Samuel Moutoussamy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
0‑1 para o Levadiakos, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel01/11/2027
Kerim Mrabti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco01/11/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Apostolos Torosidis saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Atromitos ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
0‑3 para o Olympiacos, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel25/10/2027
Steven Zuber desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Wilson Manafá e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Disseram uma coisa a Jere Uronen e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Atromitos já falam dele no passado.
Plantel18/10/2027
Steven Zuber desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel11/10/2027
Wilson Manafá desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atromitos, e 3 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Panathinaikos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Liberto está nela.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Panathinaikos com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atromitos, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 13 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 2 no marcador, 8.45 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
Vitória por 2‑0 sobre o Kifisia, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Steven Zuber e o Atromitos acertam mais 2 anos.
Plantel04/10/2027
Palavras no treino do Atromitos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Steven Zuber está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Notas dos jogadoresSamuel Moutoussamy fez o trabalho que ninguém conta — 7.18
Michalis Kosidis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Steven Zuber estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dimitris Tsakmakis, e o treinador deixou.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Steven Zuber: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Atromitos a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atromitos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atromitos lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kerim Mrabti estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Uma transferência que Liberto teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Liberto está a viver essa versão no Atromitos, e costuma notar-se no primeiro mês.
Seny Dieng e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel13/09/2027
Steven Zuber desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sturm Graz fica com o seu homem, e o Atromitos volta a uma lista com um nome riscado.
“Vejo todos os jogos do Atromitos daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Panathinaikos segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Wilson Manafá
58Edição
O Arauto de Atromitos
06/09/2027
Do nosso correspondente de futebolEstável
Mercado06/09/2027
Tão perto: a transferência de Serginho morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O AEK seguiu em frente, Serginho apresenta-se de volta no Atromitos, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Direção06/09/2027
Fecha o mercado: 15 entradas, 16 saídas no Atromitos
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 15, saíram 16, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O Atromitos foi ao Iraklis com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Plantel06/09/2027
Steven Zuber desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Estudiantes fica com o seu homem, e o Atromitos volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Toda a gente no Atromitos viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 37 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Thanasis Torosidis e o Atromitos acertam mais 3 anos.
1‑5 para o OFI, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Atromitos perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Contrato novo para o homem do banco, e a coisa mais clara que uma direcção pode dizer sem convocar uma conferência de imprensa. Prometer estabilidade é barato; entregá-la não é.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Atromitos e do OFI por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Direção30/08/2027
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Atromitos
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Iraklis fica com o seu homem, e o Atromitos volta a uma lista com um nome riscado.
A formação existe exatamente para esta manhã. Nikos Georgiadis passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Spyridon Pelkas está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Matthaios Mountes será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atromitos as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Steven Zuber estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Atromitos perguntou e o Gil Vicente disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Atromitos não tem uma boa resposta.
6.º lugar com 34 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Atromitos. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atromitos perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Serginho será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atromitos as despedidas começaram em silêncio.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Atromitos fez a parte difícil com o Estudiantes, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O Panserraikos pagou $570.0K e o Atromitos aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Steven Zuber estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Atromitos perguntou e o Gornik Zabrze disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atromitos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/08/2027
No Atromitos ainda são estranhos uns para os outros
12 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Vejo todos os jogos do Atromitos daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Panathinaikos segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
27 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atromitos perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Estudiantes fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Michalis Kosidis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Atromitos perguntou e o Zenit disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kelvin Ofori, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Dani García e o Atromitos acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Uma sondagem ao Estudiantes para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Perguntou-se ao Charlton Athletic se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
36 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atromitos perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Atromitos perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Steven Zuber estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Wilson Manafá e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma sondagem ao Estudiantes para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Makana Baku não desaparece
43 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atromitos perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Samuel Moutoussamy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/07/2027
Palavras no treino do Atromitos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Steven Zuber está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Atromitos perguntou e o Independiente disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Serginho será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atromitos as despedidas começaram em silêncio.
