«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Banik Ostrava podem fingir não ter ouvido.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 47 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Filip Kubala esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/02/2030
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Michal Kohút está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.21 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco11/02/2030
Jiří Boula tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Banik Ostrava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
0‑3 para o Slovan Liberec, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Direção04/02/2030
O Banik Ostrava fecha o mercado com um plantel feito por si
3 entradas e 3 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Banik Ostrava ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jiří Boula estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Banik Ostrava, e não vai ser retirado.
Filip Kubala e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michal Kohút estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Metalist fica com o seu homem, e o Banik Ostrava volta a uma lista com um nome riscado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Jakub Pira tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Banik Ostrava já se começa a dizer o nome dele no passado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/01/2030
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Michal Kohút está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martin Jedlička, e o treinador deixou.
O Slavia Prague aceitou o dinheiro. O que o Banik Ostrava ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Banik Ostrava, e não vai ser retirado.
Filip Kubala esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jiří Boula estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma média de 7.24 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Banik Ostrava podem fingir não ter ouvido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Filip Kubala e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel07/01/2030
Michal Kohút desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma média de 7.23 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Michal Kohút. 2‑0 sobre o Teplice, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Banik Ostrava perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Banik Ostrava ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Filip Kubala e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michal Kohút estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Notas dos jogadores31/12/2029
Michal Kohút jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.22. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Václav Jurečka, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoMartin Jedlička tornou-se um homem de confiança do treinador
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo22/12/2029
Não se vê o fim da espera do Banik Ostrava por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Banik Ostrava tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/12/2029
Jiří Boula desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Karel Schick depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Filip Kubala esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 22. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel17/12/2029
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Michal Kohút está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Hamdi Akujobi chama-lhe outra coisa em privado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Filip Kubala está nela.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Banik Ostrava pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michal Kohút estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Uma média de 7.26 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Jogo08/12/2029
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Banik Ostrava. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
A primeira derrota em 5 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Sparta Prague; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dantaye Gilbert e o Banik Ostrava acertam mais 3 anos.
3‑2 frente ao MTK Budapest, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A proposta do Deportivo Cali por Jakub Pira foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Banik Ostrava a ouviu como outra coisa.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.51 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Banik Ostrava, e não vai ser retirado.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/11/2029
Michal Kohút desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Jogo24/11/2029
O Banik Ostrava torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.05 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Banik Ostrava lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Filip Kubala esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/11/2029
Michal Kohút desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Jogo17/11/2029
O Banik Ostrava torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jakub Pira. 1‑0 sobre o Bohemians 1905, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
3‑0 frente ao Fenerbahce, numa noite que vai ser revista neste clube durante uma geração. As reputações europeias fazem-se em noites soltas, e esta foi a noite.
Michal Kohút esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel12/11/2029
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jiří Boula está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Karel Schick depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Alan Marinelli chama-lhe outra coisa em privado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O Zlin vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Banik Ostrava foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Michal Kohút produziu-o, e o 8.38 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Banik Ostrava ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Filip Kubala e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michal Kohút estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Banik Ostrava ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nota de 7.47. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
Plantel29/10/2029
Michal Kohút desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matěj Chaluš, e o treinador deixou.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Jan Suchan.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Jogo20/10/2029
Ninguém quer jogar contra o Banik Ostrava neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Filip Kubala esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jiří Boula estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Banik Ostrava marcou aos 94, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Filip Kubala e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel15/10/2029
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Michal Kohút está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel15/10/2029
5 jogadores do Banik Ostrava ao serviço das seleções
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 5 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
2‑0 frente ao Heracles, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Filip Kubala e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michal Kohút estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Michal Kohút e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jiří Boula estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
4‑1 frente ao MTK Budapest, e uma exibição que vai mudar a forma como o resto da competição fala deste clube. No futebol continental as reputações constroem-se em noites soltas, e esta foi uma.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hamdi Akujobi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Banik Ostrava as despedidas começaram em silêncio.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.80 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Filip Kubala esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michal Kohút estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Banik Ostrava pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michal Kohút estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Michal Kohút está nela.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Michal Kohút não desaparece
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Banik Ostrava perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Mercado10/09/2029
Tão perto: a transferência de Chukwudi Okoro morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Bohemians 1905 seguiu em frente, Chukwudi Okoro apresenta-se de volta no Banik Ostrava, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/09/2029
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jiří Boula está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Com 6 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
Avaliado com 7.58. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Filip Kubala está nela.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Direção03/09/2029
O prazo passa com 9 contratações e 14 saídas
Está feito o negócio no Banik Ostrava até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Banik Ostrava lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/09/2029
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Michal Kohút está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
0‑2 para o Slavia Prague, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco03/09/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Karel Schick a uma sala que já as tinha ouvido.
