A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
1 para Ibrahim Sulemana, avaliado com 7.93, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Atalanta a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrés Cuenca, e o treinador deixou.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.09 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Mario Pašalić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Arijanet Murić, e o treinador deixou.
Emprestados26/02/2029
O empréstimo de Marvin Keller mede-se pelo que não acontece
12 balizas a zeros em 24 jogos no AS Roma. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Plantel26/02/2029
Mathías Laborda desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Mario Pašalić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel19/02/2029
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Albert Guðmundsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Atalanta perguntou e o Napoli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para El Bilal Touré, e o treinador deixou.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.02 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Atalanta ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Arijanet Murić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
$230.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Cagliari pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O telefone voltou a tocar por causa de Stiven Shpendi, e desta vez do outro lado está o Salernitana. No Atalanta ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel12/02/2029
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Albert Guðmundsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Catanzaro fica com o seu homem, e o Atalanta volta a uma lista com um nome riscado.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atalanta, e 8 jogos em 22 dizem que merece ser ouvido.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Arijanet Murić regressa a Atalanta com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Direção05/02/2029
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Atalanta
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Atalanta pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Direção05/02/2029
O Atalanta fecha o mercado com um plantel feito por si
0 entradas e 8 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Atalanta ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A proposta do Perugia por Stiven Shpendi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Arijanet Murić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Atalanta foi ao Torino com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Verba acordada, salário acordado, e o Salernitana à espera com uma camisola. No Atalanta ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
As bancadas22/01/2029
Os adeptos revoltam-se com a venda de Daniel Maldini por $25.1M
Vai para o Napoli, o clube tem $25.1M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para El Bilal Touré, e o treinador deixou.
Nota 7.68 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Atalanta, o melhor em campo era deles.
O banco22/01/2029
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Davide Baldi escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Em resumo
Emprestados8 balizas a zeros por empréstimo para Marvin Keller
PlantelPalavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
A proposta do Empoli por Arijanet Murić foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Atalanta já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
As bancadas15/01/2029
Os adeptos revoltam-se com a venda de Honest Ahanor por $17.7M
Vai para o Inter, o clube tem $17.7M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no AlbinoLeffe ninguém diz, e no Atalanta ninguém gosta de estar a adivinhar.
Arijanet Murić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Catanzaro tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Fiorentina fica com o seu homem, e o Atalanta volta a uma lista com um nome riscado.
Final cruel para o Como com a estocada do Atalanta
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Atalanta marcou aos 91, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Mario Pašalić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Atalanta a ouviu como outra coisa.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Daniel Maldini. 3‑2 sobre o Como, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Arijanet Murić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 22. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel25/12/2028
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Maldini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para El Bilal Touré, e o treinador deixou.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Posição 18 e 8 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Adrien Tamèze produziu-o, e o 8.45 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Mario Pašalić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel18/12/2028
Daniel Maldini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
0‑3 para o Lecce, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Atalanta a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atalanta, e 4 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atalanta, e 5 jogos em 12 dizem que merece ser ouvido.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Kamaldeen Sulemana está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Davide Baldi depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Camillo Tavernelli, e o treinador deixou.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Albert Guðmundsson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel27/11/2028
Andrea Oliveri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Davide Baldi depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atalanta, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atalanta perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atalanta falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Mario Pašalić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atalanta lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel20/11/2028
Andrea Oliveri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atalanta, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Daniel Maldini. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atalanta falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jay Enem, e o treinador deixou.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atalanta falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Pro Vercelli está fora e o Atalanta segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
0‑3 para o AS Roma, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Atalanta ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Arijanet Murić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
36 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atalanta perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel30/10/2028
39 dias de fora para El Bilal Touré depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atalanta vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Disseram uma coisa a Nicola Zalewski e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Em resumo
AntevisãoO Atalanta mede-se com a equipa que todos perseguem
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 44 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel23/10/2028
50 dias de fora para El Bilal Touré depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atalanta vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Mario Pašalić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.06, e nem uma objeção no estádio.
