4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathieu Maertens estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
0‑3 para o Heracles, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Não é uma nomeação interina — é uma instituição com o gabinete técnico vazio. Esta semana as sessões serão dirigidas por alguém desconhecido, e a pergunta de como um clube chega a este estado será feita à direção e ficará sem resposta.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
Direção05/02/2029
O prazo passa com 0 contratações e 5 saídas
Está feito o negócio no Cambuur até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Lasse Abildgaard e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathieu Maertens estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Cambuur está a esgotar-se.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Amar Bakkati não precisou: 7.66, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Thijs Jansen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathieu Maertens estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Cambuur perguntou e o PSV disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
O Utrecht pagou $2.9M e o Cambuur aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Paris Saint-Germain fica com o seu homem, e o Cambuur volta a uma lista com um nome riscado.
Posição 18 e 9 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Cambuur fez a parte difícil com o PSV, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Cambuur fez a parte difícil com o PSV, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Lucas Jetten esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathieu Maertens estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Cambuur perguntou e o Ajax disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Mathieu Maertens esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sam Ringeling está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O bancoLucas Jetten tornou-se um homem de confiança do treinador
126Edição
O Diário de Cambuur
25/12/2028
Do nosso correspondente de futebolCrise
Jogo23/12/2028
Não se vê o fim da espera do Cambuur por uma vitória
Já são 15 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cambuur tem de arrancar um resultado de algum lado.
As bancadas25/12/2028
Os adeptos organizam-se contra a direção do Cambuur
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathieu Maertens estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Iwan Henstra compromete-se com o Cambuur por mais 4 anos.
O banco25/12/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Simon King saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Posição 18 e 8 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Thijs Jansen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathieu Maertens estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sam Ringeling, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Damy Bernardina e o Cambuur acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Em resumo
O bancoA vista do banco
Notas dos jogadoresAnthony Smits passa por eles um de cada vez
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Simon King depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Cambuur toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Direção04/12/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Cambuur
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Thijs Jansen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel04/12/2028
Mathieu Maertens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Cambuur
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Posição 16 e 7 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cambuur ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
O Ajax fechou tudo por 0‑3. A época reduz-se ao campeonato, e no estádio já se sabia muito antes do apito final.
As bancadas13/11/2028
Uma goleada na taça no Ajax deixa o Cambuur a explicar-se
0-3, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thijs Jansen, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresIsmeal Kabia encarou-os todo o jogo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Cambuur
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Jogo04/11/2028
Não se vê o fim da espera do Cambuur por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cambuur tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Cambuur e do Twente por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Damy Bernardina será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cambuur as despedidas começaram em silêncio.
Thijs Jansen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Luca Maiorano tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/10/2028
Mathieu Maertens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Cambuur sabem-no.
Ninguém no Cambuur sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mathieu Maertens e o Cambuur acertam mais 2 anos.
Thijs Jansen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um ponto arrancado aos 92 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Um 2‑2 com o Heracles deixa o balneário entre o alívio e a frustração.
O banco09/10/2028
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Simon King não o escondia depois do 2‑2, e no balneário do Cambuur também ninguém o escondia.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Luca Maiorano
Os adeptos organizam-se contra a direção do Cambuur
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mathieu Maertens e o Cambuur acertam mais 2 anos.
Lucas Jetten e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathieu Maertens estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Cambuur foi explícito quanto à situação de Finn Ashworth, o que é mais do que muitos recebem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Thijs Jansen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Jogo23/09/2028
Ninguém conseguiu parar de marcar
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Cambuur e do Ajax por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑6, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Iwan Henstra não precisou: 7.86, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Lucas Jetten esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Luca Maiorano tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Em resumo
Notas dos jogadoresAnthony Smits em notas de excelência
Notas dos jogadoresRio Robbemond encarou-os todo o jogo
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nada reinicia uma carreira como alguém que não escolheu a equipa na época passada. Mathieu Maertens percebeu a deixa, e o Cambuur está a receber uma versão dele que o regime anterior tinha deixado de ver.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Dribles concretizados: 25. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Direção04/09/2028
O Cambuur fecha o mercado com um plantel feito por si
21 entradas e 34 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Jogo02/09/2028
Não se vê o fim da espera do Cambuur por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cambuur tem de arrancar um resultado de algum lado.
