Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no CF Montreal falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jack Lynn será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no CF Montreal as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que CF Montreal podem fingir não ter ouvido.
Não há pior forma de perder um futebolista. Hunter Sulte pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
A proposta seguiu esta semana para o Atlanta United FC, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O CF Montreal ofereceu $450.0K; o San Diego Football Club disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O CF Montreal perguntou e o San Jose Earthquakes disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Julian Hall e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hunter Sulte, e o treinador deixou.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o CF Montreal pode pedir e sobe o salário que Mamadou Fofana pode exigir.
Dagur Dan Þórhallsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
30 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
Plantel15/11/2032
Uma transferência que Raul Aguilera teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Raul Aguilera está a viver essa versão no CF Montreal, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel15/11/2032
Julian Hall desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Direção15/11/2032
Em CF Montreal, 89% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Julian Hall e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel07/06/2032
Palavras no treino do CF Montreal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dagur Dan Þórhallsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Josh Acosta está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em CF Montreal, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Dagur Dan Þórhallsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Aleksa Cvetković treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Jack Aaronson lesiona os ligamentos do joelho — 33 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O negócio que levaria Aidan Stokes para o Austin FC caiu na fase final e ele reapresenta-se no CF Montreal com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Kai Wagner compromete-se com o CF Montreal por mais 2 anos.
Plantel03/05/2032
Palavras no treino do CF Montreal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dagur Dan Þórhallsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
Direção03/05/2032
Os salários engolem 90% das receitas do CF Montreal
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thomas Williams será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no CF Montreal as despedidas começaram em silêncio.
$630.0K em cima da mesa do Philadelphia Union. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
As regras permitem-no e dói na mesma. Thomas Williams acertou condições com o Philadelphia Union para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Dagur Dan Þórhallsson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O CF Montreal ofereceu $440.0K; o Colorado Rapids disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no CF Montreal sabem-no.
O CF Montreal tem mais estrangeiros do que o formulário permite, e ele é o que ficou sem lugar nele. Vai treinar com uma equipa pela qual não pode jogar até à próxima janela.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Dylan Johnson e o CF Montreal acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jerónimo López será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no CF Montreal as despedidas começaram em silêncio.
Tai Baribo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dagur Dan Þórhallsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 34 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em CF Montreal, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alex Román, e o treinador deixou.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No CF Montreal ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Ayden Romo apontou a data.
Dagur Dan Þórhallsson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kai Wagner e o CF Montreal acertam mais 2 anos.
Plantel06/10/2031
Ricky Louis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Christian Olivares