Chicago Fire U20

30 Mar 2027
Terça-feira
Processo
35 Edição

O Diário de Chicago Fire

29/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Philip Zinckernagel pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Alvos de mercado

Uma proposta de $4.6M por Brandon Servania

O Chicago Fire foi ao DC United com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.

Direção

Chicago Fire volta à direção por Brandon Servania

O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $5.1M — um clube que quer Brandon Servania ao ponto de perguntar duas vezes.

Alvos de mercado

O Chicago Fire avança para Bode Hidalgo

$310.0K em cima da mesa do CF Montreal. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.

Plantel

Maren Haile-Selassie em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Alvos de mercado

Porta fechada: Owen Wolff fica onde está

O Chicago Fire perguntou e o Austin FC disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

O banco

Jack Elliott ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Alvos de mercado

O Chicago Fire tenta Nimfasha Berchimas por empréstimo

Perguntou-se ao Charlotte Football Club se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.

O banco

Quando importa, Anton Salétros joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

Edições anteriores
34 Edição

O Diário de Chicago Fire

22/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Notas dos jogadores

Jonathan Bamba encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 34. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Mercado

Jack Elliott pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Chicago Fire recusa o Houston Dynamo por Djé D'Avilla

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Alvos de mercado

O Chicago Fire leva uma nega por Brandon Servania

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O DC United fica com o seu homem, e o Chicago Fire volta a uma lista com um nome riscado.

Plantel

Robin Lod em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Mercado

Chicago Fire vende Jeff Gal por $220.0K

Jeff Gal parte para o Sporting Kansas City num negócio de $220.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.

Jogo

André Franco leva o Chicago Fire a superar o New York Red Bulls

Terminou 1‑0, e a tarde foi de André Franco: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Chicago Fire.

Notas dos jogadores

André Franco fica com as honras

Nota 7.85 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Chicago Fire, o melhor em campo era deles.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Chicago Fire

7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

Em resumo

33 Edição

O Diário de Chicago Fire

15/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Andrew Gutman pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Jeff Gal disse que sim ao Sporting Kansas City

A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Chicago Fire perdeu-o em tudo menos nos papéis.

Notas dos jogadores

Os dois de Jonathan Bamba — 8.16

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.16, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Mercado

O Chicago Fire diz que não — desta vez

A proposta do Seattle Sounders por Jack Elliott foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Alvos de mercado

Caro demais: o Chicago Fire desiste de Kosi Thompson

$3.2M era o máximo que o clube pagaria, e o Colorado Rapids pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.

Alvos de mercado

O Chicago Fire leva uma nega por Jackson Yueill

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O New England Revolution fica com o seu homem, e o Chicago Fire volta a uma lista com um nome riscado.

Alvos de mercado

Tom Barlow está a uns exames médicos do Chicago Fire

O negócio com o FC Cincinnati está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Maren Haile-Selassie

Dribles concretizados: 23. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Plantel

Anton Salétros tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Em resumo

32 Edição

O Diário de Chicago Fire

08/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

André Franco põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

O banco

Jack Elliott diz que o Chicago Fire não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Alvos de mercado

O Chicago Fire oferece $3.0M por Kosi Thompson

A proposta seguiu esta semana para o Colorado Rapids, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Mercado

Chicago Fire contrata Bernard Kamungo por $2.7M

Os papéis estão assinados: Bernard Kamungo chega do FC Dallas num negócio de $2.7M. Agora vem a parte difícil.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Jonathan Bamba

Dribles concretizados: 26. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Mercado

Seattle Sounders a seguir Jack Elliott

O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Chicago Fire nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.

Alvos de mercado

O Real Salt Lake avisa o Chicago Fire: Sam Junqua não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Plantel

Chris Brady assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Chris Brady compromete-se com o Chicago Fire por mais 5 anos.

Plantel

Philip Zinckernagel quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

Em resumo

  • Plantel Troca de palavras no Chicago Fire
  • Alvos de mercado Não há negócio por Ian Fray a esse preço
  • Direção 5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Chicago Fire
31 Edição

O Diário de Chicago Fire

01/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Philip Zinckernagel pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Alvos de mercado

Verba fechada, faltam as condições de Bernard Kamungo

O Chicago Fire e o FC Dallas acertaram em $2.7M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.

