Eliminado, 1‑2 com o Universidad de Concepcion, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Verba acordada, salário acordado, e o Union La Calera à espera com uma camisola. No Colo-Colo ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Colo-Colo podem fingir não ter ouvido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Ian Garguez quer futebol continental; se o Colo-Colo o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Colo-Colo já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Colo-Colo, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mathias Pinto será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Colo-Colo as despedidas começaram em silêncio.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Jogo14/07/2029
Não se vê o fim da espera do Colo-Colo por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Colo-Colo tem de arrancar um resultado de algum lado.
Santiago Hezze e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Velazco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Colo-Colo já se começa a dizer o nome dele no passado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Javier Altamirano quer futebol continental; se o Colo-Colo o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lautaro Gómez e o Colo-Colo acertam mais 4 anos.
Santiago Hezze esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
91 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rangers de Talca perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rangers de Talca coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Damián González está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Colo-Colo perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Colo-Colo, e não vai ser retirado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Colo-Colo lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Colo-Colo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel02/07/2029
Palavras no treino do Colo-Colo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jherson Mosquera está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Verba acordada, salário acordado, e o Cobreloa à espera com uma camisola. No Colo-Colo ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Audax Italiano por Mathias Pinto foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Colo-Colo podem fingir não ter ouvido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Santiago Hezze esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/06/2029
Jherson Mosquera desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Colo-Colo perguntou e o O'Higgins disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
122 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rangers de Talca perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Rangers de Talca fez a parte difícil com o O'Higgins, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Rangers de Talca lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Iván Leszczuk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Damián González está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Rangers de Talca perguntou e o Colo-Colo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Iquique, e não vai ser retirado.
César González e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Álvaro Ramos estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma sondagem ao Colo-Colo para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Iquique já telefonou ao Coquimbo Unido. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Pedrão está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Javier Altamirano quer futebol continental; se o Colo-Colo o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Colo-Colo ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Santiago Hezze esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jherson Mosquera estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jherson Mosquera quer futebol continental; se o Colo-Colo o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Santiago Hezze esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel09/04/2029
Palavras no treino do Colo-Colo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jherson Mosquera está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mauricio Márquez, e o treinador deixou.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ian Garguez está nela.
Avaliado com 7.05. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Ninguém quer jogar contra o Colo-Colo neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mathias Pinto será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Colo-Colo as despedidas começaram em silêncio.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.75 para o resto.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Gastón Lodico quer futebol continental; se o Colo-Colo o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Santiago Hezze esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um 2‑0 sobre o Everton de Viña del Mar, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Avaliado com 8.37. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Colo-Colo.
Plantel12/03/2029
Palavras no treino do Colo-Colo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Velazco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel12/02/2029
Uma transferência que Matías Galarza teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Matías Galarza está a viver essa versão no Colo-Colo, e costuma notar-se no primeiro mês.
Nota de 7.94. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Gastón Lodico volta a ser jogador do Colo-Colo, e a cidade tem a sua história do verão.
Em resumo
MercadoComo se nunca tivesse saído: Matías Galarza regressa
Direção5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Colo-Colo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Colo-Colo
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Mauricio Márquez agiu, no Colo-Colo, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mathias Pinto será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Colo-Colo as despedidas começaram em silêncio.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Santiago Hezze esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/01/2029
Jherson Mosquera desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Colo-Colo vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Verba acordada, salário acordado, e o Cobresal à espera com uma camisola. No Colo-Colo ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do UCV por Tomás Pérez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Colo-Colo ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Colo-Colo estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Javier Altamirano quer futebol continental; se o Colo-Colo o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Santiago Hezze e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel01/01/2029
Palavras no treino do Colo-Colo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jherson Mosquera está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Posição 2, 56 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Colo-Colo já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Colo-Colo podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Colo-Colo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$240.0K era o máximo que o clube pagaria, e o O'Higgins pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Colo-Colo perguntou e o O'Higgins disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jonathan Villagra e o Colo-Colo acertam mais 4 anos.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Colo-Colo
Os adeptos organizam-se contra a direção do Iquique
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Iquique ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Santiago Videla regressa a Iquique com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
A proposta seguiu esta semana para o Everton de Viña del Mar, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Jeisson Vargas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
$81.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Colo-Colo pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Álvaro Ramos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
1‑0 frente ao Liverpool Montevideo, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Mathias Pinto está no centro dessa descrição.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Colo-Colo já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Iquique por Jonathan Villagra foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Colo-Colo perguntou e o Rangers de Talca disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Emiliano Cuvertino agiu, no Colo-Colo, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
8 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Liverpool Montevideo. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.
$1.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Deportes Temuco pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 22 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
Verba acordada, salário acordado, e o San Luis à espera com uma camisola. No Colo-Colo ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
$6.2M em cima da mesa do Juventud. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Plantel11/12/2028
Uma transferência que Lautaro Gómez teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Lautaro Gómez está a viver essa versão no Colo-Colo, e costuma notar-se no primeiro mês.
