Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Matvey Romashin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Baltika 2 as despedidas começaram em silêncio.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Daniil Rybintsev regressa a Baltika 2 com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Aos 29 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/07/2028
Palavras no treino do Baltika 2 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jacopo Rossi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Em resumo
O bancoMark Mokin pede uma conversa com o treinador
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Leon Musaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel10/07/2028
Palavras no treino do Baltika 2 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Cherkasov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Aymane Mourid treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Baltika 2 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Leon Musaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel03/07/2028
Palavras no treino do Baltika 2 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Cherkasov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Nikita Bozov está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Baltika 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Baltika 2 terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Verba acordada, salário acordado, e o Legion à espera com uma camisola. No Baltika 2 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Matvey Romashin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Baltika 2 as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Vladislav Pospelov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leon Musaev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrey Tsitsilin, e o treinador deixou.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Vladislav Pospelov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leon Musaev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Andrey Mendel será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Baltika 2 as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e David Cherkasov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Baltika 2 disse a Andrei Antonov que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e David Cherkasov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O Baltika 2 fez saber ao mercado que Vladislav Pospelov está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Nikita Bokov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leon Musaev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Baltika 2 do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Leon Musaev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oleg Novikov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Baltika 2 as despedidas começaram em silêncio.
Vladislav Pospelov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e David Cherkasov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Aymane Mourid treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A raiva no Baltika 2 transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/05/2028
David Cherkasov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Aymane Mourid treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O Baltika 2 fez saber ao mercado que Aymane Mourid está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Nikita Bokov não desaparece
PlantelOs relatórios de treino sobre Mark Mokin não são bons
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Baltika 2 terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Plantel15/05/2028
Jacopo Rossi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Aymane Mourid tem de reconquistar o que julgava seu. O Baltika 2 não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Plantel08/05/2028
Leon Musaev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Vladislav Pospelov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Dmitry Nikitin está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Baltika 2 sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Baltika 2 admitiria. Nota-se aos sábados.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oleg Novikov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Baltika 2 as despedidas começaram em silêncio.
Vladislav Pospelov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Baltika 2 terá de responder com minutos ou com uma transferência.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e David Cherkasov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O Baltika 2 fez saber ao mercado que David Cherkasov está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leon Musaev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Vladislav Pospelov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Leon Musaev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Aymane Mourid pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Nikita Bokov não desaparece
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Andrey Mendel será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Baltika 2 as despedidas começaram em silêncio.
Vladimir Pochechura e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Baltika 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Baltika 2 não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
O Baltika 2 fez saber ao mercado que Vladislav Pospelov está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/04/2028
Leon Musaev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrey Tsitsilin, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Aymane Mourid treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Baltika 2 não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Baltika 2 sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Baltika 2 pode pedir e sobe o salário que Vladimir Pochechura pode exigir.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Baltika 2 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Andrey Tsitsilin e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Aymane Mourid treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Baltika 2 disse a Harrison Chamberlain que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Baltika 2
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Andrey Tsitsilin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maxim Shnaptsev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Aymane Mourid pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Baltika 2. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Baltika 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Baltika 2 sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Baltika 2 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Andrey Tsitsilin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Vladislav Pospelov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Maxim Shnaptsev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e David Cherkasov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Baltika 2 sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Faltam 5 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Baltika 2 pode pedir e sobe o salário que Vladimir Pochechura pode exigir.
O Baltika 2 fez saber ao mercado que Andrei Antonov está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Baltika 2 a diferença vê-se da última fila.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Andrey Tsitsilin e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vladimir Pochechura, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Andrey Tsitsilin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Baltika 2 não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Baltika 2
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maxim Shnaptsev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nikita Bokov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vladislav Pospelov, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Maxim Shnaptsev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Baltika 2 terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Andrey Mendel será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Baltika 2 as despedidas começaram em silêncio.
Andrey Tsitsilin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Baltika 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dmitry Nikitin e o Baltika 2 acertam mais 4 anos.
Plantel14/02/2028
Palavras no treino do Baltika 2 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maxim Shnaptsev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Baltika 2 terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Aymane Mourid treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Andrey Tsitsilin e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrey Tsitsilin, e o treinador deixou.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Baltika 2 terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Matvey Romashin está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Dmitry Nikitin subiu nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Baltika 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Em resumo
MercadoIvan Safonov colocado na lista de transferências
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leon Musaev, e o treinador deixou.
