11 Fev 2027
Quinta-feira
Processo
28 Edição

O Diário de Chicago Fire

08/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Robin Lod assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Robin Lod compromete-se com o Chicago Fire por mais 3 anos.

O banco

O treinador faz de Jack Elliott um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Andrew Brody

Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.

Mercado

A história de Anton Salétros recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Anton Salétros assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Plantel

Philip Zinckernagel continua a ser um estranho

Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Chicago Fire admitiria. Nota-se aos sábados.

Plantel

André Franco já sabe quanto ganha o do lado

Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Chicago Fire essa pergunta é mais difícil de responder.

Em resumo

Edições anteriores
27 Edição

O Diário de Chicago Fire

01/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Chris Brady quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Joel Waterman esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Mercado

A conversa sobre Jonathan Bamba não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

O banco

Puso Dithejane bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Plantel

Jonathan Bamba continua a ser um estranho

Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Chicago Fire admitiria. Nota-se aos sábados.

O banco

O treinador faz uma promessa a Djé D'Avilla

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Chicago Fire. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Em resumo

26 Edição

O Diário de Chicago Fire

25/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Maren Haile-Selassie e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Mercado

A história de Andreas Hanche-Olsen recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andreas Hanche-Olsen assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Puso Dithejane bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

Prometeram minutos a Djé D'Avilla

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Djé D'Avilla apontou a data.

Plantel

Anton Salétros começa a aprender a língua

Duas horas por semana com um professor, que é a coisa menos glamorosa do Chicago Fire e a que decide se um reforço estrangeiro ainda cá está daqui a dois anos.

O banco

O treinador crava a sua bandeira em Anton Salétros

“Julguem-me por ele.” Um treinador não diz isto por acidente — passa a pressão dos ombros de Anton Salétros para os seus, e ambos o sabem.

Em resumo

25 Edição

O Diário de Chicago Fire

18/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Maren Haile-Selassie e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Sam Rogers ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

A conversa sobre Robin Lod não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

O banco

O treinador faz uma promessa a Jack Elliott

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Chicago Fire. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Plantel

Maren Haile-Selassie continua a ser um estranho

Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Chicago Fire admitiria. Nota-se aos sábados.

Plantel

Josh Cohen quer saber porque ganha menos

Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Chicago Fire não tem uma boa resposta.

Em resumo

24 Edição

O Diário de Chicago Fire

11/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Dean Boltz assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Dean Boltz compromete-se com o Chicago Fire por mais 5 anos.

O banco

O treinador faz de Jason Shokalook um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Andrew Brody continua a pagar por uma tarde no Chicago Fire

Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.

O banco

André Franco bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e André Franco treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

A história de Anton Salétros recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Anton Salétros assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

23 Edição

O Diário de Chicago Fire

04/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Jonathan Bamba tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Philip Zinckernagel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Um passo atrás para André Franco no Chicago Fire

Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.

O banco

O treinador faz de Djé D'Avilla um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Uma promoção para Dean Boltz

Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Dean Boltz subiu nela.

O banco

André Franco bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo

22 Edição

O Diário de Chicago Fire

28/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Robin Lod em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Direção

Os salários engolem 138% das receitas do Chicago Fire

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

O banco

Não há esconderijo para Jack Elliott

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jack Elliott, e o treinador deixou.

Mercado

A história de Andreas Hanche-Olsen recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andreas Hanche-Olsen assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Abre-se uma porta a Djé D'Avilla

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

O banco

Chris Mueller bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Chris Mueller treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

21 Edição

O Diário de Chicago Fire

21/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Evolução real de Chris Brady no Chicago Fire

A forma vai e vem; esta não foi. Chris Brady tem 22 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Plantel

Uma transferência que Aidan Dausch teria feito de graça

Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Aidan Dausch está a viver essa versão no Chicago Fire, e costuma notar-se no primeiro mês.

Plantel

Chris Mueller em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Mercado

Uma aposta longa de Chicago Fire em Aidan Dausch

Tem 20 anos e ninguém em Chicago Fire o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.