O banco23/10/2028
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Davide Baldi, sobre uma vitória por 3‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 51 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel16/10/2028
57 dias de fora para El Bilal Touré depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atalanta vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/10/2028
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrea Oliveri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atalanta, e 2 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Giorgio Cittadini, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Atalanta sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Lorenzo Bernasconi: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Atalanta a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
61 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atalanta perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Observei este plantel. Há nele mais do que a tabela diz.” Primeira conferência de imprensa, primeira promessa — Davide Baldi fez a que todos os treinadores novos fazem, e agora vem a parte em que ela é verificada.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 64 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Jay Enem e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Atalanta foi explícito quanto à situação de El Bilal Touré, o que é mais do que muitos recebem.
69 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atalanta perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel02/10/2028
72 dias de fora para El Bilal Touré depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atalanta vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Jogo30/09/2028
Não se vê o fim da espera do Atalanta por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Atalanta tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
43 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
77 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atalanta perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 79 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Mario Pašalić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Isak Hien, e o treinador deixou.
Plantel25/09/2028
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrea Oliveri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco25/09/2028
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Adriano Parise escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Ninguém no Atalanta sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 84 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atalanta falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Atalanta sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atalanta lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
93 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atalanta perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel11/09/2028
96 dias de fora para El Bilal Touré depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atalanta vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atalanta, e não vai ser retirado.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Marco Sportiello regressa a Atalanta com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Arijanet Murić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AS Roma fica com o seu homem, e o Atalanta volta a uma lista com um nome riscado.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 101 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atalanta falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Jogo02/09/2028
Não se vê o fim da espera do Atalanta por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Atalanta tem de arrancar um resultado de algum lado.
A proposta ficou muito aquém e em Atalanta não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Direção04/09/2028
O Atalanta fecha o mercado com um plantel feito por si
20 entradas e 27 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Atalanta a ouviu como outra coisa.
108 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atalanta perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Atalanta perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Levski por Daniel Maldini foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 32 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Sassuolo queria mais do que $770.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Andrea Colpani fica onde está
116 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atalanta perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Dolomiti Bellunesi à espera com uma camisola. No Atalanta ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $822.5K — um clube que quer Justin Kumi ao ponto de perguntar duas vezes.
123 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atalanta perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 48 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atalanta, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Atalanta a ouviu como outra coisa.
A proposta seguiu esta semana para o Monza, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $877.7K — um clube que quer Andrea Colpani ao ponto de perguntar duas vezes.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Gennaro Donati treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 58 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Vid Chinoso Juvančič não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O Atalanta perguntou e o Juve Stabia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atalanta falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A perseguição a Giacomo Manzari terminou com $3.9M a mudar de mãos e o Bari sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.1M — um clube que quer Giuseppe Ambrosino ao ponto de perguntar duas vezes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sead Kolašinac estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 73 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Atalanta está a esgotar-se.
A perseguição a Jay Enem terminou com $10.4M a mudar de mãos e o Bologna sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Giovanni Bonfanti não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A proposta do Bellinzona por Dion Cakolli foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Atalanta perguntou e o Bari disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $411.2K — um clube que quer Fernando Alarcón ao ponto de perguntar duas vezes.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Andrea Tiritiello está a viver essa versão no Atalanta, e costuma notar-se no primeiro mês.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atalanta perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Bologna aceitou o dinheiro. O que o Atalanta ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Mercado17/07/2028
O Atalanta paga $10.4M ao Arezzo por uma melhoria a sério
O Arezzo não queria vender e o número é a razão por que o fez. $10.4M por Camillo Tavernelli, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
A proposta do Cittadella por Marco Sportiello foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Arijanet Murić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Atalanta foi ao Bari com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
O Atalanta perguntou e o Napoli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atalanta perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Atalanta fez a parte difícil com o Arezzo, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
O negócio que levaria Vid Chinoso Juvančič para o Pianese caiu na fase final e ele reapresenta-se no Atalanta com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Arijanet Murić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Atalanta ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O telefone voltou a tocar por causa de Marco Sportiello, e desta vez do outro lado está o Cittadella. No Atalanta ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel10/07/2028
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Albert Guðmundsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
O bancoGianluca Gaetano tornou-se um homem de confiança do treinador
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
O Atalanta perguntou e o Arezzo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
As regras permitem-no e dói na mesma. Filippo Galafassi acertou condições com o Ospitaletto para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 42 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Guidonia Montecelio à espera com uma camisola. No Atalanta ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $12.9M — um clube que quer Aldo Florenzi ao ponto de perguntar duas vezes.