Disseram uma coisa a Nikita Bozov e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Baltika 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Ninguém no Baltika 2 sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Baltika 2 sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Andrey Tsitsilin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Andrey Tsitsilin.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
«Se nos vão ganhar, que não seja porque alguém aqui não se quis chatear.» Levantou-se e disse-o à frente de todos, e isso é algo que um grupo recorda de um homem durante anos.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Maxim Shnaptsev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Baltika 2 vai falar em 16 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Baltika 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
O Baltika 2 fez saber ao mercado que Aymane Mourid está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Baltika 2 sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«De fora não vem ninguém salvar-nos.» Foi curto, foi incómodo e, segundo todos, o vestiário do Baltika 2 ficou depois mais calado do que em toda a temporada.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ivan Safonov, e o treinador deixou.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Baltika 2. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Maxim Shnaptsev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Aymane Mourid treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Baltika 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Baltika 2 terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Maxim Shnaptsev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Andrey Tsitsilin apontou a data.
Andrey Tsitsilin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aymane Mourid, e o treinador deixou.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Baltika 2 foi explícito quanto à situação de Vladimir Pochechura, o que é mais do que muitos recebem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Vladislav Pospelov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Ninguém no Baltika 2 sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Maxim Shnaptsev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Resolvido internamente, que é a expressão que um clube usa quando preferia que ninguém perguntasse duas vezes. Vai ser multado, vai pedir desculpa, e vai jogar no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leon Musaev, e o treinador deixou.
O treinador reorganizou as ideias e Leon Musaev saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Baltika 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Harrison Chamberlain esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Harrison Chamberlain treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. David Cherkasov pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Leon Musaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kirill Nikolaev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Aymane Mourid pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
«De fora não vem ninguém salvar-nos.» Foi curto, foi incómodo e, segundo todos, o vestiário do Baltika 2 ficou depois mais calado do que em toda a temporada.
Oleg Novikov lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Andrey Tsitsilin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Baltika 2 terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Em resumo
O bancoAymane Mourid pede uma conversa com o treinador
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Baltika 2 perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Leon Musaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Baltika 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
29 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Baltika 2 perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel01/11/2027
68 dias de fora para Robert Bencun depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Baltika 2 vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Harrison Chamberlain esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aymane Mourid, e o treinador deixou.
38 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Baltika 2 perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 76 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Leon Musaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leon Musaev, e o treinador deixou.
45 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Baltika 2 perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel18/10/2027
83 dias de fora para Robert Bencun depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Baltika 2 vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores18/10/2027
Um golo de defesa dá a vitória ao Baltika 2 — 7.10
1 para Andrey Mendel, avaliado com 7.10, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Andrey Tsitsilin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Andrey Tsitsilin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Ninguém no Baltika 2 sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
MercadoContinua sem haver assinatura de Robert Bencun
63Edição
A Gazeta de Baltika 2
11/10/2027
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel11/10/2027
Oleg Novikov lesiona os ligamentos do joelho — 53 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 53 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Plantel11/10/2027
91 dias de fora para Robert Bencun depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Baltika 2 vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Leon Musaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikita Bokov, e o treinador deixou.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Baltika 2 terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
62 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Baltika 2 perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel04/10/2027
98 dias de fora para Robert Bencun depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Baltika 2 vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Robert Bencun será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Baltika 2 as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
70 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Baltika 2 perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Baltika 2 falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Leon Musaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ninguém no Baltika 2 sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
78 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Baltika 2 perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 113 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Andrey Tsitsilin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Baltika 2 passou o mercado a tentar colocar Aymane Mourid e não apareceu ninguém. Treina com um plantel que já lhe disse que não conta com ele, e ambas as partes esperam agora pela próxima janela.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Baltika 2
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Plantel13/09/2027
Oleg Novikov lesiona os ligamentos do joelho — 86 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 86 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Baltika 2 falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Leon Musaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leon Musaev, e o treinador deixou.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Oleg Novikov lesiona os ligamentos do joelho — 93 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 93 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel06/09/2027
130 dias de fora para Robert Bencun depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Baltika 2 vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Robert Bencun será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Baltika 2 as despedidas começaram em silêncio.
