62 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Iliria Fushë-Krujë perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Iliria Fushë-Krujë, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Iliria Fushë-Krujë ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Erkan Semovski e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Faz o seu trabalho e não se está a instalar. O Iliria Fushë-Krujë devia ser um passo em frente nas contas dele, e as contas dele foram revistas desde que chegou.
O banco18/02/2036
Tiago Vermeulen tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Iliria Fushë-Krujë dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
83 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Iliria Fushë-Krujë perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Tiago Vermeulen agarrou este contra o Kukësi. 2‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Iliria Fushë-Krujë.
Faltavam 85 minutos e o Kukësi tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Iliria Fushë-Krujë não parou para dar explicações.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Iliria Fushë-Krujë, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Heinrich Schröder será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Iliria Fushë-Krujë as despedidas começaram em silêncio.
Emilio Amadori e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Toda a gente no Iliria Fushë-Krujë viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 35 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
O Iliria Fushë-Krujë perguntou e o Egnatia Rrogozhinë disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
54 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Iliria Fushë-Krujë perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Iliria Fushë-Krujë vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Matteo Giorgetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Iliria Fushë-Krujë sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Erkan Semovski treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Iliria Fushë-Krujë foi explícito quanto à situação de Theo Williams Jr., o que é mais do que muitos recebem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que René Frank está nela.
Hüseyn Əliyev lesiona os ligamentos do joelho — 89 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 89 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Iliria Fushë-Krujë falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Emilio Amadori esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 35 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Iliria Fushë-Krujë é como lidar com um homem a quem deve muito.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Iliria Fushë-Krujë, mais uma semana sem a assinatura de Tiago Vermeulen.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Iliria Fushë-Krujë, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Aleksandr Ballabio: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Iliria Fushë-Krujë a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
117 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Iliria Fushë-Krujë perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Iliria Fushë-Krujë falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Erkan Semovski e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
A primeira derrota em 5 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Skënderbeu Korçë; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Frenkie Depay, e o treinador deixou.
Os reforços chegam com uma imagem do clube na cabeça, e a deste era maior do que o edifício. Vai jogar bem e vai-se embora, por essa ordem, e toda a gente o sabe.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Angers SCO ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Angers SCO já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Angers SCO podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Junior Diaz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A equipa técnica esvaziou-se por completo e não havia ninguém internamente para promover, por isso o clube nomeou um nome que quase nenhum adepto reconhecerá. Recupera-se disto; ninguém gosta de o explicar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Julian Lægreid será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Angers SCO as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Joseph Mangondo pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Junior Diaz e o Angers SCO acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.