Mercado

Chicago Fire recusa o Toronto FC por Andrew Gutman

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

As bancadas

Os adeptos revoltam-se com a venda de Puso Dithejane por $3.4M

Vai para o San Jose Earthquakes, o clube tem $3.4M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.

Alvos de mercado

O Los Angeles Football Club avisa o Chicago Fire: Armindo Sieb não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Mercado

Puso Dithejane segue caminho

O San Jose Earthquakes paga $3.4M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.

Direção

Chicago Fire volta à direção por Ian Fray

O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $255.9K — um clube que quer Ian Fray ao ponto de perguntar duas vezes.

Plantel

Jonathan Bamba tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Alvos de mercado

O Chicago Fire avança para Ian Fray

$230.0K em cima da mesa do Inter Miami CF. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.

Em resumo

30 Edição

O Diário de Chicago Fire

22/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

O Chicago Fire diz que não — desta vez

A proposta do New York Red Bulls por Puso Dithejane foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Alvos de mercado

O Chicago Fire avança para Armindo Sieb

$5.2M em cima da mesa do Los Angeles Football Club. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.

Alvos de mercado

O Chicago Fire leva uma nega por Dániel Gazdag

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O New England Revolution fica com o seu homem, e o Chicago Fire volta a uma lista com um nome riscado.

Mercado

Negócios são negócios: Jason Shokalook sai

O New York City pagou $2.5M e o Chicago Fire aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.

Direção

Chicago Fire volta à direção por Osvald Søe

O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $255.9K — um clube que quer Osvald Søe ao ponto de perguntar duas vezes.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Philip Zinckernagel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Alvos de mercado

Caro demais: o Chicago Fire desiste de Thomas Hasal

$140.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Los Angeles Football Club pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.

Alvos de mercado

O Chicago Fire pergunta por Ryan Schewe

Uma sondagem ao Sporting Kansas City para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

O banco

Anton Salétros tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Chicago Fire dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

29 Edição

O Diário de Chicago Fire

15/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Chicago Fire recusa o Los Angeles Football Club por Jason Shokalook

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Alvos de mercado

O Minnesota United FC avisa o Chicago Fire: Maurice Malone não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Mercado

Jonathan Dean pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Todos os olhos outra vez em Puso Dithejane

O telefone voltou a tocar por causa de Puso Dithejane, e desta vez do outro lado está o Charlotte Football Club. No Chicago Fire ouvem com educação e não prometem nada.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Robin Lod esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Alvos de mercado

O Chicago Fire oferece $170.0K por Osvald Søe

A proposta seguiu esta semana para o San Diego Football Club, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Mercado

Andrew Gutman está livre para procurar outro sítio

«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Chicago Fire foi explícito quanto à situação de Andrew Gutman, o que é mais do que muitos recebem.

Plantel

David Poreba quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

Alvos de mercado

O Chicago Fire tenta Pedro Soma por empréstimo

Perguntou-se ao San Diego Football Club se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.

Em resumo

28 Edição

O Diário de Chicago Fire

08/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Robin Lod assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Robin Lod compromete-se com o Chicago Fire por mais 2 anos.

O banco

Jason Shokalook ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Sam Rogers em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

André Franco tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Chicago Fire dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

A pergunta sobre Chris Brady persegue o Chicago Fire

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Chris Brady. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Plantel

Anton Salétros continua sem se adaptar

Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Chicago Fire gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.

Em resumo

27 Edição

O Diário de Chicago Fire

01/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Jack Elliott põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

Mercado

Chris Brady quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Joel Waterman esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Quando importa, Chris Brady joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Não há esconderijo para Sergio Oregel

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sergio Oregel, e o treinador deixou.

Mercado

A pergunta sobre Anton Salétros persegue o Chicago Fire

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Anton Salétros. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

26 Edição

O Diário de Chicago Fire

25/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

O banco

Não há esconderijo para Jack Elliott

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jack Elliott, e o treinador deixou.

O banco

Anton Salétros é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anton Salétros está nela.

Mercado

A história de Andreas Hanche-Olsen recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andreas Hanche-Olsen assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Puso Dithejane bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Plantel

Anton Salétros começa a aprender a língua

Duas horas por semana com um professor, que é a coisa menos glamorosa do Chicago Fire e a que decide se um reforço estrangeiro ainda cá está daqui a dois anos.

