“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Sport Huancayo tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A verba é $2.2M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Villa San Carlos negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Cristhian Ocampos agiu, no Vélez, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não há pior forma de perder um futebolista. Benjamín Godoy pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
12 golos em 31 jogos no Central Córdoba SdE — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Vélez alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Facundo Salinas
Disseram uma coisa a Elías Cabrera e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Vejo todos os jogos do Vélez daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Excursionistas segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco15/11/2027
Lucas Robertone tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Vélez dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco15/11/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Emanuel Mammana
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Bautista Rámirez tem a sua resposta do Vélez; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Scott McKenna. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Ignacio Cellerino e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Vejo todos os jogos do Vélez daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Excursionistas segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lucas Alario, e o treinador deixou.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
120 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Central Córdoba SdE perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Central Córdoba SdE vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Central Córdoba SdE podem fingir não ter ouvido.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
As regras permitem-no e dói na mesma. Ignacio Santillán acertou condições com o Villa San Carlos para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Lucas Acosta esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Michael Santos.
Avaliado com 7.96. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Vélez perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
O banco20/09/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Renzo Tesuri
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
48 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Vélez perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.99 para o resto.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
12 golos em 26 jogos no Central Córdoba SdE — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Vélez alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Vélez, e 10 jogos em 34 dizem que merece ser ouvido.
A proposta do Petržalka por José Gómez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Central Córdoba SdE lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Lucas Acosta esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Joaquín Flores tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Avaliado com 7.77. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Bruno Galván lesiona os ligamentos do joelho — 63 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 63 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O negócio que levaria Marcelo Camargo para o Banfield caiu na fase final e ele reapresenta-se no Vélez com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Scott McKenna e o Vélez acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vélez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
11 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Central Córdoba SdE ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
$1.6M era o máximo que o clube pagaria, e o Barracas Central pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Agustín Quiroga estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Central Córdoba SdE não o segura a fingir o contrário.
19 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vélez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Rodrigo Aliendro tem a sua resposta do Vélez; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Posição 3, 25 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
2 golos em vinte minutos com Michael Santos no meio de tudo, e o San Miguel sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Bautista Cejas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑1, Carlos Alberto Méndez podia dar-se ao luxo de ser generoso.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lucas Bernabéu, e o treinador deixou.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Bruno Galván e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco03/05/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Noah Ojeda a uma sala que já as tinha ouvido.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Lucas Robertone está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Central Córdoba SdE perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Javier Vallejos: 2 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Vitória por 1‑1 sobre o Fénix, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.56 para o resto.
Santiago Moyano e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 12 ações combinadas e uma nota de 7.10, e nenhuma delas entrará num resumo.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.95 para o resto.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Aníbal Moreno. 1‑0 sobre o Gimnasia y Tiro, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Carlos Alberto Méndez podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Dribles concretizados: 11. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Em resumo
O bancoAlan Laprida tornou-se um homem de confiança do treinador
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Marco Iacobellis produziu-o, e o 8.21 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Santiago Moyano e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Carlos Alberto Méndez sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Um amarelo de que ninguém precisava, numa noite em que o jogo já estava ganho. Central Córdoba SdE perdem um jogador pelo motivo mais evitável que existe.
Pelo primeiro pergunta-se a todos os reforços até ele chegar. Chegou, e já pode deixar de responder.
O banco12/04/2027
Lucas Varaldo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Central Córdoba SdE dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Matías Pellegrini esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Aarón Quiros assinar alguma coisa — um contrato no Vélez ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Central Córdoba SdE tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 1‑2, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
O banco22/03/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Facundo Mansilla
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Se nos vão ganhar, que não seja porque alguém aqui não se quis chatear.» Levantou-se e disse-o à frente de todos, e isso é algo que um grupo recorda de um homem durante anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Central Córdoba SdE coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Central Córdoba SdE ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Central Córdoba SdE foi explícito quanto à situação de Facundo Mansilla, o que é mais do que muitos recebem.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco01/03/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Carlos Alberto Méndez não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Central Córdoba SdE também ninguém o escondia.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Javier Vallejos, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoAlan Laprida tornou-se um homem de confiança do treinador
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Central Córdoba SdE nada responderam, o que também é uma resposta.
Direção08/02/2027
1 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Central Córdoba SdE
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Gustavo Varela é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Agustín Cardoso e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Santiago Moyano e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Central Córdoba SdE perguntou e o Corinthians disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Central Córdoba SdE vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Central Córdoba SdE, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Javier Vallejos, e o treinador deixou.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Central Córdoba SdE essa pergunta é mais difícil de responder.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Agustín Cardoso chega ao Central Córdoba SdE com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Central Córdoba SdE. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Central Córdoba SdE perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Minuto 90. Ignacio Copetti encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Lanús passou do ponto ao nada num só movimento.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Diego Barrera estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Central Córdoba SdE coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Horacio Tijanovich, e o treinador deixou.
Posição 14 e 6 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Santiago Moyano esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
100 golos pelo clube, cada um arquivado na memória de algum adepto.
Plantel19/10/2026
Diego Barrera desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ezequiel Naya, e o treinador deixou.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Central Córdoba SdE tem de arrancar um resultado de algum lado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Diego Barrera está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
O erro de um defesa alguém arruma; o de um guarda-redes acaba lá dentro. Soube antes de a bola cruzar a linha, e o estádio inteiro também.
O banco14/09/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Carlos Alberto Méndez saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Central Córdoba SdE coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Joaquín Flores, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.65
Um 7.65 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Central Córdoba SdE coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Diego Barrera estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um ponto arrancado aos 89 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Carlos Alberto Méndez depois do empate por 3‑3, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Todos os reforços esperam por ele e todas as conferências de imprensa perguntam por ele até chegar. Chegou, o Central Córdoba SdE tem o seu homem a marcar, e o segundo é sempre mais fácil.