Wilson Manafá esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/07/2027
Kerim Mrabti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel19/07/2027
12 caras novas e o Atromitos ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Atromitos perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Kalamata aceitou o dinheiro. O que o Atromitos ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Estudiantes ninguém diz, e no Atromitos ninguém gosta de estar a adivinhar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Steven Zuber estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Atromitos sabe em que fase está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A verba é $17.2M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Olympiacos negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atromitos, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Atromitos a ouviu como outra coisa.
O Atromitos foi ao PAOK com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Seny Dieng e o Atromitos acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Gustavo Puerta era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $17.2M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Plantel05/07/2027
Steven Zuber desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Internacional fica com o seu homem, e o Atromitos volta a uma lista com um nome riscado.
O Atromitos e o Olympiacos acertaram em $17.2M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Atromitos perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
A verba é $480.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Panathinaikos negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Godoy Cruz fica com o seu homem, e o Atromitos volta a uma lista com um nome riscado.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 37 anos, 4 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Félix Nzouango Bikien esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/06/2027
Ramón Córdoba desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Atromitos e o Panathinaikos acertaram em $480.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Simos Mitoglou era uma das razões por que as pessoas vinham, e $1.7M não substitui isso sozinho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atromitos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/06/2027
Steven Zuber desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Atromitos perguntou e o Iraklis disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 16 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atromitos podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lefteris Lyratzis e o Atromitos acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Atromitos foi ao Iraklis com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Atromitos sobre quem trabalha
Sotiris Tsiloulis lesiona os ligamentos do joelho — 146 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 146 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atromitos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Samuel Moutoussamy e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Matthaios Mountes e o Atromitos acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Uma sondagem ao Moreirense para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Ludogorets para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
30 dias de fora para Ramón Córdoba depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atromitos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Steven Zuber estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atromitos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 37 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atromitos, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O Atromitos fez saber ao mercado que Dimitris Tsakmakis está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atromitos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel24/05/2027
Wilson Manafá desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kelvin Ofori treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kelvin Ofori assinar alguma coisa — um contrato no Atromitos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Atromitos. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
95 dias de fora para Tom van Weert depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atromitos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Dimitris Kaloskamis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel17/05/2027
Palavras no treino do Atromitos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Wilson Manafá está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Atromitos. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 102 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Michalis Kosidis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Samuel Moutoussamy. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Kelvin Ofori apontou a data.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
110 dias de fora para Tom van Weert depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atromitos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Michalis Kosidis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/05/2027
Palavras no treino do Atromitos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Wilson Manafá está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vasilis Athanasiou, e o treinador deixou.
6.º lugar com 34 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
119 dias de fora para Tom van Weert depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atromitos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Wilson Manafá esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/04/2027
Palavras no treino do Atromitos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thanasis Karamanis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Quini, e o treinador deixou.
Em resumo
MercadoA história de Kelvin Ofori recusa-se a morrer
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atromitos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atromitos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vasilis Athanasiou estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atromitos, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Makana Baku assinar alguma coisa — um contrato no Atromitos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
135 dias de fora para Tom van Weert depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atromitos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atromitos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel12/04/2027
Wilson Manafá desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Dimitris Stavropoulos tem a sua resposta do Atromitos; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dimitris Stavropoulos treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Atromitos sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Dani García apontou a data.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 145 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Wilson Manafá estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Thanasis Karamanis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Peter Michorl assinar alguma coisa — um contrato no Atromitos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
6.º lugar com 34 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 103 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Dimitris Kaloskamis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Quini, e o treinador deixou.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Atromitos admitiria. Nota-se aos sábados.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atromitos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atromitos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Wilson Manafá estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 37 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Makana Baku assinar alguma coisa — um contrato no Atromitos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 121 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 34 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Michalis Kosidis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Disseram uma coisa a Lorenzo Bernasconi e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
128 dias de fora para Ramón Córdoba depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atromitos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Steven Zuber e o Atromitos acertam mais 2 anos.
Wilson Manafá e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Wilson Manafá.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
136 dias de fora para Ramón Córdoba depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atromitos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atromitos, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Atromitos pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Notas dos jogadores01/03/2027
Um golo de defesa dá a vitória ao Atromitos — 7.91
1 para Angelos Liasos, avaliado com 7.91, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
7.87, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Samuel Moutoussamy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Atromitos ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 145 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Dani García marcou, foi avaliado com 7.72 e voltou antes de alguém dar pela falta.
