Jerdy Schouten esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A primeira derrota em 8 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Zwolle; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Emprestados22/02/2027
O empréstimo de Niek Schiks mede-se pelo que não acontece
14 balizas a zeros em 26 jogos no RKC Waalwijk. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
A proposta seguiu esta semana para o AZ, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do PSV, e não vai ser retirado.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 1, saíram 5, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $21.0M — um clube que quer Mateo Chávez ao ponto de perguntar duas vezes.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Guus Til produziu-o, e o 9.35 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O PSV foi ao AZ com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Utrecht pagou $11.5M e o PSV aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AZ fica com o seu homem, e o PSV volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.46 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Yarek Gąsiorowski e o PSV acertam mais 5 anos.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 6 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
11 ações combinadas e 6.90. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Metade do calendário jogado, 1.º lugar, 43 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
O banco28/12/2026
Jerdy Schouten tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no PSV dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Marvin Keller e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Jogo12/12/2026
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o PSV. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Nada na semana que aí vem é normal. O Feyenoord no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
O banco14/12/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Steven De Vrij foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Jerdy Schouten e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Marvin Keller esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Sergiño Dest tem a sua resposta do PSV; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No PSV ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jogo21/11/2026
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o PSV. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
10 golos em 8 jogos no VVV-Venlo — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No PSV alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Steven De Vrij podia dar-se ao luxo de ser generoso.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marvin Keller treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco23/11/2026
Neste momento há alguém melhor do que Sergiño Dest
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Ninguém no PSV dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
3‑0, e a margem não enganou ninguém — aguentava mais um golo ou dois sem protesto. É por tardes assim que as pessoas continuam a vir.
Notas dos jogadores26/10/2026
Ivan Perišić, 37 anos, faz recuar o relógio — 7.83
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.83 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Sondre Ørjasæter tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O PSV disse a Dennis Man que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 17 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Disseram uma coisa a Brais Méndez e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
6 golos em 5 jogos no Den Bosch — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No PSV alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
O Heracles vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O PSV foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do PSV, e não vai ser retirado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
O banco14/09/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Steven De Vrij foi breve depois da vitória por 3‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do PSV, e não vai ser retirado.
4 entradas e 10 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Marvin Keller esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Quatro semanas em que ninguém na divisão fez melhor o seu trabalho. O prémio vai para uma prateleira e o jogador volta para a equipa, que é a ordem que o PSV prefere.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Mauro Júnior: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o PSV a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Arema tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.43 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel24/08/2026
Ivan Perišić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Marvin Keller e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Ruben van Bommel tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Guus Til no seu melhor
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O PSV perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Fulham por Ricardo Pepi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $10.3M porque Marvin Keller é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
$14.5M era o máximo que o clube pagaria, e o New England Revolution pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Toronto FC fica com o seu homem, e o PSV volta a uma lista com um nome riscado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Brais Méndez agiu, no PSV, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Jerdy Schouten e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel17/08/2026
Ivan Perišić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
As bancadasOs adeptos do PSV encontraram um ídolo em Ricardo Pepi
O Grasshopper vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Young Boys foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Nassr fica com o seu homem, e o Young Boys volta a uma lista com um nome riscado.
O Stripfing aceitou o dinheiro. O que o Young Boys ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Facinet Conté produziu-o, e o 8.71 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O PSV pagou $10.3M e o Young Boys aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Marvin Keller foi-se, as contas têm $10.3M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Herba Guirassy não precisou: 7.60, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
A perseguição a Ablie Jallow terminou com $2.2M a mudar de mãos e o Servette sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Young Boys perguntou e o Zurich disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Alvyn Sanches era uma das razões por que as pessoas vinham, e $14.2M não substitui isso sozinho.
A proposta seguiu esta semana para o Servette, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Young Boys ofereceu $2.4M; o Luzern disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Armin Gigović marcou, foi avaliado com 7.39 e voltou antes de alguém dar pela falta.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.3M — um clube que quer Ablie Jallow ao ponto de perguntar duas vezes.
O Servette vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Young Boys foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Rayan Raveloson marcou, foi avaliado com 7.78 e voltou antes de alguém dar pela falta.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Marvin Keller e o Young Boys acertam mais 4 anos.
Marvin Keller esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.