Thijs Jansen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel04/09/2028
Mathieu Maertens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Damy Bernardina será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cambuur as despedidas começaram em silêncio.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathieu Maertens estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cambuur ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Thijs Jansen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 24 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 4 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathieu Maertens estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
DireçãoContinua sem nome por cima da porta no Cambuur
Não é uma nomeação interina — é uma instituição com o gabinete técnico vazio. Esta semana as sessões serão dirigidas por alguém desconhecido, e a pergunta de como um clube chega a este estado será feita à direção e ficará sem resposta.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Cambuur perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
O Cambuur foi ao Ajax com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Thijs Jansen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel07/08/2028
Mathieu Maertens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Luca Maiorano. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cambuur, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cambuur ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proposta seguiu esta semana para o Roda, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Thijs Jansen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathieu Maertens estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 24 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Plantel17/07/2028
Mathieu Maertens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Verba acordada, salário acordado, e o De Graafschap à espera com uma camisola. No Cambuur ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Thijs Jansen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/07/2028
Mathieu Maertens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Cambuur perguntou e o Cremonese disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jannick Coehoorn e o Cambuur acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Bas Babel treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/07/2028
Mathieu Maertens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Chornomorets fica com o seu homem, e o Cambuur volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Finn Ashworth, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelNo Cambuur ainda são estranhos uns para os outros
A proposta do NEC por Luca Maiorano foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Jorge Parihuana acabou de assinar pelo Cambuur e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al Ahly fica com o seu homem, e o Cambuur volta a uma lista com um nome riscado.
Verba acordada, salário acordado, e o De Graafschap à espera com uma camisola. No Cambuur ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O PSV paga $9.5M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
As bancadas19/06/2028
Os adeptos revoltam-se com a venda de Skye Vink por $9.5M
Vai para o PSV, o clube tem $9.5M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Cambuur fez a parte difícil com o Real Sociedad, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não há pior forma de perder um futebolista. Danyello Look pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Lucas Jetten e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathieu Maertens estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Juventus fica com o seu homem, e o Cambuur volta a uma lista com um nome riscado.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Cambuur
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Verba acordada, salário acordado, e o De Graafschap à espera com uma camisola. No Cambuur ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Plantel12/06/2028
Uma transferência que Ismeal Kabia teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Ismeal Kabia está a viver essa versão no Cambuur, e costuma notar-se no primeiro mês.
Thijs Jansen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathieu Maertens estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ajax fica com o seu homem, e o Cambuur volta a uma lista com um nome riscado.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Lucas Jetten esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel05/06/2028
Thijs Jansen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Finn Ashworth, e o treinador deixou.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Cambuur sabem-no.
O Cambuur já telefonou ao Almería. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cambuur ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Lucas Jetten e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/05/2028
Mathieu Maertens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Cambuur terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Wiebe Kooistra assinar alguma coisa — um contrato no Cambuur ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Tem 21 anos, média de 7.10, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Mark Diemers e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Plantel15/05/2028
Jesse Larooi lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Mathieu Maertens esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thijs Jansen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Cambuur disse a Gavin Vlijter que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cambuur, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Cambuur ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Em resumo
MercadoA história de Luca Maiorano recusa-se a morrer
25 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cambuur perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Bas Babel treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Mark Diemers esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Mathieu Maertens: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Cambuur sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cambuur perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Mark Diemers e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/05/2028
Mathieu Maertens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A formação existe exatamente para esta manhã. Steven Lang passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Virgil De Vrij é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
40 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cambuur perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Mathieu Maertens e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Tem 21 anos, média de 7.10, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Plantel24/04/2028
Thijs Jansen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A raiva no Cambuur transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Plantel17/04/2028
Jesse Larooi lesiona os ligamentos do joelho — 47 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 47 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/04/2028
Mathieu Maertens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jannick Coehoorn e o Cambuur acertam mais 4 anos.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Luca Maiorano assinar alguma coisa — um contrato no Cambuur ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cambuur, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mark Diemers esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Humberto Montañez e o Cambuur acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Cambuur joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Cambuur sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Bas Babel treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 30 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cambuur podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadores03/04/2028
Lucas Jetten, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.81
Um 7.81 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Mathieu Maertens e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Mark Diemers e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 21 anos, média de 7.05, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco27/03/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Bas Babel saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Cambuur
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco20/03/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Bas Babel a uma sala que já as tinha ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thijs Jansen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco13/03/2028
