A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Feyenoord perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Wolverhampton fica com o seu homem, e o Feyenoord volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta seguiu esta semana para o Chelsea, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Feyenoord, e não vai ser retirado.
No Ajax não vão gostar das fotografias. Aaron Bouwman assinou pelo Feyenoord, e todos os envolvidos percebem que este negócio nunca foi só sobre futebol.
Posição 3, 50 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Aaron Bouwman agiu, no Feyenoord, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Nick Woltemade e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Feyenoord
O Feyenoord torna a sua casa um sítio difícil de visitar
18 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Napoli fica com o seu homem, e o Feyenoord volta a uma lista com um nome riscado.
24 golos e uma média de 7.52 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Feyenoord já se começa a dizer o nome dele no passado.
A primeira derrota em 28 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Go Ahead Eagles; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Feyenoord ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Feyenoord a ouviu como outra coisa.
Fabio Miretti e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel20/12/2032
Givairo Read desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
0‑0 frente ao Schalke 04, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Dois golos e um 9.38 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Jogo11/12/2032
O Feyenoord torna a sua casa um sítio difícil de visitar
15 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Promise David será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Feyenoord as despedidas começaram em silêncio.
Uma média de 7.41 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alexandre Penetra e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Andrés Martín será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Feyenoord as despedidas começaram em silêncio.
16 golos e uma média de 7.34 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Jogo04/12/2032
Ninguém quer jogar contra o Feyenoord neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Já são 24 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
2‑0 frente ao Dukla Prague, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Albert Sambi Lokonga será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Feyenoord as despedidas começaram em silêncio.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Fabio Miretti marcou, foi avaliado com 7.94 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Plantel29/11/2032
Givairo Read desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A série sem derrotas chega aos 22 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Feyenoord podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Josh Doig será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Feyenoord as despedidas começaram em silêncio.
Nick Woltemade e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Promise David estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no Feyenoord dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
3‑0 frente ao Kayserispor, e uma exibição que vai mudar a forma como o resto da competição fala deste clube. No futebol continental as reputações constroem-se em noites soltas, e esta foi uma.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Nick Woltemade produziu-o, e o 8.99 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Josh Doig será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Feyenoord as despedidas começaram em silêncio.
7 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Fabio Miretti marcou, foi avaliado com 7.85 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Jogo23/10/2032
O Feyenoord torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Já são 15 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Fabio Miretti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Feyenoord vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Plantel18/10/2032
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Givairo Read está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os dérbis fazem nomes, e Nick Woltemade fez o seu contra o PSV. 2‑0, o orgulho está seguro — e a outra metade da cidade vai estar farta de ouvir falar dele já na terça-feira.
Nick Woltemade e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Contra qualquer outro seriam três pontos e pouco mais. Contra eles, e com o nome dele no golo, é um ano de conversa garantida para o Feyenoord e uma história que vai sobreviver ao contrato dele.
Jogo25/09/2032
Ninguém quer jogar contra o Feyenoord neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Plantel27/09/2032
Givairo Read desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco27/09/2032
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Rick Frimpong, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Feyenoord perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
A proposta do Fortuna Sittard por Andrés Martín foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Mercado13/09/2032
Tão perto: a transferência de Kevin Danso morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Dordrecht seguiu em frente, Kevin Danso apresenta-se de volta no Feyenoord, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
A primeira derrota em 8 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o AZ; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Givairo Read estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Cambuur vai querer esquecer isto depressa: 5‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Feyenoord foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Verba acordada, salário acordado, e o Helmond Sport à espera com uma camisola. No Feyenoord ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Nick Woltemade produziu-o, e o 8.86 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 13 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
7.99, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Feyenoord já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Feyenoord, e não vai ser retirado.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. Nicolas Verkooijen chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $8.7M — um clube que quer Ro-Zangelo Daal ao ponto de perguntar duas vezes.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Nicolas Verkooijen acabou de assinar pelo Feyenoord e, por uma vez, a resposta importava.
Fabio Miretti e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/07/2032
Givairo Read desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Nacho Ferri fica onde está
83 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
O Feyenoord perguntou e o AZ disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Feyenoord já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Feyenoord podem fingir não ter ouvido.
A proposta do First Vienna por Kevin Danso foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Noah Tolf agiu, no Feyenoord, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Feyenoord, e não vai ser retirado.
