Robert Lewandowski

Atacante - Aposentado
14 Nov 2027
Domingo
Processo

Marcado para Robert Lewandowski

19 Edição

O Diário de Chicago Fire

07/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Maren Haile-Selassie em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

O treinador faz de Mauricio Pineda um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Mbekezeli Mbokazi pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

Quando importa, Dean Boltz joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A história de Chris Brady recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Chris Brady assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Plantel

Puso Dithejane sobe na hierarquia

Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Chicago Fire do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.

Em resumo

Edições anteriores
16 Edição

O Diário de Chicago Fire

16/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

19 dias de fora para Josh Cohen depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Chicago Fire vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Mercado

Maren Haile-Selassie entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Robert Lewandowski esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Prometeram minutos a Jack Elliott

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Jack Elliott apontou a data.

O banco

André Franco bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e André Franco treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

Sergio Oregel apontado a uma saída

O nome de Sergio Oregel não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

15 Edição

O Diário de Chicago Fire

09/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Josh Cohen parte um osso — 28 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 28 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Jonathan Bamba quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Robert Lewandowski em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

O treinador faz de Sam Rogers um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Quando importa, Dean Boltz joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A história de Chris Brady recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Chris Brady assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

14 Edição

O Diário de Chicago Fire

02/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

35 dias de fora para Josh Cohen depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Chicago Fire vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

O banco

Dean Boltz diz que o Chicago Fire não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Mercado

Robert Lewandowski quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Direção

Em Chicago Fire, 170% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

Plantel

Mbekezeli Mbokazi sobe na hierarquia

Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Chicago Fire do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.

O banco

Quando importa, André Franco joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

Mbekezeli Mbokazi apontado a uma saída

O nome de Mbekezeli Mbokazi não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

O banco

O treinador faz uma promessa a Jack Elliott

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Chicago Fire. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

O banco

O treinador sai em defesa de Mbekezeli Mbokazi

Apoio público, e do género que sai caro a um treinador se ele estiver enganado. A Mbekezeli Mbokazi foi dito à frente de todos que o lugar é dele.

Em resumo

13 Edição

O Diário de Chicago Fire

26/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma fratura deixa Josh Cohen de fora 43 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Chicago Fire falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

O banco

Jason Shokalook diz que o Chicago Fire não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Mauricio Pineda e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Djé D'Avilla ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Jogador da semana: Robert Lewandowski

Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.

Mercado

Anton Salétros apontado a uma saída

O nome de Anton Salétros não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

12 Edição

O Diário de Chicago Fire

19/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

52 dias de fora para Josh Cohen depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Chicago Fire vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Notas dos jogadores

Os dois de Robert Lewandowski — 8.97

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.97, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Mercado

Maren Haile-Selassie entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

O banco

Maren Haile-Selassie: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Chicago Fire nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Jason Shokalook assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jason Shokalook e o Chicago Fire acertam mais 4 anos.

Notas dos jogadores

Jonathan Bamba passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 20. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Jogo

Robert Lewandowski leva o Chicago Fire a superar o Inter Miami CF

Terminou 2‑1, e a tarde foi de Robert Lewandowski: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Chicago Fire.

Plantel

Maren Haile-Selassie quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

O banco

O treinador faz de Jason Shokalook um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

9 Edição

O Diário de Chicago Fire

28/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

O banco

Djé D'Avilla guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Jonathan Bamba quer noites europeias

A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Robert Lewandowski e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Não há esconderijo para Chris Brady

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chris Brady, e o treinador deixou.

Jogo

Tarde má para o Chicago Fire diante do DC United

0‑2 para o DC United, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Plantel

André Franco quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Chicago Fire ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Emprestados

Christopher Cupps já viu o suficiente de Los Angeles Football Club

«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Chicago Fire, e 2 jogos em 6 dizem que merece ser ouvido.

O banco

Jordan Yedlin responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

O banco

Anton Salétros pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

8 Edição

O Diário de Chicago Fire

21/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Robert Lewandowski esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Chicago Fire fica aquém diante do Columbus Crew

O Columbus Crew levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Chicago Fire

9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

O banco

Jordan Yedlin: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 15. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen castigado

Um amarelo a mais e Andreas Hanche-Olsen fica de fora. O Chicago Fire perde-o pelo tipo de motivo evitável que faz a semana de um treinador render menos.

O banco

Philip Zinckernagel fica de fora por razões táticas no Chicago Fire

O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.

