Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 106 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Frank Bogado agiu, no Olimpia, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Olimpia já falam dele no passado.
Mercado01/09/2036
Como se nunca tivesse saído: Ignacio Lago regressa
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Ignacio Lago volta a ser jogador do Olimpia, e a cidade tem a sua história do verão.
A camisola ainda lhe serve. Dylan Villalba está de volta ao Olimpia, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Mendoza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Olimpia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ângelo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ángel Aguayo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco25/08/2036
Adam Tanouté tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olimpia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Olimpia pode pedir e sobe o salário que Adam Tanouté pode exigir.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Oscar Acuña
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Olimpia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Roberto Lopez pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergio Diaz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Edwin Zapata quer futebol continental; se o Olimpia o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 127 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sergio Diaz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pedro González e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ninguém no Olimpia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Verba acordada, salário acordado, e o Sportivo Trinidense à espera com uma camisola. No Olimpia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ângelo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olimpia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Olimpia vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Edwin Zapata agarrou este contra o General Caballero JLM. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Olimpia.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Olimpia já se começa a dizer o nome dele no passado.
Posição 2, 45 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Guarani de Fram tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $464.5K do que o Olimpia pagou por Víctor Villalba é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Roberto Lopez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olimpia as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Rodrigo Mederos agiu, no Olimpia, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Em resumo
Notas dos jogadoresOs dois trabalhos feitos por Axel Batista — 7.04
PlantelPalavras no treino do Olimpia sobre quem trabalha
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Olimpia já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 1, saíram 2, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergio Diaz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cerro Porteno fica com o seu homem, e o Olimpia volta a uma lista com um nome riscado.
Hernán Zuliani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
O bancoIván Leguizamón tornou-se um homem de confiança do treinador
Verba acordada, salário acordado, e o 2 de Mayo à espera com uma camisola. No Olimpia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel14/07/2036
Ângelo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Olimpia perguntou e o Cerro Porteno disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O telefone voltou a tocar por causa de Jose Peralta, e desta vez do outro lado está o Deportivo Santani. No Olimpia ouvem com educação e não prometem nada.
Ángel Aguayo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém no Olimpia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Olimpia já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
A proposta do Sportivo Ameliano por Gastón Ávila foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Bartolomé Velásquez e o Olimpia acertam mais 2 anos.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Juan Pablo Ludueña agiu, no Olimpia, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Em resumo
PlantelMateo Mendoza desentende-se com um colega por causa das exigências
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Olimpia já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
7.77, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateo Mendoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Olimpia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Olimpia já se começa a dizer o nome dele no passado.
O telefone voltou a tocar por causa de Iván Leguizamón, e desta vez do outro lado está o Cerro Porteno. No Olimpia ouvem com educação e não prometem nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ângelo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Olimpia já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel16/06/2036
Mateo Mendoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ángel Aguayo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Olimpia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Verba acordada, salário acordado, e o Sol de America à espera com uma camisola. No Olimpia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Tacuary vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Olimpia foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.03 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Plantel09/06/2036
Mateo Mendoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ângelo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Hernán Zuliani acabou de assinar pelo Olimpia e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergio Diaz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ángel Aguayo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Iván Leguizamón está nela.
O banco26/05/2036
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Santiago Acosta escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Florián Monzón agarrou este contra o Independiente CG. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Olimpia.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.38 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Alejandro Leiva está a viver essa versão no Olimpia, e costuma notar-se no primeiro mês.
Dribles concretizados: 21. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel19/05/2036
Sergio Diaz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Já são 50 pelo clube, cada um arquivado na memória de alguém com uma data e um resultado. É sobre números assim que os adeptos vão discutir daqui a vinte anos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
8 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Olimpia e do 2 de Mayo por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ângelo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Olimpia não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Em resumo
Notas dos jogadoresVíctor Villalba jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Notas dos jogadoresGabriel Soto jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateo Mendoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jogo03/05/2036
O Olimpia torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olimpia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
O bancoAdam Tanouté tornou-se um homem de confiança do treinador
509Edição
O Correio de Olimpia
28/04/2036
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel28/04/2036
Mateo Mendoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Olimpia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 11 ações, 7.96, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Fernando de la Mora passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Iván Leguizamón, e o treinador deixou.
Ángel Aguayo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ângelo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Olimpia lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Víctor Villalba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 16. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco21/04/2036
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Santiago Acosta saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Olimpia
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Paulo Riveros será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olimpia as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergio Diaz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Olimpia não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Federico Rodríguez, e o treinador deixou.
