frosinone ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Frosinone foi explícito quanto à situação de Anthony Oyono, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
O banco26/10/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Angelo Barone não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Frosinone também ninguém o escondia.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Pescara? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.