Mario Pašalić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Gubbio pagou $340.0K e o Atalanta aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Atalanta joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Atalanta
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 50 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Fiorentina não queria vender e o número é a razão por que o fez. $15.1M por Albert Guðmundsson, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
O Atalanta perguntou e o Torino disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Vincenzo Damiano e o Atalanta acertam mais 4 anos.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
57 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atalanta perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O aperto de mão com o Fiorentina está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Monza tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Atalanta a ouviu como outra coisa.
Mario Pašalić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 66 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Gennaro Donati treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
O Atalanta foi ao Parma com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A proposta do AS Roma por Giorgio Scalvini foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
O Atalanta e o Bari acertaram em $1.5M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Atalanta fez a parte difícil com o Reggiana, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
75 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atalanta perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 40 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Direção29/05/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Atalanta
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Atalanta sabe dizer em que semana.
18 jogos e 1 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 82 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Mario Pašalić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel22/05/2028
Andrea Oliveri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Gianluca Gaetano.
Uma nota de 7.58, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
O banco22/05/2028
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Gennaro Donati não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Atalanta também ninguém o escondia.
Ninguém no Atalanta dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marvin Keller, e o treinador deixou.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 90 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vid Chinoso Juvančič será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atalanta as despedidas começaram em silêncio.
Arijanet Murić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atalanta, e 26 jogos em 45 dizem que merece ser ouvido.
Avaliado com 7.36. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atalanta, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Plantel15/05/2028
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maximiliano Casa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 97 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Gennaro Donati treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atalanta lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Atalanta ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Arijanet Murić, e o treinador deixou.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Sead Kolašinac chama-lhe outra coisa em privado.
Davide Zappacosta lesiona os ligamentos do joelho — 104 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 104 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Atalanta está a esgotar-se.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não há pior forma de perder um futebolista. Gabriel Ramaj pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Mario Pašalić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
111 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atalanta perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
6 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
119 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atalanta perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Francesco Gasparello e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Gennaro Donati depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcello Fugazzola estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
127 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atalanta perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Atalanta sabe dizer em que semana.
0‑2 para o Napoli, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel10/04/2028
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrea Oliveri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco10/04/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Gennaro Donati saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
136 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atalanta perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Mario Pašalić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Adrien Tamèze e o Atalanta acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dion Cakolli está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Isak Hien. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
Notas dos jogadoresEl Bilal Touré passa por eles um de cada vez
Davide Zappacosta lesiona os ligamentos do joelho — 143 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 143 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Arijanet Murić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Thomas Pompei tem a sua resposta do Atalanta; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atalanta, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atalanta, e não vai ser retirado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vid Chinoso Juvančič será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atalanta as despedidas começaram em silêncio.
Arijanet Murić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 16. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel20/03/2028
Andrea Oliveri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Em resumo
PlantelA paragem para as seleções esvazia o Atalanta
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Atalanta ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/03/2028
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrea Oliveri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
15 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
O banco13/03/2028
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Gennaro Donati não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Atalanta também ninguém o escondia.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Giovanni Bonfanti
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Francesco Camarda produziu-o, e o 8.77 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Arijanet Murić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Francesco Camarda tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sandro Melis e o Atalanta acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
Notas dos jogadoresEl Bilal Touré passa por eles um de cada vez
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrea Oliveri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Avaliado com 7.48. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vid Chinoso Juvančič será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atalanta as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 10 ações combinadas e uma nota de 6.95, e nenhuma delas entrará num resumo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ibrahim Sulemana, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Marcello Fugazzola e o Atalanta acertam mais 4 anos.
