A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bunyodkor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/09/2027
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dušan Cvetinović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Bunyodkor, mais uma semana sem a assinatura de Matija Krivokapić.
Disseram uma coisa a Najmiddin Normurodov e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Bobur Ahmedov sobre o empate
O bancoSadriddin Hasanov tornou-se um homem de confiança do treinador
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sardor Rahmonov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A primeira derrota em 6 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Nasaf; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Sadriddin Hasanov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Jaloliddin Masharipov está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Doniyor Hasanov passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Samandarjon Mavlonqulov produziu-o, e o 9.45 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Jogo04/09/2027
Ninguém quer jogar contra o Bunyodkor neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Uma média de 7.41 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Dribles concretizados: 26. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Direção06/09/2027
Fecha o mercado: 9 entradas, 13 saídas no Bunyodkor
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 9, saíram 13, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Shohboz Umarov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Jogo04/09/2027
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o Bunyodkor. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sardor Rahmonov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Verba acordada, salário acordado, e o Metallurg à espera com uma camisola. No Bunyodkor ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
17 golos e uma média de 7.53 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Jogo28/08/2027
Ninguém quer jogar contra o Bunyodkor neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Sardor Rahmonov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dušan Cvetinović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Matija Krivokapić produziu-o, e o 8.94 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
18 golos e uma média de 7.39 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Jogo21/08/2027
Ninguém quer jogar contra o Bunyodkor neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Shohboz Umarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/08/2027
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sardor Rahmonov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Uma média de 7.51 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Bunyodkor podem fingir não ter ouvido.
Jogo14/08/2027
Ninguém quer jogar contra o Bunyodkor neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mirkomil Murodov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bunyodkor as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bunyodkor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/08/2027
Dušan Cvetinović desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Dostonbek Abdullaev está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
O Navbahor vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Bunyodkor foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
15 golos e uma média de 7.33 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Bunyodkor ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Shohboz Umarov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Bunyodkor já se começa a dizer o nome dele no passado.
15 golos e uma média de 7.47 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Shohboz Umarov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel02/08/2027
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dušan Cvetinović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Zois Karargyris está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Shohboz Umarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dušan Cvetinović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O telefone voltou a tocar por causa de Mirkomil Murodov, e desta vez do outro lado está o Metallurg. No Bunyodkor ouvem com educação e não prometem nada.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bunyodkor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
13 golos e uma média de 7.27 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Plantel19/07/2027
Dušan Cvetinović desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Bunyodkor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Shohboz Umarov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dušan Cvetinović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Amir To'raqulov, e o treinador deixou.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Bunyodkor perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Bunyodkor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Uma média de 7.49 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Shohboz Umarov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Bunyodkor vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Uma média de 7.46 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Shohboz Umarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Bunyodkor vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bunyodkor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Matija Krivokapić produziu-o, e o 9.42 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Bunyodkor perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Bunyodkor fez a parte difícil com o AEK, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
12 golos e uma média de 7.40 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Shohboz Umarov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A forma vai e vem; esta não foi. Bogdan Odinayev tem 20 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel14/06/2027
Dušan Cvetinović desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores14/06/2027
Shohboz Umarov jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.24. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Bunyodkor sabem-no.
Shohboz Umarov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
11 golos e uma média de 7.33 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Plantel07/06/2027
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dušan Cvetinović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Shohboz Umarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dušan Cvetinović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
100 jogos com estas cores. Uma entrega assim é cada vez mais rara, e as bancadas sabem-no.
O banco31/05/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Bobur Ahmedov saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Zois Karargyris produziu-o, e o 9.34 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Jogo22/05/2027
Ninguém quer jogar contra o Bunyodkor neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Tem 19 anos, média de 7.08, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bunyodkor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Metallurg obrigou o Bunyodkor a suar, mas no fim o marcador dizia 4‑2 e a tabela não pergunta como.
Plantel24/05/2027
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dušan Cvetinović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
10 golos e uma média de 7.23 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Bunyodkor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Shohboz Umarov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 21. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel17/05/2027
Dušan Cvetinović desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Zois Karargyris, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.24
Um 8.24 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Shohboz Umarov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel10/05/2027
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dušan Cvetinović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 18 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
2 golos em vinte minutos com Shohboz Umarov no meio de tudo, e o Shortan sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Dribles concretizados: 26. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Jogo01/05/2027
Ninguém quer jogar contra o Bunyodkor neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Shohboz Umarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Obod obrigou o Bunyodkor a suar, mas no fim o marcador dizia 4‑2 e a tabela não pergunta como.
