Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Standard Liege fica com o seu homem, e o Young Boys volta a uma lista com um nome riscado.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Young Boys estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
A proposta seguiu esta semana para o Luzern, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Young Boys foi ao Grasshopper com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Alvyn Sanches esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Haissem Hassan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Young Boys, e 0 jogos em 25 dizem que merece ser ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Young Boys, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Young Boys terá de responder com minutos ou com uma transferência.
33 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Renato Aebischer e o Young Boys acertam mais 4 anos.
Plantel20/12/2027
Haissem Hassan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Alvyn Sanches e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Young Boys ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Renato Aebischer, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Moritz Jenz está nela.
0‑2 frente ao Club Brugge. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Young Boys coisas que levam mais de uma semana a retirar.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Young Boys sabe dizer em que semana.
Plantel13/12/2027
Palavras no treino do Young Boys sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan David Arizala está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 18. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco13/12/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Ruben Kobel a uma sala que já as tinha ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gregory Wüthrich, e o treinador deixou.
O banco13/12/2027
Samuel Essende tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Young Boys dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Young Boys perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Renato Aebischer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Haissem Hassan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 12 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Young Boys perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
0‑8 frente ao Barcelona. A leitura honesta não é que os jogadores estiveram mal: é que a distância entre este clube e aquele se mede hoje em coisas que o dinheiro leva anos a comprar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Young Boys ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Moritz Jenz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o Young Boys e o Barcelona, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Moritz Jenz, e o treinador deixou.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
36 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Young Boys perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Grasshopper está fora e o Young Boys segue em frente, com um 3‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
33 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.67, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Jogo17/11/2027
Facinet Conté ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 96. Facinet Conté encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Grasshopper passou do ponto ao nada num só movimento.
1.º lugar com 33 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Alvyn Sanches e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Darian Maleš no seu melhor
43 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Young Boys perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Já são 6 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Plantel15/11/2027
Haissem Hassan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Young Boys coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Segue-se o Basel, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Brian De Keersmaecker, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Samuel Essende está nela.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
1‑8 frente ao Bayern Munich. A leitura honesta não é que os jogadores estiveram mal: é que a distância entre este clube e aquele se mede hoje em coisas que o dinheiro leva anos a comprar.
Jogo06/11/2027
Não se vê o fim da espera do Young Boys por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Young Boys tem de arrancar um resultado de algum lado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 9 golos entre o Young Boys e o Bayern Munich, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Haissem Hassan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Alvyn Sanches esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Young Boys não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Empate aos 90 minutos, depois de uma tarde que o Young Boys tinha praticamente arrumada. O Luzern vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Young Boys a ouviu como outra coisa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O treinador reorganizou as ideias e Christian Fassnacht saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
0‑4 frente ao Bayern Munich. A leitura honesta não é que os jogadores estiveram mal: é que a distância entre este clube e aquele se mede hoje em coisas que o dinheiro leva anos a comprar.
30 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel25/10/2027
Haissem Hassan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Alvyn Sanches e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Christian Fassnacht chama-lhe outra coisa em privado.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Simon Vargas e o Young Boys acertam mais 3 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Young Boys coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Samuel Essende. 2‑1 sobre o Zurich, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Plantel18/10/2027
Palavras no treino do Young Boys sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Brian De Keersmaecker está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alvyn Sanches esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alan Virginius estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Samuel Essende está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
2‑3 perante o nível do Club Brugge. Ninguém vai fingir que isto é um escândalo: a distância é real, é mensurável, e encurtá-la é um projeto e não uma palestra.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Corsin Konietzke não precisou: 7.66, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kaly Sène será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Young Boys as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Christian Fassnacht e o Young Boys acertam mais 2 anos.
Plantel04/10/2027
Palavras no treino do Young Boys sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Haissem Hassan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
22 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Juan David Arizala não precisou: 7.65, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Haissem Hassan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Alvyn Sanches e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Ryan Andrews tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Em resumo
Notas dos jogadoresKaly Sène jogou uma tarde diferente da de toda a gente
O orgulho é do Young Boys por mais um ano, com um 3‑0 sobre o Basel e casa cheia.
