Vitória por 3‑1 sobre o Galatasaray, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rizespor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Muhamed Buljubašić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/05/2033
Palavras no treino do Rizespor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adedire Mebude está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.36 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
61 pontos, e a época já tem um número. Seja o que for que se sentiu por dentro, é assim que vai ficar num livro.
Plantel02/05/2033
61 dias de fora para Semih Erkin depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Rizespor vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rizespor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Muhamed Buljubašić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adedire Mebude estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. David Contreras quer futebol continental; se o Rizespor o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Muhamed Buljubašić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 8 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Plantel25/04/2033
Palavras no treino do Rizespor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bruno Fuchs está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
11 golos e uma média de 7.36 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Rizespor ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Em resumo
O bancoBertuğ Yıldırım tornou-se um homem de confiança do treinador
Já são 8 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Adedire Mebude produziu-o, e o 8.51 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Rizespor podem fingir não ter ouvido.
Plantel18/04/2033
Palavras no treino do Rizespor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adedire Mebude está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Kocaelispor vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Duham Ballumbrosio pré-acordou a mudança para o Rizespor, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Uma média de 7.34 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Muhamed Buljubašić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Plantel04/04/2033
Palavras no treino do Rizespor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bruno Fuchs está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Kayserispor vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Mads Delaney pré-acordou a mudança para o Rizespor, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Ege Yıldırım marcou, foi avaliado com 7.52 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rizespor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
7 golos num jogo, Bertuğ Yıldırım na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Rizespor nem ao Erzurumspor.
Plantel21/03/2033
Adedire Mebude desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
10 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Eyupspor foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bruno Fuchs estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Yasir Boz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Rizespor foi explícito quanto à situação de Batuhan Çelik, o que é mais do que muitos recebem.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Mostafa Mohamed chama-lhe outra coisa em privado.
O negócio que levaria Batuhan Çelik para o Basaksehir caiu na fase final e ele reapresenta-se no Rizespor com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Rizespor ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Muhamed Buljubašić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel07/02/2033
Palavras no treino do Rizespor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bruno Fuchs está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Genclerbirligi fica com o seu homem, e o Rizespor volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Fenerbahce já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Adana Demirspor aceitou o dinheiro. O que o Fenerbahce ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Fenerbahce, e não vai ser retirado.
O Rizespor pagou $5.3M e o Fenerbahce aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $522.8K — um clube que quer Arda Özçimen ao ponto de perguntar duas vezes.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Hüseyin Maldar agiu, no Fenerbahce, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O Fenerbahce ofereceu $470.0K; o Eyupspor disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Rizespor torna a sua casa um sítio difícil de visitar
15 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rizespor, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Rizespor fez a parte difícil com o Konyaspor, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Muhamed Buljubašić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bruno Fuchs estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Fenerbahce perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta seguiu esta semana para o Adana Demirspor, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta do Adana Demirspor por Arda Okan Kurtulan foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Fenerbahce fez a parte difícil com o Adana Demirspor, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Furkan Demir marcou, foi avaliado com 7.74 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Rizespor fez a parte difícil com o Fenerbahce, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no Rizespor já sabem disso.
O Fenerbahce pagou $550.0K e o Rizespor aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Plantel10/01/2033
Palavras no treino do Rizespor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bruno Fuchs está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Fenerbahce ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.26, e nem uma objeção no estádio.
Antevisão20/12/2032
Os vizinhos são o próximo adversário do Fenerbahce
Nada na semana que aí vem é normal. O Besiktas no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mees Laros estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“É isto que quero todas as semanas. Não o resultado, a maneira como o fizeram.” O treinador, depois do 3‑0, já a falar do próximo.
O banco20/12/2032
Ahmetcan Kaplan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Fenerbahce dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.50 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Fenerbahce ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Avaliado com 8.03. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Fenerbahce.
Antevisão06/12/2032
Os vizinhos são o próximo adversário do Fenerbahce
Nada na semana que aí vem é normal. O Trabzonspor no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
Antoine Makoumbou esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelMees Laros desentende-se com um colega por causa das exigências
As regras permitem-no e dói na mesma. Can Bartu Çığır acertou condições com o Eyupspor para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Can Bartu Çığır será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Fenerbahce as despedidas começaram em silêncio.
Jayden Oosterwolde esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mees Laros estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ederson está nela.
O Kasimpasa vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Fenerbahce foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.85 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.62 para o resto.