Pedro González e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nota 7.96 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Olimpia, o melhor em campo era deles.
O banco14/04/2036
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Santiago Acosta foi breve depois da vitória por 2‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yury Oyarzo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olimpia as despedidas começaram em silêncio.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Adrián Palacios acabou de assinar pelo Olimpia e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel07/04/2036
Sergio Diaz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Olimpia sabem-no.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olimpia podem fingir não ter ouvido.
Plantel31/03/2036
Edwin Zapata consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Edwin Zapata acabou de assinar pelo Olimpia e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ângelo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ángel Aguayo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Disseram uma coisa a César Miño e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
O banco31/03/2036
Iván Leguizamón tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olimpia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Olimpia joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Gabriel Soto produziu-o, e o 8.37 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.04 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Joaquín Yapura será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olimpia as despedidas começaram em silêncio.
Plantel24/03/2036
Sergio Diaz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olimpia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelNo Olimpia ainda são estranhos uns para os outros
17 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Plantel17/03/2036
Uma transferência que Lucas Romeo teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Lucas Romeo está a viver essa versão no Olimpia, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergio Diaz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Gabriel Soto. 2‑0 sobre o Tacuary, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel10/03/2036
Ângelo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sergio Diaz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Olimpia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Vejo todos os jogos do Olimpia daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Sportivo Ameliano segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Olimpia foi explícito quanto à situação de Federico Rodríguez, o que é mais do que muitos recebem.
17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olimpia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel25/02/2036
Sergio Diaz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O novo treinador do Olimpia já trabalhou com Bartolomé Velásquez e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Pedro González e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
16 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Olimpia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores18/02/2036
Gastón Ávila, 34 anos, faz recuar o relógio — 8.26
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.26 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Olimpia já falam dele no passado.
Plantel18/02/2036
Uma transferência que Miguel Vegas teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Miguel Vegas está a viver essa versão no Olimpia, e costuma notar-se no primeiro mês.
Isto não é rotação. Ángel Aguayo está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Olimpia finge o contrário.
Plantel18/02/2036
Ângelo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ángel Aguayo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
27 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olimpia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel11/02/2036
Sergio Diaz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
13 ações combinadas e 7.68. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
O novo treinador do Olimpia já trabalhou com Bartolomé Velásquez e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Olimpia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Olimpia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Tomás Paredes e o Olimpia acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel04/02/2036
Sergio Diaz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
12 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Jose Sanabria é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Derlis Valdez está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Olimpia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel28/01/2036
25 dias de fora para Luis Vidal depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Olimpia vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ângelo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O novo treinador do Olimpia já trabalhou com Bartolomé Velásquez e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Víctor Villalba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Iván Leguizamón. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Adam Tanouté pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
48 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olimpia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 32 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Paulo Riveros será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olimpia as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateo Mendoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ángel Aguayo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O novo treinador do Olimpia já trabalhou com Bartolomé Velásquez e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
55 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olimpia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Olimpia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Olimpia já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
A proposta do Sportivo Trinidense por Paulo Riveros foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateo Mendoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O O'Higgins fica com o seu homem, e o Olimpia volta a uma lista com um nome riscado.
O novo treinador do Olimpia já trabalhou com Bartolomé Velásquez e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
62 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Olimpia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o UCV à espera com uma camisola. No Olimpia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 46 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Olimpia beneficiou disso.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Joaquín Di Lollo acertou condições com o Fernando de la Mora para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Em resumo
PlantelÂngelo desentende-se com um colega por causa das exigências
69 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olimpia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o River Plate à espera com uma camisola. No Olimpia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 53 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel31/12/2035
Sergio Diaz consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Sergio Diaz acabou de assinar pelo Olimpia e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olimpia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
76 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Olimpia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $17.7M porque Ângelo é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 60 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ângelo acabou de assinar pelo Olimpia e, por uma vez, a resposta importava.
A época pela qual uma cidade vai medir as vinte seguintes. O troféu vem para casa com o plantel, e o percurso pelas ruas ficou combinado há dias.
Plantel17/12/2035
Pedro González lesiona os ligamentos do joelho — 83 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 83 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
1‑4. Há um nível que se joga todas as semanas, e é jogado por clubes que o fazem há cinquenta anos; uma noite destas é o que se sente ao chegar lá sem o ter feito.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Olimpia já se começa a dizer o nome dele no passado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 67 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Olimpia perguntou e o Portuguesa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Olimpia estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
90 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Olimpia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Vitória por 4‑2 sobre o Guarani, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Olimpia perdeu-o em tudo menos nos papéis.
