27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pogon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
7.77, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Pierre Mounguengue e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Motor Lublin fica com o seu homem, e o Pogon volta a uma lista com um nome riscado.
34 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Pogon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Polonia Bytom à espera com uma camisola. No Pogon ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O telefone voltou a tocar por causa de Kellyn Acosta, e desta vez do outro lado está o Polonia Warszawa. No Pogon ouvem com educação e não prometem nada.
Javi Vázquez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para José Pozo, e o treinador deixou.
49 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pogon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pogon, e não vai ser retirado.
Plantel08/01/2029
Uma lesão muscular afasta Kellyn Acosta durante 15 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Pogon vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Javi Vázquez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 58 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pogon, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jan Biegański será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pogon as despedidas começaram em silêncio.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco01/01/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Bartosz Grosicki saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Gustav Henriksson está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
87 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pogon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pogon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Javi Vázquez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Notas dos jogadores04/12/2028
Kellyn Acosta fez o trabalho que ninguém conta — 6.65
15 ações combinadas e 6.65. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Metade do calendário jogado, 8.º lugar, 25 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
97 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Pogon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Filip Čuić tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Bruk-Bet Termalica deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Pogon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Javi Vázquez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nota de 7.93. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jan Biegański será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pogon as despedidas começaram em silêncio.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Pogon, mais uma semana sem a assinatura de José Pozo.
O banco06/11/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Bartosz Grosicki saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Valentin Cojocaru sai dessa comparação dentro da equipa, e o Pogon beneficiou de cada uma dessas tardes.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Flynn Macnack agarrou este contra o Zaglebie. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Pogon.
Jogo18/10/2028
Flynn Macnack ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 92. Flynn Macnack encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Zaglebie passou do ponto ao nada num só movimento.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Notas dos jogadores23/10/2028
Flynn Macnack, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.06
Um 8.06 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel23/10/2028
Kellyn Acosta sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Pepe Sánchez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um 7.67 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jan Biegański será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pogon as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Valentin Cojocaru e o Pogon acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kamil Antonik, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mads Agger está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
O bancoA vista do banco
O bancoKellyn Acosta tornou-se um homem de confiança do treinador
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Radomiak Radom continuou a vir porque nada o travou, e ao Pogon vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
7.75, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Mateusz Wysokiński acabou de assinar pelo Pogon e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pogon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Pogon foi explícito quanto à situação de Marcel Pięczek, o que é mais do que muitos recebem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jan Biegański será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pogon as despedidas começaram em silêncio.
O negócio que levaria Mads Agger para o Stal Rzeszów caiu na fase final e ele reapresenta-se no Pogon com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pogon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Benjamin Mendy estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Benjamin Mendy, e o treinador deixou.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco11/09/2028
Kellyn Acosta tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Pogon dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pogon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pogon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Javi Vázquez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
José Pozo lesiona os ligamentos do joelho — 27 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 27 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Chrobry Głogów à espera com uma camisola. No Pogon ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 89, e o Widzew Łódź passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pogon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Valentin Cojocaru, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Pogon sobre quem trabalha
35 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Pogon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Pogon perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pogon, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pogon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Pogon perguntou e o ŁKS Łódź disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
64 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Pogon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Não há pior forma de perder um futebolista. Martin Rachubiński pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pogon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Benjamin Mendy estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
83 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Pogon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O negócio que levaria Mads Agger para o Stal Rzeszów caiu na fase final e ele reapresenta-se no Pogon com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Slavia Prague ninguém diz, e no Pogon ninguém gosta de estar a adivinhar.
Kellyn Acosta e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dynamo Kyiv fica com o seu homem, e o Pogon volta a uma lista com um nome riscado.
126 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pogon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Heorhii Bushchan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
134 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Pogon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Benjamin Mendy estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Pogon, mais uma semana sem a assinatura de Pepe Sánchez.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
José Pozo lesiona os ligamentos do joelho — 150 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 150 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pogon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Heorhii Bushchan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Leandro Sanca treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Pogon admitiria. Nota-se aos sábados.
Heorhii Bushchan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel24/04/2028
Benjamin Mendy desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Disseram uma coisa a Jean-Pierre Nsame e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kellyn Acosta está nela.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Já são 33 jogos a titular, com média de 6.70, e o onze do Piast deixou de ser uma pergunta. Exatamente aquilo para que todos assinaram.
Emprestados24/04/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Musa Juwara
5 golos em 33 jogos no Gornik Leczna — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Pogon alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Kellyn Acosta esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para José Pozo, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Benjamin Mendy está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jakub Lewandowski e o Pogon acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco27/03/2028
Kellyn Acosta tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Pogon dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco27/03/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Gustav Henriksson
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Mor Ndiaye e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Ninguém no Pogon sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pogon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Plantel21/02/2028
Kellyn Acosta desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pogon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Attila Szalai, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pogon, e não vai ser retirado.