O negócio que levaria Andrei Antonov para o Kaluga caiu na fase final e ele reapresenta-se no Baltika 2 com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kirill Nikolaev, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Baltika 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
138 dias de fora para Robert Bencun depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Baltika 2 vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Leon Musaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
146 dias de fora para Robert Bencun depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Baltika 2 vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Andrey Tsitsilin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Andrey Tsitsilin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Baltika 2 foi explícito quanto à situação de Georgy Tsygurin, o que é mais do que muitos recebem.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Baltika 2 terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Leon Musaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Matvey Romashin tem a sua resposta do Baltika 2; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Baltika 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Baltika 2 terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Baltika 2 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Baltika 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Maxim Shnaptsev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Baltika 2 terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Ruslan Angutaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Aymane Mourid tem a sua resposta do Baltika 2; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Baltika 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Timofey Schelkunov assinar alguma coisa — um contrato no Baltika 2 ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ninguém no Baltika 2 sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. David Cherkasov pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Baltika 2
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Baltika 2 perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Maxim Shnaptsev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A formação existe exatamente para esta manhã. Igor Tsvetkov passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Andrei Antonov está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Plantel19/07/2027
Palavras no treino do Baltika 2 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aymane Mourid está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
24 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Baltika 2 perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Kirill Nikishin não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Ruslan Angutaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ivan Safonov lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Nosta à espera com uma camisola. No Baltika 2 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Maxim Shnaptsev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Dmitry Begun está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e David Cherkasov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Dmitry Begun está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Baltika 2 perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A raiva no Baltika 2 transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Plantel21/06/2027
Ivan Safonov lesiona os ligamentos do joelho — 47 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 47 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Maxim Shnaptsev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Baltika 2 fez saber ao mercado que Ruslan Angutaev está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Ivan Safonov lesiona os ligamentos do joelho — 56 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 56 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Robert Bencun será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Baltika 2 as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Ruslan Angutaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Baltika 2 sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Robert Bencun treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
64 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Baltika 2 perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Maxim Shnaptsev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Baltika 2 terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Maxim Shnaptsev: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
71 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Baltika 2 perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Ruslan Angutaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Baltika 2
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
78 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Baltika 2 perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Maxim Shnaptsev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ruslan Angutaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Maxim Shnaptsev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Baltika 2 terá de responder com minutos ou com uma transferência.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Baltika 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. David Cherkasov pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Ivan Safonov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Baltika 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Baltika 2
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Maxim Shnaptsev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Ruslan Angutaev pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Baltika 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Ruslan Angutaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Timofey Schelkunov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel12/04/2027
Aymane Mourid desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Timofey Schelkunov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Vladislav Pospelov assinar alguma coisa — um contrato no Baltika 2 ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Faltam 7 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Baltika 2 pode pedir e sobe o salário que Robert Bencun pode exigir.
Em resumo
PlantelOs relatórios de treino sobre Robert Bencun não são bons
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Kirill Nikishin está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Disseram uma coisa a Artem Afanasjev e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Maxim Shnaptsev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikita Bokov, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kirill Nikishin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Ruslan Angutaev pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Em resumo
MercadoA história de Nikita Bokov recusa-se a morrer
PlantelOs relatórios de treino sobre Kirill Nikishin não são bons
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Ivan Safonov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/03/2027
Palavras no treino do Baltika 2 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aymane Mourid está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maxim Kulik, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Timofey Schelkunov, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoFábio Alves pede uma conversa com o treinador
A raiva no Baltika 2 transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Maxim Shnaptsev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aymane Mourid estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Fábio Alves treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nikita Bokov assinar alguma coisa — um contrato no Baltika 2 ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Vladimir Pochechura pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Ruslan Angutaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Baltika 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Timofey Schelkunov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Baltika 2. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baltika 2 podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Vladimir Pochechura foi informado de que não entra nos planos do treinador do Baltika 2.
O banco15/02/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Fábio Alves
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrey Tsitsilin, e o treinador deixou.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Ruslan Angutaev.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Baltika 2 disse a Nikita Bokov que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Makar Zharov depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
A raiva no Baltika 2 transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Maxim Shnaptsev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Timofey Schelkunov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para David Cherkasov, e o treinador deixou.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Timofey Schelkunov.
