Alan Rodríguez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Sergio Rochet sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
O Mirassol está fora e o Internacional segue em frente, com um 1‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Internacional coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Internacional ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Alan Patrick e o Internacional acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Internacional coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Alerrandro. 1‑0 sobre o Fortaleza, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.