Plantel

Bons relatos sobre Robin Lod

Do centro de treinos dizem que foi o mais afiado da semana inteira. É a notícia mais silenciosa de um jornal e costuma sair na semana anterior a alguém entrar no onze.

Em resumo

  • O banco O treinador crava a sua bandeira em Jeff Gal
  • Plantel Bem-vindo de volta, Josh Cohen
25 Edição

O Diário de Chicago Fire

18/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Leeds United voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Chicago Fire não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Maren Haile-Selassie e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

O treinador faz de Philip Zinckernagel um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Quando importa, Andreas Hanche-Olsen joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Abre-se uma porta a Jason Shokalook

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Plantel

Joel Waterman quer saber porque ganha menos

Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Chicago Fire não tem uma boa resposta.

O banco

Jeff Gal pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

A história de Leonardo Barroso recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Leonardo Barroso assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Plantel

Robin Lod começa a aprender a língua

Duas horas por semana com um professor, que é a coisa menos glamorosa do Chicago Fire e a que decide se um reforço estrangeiro ainda cá está daqui a dois anos.

Em resumo

24 Edição

O Diário de Chicago Fire

11/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Veracruz entra na fila por Dean Boltz

Mais um nome na lista: o Veracruz fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Dean Boltz. A resposta do Chicago Fire não mudou — para já.

Plantel

Jason Shokalook fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jason Shokalook e o Chicago Fire acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Maren Haile-Selassie esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

O treinador faz de Jason Shokalook um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Philip Zinckernagel bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Philip Zinckernagel treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

O banco

André Franco é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que André Franco está nela.

Em resumo

23 Edição

O Diário de Chicago Fire

04/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Jonathan Bamba tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Philip Zinckernagel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Mercado

Philip Zinckernagel regressa de um empréstimo que resultou

21 jogos e 7 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.

O banco

O treinador faz de Joel Waterman um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Um passo atrás para André Franco no Chicago Fire

Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.

O banco

Quando importa, Chris Brady joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Philip Zinckernagel bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Plantel

Uma promoção para Jason Shokalook

Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Jason Shokalook subiu nela.

Mercado

A pergunta sobre Anton Salétros persegue o Chicago Fire

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Anton Salétros. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

22 Edição

O Diário de Chicago Fire

28/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Só falta a fotografia para Chris Mueller

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Chris Mueller será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Chicago Fire as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Robin Lod em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Direção

Os salários levam 149% do que Chicago Fire recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

Mercado

Philip Zinckernagel regressa de um empréstimo que resultou

21 jogos e 7 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.

O banco

Não há esconderijo para Jack Elliott

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jack Elliott, e o treinador deixou.

O banco

Anton Salétros tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Chicago Fire dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

21 Edição

O Diário de Chicago Fire

21/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Evolução real de Chris Brady no Chicago Fire

A forma vai e vem; esta não foi. Chris Brady tem 22 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Sam Rogers e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Quando importa, Andreas Hanche-Olsen joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Emprestados

Os golos continuam a chegar do exílio de Philip Zinckernagel

6 golos em 19 jogos no West Bromwich Albion — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Chicago Fire alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.

O banco

Abre-se uma porta a Jason Shokalook

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Mercado

A conversa sobre Mbekezeli Mbokazi não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Emprestados

4 golos por empréstimo para André Franco

16 jogos no Bristol Rovers e os golos não param. No Chicago Fire acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.

O banco

Sergio Oregel bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

Chris Brady mantém o voto do treinador

A mensagem era tanto para as bancadas como para o balneário: Chris Brady joga, e a discussão fica encerrada até o treinador decidir o contrário.

Em resumo

20 Edição

O Diário de Chicago Fire

14/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

11 defesas: Chris Brady foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 11 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Jogo

Os pequenos detalhes afastam o Chicago Fire

Eliminado, 0‑2 com o Charlotte Football Club, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Maren Haile-Selassie

Dribles concretizados: 31. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

O banco

Sergio Oregel: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Chicago Fire nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Anton Salétros e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

O treinador faz de Maren Haile-Selassie um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

David Poreba quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

O banco

Jack Wright: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑2, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

O banco

A ficha de jogo disse tudo sobre Jack Elliott

Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Jack Elliott.

Em resumo

19 Edição

O Diário de Chicago Fire

07/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Robert Lewandowski estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Maren Haile-Selassie em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Chris Brady é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Chris Brady está nela.

