Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jesús Rodríguez não precisou: 7.90, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Francisco Vaz será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Como as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Como coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 21 anos, média de 7.00, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jesús Rodríguez não precisou: 9.57, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Como coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Trevoh Chalobah e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pontus Almqvist está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Como foi explícito quanto à situação de Maxence Caqueret, o que é mais do que muitos recebem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gastón Sauro e o Como acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
20 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Como perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alessio Baralla será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Como as despedidas começaram em silêncio.
Trevoh Chalobah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pontus Almqvist estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Como daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Lazio segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Trevoh Chalobah assinar alguma coisa — um contrato no Como ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Como perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Como pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Notas dos jogadores04/10/2027
Jesús Rodríguez, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.79
Um 7.79 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alessandro Gabrielloni e o Como acertam mais 2 anos.
Pontus Almqvist e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Gastón Sauro lesiona os ligamentos do joelho — 37 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 37 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Álvaro Morata produziu-o, e o 8.97 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pontus Almqvist estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Junior Ajayi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
44 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Como perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Notas dos jogadores20/09/2027
Jesús Rodríguez, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.69
Um 7.69 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Trevoh Chalobah e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
5 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Genoa foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
O Genoa obrigou o Como a suar, mas no fim o marcador dizia 1‑0 e a tabela não pergunta como.
Plantel20/09/2027
Pontus Almqvist desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Plantel14 caras novas e o Como ainda se está a conhecer
51 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Como perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jesús Rodríguez não precisou: 7.65, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Como ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Francisco Vaz pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Notas dos jogadoresNicolas Kühn em notas de excelência
58Edição
O Diário de Como
06/09/2027
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel06/09/2027
Gastón Sauro lesiona os ligamentos do joelho — 59 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 59 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Como ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Francisco Vaz será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Como as despedidas começaram em silêncio.
Ivan Smolčić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pontus Almqvist está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
69 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Como perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Como perguntou e o Rayo Vallecano disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Trevoh Chalobah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Como sabem-no.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nicolas Kühn, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Como daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Excelsior segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
77 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Como perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Como, e não vai ser retirado.
A proposta do Frosinone por Mauro Vigorito foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Trevoh Chalobah e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
84 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Como perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zenit fica com o seu homem, e o Como volta a uma lista com um nome riscado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alessio Baralla será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Como as despedidas começaram em silêncio.
O nome de Mauro Vigorito apareceu em conversas de que o Como não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel16/08/2027
Pontus Almqvist desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
17 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Vejo todos os jogos do Como daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Inter segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Lorenzo de Paula e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
93 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Como perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Como perguntou e o Torino disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pontus Almqvist estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Como, mais uma semana sem a assinatura de Noel Törnqvist.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Noel Törnqvist treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Como sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Gastón Sauro lesiona os ligamentos do joelho — 101 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 101 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Como perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Trevoh Chalobah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 21 anos, média de 7.03, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
O Como perguntou e o Fiorentina disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stefan Posch está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Como, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
108 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Como perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Trevoh Chalobah e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martin Baturina, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stefan Posch está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Como daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Lazio segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Trevoh Chalobah. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
115 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Como perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Torino pagou $4.1M e o Como aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A proposta do Guidonia Montecelio por Mauro Vigorito foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Audace Cerignola paga $280.0K, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Juventus fica com o seu homem, e o Como volta a uma lista com um nome riscado.
17 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Como, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Como sobre quem trabalha
Gastón Sauro lesiona os ligamentos do joelho — 122 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 122 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do Heerenveen por Emil Audero foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Máximo Perrone e o Como acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Estudiantes ninguém diz, e no Como ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Como coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Como ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Fiorentina fica com o seu homem, e o Como volta a uma lista com um nome riscado.
PlantelPalavras no treino do Como sobre quem trabalha
O bancoIvan Smolčić tornou-se um homem de confiança do treinador
49Edição
O Diário de Como
05/07/2027
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel05/07/2027
Gastón Sauro lesiona os ligamentos do joelho — 129 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 129 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Como perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O negócio que levaria Martin Baturina para o Napoli caiu na fase final e ele reapresenta-se no Como com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
O Como ofereceu $1.6M; o Arezzo disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Como ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Álvaro Morata e o Como acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Trevoh Chalobah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.03 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Como sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
34 jogos e 1 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.