Heorhii Bushchan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel14/02/2028
Kellyn Acosta desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pepe Sánchez, e o treinador deixou.
9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
3 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
O Radomiak Radom vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Pogon foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mads Agger será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pogon as despedidas começaram em silêncio.
Direção07/02/2028
O Pogon fecha o mercado com um plantel feito por si
6 entradas e 4 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pogon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel31/01/2028
Kellyn Acosta desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Heorhii Bushchan, e o treinador deixou.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Valentin Cojocaru.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pogon, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Pogon fez a parte difícil com o Arka Gdynia, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Attila Szalai e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O OFI fica com o seu homem, e o Pogon volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Valentin Cojocaru, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Benjamin Mendy estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
31 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pogon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mads Agger será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pogon as despedidas começaram em silêncio.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.85 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Kellyn Acosta marcou, foi avaliado com 7.97 e voltou antes de alguém dar pela falta.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Sparta Prague ninguém diz, e no Pogon ninguém gosta de estar a adivinhar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Aleks Ławniczak e o Pogon acertam mais 4 anos.
38 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Pogon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do Bruk-Bet Termalica por Paul Mukairu foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Kellyn Acosta tem a sua resposta do Pogon; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para José Pozo, e o treinador deixou.
45 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pogon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Heorhii Bushchan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco27/12/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Bartosz Grosicki a uma sala que já as tinha ouvido.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
52 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pogon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Filip Čuić, e o treinador deixou.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Pogon foi explícito quanto à situação de Javi Manquillo, o que é mais do que muitos recebem.
Attila Szalai esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Metade do calendário jogado, 12.º lugar, 20 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Pogon terá de responder com minutos ou com uma transferência.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mads Agger, e o treinador deixou.
O banco06/12/2027
Jorge Meré tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Pogon dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mor Ndiaye esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Pogon disse a Kacper Smoliński que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Pogon sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mads Agger será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pogon as despedidas começaram em silêncio.
Mor Ndiaye e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Disseram uma coisa a Mads Agger e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dominik Kun, e o treinador deixou.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Jean-Pierre Nsame: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Pogon a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Pogon ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Filip Čuić apontou a data.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Pogon não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Heorhii Bushchan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Notas dos jogadores08/11/2027
José Pozo jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.31. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Pogon admitiria. Nota-se aos sábados.
Kellyn Acosta e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Valentin Cojocaru, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
O banco01/11/2027
Kellyn Acosta tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Pogon dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
23 dias de fora para Marek Mróz depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Pogon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jean-Pierre Nsame e o Pogon acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Heorhii Bushchan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadores04/10/2027
Kellyn Acosta fez o trabalho que ninguém conta — 6.91
12 ações combinadas e 6.91. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Bartosz Grosicki depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
46 dias de fora para Marek Mróz depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Pogon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pogon, e não vai ser retirado.
1 para Kellyn Acosta, avaliado com 7.70, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pogon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Igor Brzyski e o Pogon acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pogon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 11, saíram 16, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Heorhii Bushchan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O GKS Tychy fica com o seu homem, e o Pogon volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Pogon já telefonou ao Veracruz. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Attila Szalai e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Valentin Cojocaru, e o treinador deixou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Kellyn Acosta marcou, foi avaliado com 7.85 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zaglebie fica com o seu homem, e o Pogon volta a uma lista com um nome riscado.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Pogon foi explícito quanto à situação de Rajmund Molnár, o que é mais do que muitos recebem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Javi Manquillo, e o treinador deixou.
Maksymilian Ramutkowski e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Pogon disse a Rajmund Molnár que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pogon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Shakhtar fica com o seu homem, e o Pogon volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pogon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Pogon já telefonou ao Sigma Olomouc. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A proposta do ETO Győr por Paul Mukairu foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pogon, e não vai ser retirado.
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pogon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
7.82, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Kellyn Acosta esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Direção26/07/2027
7 jogadores da formação sobem à equipa principal do Pogon
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lukas Willen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pogon as despedidas começaram em silêncio.
Jean-Pierre Nsame e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Pogon perguntou e o Zenit disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lukas Willen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Pogon
O bancoKellyn Acosta tornou-se um homem de confiança do treinador
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pogon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Dominik Kun volta a ser jogador do Pogon, e a cidade tem a sua história do verão.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco31/05/2027
Kellyn Acosta tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Pogon dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.