Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 73 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Tomoya Miki esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yota Maejima estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yuya Tsuboi, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Yota Maejima assinar alguma coisa — um contrato no Avispa Fukuoka ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
As notícias comerciais não têm cânticos e é com elas que se paga tudo o resto. A direção vai chamar-lhe parceria; a contabilidade vai chamar-lhe a diferença entre este plantel e um mais pequeno.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Avispa Fukuoka falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Avispa Fukuoka coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/10/2030
Yoichi Naganuma desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Avispa Fukuoka falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tomoya Miki e o Avispa Fukuoka acertam mais 2 anos.
Daiki Matsuoka e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel07/10/2030
Yota Maejima desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um toque que não queria e um golo que entra no livro com o nome dele ao lado. O Avispa Fukuoka não o vai culpar esta noite, e ele não vai precisar que o façam.
O banco07/10/2030
Kohei Okuno tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Avispa Fukuoka dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoPowell Obinna Obi regressa de um empréstimo que não lhe ensinou nada
O bancoMeio satisfeito: Hotaru Kubo sobre o empate
Notas dos jogadoresKohei Okuno passa por eles um de cada vez
38 dias de fora para Daiki Matsuoka depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Avispa Fukuoka vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Kawasaki Frontale está fora e o Avispa Fukuoka segue em frente, com um 2‑2 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Kazuki Fujita: 1 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
1 para Yuji Kitajima, avaliado com 7.84, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Daiki Matsuoka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel05/08/2030
Yota Maejima desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Avispa Fukuoka, e 2 jogos em 25 dizem que merece ser ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kazuki Fujita, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresWerik Popo jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Axel Araujo no seu melhor
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Kashiwa Reysol pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel10/06/2030
Enzo Loiodice desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
O banco10/06/2030
Enzo Loiodice tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kashiwa Reysol dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Takehiro Maeda podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Em resumo
MercadoA história de Taiyo Koga recusa-se a morrer
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Avispa Fukuoka falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Vitória por 2‑2 sobre o Kashiwa Reysol, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kauê será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Avispa Fukuoka as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Avispa Fukuoka coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/06/2030
Palavras no treino do Avispa Fukuoka sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yota Maejima está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não se vê o fim da espera do Avispa Fukuoka por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Avispa Fukuoka tem de arrancar um resultado de algum lado.
Daiki Matsuoka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel01/04/2030
Palavras no treino do Avispa Fukuoka sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yuya Kubo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Avispa Fukuoka foi explícito quanto à situação de Leon Nozawa, o que é mais do que muitos recebem.
Rubén Blanco e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Shonan Bellmare queria mais do que $30.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Toichi Suzuki está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Dean David. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Yokohama F. Marinos, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Nagi Matsumoto apontou a data.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Toshiki Ando deixa o Yokohama F. Marinos pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
“Jogadores ambiciosos precisam de projetos ambiciosos. Tirem as vossas conclusões.” O representante de Takuya Kida disse-o a sorrir, e certificou-se de que toda a gente apontava.
95 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kashiwa Reysol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel04/02/2030
120 dias de fora para Yusuke Segawa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kashiwa Reysol vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kashiwa Reysol, e não vai ser retirado.
Yoshio Koizumi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Kashiwa Reysol perguntou e o Shonan Bellmare disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Kashiwa Reysol já telefonou ao Ludogorets. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
61 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Urawa Reds perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Urawa Reds podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Kashima Antlers por Takuya Ogiwara foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Takuya Ogiwara e o Urawa Reds acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Urawa Reds coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Urawa Reds foi ao Avispa Fukuoka com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel04/02/2030
Uma transferência que Koya Hayashida teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Koya Hayashida está a viver essa versão no Avispa Fukuoka, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Avispa Fukuoka coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yota Maejima estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Avispa Fukuoka perguntou e o Catania disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Sagan Tosu fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Rubén Blanco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kei Chinen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Yokohama F. Marinos já telefonou ao Avispa Fukuoka. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Yokohama F. Marinos. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Tomoya Miki esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mercado14/01/2030
Como se nunca tivesse saído: Daiki Sakata regressa
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Daiki Sakata volta a ser jogador do Avispa Fukuoka, e a cidade tem a sua história do verão.
Plantel14/01/2030
Yota Maejima desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ryota Kamihashi e o Avispa Fukuoka acertam mais 3 anos.
Perguntou-se ao Vissel Kobe se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Daiki Matsuoka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yoichi Naganuma estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Werik Popo está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kazuki Fujita assinar alguma coisa — um contrato no Avispa Fukuoka ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Motoki Ohara treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Akira Tomiyasu lesiona os ligamentos do joelho — 33 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Avispa Fukuoka coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/12/2029
Kazuki Fujimoto desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Syahrul Trisna e o Avispa Fukuoka acertam mais 1 anos.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Avispa Fukuoka, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Syahrul Trisna tem 34 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leon Nozawa está nela.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Avispa Fukuoka, e não vai ser retirado.
Daiki Matsuoka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/10/2029
Palavras no treino do Avispa Fukuoka sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kohei Okuno está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Avispa Fukuoka foi explícito quanto à situação de Masayuki Okuyama, o que é mais do que muitos recebem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Motoki Ohara está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Avispa Fukuoka, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Yota Maejima assinar alguma coisa — um contrato no Avispa Fukuoka ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Avispa Fukuoka. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Não se vê o fim da espera do Avispa Fukuoka por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Avispa Fukuoka tem de arrancar um resultado de algum lado.
6 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hayato Nakama será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Avispa Fukuoka as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Shintaro Nago e o Avispa Fukuoka acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Daiki Matsuoka e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel03/09/2029
Palavras no treino do Avispa Fukuoka sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kohei Okuno está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Shintaro Nago.
O treinador reorganizou as ideias e Yuya Kubo saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Verba acordada, salário acordado, e o Yokohama F. Marinos à espera com uma camisola. No Avispa Fukuoka ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Daiki Matsuoka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Avispa Fukuoka foi ao Kashima Antlers com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Plantel13/08/2029
Yoichi Naganuma desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
O Avispa Fukuoka perguntou e o Pisa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Outra época, outro emblema, outro balneário para convencer. Gostava de uma pré-época em Avispa Fukuoka em que alguém olhasse mesmo para mim.» Pertence a Urawa Reds até ao fim do empréstimo; a discussão é com o clube que o detém.
96 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Avispa Fukuoka perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Daiki Matsuoka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel14/05/2029
Takumi Kamijima desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Minuto 91, frente ao Nagoya Grampus, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
«Todos os verões é outro clube, outros colegas, mais um treinador para convencer. Já dei o que tinha a dar. Agora quero fazer a pré-época no Avispa Fukuoka e ser visto a sério.» Até ao fim do empréstimo continua a ser jogador do Urawa Reds, mas a discussão é com o clube que o detém.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Matheus Savio esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Takuya Ogiwara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Urawa Reds disse a Sai Van Wermeskerken que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
1‑0 frente ao FC Tokyo, e os cânticos continuaram muito depois do apito. As classificações vêm e vão; dias assim contam-se aos jantares de família durante anos.
Marcar a qualquer outro é um golo. Marcar-lhes a eles é uma história que leva o nome de quem marcou durante uma década, e os adeptos do Urawa Reds já começaram a contá-la.
Matheus Savio esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel02/04/2029
Palavras no treino do Urawa Reds sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Takuya Ogiwara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sai Van Wermeskerken, e o treinador deixou.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Harumi Minamino tem a sua resposta do Urawa Reds; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Tomoya Ando está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.