Vitória por 2‑1 sobre o Mlada Boleslav, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Banik Ostrava marcou aos 100, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Verba acordada, salário acordado, e o Bohemians 1905 à espera com uma camisola. No Banik Ostrava ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hamdi Akujobi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Banik Ostrava as despedidas começaram em silêncio.
Filip Kubala esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michal Kohút estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martin Jedlička, e o treinador deixou.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Michal Kohút esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jiří Boula estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ondřej Kričfaluši, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.91 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Filip Kubala e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel13/08/2029
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Michal Kohút está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O PAOK fica com o seu homem, e o Banik Ostrava volta a uma lista com um nome riscado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Banik Ostrava ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel06/08/2029
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Michal Kohút está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Dribles concretizados: 50. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Michal Kohút e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel30/07/2029
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jiří Boula está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 24 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Stanislav Dostál, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Verba acordada, salário acordado, e o Slovan Liberec à espera com uma camisola. No Banik Ostrava ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
O Banik Ostrava mexeu-se antes que outro pudesse: novo contrato para Karel Schick, acertado em silêncio e anunciado em voz alta. As direções renovam com treinadores por muitas razões; a boa é aquela com que esta se parece.
Aos 17 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel23/07/2029
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Michal Kohút está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Banik Ostrava pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A proposta do Chornomorets por Maxim Magada foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Filip Kubala e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pedro Gomes será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Banik Ostrava as despedidas começaram em silêncio.
Aos 31 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Plantel16/07/2029
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Michal Kohút está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco16/07/2029
Jiří Boula tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Banik Ostrava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Michal Kohút e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel09/07/2029
Jiří Boula desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Václav Jurečka e o Banik Ostrava acertam mais 2 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matúš Kmeť, e o treinador deixou.
Perguntou-se ao Venezia se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O banco09/07/2029
Filip Kubala tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Banik Ostrava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Filip Šancl tem a sua resposta do Banik Ostrava; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Em resumo
MercadoA história de Jiří Boula recusa-se a morrer
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Banik Ostrava podem fingir não ter ouvido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matěj Chaluš quer futebol continental; se o Banik Ostrava o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Filip Kubala esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel02/07/2029
Matěj Radosta melhorou aos 28, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michal Kohút estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Václav Jurečka e o Banik Ostrava acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Banik Ostrava perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Banik Ostrava, e não vai ser retirado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michal Kohút estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Filip Šancl compromete-se com o Banik Ostrava por mais 3 anos.
O banco25/06/2029
Martin Jedlička tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Banik Ostrava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Banik Ostrava sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta do Teplice por Pedro Gomes foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel18/06/2029
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jiří Boula está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Filip Kubala assinar alguma coisa — um contrato no Banik Ostrava ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Adam Gaži apontou a data.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/06/2029
Michal Kohút desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais um nome na lista: o Slavia Prague fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Ondřej Kolář. A resposta do Banik Ostrava não mudou — para já.
Com 6 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
O banco11/06/2029
Filip Kubala tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Banik Ostrava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Martin Jedlička assinar alguma coisa — um contrato no Banik Ostrava ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Banik Ostrava podem fingir não ter ouvido.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Banik Ostrava ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Filip Kubala esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel04/06/2029
Michal Kohút desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntou-se ao Manchester City se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Em resumo
O bancoMichal Kohút tornou-se um homem de confiança do treinador
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jiří Boula estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
23 jogos e 8 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.
