119 dias de fora para Tom van Weert depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atromitos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Wilson Manafá esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/04/2027
Palavras no treino do Atromitos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thanasis Karamanis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Quini, e o treinador deixou.
Em resumo
MercadoA história de Kelvin Ofori recusa-se a morrer
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atromitos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atromitos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vasilis Athanasiou estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atromitos, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Makana Baku assinar alguma coisa — um contrato no Atromitos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 145 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Wilson Manafá estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Thanasis Karamanis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Peter Michorl assinar alguma coisa — um contrato no Atromitos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
6.º lugar com 34 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 103 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Dimitris Kaloskamis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Quini, e o treinador deixou.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Atromitos admitiria. Nota-se aos sábados.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Peter Michorl marcou, foi avaliado com 7.47 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Thanasis Karamanis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dani García estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Quini, e o treinador deixou.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kelvin Ofori assinar alguma coisa — um contrato no Atromitos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
75 dias de fora para Tom van Weert depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atromitos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Thanasis Karamanis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Brian Sarmiento compromete-se com o Atromitos por mais 1 anos.
O banco02/11/2026
Neste momento há alguém melhor do que Kelvin Ofori
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Steven Zuber está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Quini, e o treinador deixou.
102 dias de fora para Tom van Weert depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atromitos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Makana Baku e o Atromitos acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Aos 37 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Disseram uma coisa a Dimitris Kaloskamis e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Charis Tsingaras: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Atromitos a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atromitos, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Samuel Moutoussamy assinar alguma coisa — um contrato no Atromitos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.