Jayden Oosterwolde e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 16. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel22/11/2032
Palavras no treino do Fenerbahce sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mees Laros está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Jaurès Assoumou agarrou este contra o Umraniyespor. 1‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Fenerbahce.
Ederson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Notas dos jogadores01/11/2032
Levent Mercan fez o trabalho que ninguém conta — 7.10
16 ações combinadas e 7.10. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Bertuğ Yıldırım. 2‑0 sobre o Alanyaspor, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 11 ações combinadas e uma nota de 6.87, e nenhuma delas entrará num resumo.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Os dérbis fazem nomes, e Bertuğ Yıldırım fez o seu contra o Galatasaray. 3‑1, o orgulho está seguro — e a outra metade da cidade vai estar farta de ouvir falar dele já na terça-feira.
Marcar a qualquer outro é um golo. Marcar-lhes a eles é uma história que leva o nome de quem marcou durante uma década, e os adeptos do Fenerbahce já começaram a contá-la.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Galatasaray tentou reorganizar-se, o Fenerbahce não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Antoine Makoumbou esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mees Laros estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emin Bayram, e o treinador deixou.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.20 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jakub Kałuziński será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Fenerbahce as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fenerbahce coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Carlo Holse. 2‑0 sobre o Eyupspor, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel27/09/2032
Mees Laros desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ferdi Kadıoğlu está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Levent Mercan, e o treinador deixou.
Segue-se o Kocaelispor, e há um homem no balneário do Fenerbahce que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
62 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Jogo15/09/2032
Uma noite europeia para esquecer para o Fenerbahce
1‑5. O Bayern Munich joga este futebol todos os anos, e notou-se em todas as zonas do campo. A lição é cara e, para um clube nesta fase, provavelmente necessária.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Fenerbahce ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ederson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 golos num jogo, Bertuğ Yıldırım na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Fenerbahce nem ao Bayern Munich.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Fenerbahce já se começa a dizer o nome dele no passado.
Um 2‑1 sobre o Adana Demirspor, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Jayden Oosterwolde e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mees Laros estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
O bancoEderson tornou-se um homem de confiança do treinador
MercadoKocaelispor estão prestes a pegar no telefone
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Verba acordada, salário acordado, e o Samsunspor à espera com uma camisola. No Fenerbahce ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Basaksehir pagou $3.0M e o Fenerbahce aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fenerbahce coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel02/08/2032
Kaan Akyazı consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Kaan Akyazı acabou de assinar pelo Fenerbahce e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel02/08/2032
Mees Laros desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
25 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Fenerbahce perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
95 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Emprestados24/05/2032
O empréstimo de Doğan Alemdar mede-se pelo que não acontece
14 balizas a zeros em 34 jogos no Erzurumspor. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Taylan Aydın esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Fenerbahce. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Emre Gökay assinar alguma coisa — um contrato no Fenerbahce ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
59 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Já são 16 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Um dérbi nunca é só futebol, mas o futebol ajudou: 2‑0, e a bancada visitante esvaziou cedo. O direito de mandar bocas fica renovado por mais uma época.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 95 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
27 golos e uma média de 7.32 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Há golos, e depois há golos àquele adversário em concreto. Os adeptos do Fenerbahce têm um ano de conversa garantida e sabem muito bem de quem é o nome.
Ederson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As regras permitem-no e dói na mesma. Ali Demirbilek acertou condições com o Goztepe para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Bertuğ Yıldırım produziu-o, e o 8.73 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Uma média de 7.31 na época, com 26 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
7 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Ederson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Emprestados26/04/2032
O empréstimo de Doğan Alemdar mede-se pelo que não acontece
14 balizas a zeros em 33 jogos no Erzurumspor. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
57 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Já são 12 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fenerbahce perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Uma média de 7.30 na época, com 24 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fenerbahce coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Fenerbahce tem 11 vitórias seguidas dela.
Plantel22/03/2032
Milan Škriniar lesiona os ligamentos do joelho — 30 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Ferdi Kadıoğlu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Bertuğ Yıldırım. 3‑1 sobre o Basaksehir, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 8 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Notas dos jogadores22/03/2032
Emre Gökay jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.39. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
38 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fenerbahce perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.26 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Fenerbahce já falam dele no passado.