Plantel

Nelson Quiñones quer sair do banco

“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Chicago Fire vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.

Plantel

Puso Dithejane sobe na hierarquia

Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Chicago Fire do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.

Mercado

A pergunta sobre Anton Salétros persegue o Chicago Fire

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Anton Salétros. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

18 Edição

O Diário de Chicago Fire

30/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Chris Mueller está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Chicago Fire ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Maren Haile-Selassie e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Direção

Os salários engolem 164% das receitas do Chicago Fire

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

O banco

Jack Elliott ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Quando importa, Anton Salétros joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A história de Andreas Hanche-Olsen recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andreas Hanche-Olsen assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

17 Edição

O Diário de Chicago Fire

23/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Maren Haile-Selassie e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Jason Shokalook ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Robert Lewandowski tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Chicago Fire dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

O treinador faz uma promessa a Jack Elliott

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Chicago Fire. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Mercado

A conversa sobre Mbekezeli Mbokazi não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Emprestados

André Franco continua a marcar em Bristol Rovers

11 jogos longe de casa e 4 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.

Plantel

Jason Shokalook já sabe quanto ganha o do lado

Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Chicago Fire essa pergunta é mais difícil de responder.

O banco

Jonathan Dean pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Plantel

Robert Lewandowski é a conversa do centro de treinos

O homem mais afiado por lá a semana inteira, segundo todos os relatos. É a linha mais discreta desta página, e costuma sair na semana anterior ao início de uma série de jogos de alguém na equipa.

Em resumo

16 Edição

O Diário de Chicago Fire

16/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Robert Lewandowski estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Mauricio Pineda fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mauricio Pineda e o Chicago Fire acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

O banco

Quando importa, Andreas Hanche-Olsen joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

O treinador faz de Josh Cohen um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Mbekezeli Mbokazi pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

15 Edição

O Diário de Chicago Fire

09/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

O banco

Josh Cohen: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Chicago Fire nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Robert Lewandowski em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Quando importa, Chris Brady joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

O treinador faz de Dean Boltz um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Mbekezeli Mbokazi pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

A pergunta sobre Anton Salétros persegue o Chicago Fire

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Anton Salétros. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

14 Edição

O Diário de Chicago Fire

02/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Robert Lewandowski quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Mercado

Só falta a fotografia para Chris Mueller

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Chris Mueller será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Chicago Fire as despedidas começaram em silêncio.

Direção

Os salários engolem 164% das receitas do Chicago Fire

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Sam Rogers e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Anton Salétros é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anton Salétros está nela.

Plantel

Nelson Quiñones está farto do banco

«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Chicago Fire terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.

O banco

Não há esconderijo para Leonardo Barroso

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leonardo Barroso, e o treinador deixou.

Mercado

A história de Andreas Hanche-Olsen recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andreas Hanche-Olsen assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Abre-se uma porta a Jason Shokalook

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Em resumo

13 Edição

O Diário de Chicago Fire

26/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Anton Salétros em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Robert Lewandowski estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Não há esconderijo para Jack Elliott

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jack Elliott, e o treinador deixou.

O banco

Robert Lewandowski é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Robert Lewandowski está nela.

O banco

Prometeram minutos a Jason Shokalook

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Jason Shokalook apontou a data.

Mercado

A conversa sobre Mbekezeli Mbokazi não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

12 Edição

O Diário de Chicago Fire

19/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Robert Lewandowski põe o Chicago Fire na próxima eliminatória

Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Robert Lewandowski agarrou este contra o Seattle Sounders. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Chicago Fire.

Jogo

Robert Lewandowski ganha-o quando o apito já devia ter soado

Minuto 96. Robert Lewandowski encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Seattle Sounders passou do ponto ao nada num só movimento.

Notas dos jogadores

Robert Lewandowski, 38 anos, faz recuar o relógio — 8.47

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.47 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.

Notas dos jogadores

Jonathan Bamba passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 22. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Maren Haile-Selassie esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Chris Brady ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Jogo

Chicago Fire fica aquém diante do Inter Miami CF

O Inter Miami CF levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

Jack Wright enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Jack Wright depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

O banco

Andreas Hanche-Olsen é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andreas Hanche-Olsen está nela.

