Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 95 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Atalanta já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Dion Cakolli não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Direção04/09/2028
Fecha o mercado: 18 entradas, 28 saídas no Atalanta
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 18, saíram 28, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Raoul Bellanova e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atalanta falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Cittadella à espera com uma camisola. No Atalanta ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Vinko Kolaković não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atalanta ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Giacomo Raspadori e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 23. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel28/08/2028
Raoul Bellanova desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Quatro parágrafos no site do clube, nenhum deles sobre futebol. A direção agradeceu, desejou-lhe felicidades e já tinha a procura em marcha antes de a página ir para o ar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atalanta falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A equipa técnica esvaziou-se por completo e não havia ninguém internamente para promover, por isso o clube nomeou um nome que quase nenhum adepto reconhecerá. Recupera-se disto; ninguém gosta de o explicar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atalanta, e não vai ser retirado.
O Lecce pagou $1.4M e o Atalanta aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelDanilo Monza é melhor futebolista do que era
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atalanta falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Sampdoria à espera com uma camisola. No Atalanta ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gerónimo Poblete será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atalanta as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Giacomo Raspadori esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 4 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Maldini, e o treinador deixou.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atalanta vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Atalanta toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
Verba acordada, salário acordado, e o Frosinone à espera com uma camisola. No Atalanta ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Vinko Kolaković não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Aos 15 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
A proposta do Frosinone por Luca Lezzerini foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Giorgio Scalvini e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel31/07/2028
Raoul Bellanova desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giorgio Scalvini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
O Pescara queria mais do que $1.6M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gerónimo Poblete será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atalanta as despedidas começaram em silêncio.
A proposta do Südtirol por Dion Cakolli foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Giacomo Raspadori esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A forma vai e vem; esta não foi. Davide Bono tem 21 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel17/07/2028
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raoul Bellanova está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
A proposta do Crvena Zvezda por Nikola Štulić foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Giacomo Raspadori e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atalanta lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Atalanta toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Atalanta já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Union Brescia tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O telefone voltou a tocar por causa de Nikola Štulić, e desta vez do outro lado está o Crvena Zvezda. No Atalanta ouvem com educação e não prometem nada.
O Atalanta ofereceu $970.0K; o Sassuolo disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Giacomo Raspadori e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
O Atalanta foi ao Sassuolo com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Matías Sánchez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atalanta as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atalanta lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Giorgio Scalvini e o Atalanta acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$27.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Modena pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atalanta ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Giacomo Raspadori esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Franck Kessié, e o treinador deixou.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Atalanta perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Atalanta e o Monopoli acertaram em $240.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atalanta, e não vai ser retirado.
$150.0K em cima da mesa do Monza. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Plantel12/06/2028
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giorgio Scalvini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Atalanta já se começa a dizer o nome dele no passado.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
A proposta do LOSC Lille por Honest Ahanor foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Danilo Monza e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Ibrahima Camara está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Roberto Trevisan lesiona os ligamentos do joelho — 20 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 20 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atalanta, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não há pior forma de perder um futebolista. Santiago Puzzo pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Plantel29/05/2028
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raoul Bellanova está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atalanta perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gerónimo Poblete será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atalanta as despedidas começaram em silêncio.
Giacomo Raspadori esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikola Štulić, e o treinador deixou.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Atalanta sabem-no.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Atalanta foi explícito quanto à situação de Luca Lezzerini, o que é mais do que muitos recebem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Roberto Trevisan lesiona os ligamentos do joelho — 34 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Giacomo Raspadori e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mattia Tavanti será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atalanta as despedidas começaram em silêncio.
Plantel15/05/2028
Raoul Bellanova desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Davide Bono e o Atalanta acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atalanta, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Giacomo Raspadori. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
42 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atalanta perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Federico Raimondi treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 45 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atalanta ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Giacomo Raspadori e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
6 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Sassuolo foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Roberto Trevisan lesiona os ligamentos do joelho — 49 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 49 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atalanta ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Nikola Štulić quer futebol continental; se o Atalanta o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Giacomo Raspadori esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/04/2028
Raoul Bellanova desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Andrea Michieletto e o Atalanta acertam mais 4 anos.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 13 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Atalanta já falam dele no passado.