Notas dos jogadores15/03/2032
Um golo de defesa dá a vitória ao Fenerbahce — 7.93
1 para Jayden Oosterwolde, avaliado com 7.93, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Ederson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não há pior forma de perder um futebolista. Abdou Fall pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Já são 9 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.96 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Já são 200 pelo clube, cada um arquivado na memória de alguém com uma data e um resultado. É sobre números assim que os adeptos vão discutir daqui a vinte anos.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fenerbahce coisas que levam mais de uma semana a retirar.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
26 jogos e 16 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.
Em resumo
Notas dos jogadoresJuan Santos jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Notas dos jogadoresBertuğ Yıldırım jogou uma tarde diferente da de toda a gente
55 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Fenerbahce ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Ederson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
54 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Um dérbi nunca é só futebol, mas o futebol ajudou: 1‑0, e a bancada visitante esvaziou cedo. O direito de mandar bocas fica renovado por mais uma época.
Marcar a qualquer outro é um golo. Marcar-lhes a eles é uma história que leva o nome de quem marcou durante uma década, e os adeptos do Fenerbahce já começaram a contá-la.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tim Jabol-Folcarelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Antoine Makoumbou e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Merih Ozdemir sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Em resumo
EmprestadosO empréstimo de Doğan Alemdar mede-se pelo que não acontece
A bola do jogo é de Bertuğ Yıldırım, cujos 3 golos transformaram uma tarde difícil num passeio.
Jogo14/02/2032
Ninguém quer jogar contra o Fenerbahce neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Juan Santos produziu-o, e o 8.10 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Uma média de 7.37 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
8 golos num jogo, Bertuğ Yıldırım na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Fenerbahce nem ao Kocaelispor.
Fatih Dursun lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Fenerbahce perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Direção02/02/2032
Fecha o mercado: 4 entradas, 3 saídas no Fenerbahce
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 4, saíram 3, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Fenerbahce a ouviu como outra coisa.
A verba é $780.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Adana Demirspor negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Levent Mercan agiu, no Fenerbahce, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
52 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Plantel26/01/2032
Fatih Dursun lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Bandirmaspor à espera com uma camisola. No Fenerbahce ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 90. O Hatayspor vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Fenerbahce podem fingir não ter ouvido.
O Adana Demirspor aceitou o dinheiro. O que o Fenerbahce ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.88 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Uma média de 7.25 na época, com 9 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fenerbahce coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/12/2031
Mees Laros desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
O bancoFerdi Kadıoğlu tornou-se um homem de confiança do treinador
49 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Fenerbahce ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ederson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Fenerbahce ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Três pontos para o Fenerbahce: um 1‑0 diante do Eyupspor num duelo decidido por pormenores.
Plantel08/12/2031
Palavras no treino do Fenerbahce sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tim Jabol-Folcarelli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Fenerbahce torna a sua casa um sítio difícil de visitar
48 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Já são 22 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Fenerbahce a ouviu como outra coisa.
Milan Škriniar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Basaksehir tentou reorganizar-se, o Fenerbahce não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Notas dos jogadores24/11/2031
Emre Gökay jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.06. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Fenerbahce não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fenerbahce coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/11/2031
Palavras no treino do Fenerbahce sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tim Jabol-Folcarelli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Plantel17/11/2031
Um clube mais pequeno assentaria agora a Juan Santos
Já teve barulho que chegue. Se o Fenerbahce pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.
0‑0 frente ao Corum FK, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
1 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jakub Kałuziński será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Fenerbahce as despedidas começaram em silêncio.
7.97, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Fenerbahce ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Com 8 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
45 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Fenerbahce ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 8 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Arda Okan Kurtulan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nota 8.21 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
Plantel06/10/2031
Palavras no treino do Fenerbahce sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tim Jabol-Folcarelli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Já são 15 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
A primeira derrota em 14 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Trabzonspor; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Antoine Makoumbou esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tim Jabol-Folcarelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.31 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jakub Kałuziński será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Fenerbahce as despedidas começaram em silêncio.
Jogo13/09/2031
Mais uma trazida de fora
6 seguidas na estrada para o Fenerbahce. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Fenerbahce a ouviu como outra coisa.
Jayden Oosterwolde esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Fenerbahce, e não vai ser retirado.
A proposta do Kayserispor por Mees Laros foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Plantel08/09/2031
Uma transferência que Hannes Sveijer teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Hannes Sveijer está a viver essa versão no Fenerbahce, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fenerbahce coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Carlo Holse e o Fenerbahce acertam mais 3 anos.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém quer jogar contra o Fenerbahce neste momento
11 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Fenerbahce perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Fenerbahce ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fenerbahce coisas que levam mais de uma semana a retirar.