Em resumo

11 Edição

O Diário de Chicago Fire

12/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Chris Brady é melhor futebolista do que era

Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.

Plantel

Maren Haile-Selassie em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

No Chicago Fire ainda são estranhos uns para os outros

9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

O banco

Anton Salétros bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

Quando importa, Andrew Gutman joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

O treinador faz de Jonathan Dean um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

A pergunta sobre Anton Salétros persegue o Chicago Fire

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Anton Salétros. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Plantel

«Quero jogar»: fala Sergio Oregel

«Respeito o treinador e não vou ficar aqui a fingir que estou contente.» É a frase mais repetida do futebol e nunca foi o fim de uma história.

Antevisão

O Chicago Fire desloca-se ao Inter Miami CF

Segue-se, fora, o Inter Miami CF, 3.º classificado. Os adeptos que vão falarão disso a semana inteira, e os que ficam vão espreitar o telemóvel perto do apito final.

Em resumo

10 Edição

O Diário de Chicago Fire

05/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

O banco

Jeff Gal: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Chicago Fire nada responderam, o que também é uma resposta.

Mercado

Chris Mueller tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Chicago Fire já falam dele no passado.

Plantel

Anton Salétros quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Chicago Fire ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Robert Lewandowski estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Maren Haile-Selassie e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Direção

Os salários levam 230% do que Chicago Fire recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

O banco

Anton Salétros é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anton Salétros está nela.

O banco

Anton Salétros bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Anton Salétros treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Plantel

Nelson Quiñones está farto do banco

«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Chicago Fire terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.

Em resumo

9 Edição

O Diário de Chicago Fire

28/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Não se vê o fim da espera do Chicago Fire por uma vitória

Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chicago Fire tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

O Chicago Fire não encontra a baliza

4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.

Notas dos jogadores

Robert Lewandowski passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 19. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Jogo

Tarde má para o Chicago Fire diante do DC United

0‑1 para o DC United, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

O banco

Joel Waterman ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Jack Wright saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

O banco

Quando importa, Robert Lewandowski joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Plantel

Tim Morris assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tim Morris e o Chicago Fire acertam mais 3 anos.

Em resumo

8 Edição

O Diário de Chicago Fire

21/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie estava imparável

Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Robert Lewandowski esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Ao fim de 8 jogos, o Chicago Fire volta a perder

A primeira derrota em 8 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Columbus Crew; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.

Jogo

3 jogos sem marcar para o Chicago Fire

As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.

O banco

Não há esconderijo para Chris Brady

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chris Brady, e o treinador deixou.

Jogo

Chicago Fire fica aquém diante do Columbus Crew

O Columbus Crew levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

Jack Wright: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

Plantel

Daniel Turner assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Daniel Turner compromete-se com o Chicago Fire por mais 3 anos.

O banco

Puso Dithejane tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Chicago Fire dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

7 Edição

O Diário de Chicago Fire

14/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie estava imparável

Dribles concretizados: 38. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Jogo

8 jogos sem perder para o Chicago Fire

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 8 jogos sem derrota são uma base que o Chicago Fire não tinha no outono.

Direção

Chris Mueller aceitou deixar o Chicago Fire a custo zero

Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Robert Lewandowski está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Uma promessa cumprida no Chicago Fire

Disseram uma coisa a Jonathan Bamba e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Sam Rogers esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

No Chicago Fire ainda são estranhos uns para os outros

10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

O banco

Meio satisfeito: Jack Wright sobre o empate

“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.

O banco

Andrew Gutman tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Chicago Fire dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

6 Edição

O Diário de Chicago Fire

07/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Chris Mueller tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Chicago Fire já falam dele no passado.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Anton Salétros esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dean Boltz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Um lugar no onze do mês para Robert Lewandowski

Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Robert Lewandowski sai dessa comparação dentro da equipa, e o Chicago Fire beneficiou de cada uma dessas tardes.

O banco

Quando importa, Anton Salétros joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen perde a braçadeira

A capitania foi retirada a Andreas Hanche-Olsen. O Chicago Fire vai chamar-lhe uma decisão de equipa; um balneário lê-a como um veredicto sobre um homem.

O banco

Josh Cohen ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

A história de Andreas Hanche-Olsen recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andreas Hanche-Olsen assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Dean Boltz bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo

5 Edição

O Diário de Chicago Fire

31/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Chicago Fire avança na taça

Vitória por 3‑0 sobre o LA Galaxy, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?