52 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Com 2 golos de desvantagem isto era uma formalidade, e a formalidade durou até deixar de ser. O Olimpia encontrou algo que a primeira parte não tinha anunciado, e o Guarani não soube segurar o que tinha.
O Olimpia perguntou e o Colo-Colo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Notas dos jogadores10/12/2035
Axel Batista, 33 anos, faz recuar o relógio — 8.11
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.11 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
97 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olimpia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
0‑2 perante o nível do Palmeiras. Ninguém vai fingir que isto é um escândalo: a distância é real, é mensurável, e encurtá-la é um projeto e não uma palestra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
6 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Pedro González lesiona os ligamentos do joelho — 104 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 104 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Olimpia lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ángel Aguayo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Olimpia daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Guarani de Fram segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Iván Leguizamón está nela.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Adam Tanouté
111 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Olimpia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Mendoza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Erick Belé esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Olimpia lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
11 golos em 29 jogos no Sportivo Ameliano — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Olimpia alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Em resumo
PlantelUm clube mais pequeno assentaria agora a Mateo Mendoza
118 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Olimpia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
0‑3. O Alianza Lima joga este futebol todos os anos, e notou-se em todas as zonas do campo. A lição é cara e, para um clube nesta fase, provavelmente necessária.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Aníbal Paz será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olimpia as despedidas começaram em silêncio.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Cayetano Santarelli acabou de assinar pelo Olimpia e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel12/11/2035
Mateo Mendoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pedro González lesiona os ligamentos do joelho — 125 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 125 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Pedro González volta a ser jogador do Olimpia, e a cidade tem a sua história do verão.
Erick Belé e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Juan Romero e o Olimpia acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ángel Aguayo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
48 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olimpia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
0‑2 perante o nível do Alianza Lima. Ninguém vai fingir que isto é um escândalo: a distância é real, é mensurável, e encurtá-la é um projeto e não uma palestra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Plantel29/10/2035
Mateo Mendoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
55 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olimpia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateo Mendoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Faustino Barone e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Emprestados22/10/2035
Os golos continuam a chegar do exílio de Oscar Acuña
11 golos em 27 jogos no Sportivo Trinidense — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Olimpia alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Olimpia, e 4 jogos em 12 dizem que merece ser ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lucas Quintana está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lautaro Gaitán, e o treinador deixou.
62 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olimpia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Aníbal Paz será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olimpia as despedidas começaram em silêncio.
Faustino Barone e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Isto não é rotação. César Bobadilla está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Olimpia finge o contrário.
Plantel15/10/2035
Ángel Aguayo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Aníbal Paz lesiona os ligamentos do joelho — 69 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 69 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bautista Morel será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olimpia as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateo Mendoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Erick Belé e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Tomás Paredes: 5 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
76 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Olimpia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Olimpia já falam dele no passado.
Jogo26/09/2035
O Olimpia torna a sua casa um sítio difícil de visitar
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateo Mendoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Faustino Barone esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
83 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olimpia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
0‑2 frente ao Palmeiras. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
A primeira derrota em 13 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Palmeiras; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Olimpia já falam dele no passado.
Jogo18/09/2035
O Olimpia torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Faustino Barone e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
90 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olimpia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
52 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Aníbal Paz será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olimpia as despedidas começaram em silêncio.
Plantel17/09/2035
Mateo Mendoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olimpia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
97 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Olimpia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bautista Morel será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olimpia as despedidas começaram em silêncio.
Plantel10/09/2035
Mateo Mendoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Paulo Riveros quer futebol continental; se o Olimpia o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Faustino Barone e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
104 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Olimpia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Santiago Acosta treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Joaquín Yapura será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olimpia as despedidas começaram em silêncio.
Faustino Barone e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ángel Aguayo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Olimpia, mais uma semana sem a assinatura de Iván Leguizamón.
111 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olimpia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Olimpia já falam dele no passado.