Jogo17/09/2027
Uma noite europeia para esquecer para o Young Boys
0‑6. O Barcelona joga este futebol todos os anos, e notou-se em todas as zonas do campo. A lição é cara e, para um clube nesta fase, provavelmente necessária.
Marcar a qualquer outro é um golo. Marcar-lhes a eles é uma história que leva o nome de quem marcou durante uma década, e os adeptos do Young Boys já começaram a contá-la.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Young Boys e o Barcelona, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Young Boys coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Young Boys sobre quem trabalha
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Dribles concretizados: 21. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel13/09/2027
Palavras no treino do Young Boys sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Haissem Hassan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Alvyn Sanches esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Young Boys perguntou e o Grasshopper disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Young Boys ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Antevisão13/09/2027
Os vizinhos são o próximo adversário do Young Boys
Nada na semana que aí vem é normal. O Basel no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 94. O Lugano tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Christian Fassnacht, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Young Boys
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de Samuel Essende
Notas dos jogadoresUm instante estraga Ryan Andrews
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kaly Sène será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Young Boys as despedidas começaram em silêncio.
Direção06/09/2027
O Young Boys fecha o mercado com um plantel feito por si
23 entradas e 5 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alan Virginius estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Segue-se o Lugano, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
“Vejo todos os jogos do Young Boys daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no MC Oran segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Young Boys, e não vai ser retirado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Brian De Keersmaecker e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 19. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel30/08/2027
Alan Virginius desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ryan Andrews e o Young Boys acertam mais 5 anos.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Young Boys tem 3 vitórias seguidas dela.
Plantel23/08/2027
Haissem Hassan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Moritz Jenz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Haissem Hassan produziu-o, e o 9.10 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Herba Guirassy não precisou: 7.72, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Plantel16/08/2027
Haissem Hassan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Young Boys coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Terminou 2‑1, e a tarde foi de Haissem Hassan: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Young Boys.
Plantel16/08/2027
No Young Boys ainda são estranhos uns para os outros
8 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Ruben Kobel podia dar-se ao luxo de ser generoso.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Herba Guirassy não precisou: 7.61, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kaly Sène será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Young Boys as despedidas começaram em silêncio.
Brian De Keersmaecker e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Herba Guirassy tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Young Boys, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Facinet Conté não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Renato Aebischer e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel02/08/2027
Haissem Hassan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Young Boys a ouviu como outra coisa.
Um ponto arrancado aos 90 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
O treinador reorganizou as ideias e Samuel Essende saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Young Boys coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel26/07/2027
Palavras no treino do Young Boys sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Isaac Schmidt está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadores26/07/2027
Samuel Essende jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.34. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Sergio Córdova quer futebol continental; se o Young Boys o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Young Boys podem fingir não ter ouvido.
Alvyn Sanches esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 15 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
O Young Boys perguntou e o Grasshopper disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Admir Zakaria está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Renato Aebischer passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Granit Zakaria está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Direção19/07/2027
O estádio vai crescer
Os planos estão aprovados para uma lotação de 39242. Decisões destas julgam-se vinte anos depois, por gente que não estava na sala.
Plantel19/07/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no Young Boys
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Young Boys ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alvyn Sanches e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/07/2027
Haissem Hassan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel12/07/2027
Uma lesão muscular afasta Loris Benito durante 18 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Young Boys vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Plantel12/07/2027
Dario Marzino melhorou aos 30, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Young Boys foi explícito quanto à situação de Saidy Janko, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoHaissem Hassan tornou-se um homem de confiança do treinador
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Young Boys pagou $10.1M por Brian De Keersmaecker, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
O Young Boys foi ao Lugano com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Alvyn Sanches e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Plantel05/07/2027
Palavras no treino do Young Boys sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Haissem Hassan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Young Boys vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 98 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Young Boys perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Young Boys coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 24 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 108 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Vaduz à espera com uma camisola. No Young Boys ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bloemfontein Celtic fica com o seu homem, e o Young Boys volta a uma lista com um nome riscado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alvyn Sanches esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Young Boys nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel21/06/2027
Haissem Hassan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Moritz Jenz está nela.
116 dias de fora para Yan Valery depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Young Boys vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Haissem Hassan está nela.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Yan Valery apontou a data.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Young Boys falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O aperto de mão com o Sion está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Young Boys, e não vai ser retirado.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alvyn Sanches e o Young Boys acertam mais 5 anos.