Francesco Gasparello e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Atalanta a ouviu como outra coisa.
O golo que pôs o Inter na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Atalanta empatou, 3 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Atalanta e lutar pelo meu lugar.» 20 jogos em 28 no Renate dizem o resto.
O banco14/02/2028
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Gennaro Donati, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
O Liverpool pagou $80.7M e o Atalanta aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Charles De Ketelaere foi-se, as contas têm $80.7M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Direção07/02/2028
Fecha o mercado: 1 entradas, 10 saídas no Atalanta
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 1, saíram 10, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Atalanta ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Arijanet Murić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Torino fica com o seu homem, e o Atalanta volta a uma lista com um nome riscado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Daniel Maldini. 2‑1 sobre o Lazio, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Atalanta perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O AlbinoLeffe tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Arijanet Murić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Isak Hien, e o treinador deixou.
Já teve barulho que chegue. Se o Atalanta pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
As bancadas24/01/2028
O Atalanta é desmontado pelo Napoli — e a cidade quer respostas
Acabou 0-5. Uma eliminação na taça é uma desilusão; isto foi um desmantelamento público, e a diferença mede-se em quantas pessoas ainda falarão nisso em agosto.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Partizan ninguém diz, e no Atalanta ninguém gosta de estar a adivinhar.
Mario Pašalić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Atalanta perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atalanta lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Inter fica com o seu homem, e o Atalanta volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Mais um nome na lista: o Livorno fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Vid Chinoso Juvančič. A resposta do Atalanta não mudou — para já.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atalanta, e não vai ser retirado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Giorgio Scalvini quer futebol continental; se o Atalanta o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bari fica com o seu homem, e o Atalanta volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atalanta, e 5 jogos em 23 dizem que merece ser ouvido.
Adrien Tamèze e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Gennaro Donati depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atalanta, e não vai ser retirado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atalanta lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Arijanet Murić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O telefone voltou a tocar por causa de Kamaldeen Sulemana, e desta vez do outro lado está o Catanzaro. No Atalanta ouvem com educação e não prometem nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atalanta, e 1 jogos em 26 dizem que merece ser ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gianluca Gaetano, e o treinador deixou.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Charles De Ketelaere. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Ninguém no Atalanta dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atalanta, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Cremonese defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Minuto 124. Tommaso Milanese encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Como passou do ponto ao nada num só movimento.
Arijanet Murić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atalanta, e 1 jogos em 22 dizem que merece ser ouvido.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Giorgio Scalvini e o Atalanta acertam mais 5 anos.
Arijanet Murić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atalanta, e 5 jogos em 19 dizem que merece ser ouvido.
O banco13/12/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Gennaro Donati, sobre uma vitória por 3‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Ninguém no Atalanta dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Atalanta a ouviu como outra coisa.
Mario Pašalić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Disseram uma coisa a Daniel Maldini e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
O banco06/12/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Gennaro Donati saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Raoul Bellanova está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
O treinador reorganizou as ideias e Giovanni Bonfanti saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Gennaro Donati depois do 1‑4, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Adrien Tamèze esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atalanta, e 0 jogos em 18 dizem que merece ser ouvido.