O banco28/05/2029
Martin Jedlička tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Banik Ostrava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Chukwudi Okoro apontou a data.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michal Kohút estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ondřej Kolář e o Banik Ostrava acertam mais 1 anos.
O banco21/05/2029
Jiří Boula tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Banik Ostrava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Filip Kubala. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Banik Ostrava perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Filip Kubala esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michal Kohút estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Martin Jedlička. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
4.º lugar, 54 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Banik Ostrava. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Banik Ostrava não tem uma boa resposta.
26 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Banik Ostrava perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hamdi Akujobi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Banik Ostrava as despedidas começaram em silêncio.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Banik Ostrava ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Michal Kohút e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel07/05/2029
Jiří Boula desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Michal Kohút está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jiří Boula assinar alguma coisa — um contrato no Banik Ostrava ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
34 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Banik Ostrava perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matěj Chaluš quer futebol continental; se o Banik Ostrava o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Filip Kubala e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michal Kohút estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Martin Jedlička está nela.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Hamdi Akujobi apontou a data.
42 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Banik Ostrava perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Filip Kubala e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel23/04/2029
Michal Kohút desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jan Harušťák e o Banik Ostrava acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jiří Boula está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Filip Kubala. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
50 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Banik Ostrava perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jan Harušťák será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Banik Ostrava as despedidas começaram em silêncio.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jiří Boula estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco16/04/2029
Filip Kubala tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Banik Ostrava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Emprestados16/04/2029
Os golos continuam a chegar do exílio de Jakub Pira
8 golos em 23 jogos no Oleksandriya — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Banik Ostrava alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ondřej Kolář, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Martin Jedlička. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
59 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Banik Ostrava perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michal Kohút estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Michal Kohút está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adam Gaži, e o treinador deixou.
Em resumo
MercadoA história de Jiří Boula recusa-se a morrer
Filip Kubala e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michal Kohút estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Banik Ostrava foi explícito quanto à situação de Vojtěch Vorel, o que é mais do que muitos recebem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Václav Jurečka apontou a data.
2‑2 frente ao Basel, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Martin Jedlička: 1 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Michal Kohút esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jiří Boula estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Filip Kubala esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/03/2029
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Michal Kohút está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Filip Kubala está nela.
Emprestados19/03/2029
Os golos continuam a chegar do exílio de Jakub Pira
8 golos em 23 jogos no Oleksandriya — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Banik Ostrava alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Martin Jedlička. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
4.º lugar, 54 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Banik Ostrava. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Banik Ostrava pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel12/03/2029
Michal Kohút desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel12/03/2029
Alexandr Bárta sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Banik Ostrava ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jiří Boula assinar alguma coisa — um contrato no Banik Ostrava ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Filip Kubala e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Banik Ostrava e do Basel por igual; os restantes divertiram-se imenso.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martin Jedlička, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Karel Schick depois do 2‑4, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Banik Ostrava podem fingir não ter ouvido.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Filip Kubala e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/02/2029
Michal Kohút desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Martin Jedlička está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Banik Ostrava sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Banik Ostrava, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jan Harušťák será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Banik Ostrava as despedidas começaram em silêncio.
Filip Kubala esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michal Kohút estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hamdi Akujobi, e o treinador deixou.
O banco19/02/2029
Filip Kubala tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Banik Ostrava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Emprestados19/02/2029
Os golos continuam a chegar do exílio de Jakub Pira
8 golos em 23 jogos no Oleksandriya — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Banik Ostrava alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Martin Jedlička. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 54 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Não há pior forma de perder um futebolista. Marek Havran pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Michal Kohút e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/02/2029
Jiří Boula desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Banik Ostrava perguntou e o Pisa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Jogo10/02/2029
O Banik Ostrava torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Nota 7.79 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Banik Ostrava, o melhor em campo era deles.
O banco12/02/2029
Jiří Boula tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Banik Ostrava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Banik Ostrava nada responderam, o que também é uma resposta.
Direção05/02/2029
O prazo passa com 1 contratações e 2 saídas
Está feito o negócio no Banik Ostrava até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Filip Kubala e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michal Kohút estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Giacomo Gabbiani está em marcha
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.89 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
A proposta do Slavia Mozyr por Maxim Magada foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michal Kohút estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sheffield Wednesday fica com o seu homem, e o Banik Ostrava volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Banik Ostrava já se começa a dizer o nome dele no passado.