Plantel01/02/2027
Aymane Mourid desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matvey Romashin, e o treinador deixou.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
Plantel18/01/2027
Palavras no treino do Baltika 2 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aymane Mourid está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco18/01/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Makar Zharov a uma sala que já as tinha ouvido.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Baltika 2 sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ruslan Angutaev, e o treinador deixou.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Makar Zharov podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Baltika 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Baltika 2
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Maxim Shnaptsev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Fábio Alves.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Makar Zharov depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Ruslan Angutaev tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para David Cherkasov, e o treinador deixou.
Um 1‑1 com o Kosmos deixa o balneário entre o alívio e a frustração.
O banco28/12/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Makar Zharov não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Baltika 2 também ninguém o escondia.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Minuto 90, frente ao Yenisey 2, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
Plantel21/12/2026
Palavras no treino do Baltika 2 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aymane Mourid está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Um 7.75 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ruslan Angutaev. 2‑1 sobre o Cherepovets, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Vladislav Pospelov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco14/12/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Makar Zharov foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Baltika 2 terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Maxim Shnaptsev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Makar Zharov depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vladimir Pochechura, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baltika 2, e não vai ser retirado.
Andrey Tsitsilin e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Timofey Schelkunov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
O banco30/11/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Makar Zharov escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Irkutsk.
Em resumo
JogoPonto ganho ou dois perdidos para o Baltika 2?
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ruslan Angutaev não precisou: 7.60, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Avaliado com 7.66. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Timofey Schelkunov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Maxim Kulik
Um 7.77 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Andrey Tsitsilin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco16/11/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Makar Zharov, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Maxim Shnaptsev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Vladislav Pospelov tem de reconquistar o que julgava seu. O Baltika 2 não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
A série chega a 8 e as perguntas em torno do Baltika 2 já não são delicadas.
Notas dos jogadores02/11/2026
Ruslan Angutaev, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.64
Um 7.64 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 89. O Luki-Energiya tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Timofey Schelkunov, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Andrey Tsitsilin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não se vê o fim da espera do Baltika 2 por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Baltika 2 tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
15 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Maxim Shnaptsev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Se nos vão ganhar, que não seja porque alguém aqui não se quis chatear.» Levantou-se e disse-o à frente de todos, e isso é algo que um grupo recorda de um homem durante anos.
Não se vê o fim da espera do Baltika 2 por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Baltika 2 tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maxim Kulik, e o treinador deixou.
Alexandr Kuzmin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Disseram uma coisa a Maxim Kulik e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Baltika 2 têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Em resumo
Notas dos jogadoresKirill Nikolaev passa por eles um de cada vez
Maxim Shnaptsev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/10/2026
Palavras no treino do Baltika 2 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aymane Mourid está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vladislav Pospelov, e o treinador deixou.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Maxim Kulik treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Andrey Tsitsilin e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kirill Nikolaev, e o treinador deixou.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Baltika 2 foi explícito quanto à situação de Timofey Schelkunov, o que é mais do que muitos recebem.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco05/10/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Makar Zharov a uma sala que já as tinha ouvido.
Não se vê o fim da espera do Baltika 2 por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Baltika 2 tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Vladislav Pospelov e o Baltika 2 acertam mais 3 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para David Cherkasov, e o treinador deixou.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Artem Afanasjev tem a sua resposta do Baltika 2; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
15 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco28/09/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Makar Zharov a uma sala que já as tinha ouvido.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikita Bokov, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Baltika 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Dribles concretizados: 8. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Maxim Shnaptsev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maxim Shnaptsev, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aymane Mourid estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Makar Zharov depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Em resumo
Notas dos jogadoresMaxim Kulik passa por eles um de cada vez
Notas dos jogadoresDavid Cherkasov na corda bamba a tarde inteira
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baltika 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.
O banco07/09/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑3 Makar Zharov saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Baltika 2 do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maxim Kulik, e o treinador deixou.
Igor Vaisbein esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
15 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Makar Zharov podia dar-se ao luxo de ser generoso.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Ninguém no Baltika 2 sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
10 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.