Alvyn Sanches e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Thun fica com o seu homem, e o Young Boys volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Darian Maleš, e o treinador deixou.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
Não um mês, não uma série — uma época inteira a ser o melhor futebolista de 20 anos que alguém nesta divisão podia pôr em campo. Este é o galardão que será referido durante o resto da sua carreira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Young Boys coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Haissem Hassan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Edimilson Fernandes, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Denis Okafor e o Young Boys acertam mais 3 anos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Samuel Essende está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Young Boys, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O empréstimo devia dar-lhe jogos. 0 partidas e 0 golos depois, está de volta ao Young Boys sem ter avançado, e todos os envolvidos vão explicar por que não foi obra sua.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Darian Maleš não desaparece
0‑2 frente ao Basel, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Young Boys aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Alvyn Sanches esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Ruben Kobel depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Young Boys fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Young Boys sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cedric Teuchert, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Haissem Hassan está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Young Boys, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Alvyn Sanches e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
14 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
Plantel10/05/2027
Palavras no treino do Young Boys sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Haissem Hassan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Djibril Rieder passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Mario Mvogo passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Cedric Teuchert assinar alguma coisa — um contrato no Young Boys ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Young Boys coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Haissem Hassan, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Armin Gigović treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Young Boys sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Quero ficar no futebol quando parar, e não vou esperar até parar para me preparar.” Aos 35 anos os cursos já começaram, e todos os treinadores da divisão se lembram de ter feito o mesmo.
A equipa técnica deu a Alvyn Sanches algo à parte. Se é uma fraqueza a ser corrigida ou uma virtude a ser afiada, ninguém de fora saberá até aparecer num sábado.
Alvyn Sanches esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Young Boys sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
4.º lugar, 24 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Young Boys falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alvyn Sanches esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/04/2027
Haissem Hassan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Simon Vargas, e o treinador deixou.
O banco19/04/2027
Haissem Hassan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Young Boys dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Young Boys, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Young Boys coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Haissem Hassan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A formação existe exatamente para esta manhã. Edimilson Steffen passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Young Boys e lutar pelo meu lugar.» 8 jogos em 32 no Sion dizem o resto.
O banco12/04/2027
Cédric Zesiger tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Young Boys dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Edimilson Fernandes treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 38 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alvyn Sanches e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/04/2027
Palavras no treino do Young Boys sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Edimilson Fernandes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Christian Fassnacht está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
O banco05/04/2027
Samuel Essende tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Young Boys dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
O bancoO treinador faz uma promessa a Darian Maleš
48 dias de fora para Dario Marzino depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Young Boys vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alvyn Sanches e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/03/2027
Palavras no treino do Young Boys sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Haissem Hassan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel29/03/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no Young Boys
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 57 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Young Boys coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Armin Gigović, e o treinador deixou.
O banco22/03/2027
Haissem Hassan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Young Boys dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Young Boys que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
65 dias de fora para Dario Marzino depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Young Boys vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Young Boys coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/03/2027
Palavras no treino do Young Boys sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Edimilson Fernandes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Young Boys daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Sion segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Armin Gigović.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Cédric Zesiger está nela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Young Boys falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Christian Fassnacht e o Young Boys acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alvyn Sanches e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Haissem Hassan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Steven Kobel é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Darian Maleš. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
O bancoSaidy Janko pede uma conversa com o treinador
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 83 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Young Boys, e não vai ser retirado.
Alvyn Sanches e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/03/2027
Haissem Hassan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Young Boys foi explícito quanto à situação de Rayan Raveloson, o que é mais do que muitos recebem.
Plantel01/03/2027
6 caras novas e o Young Boys ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco01/03/2027
Moritz Jenz tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Young Boys dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
4‑1 frente ao FC Copenhagen, e uma exibição que vai mudar a forma como o resto da competição fala deste clube. No futebol continental as reputações constroem-se em noites soltas, e esta foi uma.
Vitória por 3‑0 sobre o Luzern, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Young Boys falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Taraz por Ardian Bajrami foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alvyn Sanches esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
103 dias de fora para Dario Marzino depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Young Boys vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Young Boys coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/02/2027
Haissem Hassan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Young Boys, e 8 jogos em 24 dizem que merece ser ouvido.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Alessandro Sabino Russo compromete-se com o Young Boys por mais 3 anos.