Plantel

Aidan Dausch não encaixa no Chicago Fire

O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.

Mercado

A conversa sobre Robin Lod não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

20 Edição

O Diário de Chicago Fire

14/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Direção

O Chicago Fire garante o lugar na Europa

Está feito, e ainda com jogos por disputar. A próxima época vai ter noites de holofotes contra clubes de outros países, e as contas ganham uma linha que no ano passado não tinham.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Anton Salétros e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Anzor Mekvabishvili ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

David Poreba quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

O banco

Uma promessa cumprida no Chicago Fire

Disseram uma coisa a Philip Zinckernagel e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.

O banco

Andrew Brody ainda paga por um erro

Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.

Mercado

A história de Anton Salétros recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Anton Salétros assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Plantel

Chega concorrência para Jonathan Bamba

Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Chicago Fire não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.

Plantel

Sergio Oregel está farto do banco

«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Chicago Fire terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.

Em resumo

19 Edição

O Diário de Chicago Fire

07/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Chris Mueller está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Chicago Fire ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

O banco

Djé D'Avilla ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Puso Dithejane sobe na hierarquia

Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Chicago Fire do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.

Mercado

A conversa sobre Jonathan Bamba não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

O banco

Anzor Mekvabishvili bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Plantel

«Quero jogar»: fala Leonardo Barroso

«Respeito o treinador e não vou ficar aqui a fingir que estou contente.» É a frase mais repetida do futebol e nunca foi o fim de uma história.

O banco

Prometeram minutos a Sam Rogers

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Sam Rogers apontou a data.

O banco

O treinador crava a sua bandeira em Robert Lewandowski

“Julguem-me por ele.” Um treinador não diz isto por acidente — passa a pressão dos ombros de Robert Lewandowski para os seus, e ambos o sabem.

Plantel

Trabalho extra para Dylan Borso no Chicago Fire

A equipa técnica deu a Dylan Borso algo à parte. Se é uma fraqueza a ser corrigida ou uma virtude a ser afiada, ninguém de fora saberá até aparecer num sábado.

Em resumo

18 Edição

O Diário de Chicago Fire

30/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Direção

Em Chicago Fire, 151% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

O banco

Não há esconderijo para Philip Zinckernagel

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Philip Zinckernagel, e o treinador deixou.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Chris Mueller esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Mercado

A história de Andreas Hanche-Olsen recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andreas Hanche-Olsen assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Dean Boltz pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

O treinador faz uma promessa a Djé D'Avilla

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Chicago Fire. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Em resumo

17 Edição

O Diário de Chicago Fire

23/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Joel Waterman diz que o Chicago Fire não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Philip Zinckernagel bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Philip Zinckernagel treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

A conversa sobre Robin Lod não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

O banco

Abre-se uma porta a Djé D'Avilla

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Emprestados

André Franco fez sua a camisola do Grasshopper

Já são 10 jogos a titular, com média de 6.78, e o onze do Grasshopper deixou de ser uma pergunta. Exatamente aquilo para que todos assinaram.

Em resumo

16 Edição

O Diário de Chicago Fire

16/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Josh Cohen: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Chicago Fire nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Jack Elliott ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Andrew Brody ainda paga por um erro

Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.

O banco

Joel Waterman bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

A história de Anton Salétros recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Anton Salétros assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

15 Edição

O Diário de Chicago Fire

09/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Chris Mueller tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Chicago Fire já falam dele no passado.

Plantel

Robert Lewandowski em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

O treinador faz de Sam Rogers um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

A conversa sobre Jonathan Bamba não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Plantel

Robin Lod chamado pelo seu país

Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Chicago Fire que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen parte com a seleção

Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase. O Chicago Fire gostava de o receber inteiro e sabe que não vai ser consultado.

O banco

Prometeram minutos a Djé D'Avilla

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Djé D'Avilla apontou a data.

O banco

Chris Mueller bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

O treinador sai em defesa de Joel Waterman

Apoio público, e do género que sai caro a um treinador se ele estiver enganado. A Joel Waterman foi dito à frente de todos que o lugar é dele.