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Bas Babel, sobre uma vitória por 4‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Finn Ashworth treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Plantel13/03/2028
Um jovem do Cambuur leva o prémio de melhor sub-21
Lucas Jetten tem 20 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
Ninguém no Cambuur sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
0‑5 para o Twente, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Bas Babel treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Direção06/03/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Cambuur
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mathieu Maertens e o Cambuur acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Mark Diemers e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel06/03/2028
Mathieu Maertens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.81 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Mark Diemers e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Cambuur e do Zwolle por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Uma média de 7.00 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Cambuur sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Plantel28/02/2028
Mathieu Maertens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Anthony Smits, e o treinador deixou.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Mathieu Maertens esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thijs Jansen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
As regras permitem-no e dói na mesma. Gavin Vlijter acertou condições com o Groningen para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Mark Diemers esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thijs Jansen, e o treinador deixou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gavin Vlijter será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cambuur as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um ponto arrancado aos 92 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Mathieu Maertens e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thijs Jansen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Cambuur vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
O banco31/01/2028
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Bas Babel, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Finn Ashworth treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Ajax ninguém diz, e no Cambuur ninguém gosta de estar a adivinhar.
As regras permitem-no e dói na mesma. Jesse Larooi acertou condições com o NEC para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathieu Maertens estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.13, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Notas dos jogadores17/01/2028
Skye Vink, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.77
Um 7.77 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
As regras permitem-no e dói na mesma. Reen Zandstra acertou condições com o Willem II para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Mark Diemers esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/01/2028
Mathieu Maertens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Cambuur fez a parte difícil com o Utrecht, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Anwar Ouled Amar agiu, no Cambuur, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Devid Bouah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jeremiah Esajas, e o treinador deixou.
O Cambuur entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Bas Babel fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathieu Maertens estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ajax fica com o seu homem, e o Cambuur volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rik Mulders, e o treinador deixou.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Cambuur
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Mark Diemers esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel27/12/2027
Mathieu Maertens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thijs Jansen, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/12/2027
Devid Bouah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Redouan El Yaakoubi, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cambuur podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadores13/12/2027
Skye Vink, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.25
Um 8.25 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Mark Diemers e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel13/12/2027
Mathieu Maertens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O fim chegou numa terça-feira, como costuma acontecer: uma reunião curta, um comunicado mais curto, e Marten Dijks a esvaziar o gabinete antes do meio-dia. O ritual mais cruel do futebol, cumprido a horas.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Anthony Smits. 1‑0 sobre o Vitesse, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
Notas dos jogadoresLeonardo Vonić passa por eles um de cada vez
Já ia em 26 jogos. Os jogadores não festejaram como quem ganhou um jogo; festejaram como quem acabou de ser libertado de alguma coisa.
As bancadas29/11/2027
A raiva no Cambuur transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Mark Diemers esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Devid Bouah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adel Boufennara, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathieu Maertens estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rik Mulders, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Thijs Jansen está nela.
Mark Diemers e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
6 golos num jogo, Luca Maiorano na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Cambuur nem ao Excelsior.
Plantel15/11/2027
Devid Bouah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cambuur vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Cambuur está a esgotar-se.
Mark Diemers esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/11/2027
Devid Bouah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cambuur vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Devid Bouah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco25/10/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Marten Dijks saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cambuur falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Mark Diemers e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel18/10/2027
Devid Bouah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco18/10/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Marten Dijks não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Cambuur também ninguém o escondia.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cambuur vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Mark Diemers e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel11/10/2027
Devid Bouah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 50 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Mark Diemers esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel04/10/2027
Devid Bouah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Avaliado com 7.86. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Lucas Jetten está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cambuur falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores27/09/2027
Skye Vink, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.76
Um 7.76 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Devid Bouah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
1‑2 para o Ajax, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco27/09/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Marten Dijks saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cambuur falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ismaël Baouf e o Cambuur acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Mark Diemers e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 73 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
2 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cambuur vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Direção06/09/2027
Fecha o mercado: 11 entradas, 16 saídas no Cambuur
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 11, saíram 16, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Plantel06/09/2027
Uma transferência que Melle Meerdink teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Melle Meerdink está a viver essa versão no Cambuur, e costuma notar-se no primeiro mês.
