59 dias de fora para Keiver Zúñiga depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Portuguesa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 12 jogos sem derrota são uma base que o Portuguesa não tinha no outono.
Plantel10/04/2028
Palavras no treino do Portuguesa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lautaro Lovazzano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Jonathan Cañete e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Disseram uma coisa a César Salazar e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
O banco10/04/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Wilfredo Peña
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Portuguesa
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Plantel07/02/2028
Palavras no treino do Portuguesa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lautaro Lovazzano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Jonathan Cañete esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Óscar González está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Portuguesa terá de responder com minutos ou com uma transferência.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Portuguesa, e não vai ser retirado.
Jonathan Cañete e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Portuguesa foi ao Metropolitanos com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Edwin Peraza, e o treinador deixou.
Uma sondagem ao Millonarios para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Perguntou-se ao Millonarios se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Richard Martinez treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Portuguesa podem fingir não ter ouvido.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Portuguesa fez a parte difícil com o Libertad, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Jonathan Cañete esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gimnasia y Esgrima fica com o seu homem, e o Portuguesa volta a uma lista com um nome riscado.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Óscar González está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Portuguesa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jonathan Cañete esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luis Moreno Quero estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e José Soto treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.