O banco22/11/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Gennaro Donati a uma sala que já as tinha ouvido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alessandro Villa e o Atalanta acertam mais 3 anos.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Raoul Bellanova assinar alguma coisa — um contrato no Atalanta ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Giorgio Scalvini quer futebol continental; se o Atalanta o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Arijanet Murić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atalanta, e 5 jogos em 15 dizem que merece ser ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Davide Zappacosta está nela.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Atalanta admitiria. Nota-se aos sábados.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atalanta, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Raoul Bellanova quer futebol continental; se o Atalanta o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Mario Pašalić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Em resumo
PlantelA paragem para as seleções esvazia o Atalanta
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ibrahima Camara e o Atalanta acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Atalanta disse a Isak Hien que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Mario Pašalić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Plantel25/10/2027
Vinko Kolaković desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Sead Kolašinac lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atalanta, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
31 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atalanta perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Mario Pašalić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Atalanta ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
“Vejo todos os jogos do Atalanta daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Sorrento segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Atalanta disse a Gianluca Gaetano que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Plantel11/10/2027
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vinko Kolaković está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Isak Hien. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
40 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atalanta perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
7.84, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Atalanta ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco04/10/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Isak Hien
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atalanta, e 3 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
47 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atalanta perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Arijanet Murić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Atalanta daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Livorno segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sebastian Otoa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Agora pesa-se cada toque, nos jornais e fora deles. Há quem cresça com isso e há quem se parta em silêncio, e nunca se sabe qual antes de acontecer.
O banco27/09/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Gennaro Donati escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
54 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atalanta perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
0‑2 para o Lazio, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel20/09/2027
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ibrahim Sulemana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Atalanta e lutar pelo meu lugar.» 3 jogos em 11 no Campobasso dizem o resto.
O banco20/09/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Gennaro Donati saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gianluca Gaetano está nela.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Em resumo
Notas dos jogadoresGianluca Gaetano passa por eles um de cada vez
O Atalanta ficou sem tempo com o Udinese. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Atalanta a ouviu como outra coisa.
Arijanet Murić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Vejo todos os jogos do Atalanta daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no FCSB segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Plantel13/09/2027
Ibrahim Sulemana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Mario Pašalić no seu melhor
O Udinese aceitou o dinheiro. O que o Atalanta ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A proposta do PSV por Charles De Ketelaere foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Venezia tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Direção06/09/2027
Fecha o mercado: 24 entradas, 36 saídas no Atalanta
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 24, saíram 36, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Atalanta ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O Atalanta ofereceu $1.1M; o Padova disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.2M — um clube que quer Gianluca Caprari ao ponto de perguntar duas vezes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Giacomo Raspadori era uma das razões por que as pessoas vinham, e $69.9M não substitui isso sozinho.
Mario Pašalić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
O telefone voltou a tocar por causa de Lorenzo Bernasconi, e desta vez do outro lado está o Venezia. No Atalanta ouvem com educação e não prometem nada.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Pescara fica com o seu homem, e o Atalanta volta a uma lista com um nome riscado.
A perseguição a Tommaso Milanese terminou com $3.9M a mudar de mãos e o Ascoli sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.81 ao lado do nome.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Atalanta perguntou e o Spezia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Luciano Costantini passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Sandro Melis está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Romano Guidi está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Adrien Tamèze e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
15 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Vejo todos os jogos do Atalanta daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no FCSB segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Plantel16/08/2027
Sebastian Otoa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $4.3M — um clube que quer Tommaso Milanese ao ponto de perguntar duas vezes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Atalanta e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 5 no Campobasso dizem o resto.
Plantel09/08/2027
Giorgio Cittadini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Giacomo Raspadori assinar alguma coisa — um contrato no Atalanta ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ninguém no Atalanta dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atalanta falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Adrien Tamèze volta a ser jogador do Atalanta, e a cidade tem a sua história do verão.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Mario Pašalić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O telefone voltou a tocar por causa de Flavio Rossetti, e desta vez do outro lado está o ASA Târgu Mureș. No Atalanta ouvem com educação e não prometem nada.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Atalanta joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 29 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Atalanta perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O aperto de mão com o Torino está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O Atalanta perguntou e o Botosani disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Arijanet Murić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/07/2027
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vinko Kolaković está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Davide Zappacosta está nela.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atalanta, e não vai ser retirado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atalanta falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Pro Vercelli à espera com uma camisola. No Atalanta ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atalanta lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $30.6M — um clube que quer Andrea Colpani ao ponto de perguntar duas vezes.