Plantel17/04/2028
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raoul Bellanova está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marco Sportiello, e o treinador deixou.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Atalanta terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atalanta ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Matías Sánchez pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Giacomo Raspadori e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Atalanta sabe dizer em que semana.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Atalanta sabem-no.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Atalanta está a esgotar-se.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Marco Sportiello e o Atalanta acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Federico Bertolini, e o treinador deixou.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Atalanta ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Giacomo Raspadori esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Aldo Martano e o Atalanta acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 15 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Giacomo Raspadori e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Marco Sportiello.
Giacomo Raspadori e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel13/03/2028
Raoul Bellanova desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Já teve barulho que chegue. Se o Atalanta pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para El Bilal Touré, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atalanta, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mario Pašalić e o Atalanta acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Giacomo Raspadori esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A formação existe exatamente para esta manhã. Edoardo Schiavone passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Romano Baldi passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Mirko Melis está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Valentino De Simone passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A proposta do Veres por Aldo Martano foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Nikola Štulić quer futebol continental; se o Atalanta o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Giacomo Raspadori e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atalanta ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel21/02/2028
Raoul Bellanova desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Juan Ignacio Brunet acabou de assinar pelo Atalanta e, por uma vez, a resposta importava.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Loris Bacchetti acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Atalanta substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atalanta ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Giacomo Raspadori e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel14/02/2028
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raoul Bellanova está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
O negócio que levaria Odilon Kossounou para o Frosinone caiu na fase final e ele reapresenta-se no Atalanta com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Marco Chiosa agiu, no Atalanta, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Atalanta a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atalanta ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Dion Cakolli não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Giacomo Raspadori esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel31/01/2028
Raoul Bellanova desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Verba acordada, salário acordado, e o Crotone à espera com uma camisola. No Atalanta ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atalanta, e não vai ser retirado.
Giacomo Raspadori e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel24/01/2028
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raoul Bellanova está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Atalanta foi explícito quanto à situação de Odilon Kossounou, o que é mais do que muitos recebem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Atalanta perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Giacomo Raspadori e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atalanta ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo08/01/2028
Ninguém quer jogar contra o Atalanta neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não há pior forma de perder um futebolista. Mattia Tavanti pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Plantel10/01/2028
Raoul Bellanova desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Giorgio Scalvini. 2‑0 sobre o Pescara, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atalanta, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Giacomo Raspadori e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/12/2027
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raoul Bellanova está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Ibrahim Sulemana quer futebol continental; se o Atalanta o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atalanta, e não vai ser retirado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Nikola Štulić quer futebol continental; se o Atalanta o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Giacomo Raspadori e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Jogo18/12/2027
Ninguém conseguiu parar de marcar
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Atalanta e do AC Milan por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Plantel20/12/2027
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raoul Bellanova está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Giacomo Raspadori esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel13/12/2027
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raoul Bellanova está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
1 erro, um golo e uma noite à frente dos mesmos três segundos. Vai vê-lo hoje, amanhã e provavelmente em fevereiro, e quem já jogou sabe em que fotograma ele para.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Plantel13/12/2027
Um clube mais pequeno assentaria agora a Franck Kessié
Já teve barulho que chegue. Se o Atalanta pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Atalanta a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel06/12/2027
Raoul Bellanova desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Nikola Štulić. 1‑0 sobre o Genoa, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Maldini, e o treinador deixou.
Giacomo Raspadori e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel29/11/2027
Raoul Bellanova desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 89. O Juventus tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Atalanta terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
O banco29/11/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Federico Raimondi não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Atalanta também ninguém o escondia.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atalanta, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Giacomo Raspadori e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
6 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Lecce foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Atalanta ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Giacomo Raspadori esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/11/2027
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raoul Bellanova está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para El Bilal Touré, e o treinador deixou.
O Napoli segurou a vantagem 1 minutos, que não chega para a desfrutar. O Atalanta respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
É sentimental, é completamente sincero e é o princípio de uma saída que ninguém anunciou. O clube pode ser elegante quanto a isso ou pode fingir que não ouviu.