Nota de 7.83. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cambuur vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 7 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Devid Bouah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Devid Bouah, e o treinador deixou.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Cambuur
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cambuur vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Jogo21/08/2027
Não se vê o fim da espera do Cambuur por uma vitória
Já são 11 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cambuur tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 6 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Mark Diemers e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 105 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jogo14/08/2027
Não se vê o fim da espera do Cambuur por uma vitória
Já são 10 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cambuur tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 5 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cambuur falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Mark Diemers esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel09/08/2027
Devid Bouah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cambuur, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Segue-se o Heerenveen, e há um homem no balneário do Cambuur que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 121 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Marten Dijks treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Devid Bouah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cambuur falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Mark Diemers e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Devid Bouah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Devid Bouah treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
MercadoA história de Lucas Jetten recusa-se a morrer
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cambuur vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Cambuur fez a parte difícil com o Wolfsberger AC, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Devid Bouah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Cambuur joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
A raiva no Cambuur transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cambuur falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Mark Diemers esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Devid Bouah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Cambuur vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Perguntou-se ao Wolfsberger AC se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cambuur vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Marten Dijks treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Clermont Foot fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathieu Maertens estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Elijah Dijkstra fica onde está
PlantelGavin Vlijter melhorou aos 30, o que ninguém esperava
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 76 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
As regras permitem-no e dói na mesma. Mitch Apau acertou condições com o Zwolle para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Mark Diemers e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Uma sondagem ao Clermont Foot para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Porto para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Cambuur está a esgotar-se.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 83 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Mark Diemers e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel21/06/2027
Nicky Souren melhorou aos 27, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Deportivo La Coruña fica com o seu homem, e o Cambuur volta a uma lista com um nome riscado.
MercadoA conversa sobre Ismaël Baouf não desaparece
46Edição
O Diário de Cambuur
14/06/2027
Do nosso correspondente de futebolCrise
As bancadas14/06/2027
A raiva no Cambuur transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Plantel14/06/2027
91 dias de fora para Mitch Apau depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cambuur vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Mark Diemers esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Cambuur perguntou e o Osasuna disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Cambuur já telefonou ao Deportivo La Coruña. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma sondagem ao Ajax para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Marten Dijks treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 100 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Cambuur foi explícito quanto à situação de Mark Diemers, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
107 dias de fora para Mitch Apau depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cambuur vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Mark Diemers e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Devid Bouah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mark Diemers treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lucas Jetten assinar alguma coisa — um contrato no Cambuur ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cambuur falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Mark Diemers e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel24/05/2027
Mathieu Maertens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cambuur, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Cambuur sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Plantel17/05/2027
123 dias de fora para Mitch Apau depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cambuur vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Mark Diemers esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/05/2027
Mathieu Maertens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Cambuur terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cambuur falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/05/2027
Devid Bouah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Luca Maiorano assinar alguma coisa — um contrato no Cambuur ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O Cambuur fez saber ao mercado que Redouan El Yaakoubi está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Cambuur toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cambuur falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Mark Diemers e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Mark Diemers foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Reen Zandstra, e o treinador deixou.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Cambuur está a esgotar-se.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cambuur falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Mark Diemers e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/04/2027
Mathieu Maertens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cambuur, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Cambuur
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Abdelkarim Mostafa está a viver essa versão no Cambuur, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicky Souren estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nicky Souren, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abdelkarim Mostafa e o Cambuur acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Mark Diemers e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathieu Maertens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cambuur, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mark Diemers anda nisto há tempo suficiente para saber como se sente uma primavera que corre mal, e está a senti-lo. Um vestiário com medo joga como um vestiário com medo.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
17.º lugar com 14 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathieu Maertens estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Cambuur está a esgotar-se.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Mark Diemers esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O NEC vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Amir Saleh pré-acordou a mudança para o Cambuur, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathieu Maertens estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nicky Souren, e o treinador deixou.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Bart Schenkeveld chama-lhe outra coisa em privado.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Wiebe Kooistra