Em resumo

14 Edição

O Diário de Chicago Fire

02/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Jeff Gal guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Robert Lewandowski quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Direção

Os salários levam 151% do que Chicago Fire recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

O banco

Dean Boltz ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

A história de Andreas Hanche-Olsen recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andreas Hanche-Olsen assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Abre-se uma porta a Djé D'Avilla

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Plantel

Djé D'Avilla quer saber porque ganha menos

Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Chicago Fire não tem uma boa resposta.

Emprestados

Maren Haile-Selassie é titular no Grasshopper

8 jogos a titular e uma média de 6.70 na época. O empréstimo está a fazer exatamente aquilo para que foi combinado.

O banco

Chris Brady mantém o voto do treinador

A mensagem era tanto para as bancadas como para o balneário: Chris Brady joga, e a discussão fica encerrada até o treinador decidir o contrário.

Em resumo

13 Edição

O Diário de Chicago Fire

26/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para David Poreba

16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Chicago Fire perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Plantel

Anton Salétros em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Mauricio Pineda assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mauricio Pineda e o Chicago Fire acertam mais 4 anos.

O banco

Não há esconderijo para Taha Habroune

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Taha Habroune, e o treinador deixou.

O banco

Anzor Mekvabishvili pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

A conversa sobre Robin Lod não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

O banco

Abre-se uma porta a Jack Elliott

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Plantel

Joel Waterman quer saber porque ganha menos

Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Chicago Fire não tem uma boa resposta.

Emprestados

André Franco fez sua a camisola do Grasshopper

Já são 7 jogos a titular, com média de 6.76, e o onze do Grasshopper deixou de ser uma pergunta. Exatamente aquilo para que todos assinaram.

Em resumo

12 Edição

O Diário de Chicago Fire

19/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

David Poreba lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

O banco

Anzor Mekvabishvili diz que o Chicago Fire não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Notas dos jogadores

Jonathan Bamba encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 27. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Chris Brady

Houve 6 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

Notas dos jogadores

Robert Lewandowski dos velhos tempos — 7.87

Aos 38 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 7.87, e ninguém melhor em campo.

Jogo

7 jogos sem perder para o Chicago Fire

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 7 jogos sem derrota são uma base que o Chicago Fire não tinha no outono.

O banco

O treinador faz de Joel Waterman um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Robert Lewandowski carrega o Chicago Fire

9 golos e uma média de 7.20 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.

Jogo

Dois pontos saem do estádio pelo próprio pé

Empate aos 95 minutos, depois de uma tarde que o Chicago Fire tinha praticamente arrumada. O Inter Miami CF vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.

Em resumo

11 Edição

O Diário de Chicago Fire

12/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

David Poreba lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Mercado

Só falta a fotografia para Chris Mueller

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Chris Mueller será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Chicago Fire as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Chris Mueller e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Chicago Fire

10 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

Antevisão

O líder é o próximo adversário do Chicago Fire

O Inter Miami CF lidera a tabela e vem aí. Nada a perder, que é o que todos os treinadores dizem antes de perder.

O banco

Sam Rogers ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

A conversa sobre Jonathan Bamba não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

O banco

Dean Boltz bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dean Boltz treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Plantel

«Quero jogar»: fala Leonardo Barroso

«Respeito o treinador e não vou ficar aqui a fingir que estou contente.» É a frase mais repetida do futebol e nunca foi o fim de uma história.

Em resumo

10 Edição

O Diário de Chicago Fire

05/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

O joelho: David Poreba fora por 39 dias

39 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Chicago Fire perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

Evolução real de Chris Brady no Chicago Fire

A forma vai e vem; esta não foi. Chris Brady tem 22 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Plantel

Anton Salétros quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Chicago Fire ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Direção

Os salários levam 216% do que Chicago Fire recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

O banco

Não há esconderijo para Jack Elliott

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jack Elliott, e o treinador deixou.