19 golos e uma média de 7.32 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Banik Ostrava podem fingir não ter ouvido.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Banik Ostrava já falam dele no passado.
Jogo20/01/2029
Ninguém quer jogar contra o Banik Ostrava neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jiří Boula estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O KAA Gent fica com o seu homem, e o Banik Ostrava volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Filip Kubala
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Michal Kohút
O Mlada Boleslav vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Banik Ostrava foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.85 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Uma média de 7.29 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Banik Ostrava, e não vai ser retirado.
Abdallah Gning e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel15/01/2029
Michal Kohút desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Banik Ostrava perguntou e o PAOK disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Banik Ostrava, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Banik Ostrava a ouviu como outra coisa.
Filip Kubala e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
15 golos e uma média de 7.22 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Plantel08/01/2029
Michal Kohút desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Thun fica com o seu homem, e o Banik Ostrava volta a uma lista com um nome riscado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Banik Ostrava, e não vai ser retirado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Banik Ostrava ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Michal Kohút esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jiří Boula estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Banik Ostrava lida com um homem que quer outro país.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Banik Ostrava ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matěj Chaluš quer futebol continental; se o Banik Ostrava o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Filip Kubala esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel25/12/2028
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Michal Kohút está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/12/2028
Michal Kohút desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores18/12/2028
Michal Kohút jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.19. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Notas dos jogadores18/12/2028
Jiří Boula jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.09. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/12/2028
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jiří Boula está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.22 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dantaye Gilbert e o Banik Ostrava acertam mais 3 anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Avaliado com 7.77. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Culpa de ninguém e inteiramente sua: um golo que entra na ficha com o seu nome sem que nada nele fosse intencional. O Banik Ostrava merecia melhor, e ele também.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Michal Kohút está nela.
Dribles concretizados: 68. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.27 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Václav Jurečka e o Banik Ostrava acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel04/12/2028
Michal Kohút desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Václav Jurečka. 2‑1 sobre o Pribram, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Václav Jurečka.
O Slovan Liberec segue em frente e o Banik Ostrava vai para casa, com um 1‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Banik Ostrava ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Filip Kubala esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michal Kohút estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Karel Schick sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Disseram uma coisa a Alan Marinelli e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.19 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Michal Kohút e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jiří Boula estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jiří Boula está nela.
O banco20/11/2028
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Karel Schick foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Alexandr Bárta
MercadoA história de Michal Kohút recusa-se a morrer
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 18 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
0‑2 frente ao Athletic Bilbao. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.90 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Filip Kubala e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel13/11/2028
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Michal Kohút está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Dantaye Gilbert tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Banik Ostrava, e não vai ser retirado.
Filip Kubala e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel06/11/2028
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Michal Kohút está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadores06/11/2028
Filip Kubala jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.34. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
0‑3 frente ao Athletic Bilbao. A leitura honesta não é que os jogadores estiveram mal: é que a distância entre este clube e aquele se mede hoje em coisas que o dinheiro leva anos a comprar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jan Harušťák será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Banik Ostrava as despedidas começaram em silêncio.
Jogo28/10/2028
Não se vê o fim da espera do Banik Ostrava por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Banik Ostrava tem de arrancar um resultado de algum lado.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jiří Boula estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Filip Kubala chama-lhe outra coisa em privado.
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Banik Ostrava lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/10/2028
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Michal Kohút está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matúš Rusnák, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoA história de Jiří Boula recusa-se a morrer
Filip Kubala e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel16/10/2028
Michal Kohút desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco16/10/2028
Martin Jedlička tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Banik Ostrava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Václav Jurečka produziu-o, e o 9.39 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Banik Ostrava a ouviu como outra coisa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Daniel Holzer e o Banik Ostrava acertam mais 2 anos.
Michal Kohút esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jiří Boula estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Banik Ostrava a ouviu como outra coisa.