Mercado

Andrew Gutman pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Robert Lewandowski leva a bola do jogo para casa

3 golos numa tarde, todos do mesmo homem. Os restantes jogadores também estiveram presentes, confirmou uma testemunha.

Notas dos jogadores

Robert Lewandowski, 38 anos, faz recuar o relógio — 9.61

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.61 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.

Notas dos jogadores

Puso Dithejane passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 26. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Mercado

Arouca voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Chicago Fire não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Jogo

Continua sem haver quem bata o Chicago Fire

A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.

As bancadas

Um dos seus: Mbekezeli Mbokazi

Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Maren Haile-Selassie e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Em resumo

4 Edição

O Diário de Chicago Fire

24/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Chris Brady é o herói dos onze metros

Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Chris Brady: 2 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.

Jogo

Robert Lewandowski põe o Chicago Fire na próxima eliminatória

Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Robert Lewandowski agarrou este contra o New York City. 1‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Chicago Fire.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Maren Haile-Selassie

Dribles concretizados: 27. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Notas dos jogadores

Robert Lewandowski dos velhos tempos — 8.11

Aos 38 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.11, e ninguém melhor em campo.

Mercado

Jonathan Dean pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Chicago Fire recusa o Austin FC por Chris Mueller

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Maren Haile-Selassie esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Jason Shokalook ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Jogo

Dois pontos saem do estádio pelo próprio pé

Empate aos 123 minutos, depois de uma tarde que o Chicago Fire tinha praticamente arrumada. O New York City vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.

Em resumo

3 Edição

O Diário de Chicago Fire

17/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Chicago Fire segue caminho na taça

O Nashville SC está fora e o Chicago Fire segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.

Mercado

Não vai: Mbekezeli Mbokazi fica no Chicago Fire

“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Everton tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.

Notas dos jogadores

Os dois de Robert Lewandowski — 8.93

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.93, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Mercado

Grasshopper voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Chicago Fire não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Notas dos jogadores

Sergio Oregel passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 24. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Mercado

Cai a transferência de Chris Mueller para o Real Salt Lake

O negócio que levaria Chris Mueller para o Real Salt Lake caiu na fase final e ele reapresenta-se no Chicago Fire com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.

As bancadas

Os adeptos do Chicago Fire encontraram um ídolo em Puso Dithejane

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Puso Dithejane tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

Jogo

Robert Lewandowski faz a diferença pelo Chicago Fire contra o Atlanta United FC

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Robert Lewandowski. 2‑0 sobre o Atlanta United FC, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Plantel

Maren Haile-Selassie em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Em resumo

2 Edição

O Diário de Chicago Fire

10/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Chicago Fire recusa o Charleroi por Philip Zinckernagel

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Mercado

Tão perto: a transferência de Chris Brady morre em cima da hora

O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O LA Galaxy seguiu em frente, Chris Brady apresenta-se de volta no Chicago Fire, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.

Mercado

André Franco pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Chris Brady sozinho contra todos

6 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Maren Haile-Selassie

Dribles concretizados: 25. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Direção

O Chicago Fire fecha o mercado com um plantel feito por si

14 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.

Mercado

Jonathan Bamba quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Alvos de mercado

Nelson Quiñones vai a exames médicos no Chicago Fire

Tudo acordado com o Houston Dynamo, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Andreas Hanche-Olsen compromete-se com o Chicago Fire por mais 5 anos.

Em resumo

1 Edição

O Diário de Chicago Fire

03/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Philip Zinckernagel entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie estava imparável

Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Robert Lewandowski despede-se da seleção

«167 internacionalizações são 167 mais do que o miúdo do início alguma vez esperou.» Aos 37 acabou com o seu país e não acabou nada com Chicago Fire.

Mercado

Robert Lewandowski quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Robert Lewandowski fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Robert Lewandowski e o Chicago Fire acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Philip Zinckernagel tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

New England Revolution leva os pontos ao Chicago Fire

Derrota por 1‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

O banco

O treinador faz de Chris Brady um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

  • Mercado Todos os olhos outra vez em Chris Mueller
  • O banco O veredicto do treinador
  • Alvos de mercado Um empréstimo de Jack Kortkamp está em marcha