O banco

Joel Waterman bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

A conversa sobre Anton Salétros não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Mercado

Chicago Fire colocam Jeff Gal no mercado

A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Jeff Gal pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.

Em resumo

9 Edição

O Diário de Chicago Fire

28/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Jack Elliott diz que o Chicago Fire não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Notas dos jogadores

Jonathan Bamba encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 24. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Aconteça o que acontecer, o Chicago Fire não perde

Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.

O banco

A vista do banco

“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Brenden Bradley escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.

O banco

Chris Mueller ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Jogo

Sem golos entre Chicago Fire e DC United

Noventa minutos, dois guarda-redes de luvas limpas e nem um remate digno de arquivo. O DC United será quem sai mais contente com o ponto.

Mercado

A conversa sobre Robin Lod não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

O banco

Joel Waterman pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

8 Edição

O Diário de Chicago Fire

21/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Notas dos jogadores

Os dois de Jonathan Bamba — 9.35

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.35, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

O banco

Jason Shokalook: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Chicago Fire nada responderam, o que também é uma resposta.

Notas dos jogadores

Robert Lewandowski, 38 anos, faz recuar o relógio — 8.12

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.12 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Robert Lewandowski esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Direção

Chris Mueller assina pelo Seattle Sounders ainda ao serviço do Chicago Fire

As regras permitem-no e dói na mesma. Chris Mueller acertou condições com o Seattle Sounders para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.

Jogo

Chicago Fire despacha o Columbus Crew

Três pontos para o Chicago Fire: um 3‑2 diante do Columbus Crew num duelo decidido por pormenores.

Notas dos jogadores

Philip Zinckernagel passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 15. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

O banco

A vista do banco

“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Brenden Bradley, sobre uma vitória por 3‑2 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.

Mercado

A conversa sobre Andreas Hanche-Olsen não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

7 Edição

O Diário de Chicago Fire

14/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Jonathan Bamba parte o coração do Nashville SC

Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Jonathan Bamba marcou ao minuto 86, o Nashville SC já pensava na viagem de regresso, e o Chicago Fire levou tudo.

Mercado

Chris Mueller está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Chicago Fire ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Jonathan Bamba

Dribles concretizados: 22. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Jogo

Jonathan Bamba faz a diferença pelo Chicago Fire contra o Nashville SC

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jonathan Bamba. 2‑1 sobre o Nashville SC, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

As bancadas

Um dos seus: Jason Shokalook

Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Chicago Fire

11 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

O banco

Brenden Bradley: “É esta a fasquia”

“É isto que quero todas as semanas. Não o resultado, a maneira como o fizeram.” O treinador, depois do 2‑1, já a falar do próximo.

Plantel

Jason Shokalook marca o primeiro pelo Chicago Fire

O golo por que se pergunta a todos os reforços até chegar. Chegou, e uma pergunta de conferência de imprensa foi reformada.

Mercado

A conversa sobre Jonathan Bamba não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

6 Edição

O Diário de Chicago Fire

07/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Anton Salétros esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Um lugar no onze do mês para Robert Lewandowski

Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Robert Lewandowski sai dessa comparação dentro da equipa, e o Chicago Fire beneficiou de cada uma dessas tardes.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen perde a braçadeira

A capitania foi retirada a Andreas Hanche-Olsen. O Chicago Fire vai chamar-lhe uma decisão de equipa; um balneário lê-a como um veredicto sobre um homem.

Em resumo

5 Edição

O Diário de Chicago Fire

31/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Taha Habroune lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Mercado

Andrew Gutman pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Notas dos jogadores

Jonathan Bamba encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 28. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Mercado

Nottingham Forest entra na fila por Chris Brady

Mais um nome na lista: o Nottingham Forest fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Chris Brady. A resposta do Chicago Fire não mudou — para já.

Plantel

Chris Mueller em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Djé D'Avilla ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Brenden Bradley: “Temos de ser melhores”

“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.

Plantel

Jogador da semana: Robert Lewandowski

Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.