Santiago Mouriño e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Givairo Read estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Santiago Mouriño está nela.
O banco24/05/2032
Kevin Danso volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Feyenoord já trabalhou com Kevin Danso e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Micky van de Ven assinar alguma coisa — um contrato no Feyenoord ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Max Weiß treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do NAC Breda, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fabio Kluit estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Zwolle vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Briek Van Hoorick pré-acordou a mudança para o NAC Breda, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matteo Scarpinati, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no NAC Breda. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o NAC Breda pode pedir e sobe o salário que Gustav Mogensen pode exigir.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que NAC Breda podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gustav Mogensen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no NAC Breda as despedidas começaram em silêncio.
Fabio Miretti e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel17/05/2032
Palavras no treino do NAC Breda sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tsuyoshi Watanabe está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em NAC Breda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do NAC Breda, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no NAC Breda coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tsuyoshi Watanabe estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Fabio Miretti está nela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no NAC Breda, mais uma semana sem a assinatura de Gustav Mogensen.
Radja Vertonghen fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do NAC Breda, e não vai ser retirado.
Fabio Miretti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/05/2032
Palavras no treino do NAC Breda sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fabio Kluit está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no NAC Breda sabem-no.
Plantel03/05/2032
No NAC Breda ainda são estranhos uns para os outros
11 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Radja Vertonghen treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O NAC Breda sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 29 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do NAC Breda, e não vai ser retirado.
Jogo24/04/2032
Não se vê o fim da espera do NAC Breda por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no NAC Breda tem de arrancar um resultado de algum lado.
Mohamed Nassoh e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/04/2032
Fabio Miretti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no NAC Breda sabem-no.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gustav Mogensen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no NAC Breda as despedidas começaram em silêncio.
Mohamed Nassoh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fabio Miretti estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que NAC Breda podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no NAC Breda coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fabio Kluit estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco12/04/2032
Fabio Miretti tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no NAC Breda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no NAC Breda, mais uma semana sem a assinatura de Kilian Ludewig.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» NAC Breda nada responderam, o que também é uma resposta.
Jogo03/04/2032
Não se vê o fim da espera do NAC Breda por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no NAC Breda tem de arrancar um resultado de algum lado.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fabio Miretti estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mees Hoedemakers e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O NAC Breda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que NAC Breda podem fingir não ter ouvido.
Mohamed Nassoh e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/03/2032
Fabio Miretti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em NAC Breda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Cherrion Valerius. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O banco29/03/2032
Batu Tas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no NAC Breda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 21 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do NAC Breda, e não vai ser retirado.
Fabio Miretti e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Isto não é rotação. Matteo Scarpinati está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no NAC Breda finge o contrário.
Plantel22/03/2032
Fabio Kluit desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sofian Bouzian, e o treinador deixou.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O NAC Breda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que NAC Breda podem fingir não ter ouvido.
Fabio Miretti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Justin Araujo Wilson acabou de assinar pelo NAC Breda e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel15/03/2032
Palavras no treino do NAC Breda sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tsuyoshi Watanabe está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Fabio Miretti está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no NAC Breda falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Dordrecht vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O NAC Breda foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» NAC Breda nada responderam, o que também é uma resposta.
Jogo28/02/2032
Ninguém quer jogar contra o NAC Breda neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Mohamed Nassoh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Franco Pinho agiu, no NAC Breda, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o NAC Breda lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do NAC Breda sobre quem trabalha
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 49 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do NAC Breda, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gustav Mogensen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no NAC Breda as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Gustav Mogensen acertou condições com o Heerenveen para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No NAC Breda ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel23/02/2032
Palavras no treino do NAC Breda sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emeka Peters está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não se vê o fim da espera do NAC Breda por uma vitória
Já são 12 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no NAC Breda tem de arrancar um resultado de algum lado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O NAC Breda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
0‑5 para o Feyenoord, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do NAC Breda, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no NAC Breda coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” August Arias e o NAC Breda acertam mais 3 anos.
Plantel09/02/2032
Emeka Peters desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no NAC Breda falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que NAC Breda podem fingir não ter ouvido.
Plantel02/02/2032
August Arias consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. August Arias acabou de assinar pelo NAC Breda e, por uma vez, a resposta importava.
