“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Breidablik, e não vai ser retirado.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Breidablik sabe dizer em que semana.
Davíð Ingvarsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kari Palsson e o Breidablik acertam mais 3 anos.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Ragnar Hermannsson depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Breidablik perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
0‑3 para o Vikingur, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Anton Logi Lúðvíksson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Davíð Ingvarsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Breidablik perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Viktor Karl Einarsson, e o treinador deixou.
O Fylkir levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel17/05/2032
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Davíð Ingvarsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco17/05/2032
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Ragnar Hermannsson saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anton Ari Einarsson está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Breidablik sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 28 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Breidablik, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Breidablik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Ragnar Hermannsson depois do 1‑4, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alfred Bjarnason e o Breidablik acertam mais 3 anos.
35 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Breidablik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Contrato novo para o homem do banco, e a coisa mais clara que uma direcção pode dizer sem convocar uma conferência de imprensa. Prometer estabilidade é barato; entregá-la não é.
Direção03/05/2032
12 jogadores da formação sobem à equipa principal do Breidablik
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Davíð Ingvarsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Hordur Gunnarsson está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Ragnar Eyjolfsson é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Alfred Bjarnason é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Gylfi Bjarnason é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
42 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Breidablik perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Breidablik, e não vai ser retirado.
Davíð Ingvarsson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/04/2032
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Finnur Tómas Pálmason está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Stefan Sigurdsson treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
49 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Breidablik perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel19/04/2032
Davíð Ingvarsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Breidablik sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 56 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Finnur Tómas Pálmason e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/04/2032
Davíð Ingvarsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Breidablik terá de responder com minutos ou com uma transferência.
63 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Breidablik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Direção05/04/2032
O Breidablik fecha o mercado com um plantel feito por si
0 entradas e 1 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Breidablik fez a parte difícil com o SJK, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Anton Ari Einarsson e o Breidablik acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Breidablik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Breidablik vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o KR pode já não estar a vender.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
70 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Breidablik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Breidablik podem fingir não ter ouvido.
O KR aceitou o dinheiro. O que o Breidablik ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O Breidablik perguntou e o SC Freiburg disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ari Bodvarsson, e o treinador deixou.
Plantel29/03/2032
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Davíð Ingvarsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Egill Valur Karlsson e o Breidablik acertam mais 4 anos.
O Breidablik já telefonou ao Austria Wien. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
77 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Breidablik perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Finnur Tómas Pálmason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/03/2032
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Davíð Ingvarsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Uma sondagem ao SC Freiburg para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anton Ari Einarsson está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Breidablik sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
84 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Breidablik perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O FH fica com o seu homem, e o Breidablik volta a uma lista com um nome riscado.
Davíð Ingvarsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/03/2032
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Finnur Tómas Pálmason está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
91 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Breidablik perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Arsenal ninguém diz, e no Breidablik ninguém gosta de estar a adivinhar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Real Sociedad fica com o seu homem, e o Breidablik volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Davíð Ingvarsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Breidablik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma sondagem ao FH para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Breidablik já telefonou ao Ajax. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Breidablik, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 98 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Dinamo Zagreb fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Finnur Tómas Pálmason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/03/2032
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Davíð Ingvarsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Breidablik já telefonou ao Arsenal. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Breidablik já telefonou ao Le Havre AC. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 105 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dinamo Minsk fica com o seu homem, e o Breidablik volta a uma lista com um nome riscado.
Davíð Ingvarsson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gabríel Aron Sævarsson, e o treinador deixou.
Plantel23/02/2032
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Finnur Tómas Pálmason está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Uma sondagem ao Real Sociedad para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Dinamo Zagreb para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
112 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Breidablik perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no FC Copenhagen ninguém diz, e no Breidablik ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Breidablik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O FH fica com o seu homem, e o Breidablik volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel16/02/2032
Davíð Ingvarsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Viktor Andri Hafþórsson e o Breidablik acertam mais 3 anos.
119 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Breidablik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Viktor Karl Einarsson e o Breidablik acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Finnur Tómas Pálmason e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel09/02/2032
Davíð Ingvarsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 126 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Davíð Ingvarsson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Finnur Tómas Pálmason estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Breidablik já telefonou ao Vikingur. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Breidablik já telefonou ao Bolton Wanderers. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anton Logi Lúðvíksson está nela.
133 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Breidablik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Breidablik podem fingir não ter ouvido.