Avaliado com 7.68. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Dribles concretizados: 66. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel08/11/2027
Gerónimo Poblete lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel08/11/2027
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raoul Bellanova está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atalanta perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Giacomo Raspadori e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atalanta lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Gerónimo Poblete lesiona os ligamentos do joelho — 35 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atalanta lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Giacomo Raspadori e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel25/10/2027
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raoul Bellanova está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Empate aos 90 minutos, depois de uma tarde que o Atalanta tinha praticamente arrumada. O Pisa vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
44 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atalanta perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
0‑4 para o AS Roma, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Giacomo Raspadori esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/10/2027
Raoul Bellanova desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco18/10/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑4 Federico Raimondi saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
52 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atalanta perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/10/2027
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raoul Bellanova está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atalanta, e 0 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Gerónimo Poblete lesiona os ligamentos do joelho — 61 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 61 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
0‑3 para o Fiorentina, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Giorgio Scalvini e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 22. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel04/10/2027
Raoul Bellanova desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Roberto De Simone, e o treinador deixou.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 9 ações, 6.54, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Atalanta ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
69 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atalanta perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Giacomo Raspadori e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
77 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atalanta perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Giacomo Raspadori esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Notas dos jogadores20/09/2027
Raoul Bellanova jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.02. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
86 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atalanta perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Doxa tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Ibrahim Sulemana marcou, foi avaliado com 7.85 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
“Vejo todos os jogos do Atalanta daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Picerno segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
94 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atalanta perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Atalanta pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Direção06/09/2027
Fecha o mercado: 23 entradas, 25 saídas no Atalanta
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 23, saíram 25, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Atalanta a ouviu como outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marco Sportiello e o Atalanta acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Giacomo Raspadori e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
102 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atalanta perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Oliveirense à espera com uma camisola. No Atalanta ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Giacomo Raspadori e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
110 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atalanta perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Atalanta perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Giacomo Raspadori esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Silvio Agostini está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Gerónimo Poblete lesiona os ligamentos do joelho — 118 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 118 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Atalanta entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Federico Raimondi fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
O telefone voltou a tocar por causa de Vinko Kolaković, e desta vez do outro lado está o Exeter City. No Atalanta ouvem com educação e não prometem nada.
“Vejo todos os jogos do Atalanta daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Picerno segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nada reinicia uma carreira como alguém que não escolheu a equipa na época passada. Mario Pašalić percebeu a deixa, e o Atalanta está a receber uma versão dele que o regime anterior tinha deixado de ver.
126 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atalanta perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
39 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
Giacomo Raspadori e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Giacomo Raspadori assinar alguma coisa — um contrato no Atalanta ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atalanta, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Filippo Galafassi deixa o Atalanta pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
133 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atalanta perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Siah Jamegan tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atalanta ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Giacomo Raspadori e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel02/08/2027
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raoul Bellanova está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Atalanta ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Gerónimo Poblete tem a sua resposta do Atalanta; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
141 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atalanta perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Giacomo Raspadori esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Virtus Verona pagou $110.0K e o Atalanta aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Ibrahim Sulemana quer futebol continental; se o Atalanta o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luca Lezzerini, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Gerónimo Poblete treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atalanta, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Atalanta daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Picerno segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Atalanta ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atalanta, e não vai ser retirado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atalanta lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nikola Štulić e o Atalanta acertam mais 4 anos.
Giacomo Raspadori e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/07/2027
Raoul Bellanova desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
15 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
A proposta do Campobasso por Ibrahima Camara foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atalanta ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Giacomo Raspadori e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel05/07/2027
Raoul Bellanova desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Atalanta fez a parte difícil com o Virtus Entella, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o CSKA Moscow fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Giorgio Scalvini esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta do AS Roma por Raoul Bellanova foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Atalanta já se começa a dizer o nome dele no passado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Vélez fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Pergolettese pagou $350.0K e o Atalanta aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O Atalanta perguntou e o Virtus Entella disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma sondagem ao Hellas Verona para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
A proposta seguiu esta semana para o Lecce, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Giacomo Raspadori e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel14/06/2027
Raoul Bellanova desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Teodoro Schiavone é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Renato Colletti está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Atalanta toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Giacomo Raspadori e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
14 golos em 33 jogos no Cagliari — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Atalanta alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Atalanta está a esgotar-se.