Plantel03/05/2027
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmitry Pletnev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
6 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
Notas dos jogadores26/04/2027
Zois Karargyris, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.70
Um 7.70 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bunyodkor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dušan Cvetinović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
2 golos em vinte minutos com Matija Krivokapić no meio de tudo, e o Navbahor sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑1, Bobur Ahmedov podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Em resumo
Notas dos jogadoresShohboz Umarov encarou-os todo o jogo
15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bunyodkor perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bunyodkor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dušan Cvetinović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bunyodkor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Shohboz Umarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel12/04/2027
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dušan Cvetinović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 17. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
O banco12/04/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Bobur Ahmedov escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se o Bukhara, e há um homem no balneário do Bunyodkor que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bunyodkor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Bunyodkor sabem-no.
37 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bunyodkor perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Bunyodkor marcou aos 93, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Shohboz Umarov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
O Kokand 1912 obrigou o Bunyodkor a suar, mas no fim o marcador dizia 3‑2 e a tabela não pergunta como.
Plantel29/03/2027
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dušan Cvetinović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
45 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bunyodkor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jogo20/03/2027
Não se vê o fim da espera do Bunyodkor por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Bunyodkor tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Bunyodkor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bunyodkor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já vão 5 jogos com pelo menos dois sofridos. A defesa foi reorganizada, o guarda-redes foi apoiado publicamente, e os golos continuam a entrar.
Plantel22/03/2027
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sardor Rahmonov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Bobur Ahmedov depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
53 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bunyodkor perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Shohboz Umarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dušan Cvetinović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
60 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bunyodkor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
1‑4 para o Pakhtakor, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dušan Cvetinović e o Bunyodkor acertam mais 2 anos.
Shohboz Umarov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑4, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Nada disto sairá num comunicado. Um plano subiu, voltou chumbado, e a versão do clube que existiria daqui a três anos deixou silenciosamente de ser possível.
67 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bunyodkor perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Shohboz Umarov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel01/03/2027
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dušan Cvetinović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Antevisão01/03/2027
O Bunyodkor mede-se com a equipa que todos perseguem
O Pakhtakor chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Farruhjon Qodirov está nela.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 74 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Farruhjon Qodirov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bunyodkor as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bunyodkor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/02/2027
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dušan Cvetinović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Farruhjon Qodirov, e o treinador deixou.
Ninguém no Bunyodkor dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
81 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bunyodkor perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
É sentimental, é completamente sincero e é o princípio de uma saída que ninguém anunciou. O clube pode ser elegante quanto a isso ou pode fingir que não ouviu.
Shohboz Umarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/02/2027
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dušan Cvetinović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Bunyodkor. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Bilolxon Toshmirzayev. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Bunyodkor, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
90 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bunyodkor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Shohboz Umarov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel08/02/2027
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmitry Pletnev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Otabek Akhmedov está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Bunyodkor admitiria. Nota-se aos sábados.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 98 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Direção01/02/2027
O prazo passa com 1 contratações e 1 saídas
Está feito o negócio no Bunyodkor até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Bunyodkor sabem-no.
Shohboz Umarov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dušan Cvetinović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Federico Botti, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoFarruhjon Qodirov tornou-se um homem de confiança do treinador
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Bunyodkor já se começa a dizer o nome dele no passado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bunyodkor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dušan Cvetinović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Shohboz Umarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Abdumavlon Abdujalilov parte para o Lokomotiv num negócio de $180.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.