Plantel26/01/2032
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Davíð Ingvarsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anton Ari Einarsson está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Breidablik, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
140 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Breidablik perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ari Bodvarsson e o Breidablik acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel19/01/2032
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kristófer Ingi Kristinsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Davíð Ingvarsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Breidablik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Stefan Sigurdsson treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Breidablik vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Davíð Ingvarsson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Breidablik vão explicá-lo como uma decisão de equipa, e talvez seja. Um balneário nunca leu isso assim, nem uma vez.
Plantel05/01/2032
Tafiq Biao desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Stefan Sigurdsson treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Anton Logi Lúðvíksson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Roko Jenjić lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kristófer Ingi Kristinsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
22 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Breidablik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Breidablik falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Breidablik podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Breidablik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Breidablik vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
29 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Breidablik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 24 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Breidablik, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Anton Logi Lúðvíksson e o Breidablik acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Breidablik falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Davíð Ingvarsson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anton Ari Einarsson está nela.
Plantel01/12/2031
Roko Jenjić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 38 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Davíð Ingvarsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Birkir Arnason e o Breidablik acertam mais 4 anos.
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Breidablik vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Breidablik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jon Ingason e o Breidablik acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Breidablik, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 52 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Anton Logi Lúðvíksson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Plantel10/11/2031
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Roko Jenjić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Viktor Andri Hafþórsson apontou a data.
Em resumo
DireçãoA formação do Breidablik continua a produzir
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 59 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A capitania foi retirada a Kristófer Ingi Kristinsson. O Breidablik vai chamar-lhe uma decisão de equipa; um balneário lê-a como um veredicto sobre um homem.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Jon Halldorsson está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 66 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Breidablik perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Davíð Ingvarsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Breidablik falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Breidablik perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jon Halldorsson e o Breidablik acertam mais 3 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Breidablik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Breidablik falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Breidablik perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Dagur Örn Fjeldsted e o Breidablik acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Jon Halldorsson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anton Logi Lúðvíksson está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Breidablik disse a Kári Steinn Hlífarsson que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 87 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
37 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Breidablik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kristófer Ingi Kristinsson e o Breidablik acertam mais 3 anos.
Plantel06/10/2031
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kristófer Ingi Kristinsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Bjarki Steinsen Arnarsson treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Breidablik vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
44 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Breidablik perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
0‑6 para o FH, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
O Vikingur segue em frente e o Breidablik vai para casa, com um 0‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
A enfermaria confirma 22 dias de paragem para Anton Logi Lúðvíksson, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
Jogo27/09/2031
Ninguém conseguiu parar de marcar
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Breidablik e do FH por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Breidablik vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Breidablik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Stefan Sigurdsson tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco22/09/2031
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Ragnar Hermannsson, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
PlantelStefan Sigurdsson, 19 anos, é o melhor jovem do fim de semana
Faltavam 89 minutos e o Keflavik tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Breidablik não parou para dar explicações.
Dribles concretizados: 26. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Davíð Ingvarsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Ari Bodvarsson compromete-se com o Breidablik por mais 4 anos.
O banco15/09/2031
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Ragnar Hermannsson, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Höskuldur Gunnlaugsson compromete-se com o Breidablik por mais 2 anos.
Plantel08/09/2031
Davíð Ingvarsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
16 remates, uma contagem que parece uma boa tarde até se olhar para a outra coluna. Os avançados sobrevivem a semanas destas partindo do princípio de que as ocasiões continuam; o dia em que param torna-se um problema.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Derrota por 1‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco01/09/2031
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Ragnar Hermannsson saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Tem 17 anos e ninguém em Breidablik o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Breidablik falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Kristófer Ingi Kristinsson produziu-o, e o 8.75 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Notas dos jogadores25/08/2031
Stefan Sigurdsson, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.99
Um 7.99 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 16 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Breidablik falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Breidablik podem fingir não ter ouvido.
Direção18/08/2031
Fecha o mercado: 16 entradas, 4 saídas no Breidablik
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 16, saíram 4, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Breidablik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Höskuldur Gunnlaugsson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Breidablik perguntou e o Metalist disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Plantel18/08/2031
Davíð Ingvarsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Breidablik podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O NK Maribor fica com o seu homem, e o Breidablik volta a uma lista com um nome riscado.