Jogo

Sem golos entre Chicago Fire e Toronto FC

Noventa minutos, dois guarda-redes de luvas limpas e nem um remate digno de arquivo. O Toronto FC será quem sai mais contente com o ponto.

Em resumo

4 Edição

O Diário de Chicago Fire

24/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Jonathan Bamba estava imparável

Dribles concretizados: 45. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Taha Habroune

32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Chicago Fire perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Notas dos jogadores

Robert Lewandowski marca duas vezes — 9.19

Dois golos e um 9.19 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Mercado

O Chicago Fire diz que não — desta vez

A proposta do Basel por Mbekezeli Mbokazi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Mercado

Jonathan Dean pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Jogo

Chicago Fire despacha o Philadelphia Union

Três pontos para o Chicago Fire: um 2‑0 diante do Philadelphia Union num duelo decidido por pormenores.

O banco

O treinador faz de Jack Elliott um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Chris Mueller e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Brenden Bradley diz de sua justiça

“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Brenden Bradley sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.

Em resumo

3 Edição

O Diário de Chicago Fire

17/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

O joelho: Taha Habroune fora por 40 dias

40 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Chicago Fire perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Jogo

Chicago Fire despede-se da taça

O Nashville SC segue em frente e o Chicago Fire vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.

Notas dos jogadores

Chris Mueller estava imparável

Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Mercado

Cai a transferência para San Diego Football Club

Estava tudo acordado até deixar de estar, e Chris Mueller regressa a Chicago Fire com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Mercado

Grasshopper entra na fila por André Franco

Mais um nome na lista: o Grasshopper fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre André Franco. A resposta do Chicago Fire não mudou — para já.

O banco

Não há esconderijo para Chris Brady

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chris Brady, e o treinador deixou.

Jogo

O Chicago Fire responde em 3 minutos

O Atlanta United FC segurou a vantagem 3 minutos, que não chega para a desfrutar. O Chicago Fire respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Chicago Fire

11 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

Em resumo

2 Edição

O Diário de Chicago Fire

10/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Chris Brady

Houve 10 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

Notas dos jogadores

Os dois de Robert Lewandowski — 9.30

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.30, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Mercado

Cai a transferência para Seattle Sounders

Estava tudo acordado até deixar de estar, e Chris Brady regressa a Chicago Fire com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.

Mercado

André Franco pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Direção

Fecha o mercado: 15 entradas, 0 saídas no Chicago Fire

O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 15, saíram 0, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.

Mercado

Robert Lewandowski quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Taha Habroune

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Chicago Fire fez a parte difícil com o Columbus Crew, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Andreas Hanche-Olsen compromete-se com o Chicago Fire por mais 5 anos.

Plantel

Philip Zinckernagel quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Chicago Fire ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Em resumo

1 Edição

O Diário de Chicago Fire

03/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Chris Brady

Houve 9 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

Mercado

Philip Zinckernagel entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

Jogo

O New England Revolution castiga a desconcentração do Chicago Fire

2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Robert Lewandowski não será o apontado, mas ninguém no Chicago Fire escapa à conversa que se segue a um colapso destes.

Plantel

Um dia que Robert Lewandowski não vai esquecer

3 golos num só jogo. O primeiro foi bem apontado, o segundo com fome, e ao terceiro a bancada já só esperava que a bola lhe chegasse.

Notas dos jogadores

Robert Lewandowski, 37 anos, faz recuar o relógio — 9.49

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.49 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.

Plantel

Robert Lewandowski despede-se da seleção

«167 internacionalizações são 167 mais do que o miúdo do início alguma vez esperou.» Aos 37 acabou com o seu país e não acabou nada com Chicago Fire.

Mercado

Jonathan Bamba quer mais do que o Chicago Fire oferece

«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.

Plantel

Jonathan Bamba assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jonathan Bamba e o Chicago Fire acertam mais 3 anos.

Mercado

San Diego Football Club entra na fila por Chris Mueller

Mais um nome na lista: o San Diego Football Club fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Chris Mueller. A resposta do Chicago Fire não mudou — para já.

Em resumo