Plantel18/01/2027
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmitry Pletnev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Muzaffar Olimjonov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Shohboz Umarov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel11/01/2027
Dušan Cvetinović desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao NK Maribor para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sadriddin Hasanov está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Dmitry Pletnev. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma audição de uma época inteira: o passe continua a ser do AEK, mas a camisola e os minutos são do Bunyodkor. Um empréstimo é uma aposta que ambos os clubes acreditam estar a ganhar.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Shohboz Umarov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel04/01/2027
Dušan Cvetinović desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Bunyodkor perguntou e o Mashal disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Sadriddin Hasanov e o Bunyodkor acertam mais 5 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
DireçãoAberto para negócios: o Bunyodkor entra no mercado
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bunyodkor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/12/2026
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dušan Cvetinović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Direção28/12/2026
Os salários engolem 104% das receitas do Bunyodkor
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Boburbek Yorbekov está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Sardor Abdunabiyev assinar alguma coisa — um contrato no Bunyodkor ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Shohboz Umarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel21/12/2026
Dušan Cvetinović desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Amir To'raqulov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Shohboz Umarov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/12/2026
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dušan Cvetinović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Abdulla Ganiev está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Shohboz Umarov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel07/12/2026
Dmitry Pletnev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Farruhjon Qodirov está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Matija Krivokapić. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Bunyodkor ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bunyodkor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/11/2026
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmitry Pletnev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Muzaffar Olimjonov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Bunyodkor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Shohboz Umarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/11/2026
Dušan Cvetinović desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Bunyodkor vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Shohboz Umarov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel16/11/2026
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dušan Cvetinović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Dmitry Pletnev. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Bunyodkor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Shohboz Umarov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel09/11/2026
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmitry Pletnev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Akmal Ahmedov está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Farruhjon Qodirov está nela.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Bunyodkor vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Doniyor Mirzaev e o Bunyodkor acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bunyodkor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Bunyodkor, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Islom Anvarov, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Boburbek Yorbekov está nela.
Shohboz Umarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/10/2026
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dušan Cvetinović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel26/10/2026
No Bunyodkor ainda são estranhos uns para os outros
11 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Bunyodkor, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Faxriddin Muhammadov está nela.
Shohboz Umarov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel19/10/2026
Dušan Cvetinović desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Federico Botti tem a sua resposta do Bunyodkor; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Shohboz Umarov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dušan Cvetinović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Doniyor Suyunov é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Farhod Tukhtasinov é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Muzaffar Olimjonov, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Farruhjon Qodirov está nela.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Bunyodkor ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bunyodkor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel05/10/2026
Sardor Rahmonov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Direção05/10/2026
Os salários engolem 157% das receitas do Bunyodkor
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Bilolxon Toshmirzayev está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Boburbek Yorbekov está nela.
Shohboz Umarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dušan Cvetinović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dušan Cvetinović, e o treinador deixou.
Plantel28/09/2026
11 caras novas e o Bunyodkor ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Faxriddin Muhammadov está nela.
Shohboz Umarov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel21/09/2026
Dušan Cvetinović desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A primeira derrota em 4 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Sogdiana; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Boburbek Yo'ldoshev, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
9 remates, uma contagem que parece uma boa tarde até se olhar para a outra coluna. Os avançados sobrevivem a semanas destas partindo do princípio de que as ocasiões continuam; o dia em que param torna-se um problema.
Shohboz Umarov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel14/09/2026
Dušan Cvetinović desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A formação existe exatamente para esta manhã. Doniyor Mirzaev passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.54 na ficha, e os adeptos do Bunyodkor saíram a repetir um nome.
O banco14/09/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Bobur Ahmedov, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Direção07/09/2026
O prazo passa com 18 contratações e 5 saídas
Está feito o negócio no Bunyodkor até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bunyodkor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/09/2026
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dušan Cvetinović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 20 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Bunyodkor vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Luka Mlakar não precisou: 7.90, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Bunyodkor podem fingir não ter ouvido.
Shohboz Umarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 21. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel31/08/2026
Palavras no treino do Bunyodkor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dušan Cvetinović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
11 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Shohboz Umarov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel24/08/2026
Sardor Rahmonov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Shortan vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Adhamjon Musulmonov pré-acordou a mudança para o Bunyodkor, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Urartu fica com o seu homem, e o Bunyodkor volta a uma lista com um nome riscado.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Sadriddin Hasanov produziu-o, e o 9.84 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Minuto 118. Farruhjon Qodirov encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Shortan passou do ponto ao nada num só movimento.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Faxriddin Muhammadov não precisou: 7.66, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Sogdiana fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Shohboz Umarov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
Notas dos jogadoresFarruhjon Qodirov jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 11 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Shohboz Umarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nosirjon Abdusalomov e o Bunyodkor acertam mais 4 anos.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Shohboz Umarov e o Bunyodkor acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bunyodkor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sardor Rahmonov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Faltam 49 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
11 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Uma sondagem ao Trabzonspor para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao NK Maribor para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.