O banco15/02/2027
Alvyn Sanches tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Young Boys dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Young Boys, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 111 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Alvyn Sanches e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A formação existe exatamente para esta manhã. Steven Seferovic passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Alessandro Sabino Russo e o Young Boys acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco08/02/2027
Samuel Essende tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Young Boys dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Young Boys vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Verba acordada, salário acordado, e o Vitoria Guimaraes à espera com uma camisola. No Young Boys ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Direção01/02/2027
O Young Boys fecha o mercado com um plantel feito por si
5 entradas e 2 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
$1.0M era o máximo que o clube pagaria, e o St. Gallen pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O nome de Corsin Konietzke apareceu em conversas de que o Young Boys não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel01/02/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no Young Boys
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Cédric Zesiger está nela.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Young Boys do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Young Boys pagou $17.1M por Haissem Hassan, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Young Boys podem fingir não ter ouvido.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Haissem Hassan agiu, no Young Boys, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
A proposta seguiu esta semana para o St. Gallen, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alvyn Sanches esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Haissem Hassan do Bloemfontein Celtic por $17.1M, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
O Young Boys foi ao Bloemfontein Celtic com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Young Boys coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Luzern fica com o seu homem, e o Young Boys volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel18/01/2027
Palavras no treino do Young Boys sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gregory Wüthrich está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Edimilson Fernandes, e o treinador deixou.
Tem 20 anos e ninguém em Young Boys o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $10.5M porque Dmytro Riznyk é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Young Boys já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Young Boys fez a parte difícil com o St. Gallen, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Alvyn Sanches e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel11/01/2027
Gregory Wüthrich desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Young Boys foi ao Shakhtar com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Vejo todos os jogos do Young Boys daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Sion segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Saidy Janko tem a sua resposta do Young Boys; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Alvyn Sanches esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/12/2026
Palavras no treino do Young Boys sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gregory Wüthrich está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Moritz Jenz está nela.
4.º lugar com 24 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Young Boys coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais um nome na lista: o Santa Fe fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Facinet Conté. A resposta do Young Boys não mudou — para já.
Plantel21/12/2026
Palavras no treino do Young Boys sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gregory Wüthrich está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nico Rodriguez e o Young Boys acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alvyn Sanches está nela.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Darian Maleš apontou a data.
Dribles concretizados: 34. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A formação existe exatamente para esta manhã. Denis Okafor passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Plantel14/12/2026
Palavras no treino do Young Boys sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Darian Maleš está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nils de Mol e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Em resumo
O bancoNão há lugar para Ryan Andrews no jogo grande
MercadoA história de Alvyn Sanches recusa-se a morrer
A proposta do Vitória por Facinet Conté foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alvyn Sanches e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel07/12/2026
Darian Maleš desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Cedric Teuchert está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Cédric Zesiger está nela.
1‑0 frente ao Zaglebie, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Alvyn Sanches esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 21. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel30/11/2026
Gregory Wüthrich desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Edimilson Fernandes.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Ruben Kobel sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
18 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Young Boys perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Young Boys marcou aos 94, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Facinet Conté produziu-o, e o 8.93 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Young Boys podem fingir não ter ouvido.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.79 para o resto.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Derrota por 0‑1 com o Basel no único jogo que nunca é só um jogo. No trabalho, na escola, no café — desta não haverá como fugir esta semana.
Plantel16/11/2026
Breel Mvogo lesiona os ligamentos do joelho — 26 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 26 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A primeira derrota em 13 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Basel; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Alvyn Sanches e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel16/11/2026
Darian Maleš desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gregory Wüthrich, e o treinador deixou.
O banco16/11/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Ruben Kobel a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
O bancoAlvyn Sanches tornou-se um homem de confiança do treinador
Dribles concretizados: 33. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Darian Maleš marcou ao minuto 89, o Zugdidi já pensava na viagem de regresso, e o Young Boys levou tudo.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Granit Gavranovic é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alvyn Sanches esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Darian Maleš estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Young Boys não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Aos 20 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Young Boys vai tentar não fazer disso um caso.