6 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Asteras foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Dimitris Kaloskamis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel15/02/2027
153 dias de fora para Ramón Córdoba depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atromitos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atromitos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O banco15/02/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Apostolos Torosidis não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Atromitos também ninguém o escondia.
Plantel15/02/2027
Palavras no treino do Atromitos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vasilis Athanasiou está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Simos Mitoglou, e o treinador deixou.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atromitos perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Atromitos perguntou e o DAC Dunajska Streda disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Dimitris Kaloskamis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 91. O AEL Larisa tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Charis Tsingaras, e o treinador deixou.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Direção01/02/2027
O prazo passa com 2 contratações e 3 saídas
Está feito o negócio no Atromitos até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Jogo30/01/2027
Não se vê o fim da espera do Atromitos por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Atromitos tem de arrancar um resultado de algum lado.
Michalis Kosidis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Atromitos perguntou e o Lokomotiv Sofia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atromitos, e não vai ser retirado.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
7.61, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Ponferradina ninguém diz, e no Atromitos ninguém gosta de estar a adivinhar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Tigre fica com o seu homem, e o Atromitos volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atromitos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kelvin Ofori, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Thanasis Karamanis não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Dynamo Kyiv ninguém diz, e no Atromitos ninguém gosta de estar a adivinhar.
O Atromitos perguntou e o Krasnodar disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Atromitos já telefonou ao Ponferradina. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Atromitos fez saber ao mercado que Peter Michorl está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Atromitos
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
O Atromitos perguntou e o Gimnasia La Plata disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 39 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Dimitris Kaloskamis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atromitos, e não vai ser retirado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 13 ações, 6.51, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Vasco da Gama fica com o seu homem, e o Atromitos volta a uma lista com um nome riscado.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Peter Michorl marcou, foi avaliado com 7.47 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Thanasis Karamanis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dani García estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Quini, e o treinador deixou.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kelvin Ofori assinar alguma coisa — um contrato no Atromitos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
18 dias de fora para Tom van Weert depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atromitos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atromitos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/12/2026
Palavras no treino do Atromitos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dani García está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco21/12/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Apostolos Torosidis saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Seny Dieng, e o treinador deixou.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Aris Thessaloniki com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Makana Baku. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atromitos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Dimitris Kaloskamis não precisou: 7.69, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
Plantel14/12/2026
Brian Sarmiento desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
1‑4 frente ao Panathinaikos, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.
Plantel07/12/2026
33 dias de fora para Tom van Weert depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atromitos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Um 7.79 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dimitris Stavropoulos, e o treinador deixou.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Kelvin Ofori está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
Plantel07/12/2026
Palavras no treino do Atromitos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dani García está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Apostolos Torosidis depois do 1‑4, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 43 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Dimitris Kaloskamis produziu-o, e o 8.20 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Dimitris Kaloskamis. 2‑1 sobre o Panserraikos, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Plantel30/11/2026
Dani García desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 17. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
O banco30/11/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Apostolos Torosidis, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
53 dias de fora para Tom van Weert depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atromitos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atromitos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Charis Tsingaras, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Brian Sarmiento estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
60 dias de fora para Tom van Weert depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atromitos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lefteris Lyratzis e o Atromitos acertam mais 4 anos.
Plantel16/11/2026
Dani García desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Thanasis Karamanis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se o Asteras, e há um homem no balneário do Atromitos que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Samuel Moutoussamy. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 67 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kelvin Ofori, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ramón Córdoba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco09/11/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Apostolos Torosidis escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Volos NPS defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Peter Michorl. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
75 dias de fora para Tom van Weert depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atromitos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Thanasis Karamanis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Brian Sarmiento compromete-se com o Atromitos por mais 1 anos.