O banco

Abre-se uma porta a Jack Elliott

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

O banco

Philip Zinckernagel não está a gostar da sua função

A jogar fora da posição, substituído à hora de jogo, obrigado a ser alguém que não é — os detalhes variam e o humor não. O Chicago Fire tem um jogador a fazer o seu trabalho sob protesto.

Em resumo

7 Edição

O Diário de Chicago Fire

14/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Notas dos jogadores

Os dois de Robert Lewandowski — 8.98

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.98, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Jogo

Chicago Fire despacha o Nashville SC

Três pontos para o Chicago Fire: um 2‑1 diante do Nashville SC num duelo decidido por pormenores.

As bancadas

Um dos seus: Djé D'Avilla

Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

O banco

Uma promessa cumprida no Chicago Fire

Disseram uma coisa a Jonathan Bamba e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.

O banco

Jordan Yedlin diz de sua justiça

“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Jordan Yedlin sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.

Mercado

A história de Chris Brady recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Chris Brady assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Antevisão

Um reencontro para Taha Habroune

Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Columbus Crew com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.

O banco

O plano não tinha lugar para Jack Elliott

Ninguém no Chicago Fire sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.

O banco

Quando importa, Puso Dithejane joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

4 Edição

O Diário de Chicago Fire

24/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Josh Cohen sozinho contra todos

9 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Jogo

Acaba o percurso do Chicago Fire na taça

1‑2 frente ao Toronto FC, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.

Mercado

Jonathan Dean pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Chris Brady e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Notas dos jogadores

Jonathan Bamba encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 20. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Jogo

O Chicago Fire apanhado aos 91 minutos

O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Philadelphia Union marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Chicago Fire

9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

Notas dos jogadores

Robert Lewandowski acima de tudo

Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.63 na ficha, e os adeptos do Chicago Fire saíram a repetir um nome.

O banco

O treinador faz de Dean Boltz um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

3 Edição

O Diário de Chicago Fire

17/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Chicago Fire avança na taça

Vitória por 2‑0 sobre o Nashville SC, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?

Notas dos jogadores

Robert Lewandowski marca duas vezes — 8.84

Dois golos e um 8.84 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Notas dos jogadores

Dean Boltz, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.70

Um 7.70 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Notas dos jogadores

Um golo e uma assistência para André Franco — 7.87

Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.87 ao lado do nome.

Alvos de mercado

O relógio ganha ao Chicago Fire a corrida por D.J. Taylor

O relógio fez o que o Minnesota United FC não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.

O banco

Não há esconderijo para Chris Brady

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chris Brady, e o treinador deixou.

As bancadas

Os adeptos do Chicago Fire encontraram um ídolo em Puso Dithejane

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Puso Dithejane tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

Jogo

O Chicago Fire resolve em vinte minutos

2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Nashville SC passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.

Em resumo

2 Edição

O Diário de Chicago Fire

10/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

8 defesas: Chris Brady foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Alvos de mercado

O relógio ganha ao Chicago Fire a corrida por Matt Freese

O relógio fez o que o New York City não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.

Alvos de mercado

D.J. Taylor está a uns exames médicos do Chicago Fire

O negócio com o Minnesota United FC está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.

Direção

O Chicago Fire fecha o mercado com um plantel feito por si

14 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.

Mercado

Philip Zinckernagel quer mais do que o Chicago Fire oferece

«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.

Plantel

Philip Zinckernagel assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Philip Zinckernagel compromete-se com o Chicago Fire por mais 3 anos.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Robert Lewandowski e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Tarde má para o Chicago Fire diante do Charlotte Football Club

1‑2 para o Charlotte Football Club, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Mercado

O Chicago Fire promove Luca Moore de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Luca Moore passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Em resumo

1 Edição

O Diário de Chicago Fire

03/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Sporting Kansas City voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Chicago Fire não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Plantel

Robert Lewandowski despede-se da seleção

«167 internacionalizações são 167 mais do que o miúdo do início alguma vez esperou.» Aos 37 acabou com o seu país e não acabou nada com Chicago Fire.

Mercado

Robert Lewandowski quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Robert Lewandowski fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Robert Lewandowski e o Chicago Fire acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Philip Zinckernagel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

André Franco tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Notas dos jogadores

Philip Zinckernagel acima de tudo

Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.89 na ficha, e os adeptos do Chicago Fire saíram a repetir um nome.

Alvos de mercado

O Chicago Fire pergunta por Taha Habroune

Uma sondagem ao Columbus Crew para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Jogo

Chicago Fire divide pontos com o New England Revolution

Um 1‑1 com o New England Revolution deixa o balneário entre o alívio e a frustração.

Em resumo