Giorgio Scalvini esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Atalanta ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Giuseppe Leone, e o treinador deixou.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Matías Sánchez tem a sua resposta do Atalanta; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Atalanta sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Giuseppe Leone apontou a data.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atalanta, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giorgio Scalvini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco17/05/2027
Jonathan Rowe tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atalanta dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Giorgio Scalvini assinar alguma coisa — um contrato no Atalanta ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Atalanta foi explícito quanto à situação de Pablo Cabral, o que é mais do que muitos recebem.
13.º lugar com 43 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Franck Kessié esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Sassuolo marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Atalanta está a esgotar-se.
Giorgio Scalvini esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/05/2027
Uma transferência que Tommaso Vitali teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Tommaso Vitali está a viver essa versão no Atalanta, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Atalanta foi explícito quanto à situação de Mario Pašalić, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Giacomo Raspadori no seu melhor
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 22 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Marco Sportiello e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Dion Cakolli tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atalanta falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Marco Sportiello e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/04/2027
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raoul Bellanova está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jonathan Rowe, e o treinador deixou.
O banco19/04/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Edoardo Tagliabue escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jonathan Rowe está nela.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Luca Lezzerini tem a sua resposta do Atalanta; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 37 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Giorgio Scalvini esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel12/04/2027
Raoul Bellanova desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 45 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Marco Sportiello esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 22. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel05/04/2027
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giorgio Scalvini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atalanta falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo27/03/2027
Não se vê o fim da espera do Atalanta por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Atalanta tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atalanta ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel29/03/2027
Raoul Bellanova desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Atalanta sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atalanta falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/03/2027
Raoul Bellanova desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todas as carreiras longas chegam à semana em que se pensa na última. Ele gostava que fosse onde começou, e o Atalanta sabe agora que esse pensamento chegou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luca Mazzitelli, e o treinador deixou.
O banco22/03/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Edoardo Tagliabue saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
O bancoJonathan Rowe tornou-se um homem de confiança do treinador
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atalanta, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giorgio Scalvini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Giacomo Raspadori esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sead Kolašinac, e o treinador deixou.
13 golos em 28 jogos no Cagliari — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Atalanta alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
11 golos em 23 jogos no Parma — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Atalanta alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Sead Kolašinac e o Atalanta acertam mais 3 anos.
Jogo06/03/2027
Não se vê o fim da espera do Atalanta por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Atalanta tem de arrancar um resultado de algum lado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raoul Bellanova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Giacomo Raspadori e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Vinko Kolaković está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dion Cakolli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atalanta as despedidas começaram em silêncio.
Giorgio Scalvini e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel01/03/2027
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raoul Bellanova está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
O AS Roma levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco01/03/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Edoardo Tagliabue saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Atalanta sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Raoul Bellanova
MercadoManuel Leto regressa de um empréstimo que não lhe ensinou nada
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atalanta lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giorgio Scalvini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco22/02/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Edoardo Tagliabue a uma sala que já as tinha ouvido.
A história da ambição ao contrário, a que ninguém conta: um futebolista a pedir um palco mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vire. Não é fraqueza e é quase sempre contada como se fosse.
O banco22/02/2027
Jonathan Rowe tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atalanta dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atalanta, e não vai ser retirado.
O relógio fez o que o Hellas Verona não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Plantel15/02/2027
Giorgio Scalvini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Giacomo Raspadori esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atalanta, e 0 jogos em 26 dizem que merece ser ouvido.