O banco02/11/2026
Neste momento há alguém melhor do que Kelvin Ofori
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Steven Zuber está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Quini, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atromitos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Sotiris Kontouris tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Dribles concretizados: 19. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel26/10/2026
Dani García desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
3‑3, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
Plantel26/10/2026
No Atromitos ainda são estranhos uns para os outros
11 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
93 dias de fora para Tom van Weert depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atromitos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
3 golos num só jogo. O primeiro foi bem apontado, o segundo com fome, e ao terceiro a bancada já só esperava que a bola lhe chegasse.
Notas dos jogadores19/10/2026
Steven Zuber, 35 anos, faz recuar o relógio — 9.59
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.59 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
O PAOK obrigou o Atromitos a suar, mas no fim o marcador dizia 3‑1 e a tabela não pergunta como.
Plantel19/10/2026
Palavras no treino do Atromitos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dani García está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A enfermaria confirma 14 dias de paragem para Efthymios Papastathopulos, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
O banco19/10/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Apostolos Torosidis, sobre uma vitória por 3‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
102 dias de fora para Tom van Weert depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atromitos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Makana Baku e o Atromitos acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Aos 37 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Disseram uma coisa a Dimitris Kaloskamis e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Charis Tsingaras: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Atromitos a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atromitos, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Samuel Moutoussamy assinar alguma coisa — um contrato no Atromitos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atromitos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Plantel05/10/2026
Dani García desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Thanasis Karamanis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Charis Tsingaras tem a sua resposta do Atromitos; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Avaliado com 7.71. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
MercadoA conversa sobre Peter Michorl não desaparece
9Edição
O Arauto de Atromitos
28/09/2026
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel28/09/2026
120 dias de fora para Tom van Weert depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atromitos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 15 ações, 6.76, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atromitos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Samuel Moutoussamy e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
O banco21/09/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Apostolos Torosidis saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
134 dias de fora para Tom van Weert depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atromitos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atromitos podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Minuto 85, meio estádio já a caminho da saída, e Peter Michorl decidiu que ninguém ia a lado nenhum. O Aris Thessaloniki não teve tempo para responder.
O Atromitos perguntou e o Krasnodar disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Um 1‑0 sobre o Aris Thessaloniki, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
50 golos pelo clube, cada um arquivado na memória de algum adepto.
Plantel14/09/2026
Dani García desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores14/09/2026
Peter Michorl jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.06. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atromitos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atromitos, e não vai ser retirado.
Direção07/09/2026
Fecha o mercado: 18 entradas, 4 saídas no Atromitos
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 18, saíram 4, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Anagennisi Karditsa fica com o seu homem, e o Atromitos volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel07/09/2026
Dani García desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Dani García está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Plantel07/09/2026
10 caras novas e o Atromitos ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Segue-se o Aris Thessaloniki, e há um homem no balneário do Atromitos que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atromitos podem fingir não ter ouvido.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Cortulua fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Panagiotis Tsantilas pôs o Atromitos de novo em igualdade em 3 minutos, e o Levadiakos nunca chegou a jogar com vantagem.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Apostolos Torosidis podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Em resumo
PlantelVasilis Athanasiou desentende-se com um colega por causa das exigências
DireçãoO Atromitos diz não ao dinheiro para o centro de treinos
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dani García estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Perguntou-se ao Panathinaikos se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Uma sondagem ao Cortulua para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Charis Tsingaras assinar alguma coisa — um contrato no Atromitos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Atromitos ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Segue-se, fora, o Levadiakos, 4.º classificado. Os adeptos que vão falarão disso a semana inteira, e os que ficam vão espreitar o telemóvel perto do apito final.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dani García estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Atromitos perguntou e o DAC Dunajska Streda disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Thanasis Karamanis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Atromitos joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Atromitos admitiria. Nota-se aos sábados.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kelvin Ofori e o Atromitos acertam mais 3 anos.
O Atromitos perguntou e o OFI disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A formação existe exatamente para esta manhã. Georgios Giakoumakis passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atromitos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/08/2026
7 caras novas e o Atromitos ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Em resumo
PlantelVasilis Athanasiou desentende-se com um colega por causa das exigências
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atromitos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dani García estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Atromitos perguntou e o Sporting Cristal disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Atromitos, mais uma semana sem a assinatura de Dani García.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Samuel Moutoussamy continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.