Davíð Ingvarsson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco11/08/2031
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑4 Ragnar Hermannsson saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
O Breidablik já telefonou ao Metalist. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Breidablik já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Breidablik podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Wellington Phoenix por Birkir Bodvarsson foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Höskuldur Gunnlaugsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Fylkir levou os pontos após um 1‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel04/08/2031
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Davíð Ingvarsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco04/08/2031
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Ragnar Hermannsson a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Tilen Letonja está em marcha
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Breidablik vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Breidablik perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Stefan Sigurdsson não precisou: 7.74, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
O Breidablik perguntou e o FC Midtjylland disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Breidablik falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Breidablik, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Salernitana fica com o seu homem, e o Breidablik volta a uma lista com um nome riscado.
Davíð Ingvarsson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma sondagem ao NK Maribor para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoA vista do banco
JogoPonto ganho ou dois perdidos para o Breidablik?
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 31 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Aron Palsson agarrou este contra o KR. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Breidablik.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Breidablik, e não vai ser retirado.
Jogo14/07/2031
Para o Breidablik, cada ponto é agora uma discussão
Posição 10 e 9 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 18 anos que sente como seu. Aron Palsson tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Breidablik falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel07/07/2031
Kari Palsson lesiona os ligamentos do joelho — 20 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 20 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
7.77, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Breidablik vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
27 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Breidablik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Höskuldur Gunnlaugsson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Breidablik vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Plantel23/06/2031
Kari Palsson lesiona os ligamentos do joelho — 34 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Kristófer Ingi Kristinsson produziu-o, e o 9.12 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O IBV obrigou o Breidablik a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑0 e a tabela não pergunta como.
Plantel23/06/2031
Davíð Ingvarsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Aron Palsson compromete-se com o Breidablik por mais 3 anos.
O banco23/06/2031
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Ragnar Hermannsson, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
14 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Breidablik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Breidablik falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Höskuldur Gunnlaugsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/06/2031
Davíð Ingvarsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Dribles concretizados: 12. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Breidablik perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Breidablik falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Breidablik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
0‑1 para o Stjarnan, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco09/06/2031
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Ragnar Hermannsson a uma sala que já as tinha ouvido.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Breidablik perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 73 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Stefan Sigurdsson tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Valur deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Emil Finnbogason não precisou: 8.09, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Davíð Ingvarsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 20 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Breidablik vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 80 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel26/05/2031
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Davíð Ingvarsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gabríel Aron Sævarsson, e o treinador deixou.
O banco26/05/2031
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Ragnar Hermannsson a uma sala que já as tinha ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 42 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 87 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Davíð Ingvarsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 9 ações combinadas e uma nota de 6.70, e nenhuma delas entrará num resumo.
49 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Breidablik perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Breidablik falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Breidablik, e não vai ser retirado.
Höskuldur Gunnlaugsson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 20. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel12/05/2031
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Davíð Ingvarsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Ragnar Hermannsson depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
56 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Breidablik perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Breidablik falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Contrato novo para o homem do banco, e a coisa mais clara que uma direcção pode dizer sem convocar uma conferência de imprensa. Prometer estabilidade é barato; entregá-la não é.
Direção05/05/2031
12 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Breidablik
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Stefan Sigurdsson e o Breidablik acertam mais 4 anos.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
63 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Breidablik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Breidablik vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Breidablik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kristófer Ingi Kristinsson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
6.º lugar, 30 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Breidablik, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
70 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Breidablik perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Breidablik falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Breidablik, e não vai ser retirado.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Arnor Gunnarsson está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Arnor Bodvarsson é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Emil Halldorsson está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Davíð Ingvarsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Viktor Karl Einarsson está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
77 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Breidablik perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Breidablik vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O negócio que levaria Snorri Þór Stefánsson para o Valur caiu na fase final e ele reapresenta-se no Breidablik com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Plantel14/04/2031
Davíð Ingvarsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anton Ari Einarsson está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Breidablik. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Stefan Sigurdsson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Rurik Eyjolfsson deixa o Breidablik pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Aron Magnusson deixa o Breidablik pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 84 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 129 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Emil Finnbogason regressa a Breidablik com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Direção07/04/2031
O Breidablik fecha o mercado com um plantel feito por si
0 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Red Bull Salzburg fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Davíð Ingvarsson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Aron Palsson e o Breidablik acertam mais 4 anos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Höskuldur Gunnlaugsson está nela.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 91 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Breidablik já se começa a dizer o nome dele no passado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Dinamo City ninguém diz, e no Breidablik ninguém gosta de estar a adivinhar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Paris Saint-Germain fica com o seu homem, e o Breidablik volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Davíð Ingvarsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Breidablik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kristófer Ingi Kristinsson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 98 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Breidablik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Real Sociedad ninguém diz, e no Breidablik ninguém gosta de estar a adivinhar.