Plantel27/08/2035
Mateo Mendoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Olimpia daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Guarani de Fram segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco27/08/2035
Mateo Mendoza tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olimpia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Ángel Aguayo pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Mendoza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Erick Belé e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bautista Feversani, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olimpia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ángel Aguayo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
O banco13/08/2035
Iván Leguizamón tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olimpia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Olimpia sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Olimpia já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateo Mendoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Erick Belé esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Olimpia perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ricardo Benítez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olimpia as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Plantel30/07/2035
Mateo Mendoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ángel Aguayo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Emprestados30/07/2035
Os golos continuam a chegar do exílio de Oscar Acuña
11 golos em 22 jogos no Sportivo Trinidense — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Olimpia alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Em resumo
O bancoMateo Mendoza tornou-se um homem de confiança do treinador
Vitória por 1‑0 sobre o Tembetary, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Verba acordada, salário acordado, e o Rayo Zuliano à espera com uma camisola. No Olimpia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
A série sem derrotas chega aos 13 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $208.6K do que o Olimpia pagou por Jhosías Campss é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
O negócio que levaria Ángel Aguayo para o Sportivo Ameliano caiu na fase final e ele reapresenta-se no Olimpia com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.91 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Em resumo
DireçãoFecha o mercado: 1 entradas, 9 saídas no Olimpia
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Joaquín Yapura não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Olimpia perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olimpia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Mendoza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Olimpia perguntou e o Villarreal disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
Emprestados10 golos por empréstimo para Oscar Acuña
Verba acordada, salário acordado, e o Anzoátegui à espera com uma camisola. No Olimpia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
O Sol de America aceitou o dinheiro. O que o Olimpia ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Olimpia fez a parte difícil com o Libertad, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Olimpia perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
O Olimpia perguntou e o Cerro Porteno disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Paulo Riveros e o Olimpia acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
400 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
48 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Verba acordada, salário acordado, e o Resistencia à espera com uma camisola. No Olimpia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.81 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Verba acordada, salário acordado, e o Deportes Concepción à espera com uma camisola. No Olimpia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Florián Monzón e o Olimpia acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olimpia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/06/2035
Mateo Mendoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Verba acordada, salário acordado, e o Sportivo San Lorenzo à espera com uma camisola. No Olimpia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
O Cerro Porteno aceitou o dinheiro. O que o Olimpia ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Olimpia toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Erick Belé e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel28/05/2035
Mateo Mendoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 9 ações combinadas e uma nota de 7.20, e nenhuma delas entrará num resumo.
O banco28/05/2035
Iván Leguizamón tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olimpia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Diego Mastrángelo, e o treinador deixou.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Santiago Acosta depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Iván Leguizamón. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Víctor Villalba agarrou este contra o Deportivo Capiata. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Olimpia.
7.78, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olimpia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/05/2035
Mateo Mendoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Posição 2, 32 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Erick Belé esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Víctor Villalba quer futebol continental; se o Olimpia o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel14/05/2035
Bautista Morel desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Erick Belé e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel07/05/2035
Mateo Mendoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Florián Monzón. 1‑0 sobre o Nacional, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Olimpia, mais uma semana sem a assinatura de Iván Leguizamón.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
7.97, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Erick Belé e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Mendoza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente no Olimpia viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 33 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Lucas Quintana. 1‑0 sobre o River Plate, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Joaquín Di Lollo quer futebol continental; se o Olimpia o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Diego Mastrángelo quer futebol continental; se o Olimpia o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
A primeira derrota em 5 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Cerro Porteno; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Plantel23/04/2035
Ángel Aguayo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Metade do calendário jogado, 1.º lugar, 25 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Em resumo
O bancoA vista do banco
O bancoIván Leguizamón tornou-se um homem de confiança do treinador
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Joaquín Yapura será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olimpia as despedidas começaram em silêncio.
7.95, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Erick Belé esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateo Mendoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
1 para Bautista Morel, avaliado com 7.84, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Erick Belé e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel09/04/2035
Mateo Mendoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Erick Belé e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Bautista Feversani quer futebol continental; se o Olimpia o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ángel Aguayo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Olimpia disse a Florián Monzón que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Olimpia foi explícito quanto à situação de Gabriel Soto, o que é mais do que muitos recebem.
O banco02/04/2035
Lucas Quintana tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olimpia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yury Oyarzo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olimpia as despedidas começaram em silêncio.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olimpia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Mendoza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Olimpia lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Erick Belé esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Gastón Ávila agiu, no Olimpia, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matías López quer futebol continental; se o Olimpia o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Mendoza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.16 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Olimpia lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
2 golos em vinte minutos com Mateo Mendoza no meio de tudo, e o Guarani de Fram sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ángel Aguayo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Notas dos jogadores12/03/2035
Mateo Mendoza jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.12. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Olimpia lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateo Mendoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Matías López esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Guarani levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco05/03/2035
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Santiago Acosta a uma sala que já as tinha ouvido.
O treinador reorganizou as ideias e Bautista Feversani saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emanuel Kovacs, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olimpia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Mendoza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olimpia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olimpia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Olimpia lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ángel Aguayo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateo Mendoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Olimpia lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
15 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Bautista Carboni está a viver essa versão no Olimpia, e costuma notar-se no primeiro mês.