O Colo-Colo e o Curicó Unido acertaram em $160.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Colo-Colo, e não vai ser retirado.
A proposta do Universidad de Chile por Nicolás Juárez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Álvaro Ramos e o Iquique acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nicolás Juárez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Iquique perguntou e o Universidad Catolica disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
45 dias de fora para Tomás Pérez depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Colo-Colo vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jherson Mosquera estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jonathan Villagra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Lucas Soto quer futebol continental; se o Colo-Colo o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jherson Mosquera está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Colo-Colo sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Colo-Colo lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Aos 36 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Claudio Aquino estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mathias Pinto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
55 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.
O banco16/10/2028
Brayan Cortés tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Colo-Colo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
0‑0 frente ao Liverpool Montevideo, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Colo-Colo sabe dizer em que semana.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Colo-Colo lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel09/10/2028
Palavras no treino do Colo-Colo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jherson Mosquera está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Jonathan Villagra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Colo-Colo pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Jogo19/08/2028
Ninguém quer jogar contra o Colo-Colo neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.12 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Javier Rojas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Colo-Colo as despedidas começaram em silêncio.
Plantel21/08/2028
Jherson Mosquera desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jherson Mosquera. 2‑1 sobre o Deportes Concepción, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Colo-Colo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Colo-Colo falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Colo-Colo já se começa a dizer o nome dele no passado.
A camisola ainda lhe serve. Josué Ovalle está de volta ao Colo-Colo, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
A verba é $840.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Cobreloa negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Plantel03/07/2028
Uma transferência que Martín Mundaca teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Martín Mundaca está a viver essa versão no Colo-Colo, e costuma notar-se no primeiro mês.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Colo-Colo
97 dias de fora para Claudio Aquino depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Colo-Colo vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Mathias Pinto marcou ao minuto 86, o Deportes Santa Cruz já pensava na viagem de regresso, e o Colo-Colo levou tudo.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Plantel22/05/2028
Palavras no treino do Colo-Colo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Velazco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 87. O Universidad Catolica tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Brayan Cortés está nela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 106 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Colo-Colo ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jherson Mosquera estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mathias Pinto e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco15/05/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Francisco Sagal a uma sala que já as tinha ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco15/05/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Jonathan Villagra
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Avaliado com 4.36. Nada do que tentou resultou e a partir da hora deixou de tentar grande coisa, que é a parte em que um treinador repara, mais do que nos erros.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jherson Mosquera quer futebol continental; se o Colo-Colo o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel27/03/2028
Palavras no treino do Colo-Colo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jherson Mosquera está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mathias Pinto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco27/03/2028
Brayan Cortés tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Colo-Colo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Francisco Marchant, e o treinador deixou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Brian Sobrero apontou a data.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Salomón Rodríguez assinar alguma coisa — um contrato no Colo-Colo ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Colo-Colo, e não vai ser retirado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mathias Pinto produziu-o, e o 8.86 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Nota de 7.87. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
Terminou 3‑1, e a tarde foi de Mathias Pinto: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Colo-Colo.
Plantel28/02/2028
Claudio Aquino desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Colo-Colo, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Facundo Velazco e o Colo-Colo acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Claudio Aquino estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Colo-Colo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/02/2028
16 caras novas e o Colo-Colo ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Evanz Contreras, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jefferson Garcia treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Salomón Rodríguez. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Jeisson Vargas lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Iquique, e não vai ser retirado.
Jeisson Vargas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolás Juárez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Brayan Garrido, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelNo Iquique ainda são estranhos uns para os outros
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ñublense vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Santiago Wanderers à espera com uma camisola. No Ñublense ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Deportes La Serena aceitou o dinheiro. O que o Ñublense ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A proposta do Huachipato por Diego Soto foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ñublense, e não vai ser retirado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Ñublense lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Pablo Barinaga estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jeisson Vargas lesiona os ligamentos do joelho — 47 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 47 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Iquique perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $35.0K — um clube que quer Lucas Beltrán ao ponto de perguntar duas vezes.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Iquique fez a parte difícil com o Everton de Viña del Mar, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Iquique coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Iquique foi ao Deportes Limache com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Plantel20/12/2027
Diego Orellana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Union Espanola pagou $56.0K e o Iquique aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Colo-Colo fica com o seu homem, e o Iquique volta a uma lista com um nome riscado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Colo-Colo lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel22/11/2027
Brian Sobrero desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Iván Rozas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Fernando De Paul assinar alguma coisa — um contrato no Colo-Colo ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Brian Sobrero estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mathias Pinto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jeyson Rojas, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Erick Wiemberg está nela.
Jefferson Garcia e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Brian Sobrero estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cristián Zavala, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mathias Pinto está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Fernando De Paul assinar alguma coisa — um contrato no Colo-Colo ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel27/09/2027
Palavras no treino do Colo-Colo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Christofer Gonzáles está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mathias Pinto está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Colo-Colo, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
4.º lugar com 52 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Fernando De Paul assinar alguma coisa — um contrato no Colo-Colo ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.