Höskuldur Gunnlaugsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Monopoli fica com o seu homem, e o Breidablik volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel24/03/2031
Davíð Ingvarsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao Real Sociedad para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 105 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do Valur por Snorri Þór Stefánsson foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Ludogorets fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Crvena Zvezda fica com o seu homem, e o Breidablik volta a uma lista com um nome riscado.
Davíð Ingvarsson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Uma sondagem ao Monopoli para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Paris Saint-Germain para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Stefan Sigurdsson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
112 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Breidablik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Breidablik perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Breidablik fez a parte difícil com o Ludogorets, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Höskuldur Gunnlaugsson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Breidablik perguntou e o FCSB disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel10/03/2031
Davíð Ingvarsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao Paris Saint-Germain para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Höskuldur Gunnlaugsson está nela.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
119 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Breidablik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Breidablik podem fingir não ter ouvido.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel03/03/2031
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Davíð Ingvarsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao FCSB para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kristófer Ingi Kristinsson está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kristófer Ingi Kristinsson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Saberei quando chegar a altura. Ainda não chegou.» Viktor Örn Margeirsson tem 36 anos e 269 jogos nas pernas, e o Breidablik terá de planear para qualquer das respostas.
126 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Breidablik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Breidablik, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Emil Finnbogason será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Breidablik as despedidas começaram em silêncio.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Real Sociedad fica com o seu homem, e o Breidablik volta a uma lista com um nome riscado.
Davíð Ingvarsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntou-se ao Paris Saint-Germain se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Perguntou-se ao Hajduk Split se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jon Ingason, e o treinador deixou.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 133 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Valur à espera com uma camisola. No Breidablik ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Breidablik, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Renate fica com o seu homem, e o Breidablik volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel17/02/2031
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Davíð Ingvarsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Snorri Þór Stefánsson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Uma sondagem ao Inter para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anton Ari Einarsson está nela.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 140 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Breidablik já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Breidablik tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Crvena Zvezda, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Plantel10/02/2031
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Davíð Ingvarsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Egill Valur Karlsson e o Breidablik acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Snorri Þór Stefánsson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Viktor Örn Margeirsson, e o treinador deixou.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
147 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Breidablik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Breidablik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Breidablik já telefonou ao Metalist. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma sondagem ao Crvena Zvezda para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anton Logi Lúðvíksson está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Breidablik, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kristófer Ingi Kristinsson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Direção03/02/2031
Aberto para negócios: o Breidablik entra no mercado
O período de inscrições está aberto e o telefone já começou. Daqui até ao fecho, este clube vai ser associado a quarenta jogadores e contratar três, que é a proporção do costume.
154 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Breidablik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Breidablik nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel27/01/2031
Davíð Ingvarsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Lukas Friis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Viktor Karl Einarsson está nela.
161 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Breidablik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Höskuldur Gunnlaugsson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel20/01/2031
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Davíð Ingvarsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lukas Friis e o Breidablik acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kristófer Ingi Kristinsson está nela.
Finnur Tómas Pálmason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Davíð Ingvarsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Gabríel Snær Hallsson tem a sua resposta do Breidablik; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kristófer Ingi Kristinsson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Davíð Ingvarsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/12/2030
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Finnur Tómas Pálmason está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Viktor Karl Einarsson está nela.
Davíð Ingvarsson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gabríel Aron Sævarsson, e o treinador deixou.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Breidablik foi explícito quanto à situação de Snorri Þór Stefánsson, o que é mais do que muitos recebem.
Höskuldur Gunnlaugsson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel16/12/2030
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kristófer Ingi Kristinsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anton Ari Einarsson está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Snorri Þór Stefánsson treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Viktor Karl Einarsson e o Breidablik acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel09/12/2030
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kristófer Ingi Kristinsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Breidablik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Höskuldur Gunnlaugsson está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kristófer Ingi Kristinsson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
JogoO futebol europeu está ao alcance do Breidablik
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Viktor Karl Einarsson e o Breidablik acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Höskuldur Gunnlaugsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Breidablik. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Finnur Tómas Pálmason estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Stefan Sigurdsson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Breidablik falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Davíð Ingvarsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Breidablik vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Finnur Tómas Pálmason e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel11/11/2030
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Davíð Ingvarsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Davíð Ingvarsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Viktor Karl Einarsson está nela.