Erick Belé e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Esequiel Barco volta a ser jogador do Olimpia, e a cidade tem a sua história do verão.
A camisola ainda lhe serve. Tomás Durso está de volta ao Olimpia, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
A camisola ainda lhe serve. Bautista Carboni está de volta ao Olimpia, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Direção05/02/2035
8 jogadores da formação sobem à equipa principal do Olimpia
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yury Oyarzo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olimpia as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olimpia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Bautista Morel quer futebol continental; se o Olimpia o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
O Guarani vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Nicolás Wunsch pré-acordou a mudança para o Olimpia, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ángel Aguayo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco29/01/2035
Tomás Paredes tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olimpia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Posição 2, 50 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Erick Belé esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matías López quer futebol continental; se o Olimpia o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bautista Morel está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A proposta do Sportivo Ameliano por Ángel Aguayo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ismael Cabrera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olimpia as despedidas começaram em silêncio.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olimpia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Erick Belé tem a sua resposta do Olimpia; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bautista Morel está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jeremy Antonisse e o Olimpia acertam mais 2 anos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mateo Mendoza está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Erick Belé treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Verba acordada, salário acordado, e o Atenas à espera com uma camisola. No Olimpia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $695.2K do que o Olimpia pagou por Kevin Caraballo é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Olimpia vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o São Paulo pode já não estar a vender.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Nacional fica com o seu homem, e o Olimpia volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olimpia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ángel Aguayo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Plantel10 caras novas e o Olimpia ainda se está a conhecer
17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olimpia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Atenas à espera com uma camisola. No Olimpia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 49 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O relógio fez o que o Vissel Kobe não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Olimpia estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
24 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olimpia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Olimpia perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta seguiu esta semana para o São Paulo, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
1‑1 frente ao Deportivo Municipal, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Verba acordada, salário acordado, e o Boston River à espera com uma camisola. No Olimpia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Marítimo de La Guaira tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olimpia podem fingir não ter ouvido.
As bancadas18/12/2034
Os adeptos revoltam-se com a venda de Rodrigo Huescas por $18.1M
Vai para o Libertad, o clube tem $18.1M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Lazio ninguém diz, e no Olimpia ninguém gosta de estar a adivinhar.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Verba acordada, salário acordado, e o Cerro à espera com uma camisola. No Olimpia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Olimpia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Mercado11/12/2034
O Olimpia paga $6.3M ao Tacuary por uma melhoria a sério
O Tacuary não queria vender e o número é a razão por que o fez. $6.3M por Juan Segundo Miretti, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Santiago Acosta treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Plantel04/12/2034
22 dias de fora para Nelson Gauto depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Olimpia vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
A proposta seguiu esta semana para o Tacuary, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
29 dias de fora para Nelson Gauto depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Olimpia vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Joaquín Yapura será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olimpia as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Olimpia lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Leonel Pollacchi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Emprestados27/11/2034
Os golos continuam a chegar do exílio de Matías López
12 golos em 28 jogos no Tacuary — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Olimpia alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Em resumo
O bancoMateo Mendoza tornou-se um homem de confiança do treinador
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 36 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Leonel Pollacchi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olimpia as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olimpia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O novo treinador do Olimpia já trabalhou com César Miño e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco20/11/2034
Iván Leguizamón tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olimpia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 43 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Agustín Hermoso será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olimpia as despedidas começaram em silêncio.
Mateo Gamarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Federico Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O novo treinador do Olimpia já trabalhou com César Miño e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para César Miño, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Olimpia
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 50 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Leonel Pollacchi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Federico Rodríguez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O novo treinador do Olimpia já trabalhou com César Miño e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
O banco06/11/2034
Rodrigo Huescas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olimpia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
57 dias de fora para Nelson Gauto depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Olimpia vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
14 golos e uma média de 7.31 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Leonel Pollacchi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O novo treinador do Olimpia já trabalhou com César Miño e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Olimpia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Leonel Pollacchi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olimpia as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olimpia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O novo treinador do Olimpia já trabalhou com César Miño e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Federico Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco23/10/2034
Tomás Paredes tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olimpia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Olimpia. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
71 dias de fora para Nelson Gauto depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Olimpia vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olimpia, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olimpia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Federico Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Olimpia foi explícito quanto à situação de Federico Rodríguez, o que é mais do que muitos recebem.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Olimpia lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O banco16/10/2034
Mateo Mendoza tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olimpia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Antonio Acosta
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Agustín Hermoso será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olimpia as despedidas começaram em silêncio.
Leonel Pollacchi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bautista Feversani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a César Miño.
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.