12 golos em 24 jogos no Cagliari — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Atalanta alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
19 dias de fora para Jonathan Rowe depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atalanta vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Atalanta ficou sem tempo com o Lecce. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Giorgio Scalvini e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Atalanta ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marco Sportiello e o Atalanta acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Raoul Bellanova, e o treinador deixou.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ternana fica com o seu homem, e o Atalanta volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel08/02/2027
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Franck Kessié está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Lecce aceitou o dinheiro. O que o Atalanta ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Plantel01/02/2027
27 dias de fora para Jonathan Rowe depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atalanta vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
6 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
Direção01/02/2027
O Atalanta fecha o mercado com um plantel feito por si
5 entradas e 7 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atalanta ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo30/01/2027
Não se vê o fim da espera do Atalanta por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Atalanta tem de arrancar um resultado de algum lado.
Raoul Bellanova e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Dribles concretizados: 36. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Genoa fechou tudo por 1‑3. A época reduz-se ao campeonato, e no estádio já se sabia muito antes do apito final.
Plantel25/01/2027
37 dias de fora para Jonathan Rowe depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atalanta vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta do Fiorentina por Giacomo Raspadori foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Vai para o Chelsea, o clube tem $72.9M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
A perseguição a Luca Lezzerini terminou com $2.0M a mudar de mãos e o Fiorentina sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Inter pagou $40.8M e o Atalanta aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Verba acordada, salário acordado, e o Bra à espera com uma camisola. No Atalanta ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Gianluca Scamacca foi-se, as contas têm $40.8M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Giorgio Scalvini esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 8 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mario Pašalić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Atalanta perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Atalanta foi ao Fiorentina com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O negócio com o Lazio está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Jogo09/01/2027
Ninguém quer jogar contra o Atalanta neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Plantel11/01/2027
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Charles De Ketelaere está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A proposta do Inter por Charles De Ketelaere foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Raoul Bellanova marcou, foi avaliado com 7.95 e voltou antes de alguém dar pela falta.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Atalanta ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Odilon Kossounou quer futebol continental; se o Atalanta o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel04/01/2027
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raoul Bellanova está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Giacomo Raspadori e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Atalanta perguntou e o Lazio disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atalanta lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Éderson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores21/12/2026
Éderson jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.04. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel21/12/2026
Lesão muscular e 15 dias de fora para Henry Camara
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Atalanta vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Giorgio Scalvini e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Atalanta e do Cagliari por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Plantel14/12/2026
Raoul Bellanova desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Cremonese vai querer esquecer isto depressa: 5‑2, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Atalanta foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Atalanta ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Giorgio Scalvini e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
7 golos num jogo, Charles De Ketelaere na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Atalanta nem ao Cremonese.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Charles De Ketelaere estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Éderson quer futebol continental; se o Atalanta o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Charles De Ketelaere estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Disseram uma coisa a Charles De Ketelaere e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Cristian Oyola e o Atalanta acertam mais 3 anos.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Kamaldeen Sulemana produziu-o, e o 8.19 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Giorgio Scalvini esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel23/11/2026
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Odilon Kossounou está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Giacomo Raspadori e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Atalanta ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel16/11/2026
7 caras novas e o Atalanta ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Kamaldeen Sulemana agarrou este contra o Campobasso. 9‑2 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Atalanta.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Facundo Pumpido produziu-o, e o 9.09 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Atalanta a ouviu como outra coisa.
Giorgio Scalvini e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 11 golos entre o Atalanta e o Campobasso, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Odilon Kossounou e o Atalanta acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Charles De Ketelaere estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 37. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Gianluca Scamacca quer futebol continental; se o Atalanta o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Odilon Kossounou estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Franck Kessié, e o treinador deixou.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Charles De Ketelaere quer futebol continental; se o Atalanta o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Giorgio Scalvini esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Atalanta e do Pisa por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Três pontos para o Atalanta: um 4‑2 diante do Pisa num duelo decidido por pormenores.
Plantel26/10/2026
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Charles De Ketelaere está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Giorgio Scalvini e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Charles De Ketelaere estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
0‑1 para o AS Roma, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel19/10/2026
No Atalanta ainda são estranhos uns para os outros
12 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Vejo todos os jogos do Atalanta daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Guidonia Montecelio segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
O banco19/10/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Odilon Kossounou
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atalanta vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 88, e o Bologna passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Giorgio Scalvini e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Santiago Puzzo agiu, no Atalanta, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.