O treinador reorganizou as ideias e Alfonso De Carli saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Dagur Finnbogason deixa o Breidablik pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
O Breidablik fez saber ao mercado que Alfonso De Carli está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Höskuldur Gunnlaugsson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel28/10/2030
Davíð Ingvarsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Breidablik podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Breidablik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Davíð Ingvarsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dagur Finnbogason e o Breidablik acertam mais 3 anos.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Höskuldur Gunnlaugsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel14/10/2030
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Finnur Tómas Pálmason está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Breidablik disse a Snorri Þór Stefánsson que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kristófer Ingi Kristinsson assinar alguma coisa — um contrato no Breidablik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Davíð Ingvarsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Viktor Karl Einarsson sai dessa comparação dentro da equipa, e o Breidablik beneficiou de cada uma dessas tardes.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Breidablik, mais uma semana sem a assinatura de Viktor Örn Margeirsson.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Breidablik ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Breidablik não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Finnur Tómas Pálmason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Davíð Ingvarsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Nota 7.86 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Breidablik, o melhor em campo era deles.
O banco30/09/2030
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Ragnar Hermannsson foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Viktor Örn Margeirsson, e o treinador deixou.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Davíð Ingvarsson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
0‑2 para o IA, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel23/09/2030
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Finnur Tómas Pálmason está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Ninguém no Breidablik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Emil Finnbogason treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Dagur Örn Fjeldsted: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Breidablik a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Davíð Ingvarsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Snorri Þór Stefánsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Breidablik disse a Davíð Ingvarsson que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Höskuldur Gunnlaugsson está nela.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco16/09/2030
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Ragnar Hermannsson escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Segue-se o IA, e há um homem no balneário do Breidablik que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.32 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Breidablik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Davíð Ingvarsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kristinn Jónsson e o Breidablik acertam mais 2 anos.
Davíð Ingvarsson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Finnur Tómas Pálmason estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 26. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Jogo24/08/2030
Não se vê o fim da espera do Breidablik por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Breidablik tem de arrancar um resultado de algum lado.
Höskuldur Gunnlaugsson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lecco fica com o seu homem, e o Breidablik volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel26/08/2030
Davíð Ingvarsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jon Ingason e o Breidablik acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Avaliado com 7.52. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.66 para o resto.
Direção19/08/2030
O prazo passa com 5 contratações e 4 saídas
Está feito o negócio no Breidablik até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Snorri Þór Stefánsson regressa a Breidablik com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
O Breidablik perguntou e o Pergolettese disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Finnur Tómas Pálmason e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Já são 50 golos com estas cores, cada um deles a memória de alguém. Há um adepto na bancada capaz de dizer onde estava na maioria deles.
Plantel19/08/2030
Davíð Ingvarsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao Lecco para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Dawid Krysa está em marcha
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Breidablik fez a parte difícil com o Aris Thessaloniki, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Stefan Sigurdsson e o Breidablik acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Campobasso fica com o seu homem, e o Breidablik volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Breidablik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Finnur Tómas Pálmason estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco12/08/2030
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Ragnar Hermannsson saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Breidablik, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Breidablik já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Ferencvaros fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ascoli fica com o seu homem, e o Breidablik volta a uma lista com um nome riscado.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Gubbio fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Salernitana fica com o seu homem, e o Breidablik volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Breidablik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 19 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Breidablik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Höskuldur Gunnlaugsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel22/07/2030
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Finnur Tómas Pálmason está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Breidablik já telefonou ao Gubbio. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Breidablik já telefonou ao Salernitana. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
30 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Breidablik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Kristófer Ingi Kristinsson produziu-o, e o 8.85 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
6 golos num jogo, Kristófer Ingi Kristinsson na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Breidablik nem ao FH.
19 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Davíð Ingvarsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Höskuldur Gunnlaugsson e o Breidablik acertam mais 2 anos.
Höskuldur Gunnlaugsson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Breidablik não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Plantel08/07/2030
Palavras no treino do Breidablik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Davíð Ingvarsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 18 anos do Breidablik que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.