Vid Belec

Goleiro - APOEL
9 Dez 2026
Quarta-feira
Processo

Marcado para Vid Belec

15 Edição

O Correio de APOEL

09/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Marquinhos passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 31. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Um desentendimento no APOEL

Marquinhos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Dálcio no seu melhor

Avaliado com 8.35. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o APOEL.

Plantel

No APOEL ainda são estranhos uns para os outros

5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

Jogo

Igualdade entre APOEL e Nea Salamis

1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.

O banco

Nicholas Alexandrou sobre o ponto

“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Nicholas Alexandrou depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.

O banco

Vid Belec ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Álvaro Carrillo bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em APOEL, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

Dimitris Diamantakos fica de fora por razões táticas no APOEL

O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.

Em resumo

Edições anteriores
11 Edição

O Correio de APOEL

12/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Troca de palavras no APOEL

Pieros Sotiriou e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

No APOEL ainda são estranhos uns para os outros

9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

Mercado

Não há lugar para Joan Sastre no plano

“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Joan Sastre tem a sua resposta do APOEL; o que fizer com ela é a história da próxima janela.

Antevisão

Franko Kovačević regressa para defrontar o Pafos

Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Franko Kovačević: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o APOEL a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.

O banco

O treinador faz uma promessa a Nanu

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no APOEL. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Mercado

Dimitris Diamantakos apontado a uma saída

O nome de Dimitris Diamantakos não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O APOEL nada diz, o que já diz muito.

O banco

Joan Sastre bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Joan Sastre treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Plantel

Uma temporada à margem para Steve De Ridder

Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No APOEL ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.

Plantel

Uma questão de salários no APOEL

Vid Belec fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.

Em resumo

1 Edição

O Correio de APOEL

03/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Alvos de mercado

O APOEL avança para Iván Alejo

$2.5M em cima da mesa do Valladolid. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.

Plantel

Konstantinos Laifis fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Konstantinos Laifis e o APOEL acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Marquinhos em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no APOEL coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Mercado

Daniel Mancini quer noites europeias

A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.

Mercado

Panagiotis Kattirtzis atrai pretendentes

O nome de Panagiotis Kattirtzis apareceu em conversas de que o APOEL não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.

Alvos de mercado

O APOEL leva uma nega por Matías Arezo

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Penarol fica com o seu homem, e o APOEL volta a uma lista com um nome riscado.

Mercado

Continua sem haver tinta entre APOEL e Álvaro Carrillo

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no APOEL, mais uma semana sem a assinatura de Álvaro Carrillo.

Plantel

Gabriel Pereira quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no APOEL sabem-no.

Mercado

24 meses e a descer para Konstantinos Laifis

Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Konstantinos Laifis continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.

Em resumo