Filip Kubala esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel02/10/2028
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Michal Kohút está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel25/09/2028
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Michal Kohút está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Banik Ostrava fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
O banco25/09/2028
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Karel Schick foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
Notas dos jogadoresJiří Boula passa por eles um de cada vez
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Hamdi Akujobi
MercadoA história de Jiří Boula recusa-se a morrer
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Banik Ostrava pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Jogo16/09/2028
Não se vê o fim da espera do Banik Ostrava por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Banik Ostrava tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/09/2028
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jiří Boula está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco18/09/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Karel Schick saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
O banco18/09/2028
Filip Kubala tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Banik Ostrava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Banik Ostrava ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Filip Kubala esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michal Kohút estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Banik Ostrava ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Abdallah Gning no seu melhor
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Direção04/09/2028
O prazo passa com 20 contratações e 26 saídas
Está feito o negócio no Banik Ostrava até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Filip Kubala e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel04/09/2028
Michal Kohút desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Richard Sedláček e o Banik Ostrava acertam mais 4 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matúš Rusnák, e o treinador deixou.
O Teplice está fora e o Banik Ostrava segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Banik Ostrava pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jiří Boula estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Club Brugge fica com o seu homem, e o Banik Ostrava volta a uma lista com um nome riscado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Filip Šancl tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
A formação existe exatamente para esta manhã. Filip Vydra passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Petr Sykora é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Verba acordada, salário acordado, e o Slovan Liberec à espera com uma camisola. No Banik Ostrava ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Michal Kohút produziu-o, e o 8.32 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Matěj Radosta agiu, no Banik Ostrava, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matěj Chaluš quer futebol continental; se o Banik Ostrava o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel21/08/2028
Matěj Radosta melhorou aos 27, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
O Banik Ostrava perguntou e o Viktoria Plzen disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Banik Ostrava perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Banik Ostrava falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Banik Ostrava a ouviu como outra coisa.
$860.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Sparta Prague pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
A forma vai e vem; esta não foi. Simon Baroš tem 19 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel14/08/2028
Matěj Chaluš melhorou aos 30, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Filip Kubala. 3‑1 sobre o Jihlava, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Jiří Boula no seu melhor
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Zaglebie tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Verba acordada, salário acordado, e o Mlada Boleslav à espera com uma camisola. No Banik Ostrava ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Plantel07/08/2028
27 dias de fora para Michal Leibl depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Banik Ostrava vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Banik Ostrava foi ao Sparta Prague com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Martin Králik e o Banik Ostrava acertam mais 2 anos.
Michal Kohút esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Banik Ostrava perguntou e o Mlada Boleslav disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Dois golos e um 8.99 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Plantel31/07/2028
35 dias de fora para Michal Leibl depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Banik Ostrava vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
As bancadas31/07/2028
Os adeptos revoltam-se com a venda de Artúr Musák por $2.2M
Vai para o Slovan Liberec, o clube tem $2.2M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel31/07/2028
Matěj Chaluš desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Banik Ostrava já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Banik Ostrava falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O negócio que levaria Jakub Pira para o Fatih Karagumruk caiu na fase final e ele reapresenta-se no Banik Ostrava com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Michal Kohút e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Direção24/07/2028
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Banik Ostrava
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Michal Barak está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Banik Ostrava perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 50 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 30 anos a evolução devia estar terminada, e não está: 3 pontos melhor do que há um ano. Acontece aos que levam a sério as partes aborrecidas.
Plantel17/07/2028
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jiří Boula está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Michal Kohút. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Banik Ostrava falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Michal Kohút esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/07/2028
Jiří Boula desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntou-se ao Krasnodar se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O banco10/07/2028
Martin Jedlička tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Banik Ostrava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Banik Ostrava sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dennis Owusu treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Karel Schick treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Banik Ostrava falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Banik Ostrava ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/07/2028
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dennis Owusu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntou-se ao Bayer Leverkusen se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Assinaram hoje, ninguém os vai ver durante anos, e um deles pode um dia ser a razão de o clube existir. É este todo o argumento a favor de uma formação, e é um bom argumento.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Banik Ostrava falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Direção26/06/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Banik Ostrava
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matěj Chaluš quer futebol continental; se o Banik Ostrava o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Michal Kohút e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Banik Ostrava já falam dele no passado.