“Vejo todos os jogos do Young Boys daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Sion segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
6‑3. É por noites destas que os clubes passam décadas a tentar qualificar-se para esta competição, e elas chegam talvez duas vezes nesse período. Quem esteve no estádio vai descrevê-la mal durante anos.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Edimilson Fernandes produziu-o, e o 8.00 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Notas dos jogadores26/10/2026
Herba Guirassy, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.48
Um 8.48 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
22 pontos, um lugar lá em cima e um estádio que começou a divertir-se. Ninguém vai dizer a palavra em voz alta, o que é o sinal mais seguro de que toda a gente está a pensar nela.
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alvyn Sanches e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Plantel19/10/2026
Palavras no treino do Young Boys sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gregory Wüthrich está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Nico Rodriguez é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Plantel12/10/2026
Palavras no treino do Young Boys sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Darian Maleš está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.03, e nem uma objeção no estádio.
Plantel12/10/2026
No Young Boys ainda são estranhos uns para os outros
12 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco12/10/2026
Alvyn Sanches tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Young Boys dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alvyn Sanches esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel05/10/2026
Palavras no treino do Young Boys sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Darian Maleš está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Cedric Teuchert chama-lhe outra coisa em privado.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Edimilson Fernandes sai dessa comparação dentro da equipa, e o Young Boys beneficiou de cada uma dessas tardes.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Young Boys podem fingir não ter ouvido.
Moritz Jenz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
2 golos em vinte minutos com Samuel Essende no meio de tudo, e o Thun sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gregory Wüthrich estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresDarian Maleš jogou uma tarde diferente da de toda a gente
JogoA meio da época: o Young Boys está no 2.º lugar
Com 2 golos de desvantagem isto era uma formalidade, e a formalidade durou até deixar de ser. O Young Boys encontrou algo que a primeira parte não tinha anunciado, e o Vaduz não soube segurar o que tinha.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Herba Guirassy não precisou: 7.94, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
7.81, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
7.81, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Alvyn Sanches e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não se vê o fim da espera do Young Boys por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Young Boys tem de arrancar um resultado de algum lado.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Loris Benito regressa a Young Boys com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
O Young Boys ficou sem tempo com o Zurich. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Breel Mvogo está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Silvan Schär é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Plantel14/09/2026
Gregory Wüthrich desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel14/09/2026
No Young Boys ainda são estranhos uns para os outros
12 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
PlantelNão há lugar para Carlos Ascues no desenho novo
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Young Boys perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Facinet Conté não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Cedric Teuchert esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Lugano levou os pontos após um 1‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel07/09/2026
Palavras no treino do Young Boys sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gregory Wüthrich está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A perseguição a Hassane Imourane terminou com $4.2M a mudar de mãos e o Grasshopper sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Young Boys, e não vai ser retirado.
O Zurich queria mais do que $780.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Young Boys coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Federico Bicoro está a viver essa versão no Young Boys, e costuma notar-se no primeiro mês.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Luzern fica com o seu homem, e o Young Boys volta a uma lista com um nome riscado.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Um ponto arrancado aos 93 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
O Young Boys ofereceu $19.2M; o Trabzonspor disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Manchester United paga $15.5M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lugano fica com o seu homem, e o Young Boys volta a uma lista com um nome riscado.
As bancadas24/08/2026
Os adeptos revoltam-se com a venda de Marvin Keller por $15.5M
Vai para o Manchester United, o clube tem $15.5M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Young Boys já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta seguiu esta semana para o Trabzonspor, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Kashiwa Reysol fica com o seu homem, e o Young Boys volta a uma lista com um nome riscado.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
O St. Gallen queria mais do que $1.1M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Alvyn Sanches e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel17/08/2026
Palavras no treino do Young Boys sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gregory Wüthrich está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Young Boys foi ao Lugano com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
O Young Boys perguntou e o St. Gallen disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Cédric Zesiger e o Young Boys acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Young Boys coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Djibril Zakaria está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Facinet Conté não precisou: 9.55, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Young Boys podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Banik Ostrava por Facinet Conté foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Marvin Keller e o Young Boys acertam mais 4 anos.
Alvyn Sanches esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
Notas dos jogadoresHerba Guirassy encarou-os todo o jogo