Direção02/02/2032
O prazo passa com 4 contratações e 2 saídas
Está feito o negócio no NAC Breda até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Fabio Miretti e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A verba é $470.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O RKC Waalwijk negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AZ fica com o seu homem, e o NAC Breda volta a uma lista com um nome riscado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no NAC Breda falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Alvos de mercado26/01/2032
Verba fechada, faltam as condições de August Arias
O NAC Breda e o RKC Waalwijk acertaram em $470.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no NAC Breda falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Persis por Prince Kallon foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Fabio Miretti e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jizz Hornkamp estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 105 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jizz Hornkamp estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Frank Bogado quer futebol continental; se o NAC Breda o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No NAC Breda ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jizz Hornkamp, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Emeka Peters
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 112 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Houve 8 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
Jogo20/12/2031
Não se vê o fim da espera do NAC Breda por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no NAC Breda tem de arrancar um resultado de algum lado.
Fabio Miretti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matteo Scarpinati estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no NAC Breda falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no NAC Breda coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Pietro Burini agiu, no NAC Breda, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jizz Hornkamp estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco15/12/2031
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Matteo Scarpinati treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O NAC Breda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.83 para o resto.
Tsuyoshi Watanabe e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O NAC Breda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no NAC Breda coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/11/2031
Palavras no treino do NAC Breda sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Syver Skeide está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O NAC Breda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que NAC Breda podem fingir não ter ouvido.
Fabio Miretti e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Jizz Hornkamp lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Vitória por 1‑0 sobre o Fortuna Sittard, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No NAC Breda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do NAC Breda, e não vai ser retirado.
7.70, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
45 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O NAC Breda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Fabio Miretti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Frank Bogado quer futebol continental; se o NAC Breda o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no NAC Breda sabem-no.
1 erro, um golo e uma noite à frente dos mesmos três segundos. Vai vê-lo hoje, amanhã e provavelmente em fevereiro, e quem já jogou sabe em que fotograma ele para.
Jizz Hornkamp lesiona os ligamentos do joelho — 73 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 73 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mathias Øren será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no NAC Breda as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do NAC Breda, e não vai ser retirado.
Tsuyoshi Watanabe e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel29/09/2031
Palavras no treino do NAC Breda sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mees Hoedemakers está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
87 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O NAC Breda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do NAC Breda, e não vai ser retirado.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.60 para o resto.
Tsuyoshi Watanabe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O NAC Breda perguntou e o Feyenoord disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Jizz Hornkamp lesiona os ligamentos do joelho — 94 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 94 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do NAC Breda, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alen Dizdarević será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no NAC Breda as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no NAC Breda coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel08/09/2031
Palavras no treino do NAC Breda sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mees Hoedemakers está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Feyenoord perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Feyenoord a ouviu como outra coisa.
Direção01/09/2031
O prazo passa com 31 contratações e 22 saídas
Está feito o negócio no Feyenoord até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Levi Smans será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Feyenoord as despedidas começaram em silêncio.
Santiago Mouriño esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/09/2031
Oscar Gloukh desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 9 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Cambuur tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Feyenoord perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do NEC por Anis Hadj Moussa foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $3.3M — um clube que quer Oliver Provstgaard ao ponto de perguntar duas vezes.
Plantel14/07/2031
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Diego Moreira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Barcelona não queria vender e o número é a razão por que o fez. $31.3M por Micky van de Ven, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Verba acordada, salário acordado, e o Go Ahead Eagles à espera com uma camisola. No Feyenoord ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Jordan Bos não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Feyenoord podem fingir não ter ouvido.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $1.4M do que o Feyenoord pagou por Julian Rijkhoff é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$1.4M era o máximo que o clube pagaria, e o Groningen pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel23/06/2031
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Diego Moreira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
PlantelIslamdine Halifa consegue a transferência que sempre quis
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jordan Bos será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Feyenoord as despedidas começaram em silêncio.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Feyenoord ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Wassim Bouziane, e o treinador deixou.
O prémio é pouca coisa com um significado pesado: durante quatro semanas ninguém neste escalão fez melhor o seu trabalho. Feyenoord têm o troféu numa prateleira e o jogador na equipa.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Feyenoord foi explícito quanto à situação de Anis Hadj Moussa, o que é mais do que muitos recebem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Pedri está nela.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 91 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Matvey Safonov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Feyenoord as despedidas começaram em silêncio.
8 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
15 golos e uma média de 7.46 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Plantel28/04/2031
Givairo Read desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Gjivai Zechiël e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.