Plantel26/06/2028
Jiří Boula desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Filip Šancl e o Banik Ostrava acertam mais 4 anos.
82 dias de fora para Michal Leibl depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Banik Ostrava vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jiří Boula estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Filip Kubala está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Michal Kohút. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Banik Ostrava, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Filip Kubala não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 91 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Estava tudo acordado com o Gornik Zabrze, e então o médico falou. O Banik Ostrava desistiu de uma contratação por conselho de alguém que nunca o viu jogar, que é exatamente como deve funcionar.
Michal Kohút esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Viktoria Plzen pagou $760.0K e o Banik Ostrava aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Plantel12/06/2028
Jiří Boula desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao Racing Genk para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
O bancoMartin Jedlička tornou-se um homem de confiança do treinador
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 100 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Banik Ostrava perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Banik Ostrava ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Michal Provod e o Banik Ostrava acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O nome de Pablo Ortiz apareceu em conversas de que o Banik Ostrava não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel05/06/2028
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jiří Boula está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Banik Ostrava falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Banik Ostrava podem fingir não ter ouvido.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Banik Ostrava está a esgotar-se.
Michal Kohút e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel29/05/2028
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jiří Boula está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martin Králik, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Banik Ostrava disse a Richard Sedláček que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Banik Ostrava, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 117 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jiří Boula estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Banik Ostrava e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 14 no Slovan Liberec dizem o resto.
O banco22/05/2028
Filip Kubala tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Banik Ostrava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lukáš Dvořáček, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Michal Kohút. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Banik Ostrava falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Michal Kohút esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jiří Boula estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Banik Ostrava ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Vejo todos os jogos do Banik Ostrava daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Petrolul segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco15/05/2028
Martin Jedlička tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Banik Ostrava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Banik Ostrava, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Filip Kubala. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Banik Ostrava. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 132 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A história preferida de qualquer jornal e a menos preferida de qualquer treinador. O sucedido «está a ser tratado internamente», expressão que os clubes usam quando preferiam que ninguém voltasse a perguntar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Václav Jurečka e o Banik Ostrava acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco08/05/2028
Jiří Boula tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Banik Ostrava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Matúš Rusnák treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
140 dias de fora para Michal Leibl depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Banik Ostrava vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Banik Ostrava, e não vai ser retirado.
Direção01/05/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Banik Ostrava
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Michal Kohút e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel01/05/2028
Palavras no treino do Banik Ostrava sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jiří Boula está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martin Králik, e o treinador deixou.
Disseram uma coisa a Martin Králik e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoA história de Jiří Boula recusa-se a morrer
O bancoMatúš Rusnák pede uma conversa com o treinador
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Banik Ostrava falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Stanislav Petruța será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Banik Ostrava as despedidas começaram em silêncio.
Plantel24/04/2028
Jiří Boula desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Vejo todos os jogos do Banik Ostrava daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Slovan Liberec segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Plantel24/04/2028
6 caras novas e o Banik Ostrava ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco24/04/2028
Filip Kubala tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Banik Ostrava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Michal Kohút. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Michal Kohút esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matěj Chaluš estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco10/04/2028
Jiří Boula tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Banik Ostrava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Martin Králik apontou a data.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
Do centro de treinos dizem que foi o mais afiado da semana inteira. É a notícia mais silenciosa de um jornal e costuma sair na semana anterior a alguém entrar no onze.
Michal Kohút e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matěj Chaluš estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Michal Kohút está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Banik Ostrava, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jiří Boula assinar alguma coisa — um contrato no Banik Ostrava ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Banik Ostrava já falam dele no passado.
Plantel27/03/2028
Jiří Boula desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel27/03/2028
No Banik Ostrava ainda são estranhos uns para os outros
8 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Banik Ostrava, e 0 jogos em 6 dizem que merece ser ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Banik Ostrava, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Michal Kohút esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/03/2028
Jiří Boula desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Martin Jedlička está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Filip Kubala. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Banik Ostrava, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Banik Ostrava. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Banik Ostrava que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase. O Banik Ostrava gostava de o receber inteiro e sabe que não vai ser consultado.