Mario Pašalić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Cosenza pagou $260.0K e o Atalanta aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Em resumo
PlantelNo Atalanta ainda são estranhos uns para os outros
PlantelVinko Kolaković desentende-se com um colega por causa das exigências
O Zenit pagou $40.6M e o Atalanta aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A proposta seguiu esta semana para o Cosenza, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 45 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Monza fica com o seu homem, e o Atalanta volta a uma lista com um nome riscado.
Franck Kessié foi-se, as contas têm $40.6M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $15.9M — um clube que quer Simone Mazzocchi ao ponto de perguntar duas vezes.
Verba acordada, salário acordado, e o Zenit à espera com uma camisola. No Atalanta ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A perseguição a Stiven Shpendi terminou com $12.8M a mudar de mãos e o Empoli sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atalanta, e não vai ser retirado.
Franck Kessié esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Atalanta perguntou e o AS Roma disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Davide Zappacosta e o Atalanta acertam mais 2 anos.
O Atalanta e o Empoli acertaram em $12.8M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $7.6M — um clube que quer Cristiano Bani ao ponto de perguntar duas vezes.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel28/06/2027
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jonathan Rowe está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nikola Krstović treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Atalanta já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atalanta, e não vai ser retirado.
A proposta do Fiorentina por Giacomo Raspadori foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Atalanta perguntou e o Sassuolo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Maximiliano Casa e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Uma sondagem ao Monza para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Plantel21/06/2027
No Atalanta ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Atalanta joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Nicola Zalewski não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O Atalanta perguntou e o Cagliari disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Atalanta ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A proposta do Aarau por Danilo Ravelli foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel14/06/2027
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jonathan Rowe está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dion Cakolli e o Atalanta acertam mais 4 anos.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Atalanta ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Franck Kessié esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nicola Zalewski e o Atalanta acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Atalanta perguntou e o AS Roma disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Disseram uma coisa a Raoul Bellanova e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Andrea Michieletto e o Atalanta acertam mais 4 anos.
O banco31/05/2027
Nicola Zalewski tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atalanta dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
10.º lugar com 54 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 34 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.87 para o resto.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atalanta lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Franck Kessié e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Notas dos jogadores24/05/2027
Eljif Elmas fez o trabalho que ninguém conta — 7.13
10 ações combinadas e 7.13. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Plantel24/05/2027
Jonathan Rowe desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atalanta falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Isak Hien marcou, foi avaliado com 7.43 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atalanta lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atalanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Derrota por 1‑3, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel17/05/2027
Jonathan Rowe desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Gennaro Donati depois do 1‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Giacomo Raspadori assinar alguma coisa — um contrato no Atalanta ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O Cagliari vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Atalanta foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atalanta lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Franck Kessié esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑0, Gennaro Donati podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Plantel10/05/2027
Vinko Kolaković desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Juan Rodríguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel03/05/2027
Palavras no treino do Atalanta sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jonathan Rowe está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Atalanta disse a Franck Kessié que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Juan Rodríguez está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Mario Pašalić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
Plantel26/04/2027
Jonathan Rowe desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑4, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Franck Kessié e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
A primeira derrota em 4 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Lazio; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vinko Kolaković estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Atalanta sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Davide Zappacosta está nela.
As bancadasOs rumores sobre Franck Kessié chegam às bancadas
37Edição
O Correio de Atalanta
12/04/2027
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Jogo10/04/2027
Ninguém quer jogar contra o Atalanta neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luca Moro, e o treinador deixou.
Plantel12/04/2027
Jonathan Rowe desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Gennaro Donati sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Franck Kessié. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.