136 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Como perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Como foi ao Arezzo com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.7M — um clube que quer Luca Chierico ao ponto de perguntar duas vezes.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Como coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Fiorentina fica com o seu homem, e o Como volta a uma lista com um nome riscado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Andrea Ballone e o Como acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
144 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Como perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Spezia tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Trevoh Chalobah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pontus Almqvist estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
9 golos em 16 jogos no Reggiana — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Como alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Em resumo
EmprestadosO empréstimo de Noel Törnqvist mede-se pelo que não acontece
151 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Como perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Mantova tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Como, e não vai ser retirado.
A proposta do Paris FC por Maxence Caqueret foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $7.9M — um clube que quer Emiliano Pattarello ao ponto de perguntar duas vezes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Como coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Iván Azón e o Como acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Vitor Roque fica onde está
PlantelPalavras no treino do Como sobre quem trabalha
158 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Como perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Inter à espera com uma camisola. No Como ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Como foi ao Arezzo com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Arezzo fica com o seu homem, e o Como volta a uma lista com um nome riscado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Como ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Uma média de 7.03 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Como têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jacobo Ramón e o Como acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ivan Smolčić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Thomas Leggio e o Como acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ángel Román Bautista está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jacobo Ramón treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco31/05/2027
Ivan Smolčić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Como dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Trevoh Chalobah. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Nazareno Bazán Vera apontou a data.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Nicolas Kühn
9.º lugar com 56 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Assane Diao não precisou: 7.79, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Trevoh Chalobah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pontus Almqvist está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Máximo Perrone, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Elia Rossi depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
26 golos e uma média de 7.25 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Como coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco17/05/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Elia Rossi saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ángel Román Bautista estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma média de 7.24 na época, com 25 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Tem 21 anos, média de 7.04, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Pontus Almqvist e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Elia Rossi podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Martin Baturina produziu-o, e o 8.33 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Como sabem-no.
Um 2‑1 sobre o Bologna, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel03/05/2027
Pontus Almqvist desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Đorđe Jovanović, e o treinador deixou.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Elia Rossi podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Trevoh Chalobah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pontus Almqvist estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Já teve barulho que chegue. Se o Como pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.
Em resumo
O bancoA vista do banco
EmprestadosO empréstimo de Noel Törnqvist mede-se pelo que não acontece
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ángel Román Bautista estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
0‑3 para o Juventus, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Emprestados12/04/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Álvaro Morata
27 golos em 30 jogos no Leganés — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Como alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Uma média de 7.03 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Como sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Samuele Ricci, e o treinador deixou.
Nazareno Bazán Vera e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/04/2027
Pontus Almqvist desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma média de 7.24 na época, com 23 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Como, e não vai ser retirado.
Trevoh Chalobah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pontus Almqvist está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Como coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel29/03/2027
Adem Sipić consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Adem Sipić acabou de assinar pelo Como e, por uma vez, a resposta importava.
Toda a gente no Como viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 36 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Assane Diao. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O bancoWilly Kambwala tornou-se um homem de confiança do treinador
As bancadasAs bancadas também ouviram falar de Jesús Rodríguez
34Edição
O Diário de Como
22/03/2027
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Emprestados22/03/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Álvaro Morata
24 golos em 28 jogos no Leganés — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Como alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Assane Diao não precisou: 8.02, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
22 golos e uma média de 7.23 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Plantel22/03/2027
Pontus Almqvist desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Maxence Caqueret não será o apontado, mas ninguém no Como escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
1 para Maxence Caqueret, avaliado com 7.69, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Uma média de 7.04 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Como têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Como coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ángel Román Bautista está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
21 golos e uma média de 7.22 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Trevoh Chalobah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Como sabem-no.
Aos 21 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Como vai tentar não fazer disso um caso.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.68 para o resto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Como coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Como ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Samuele Ricci, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pontus Almqvist está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Como pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Mercado22/02/2027
Tão perto: a transferência de Mauro Vigorito morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Empoli seguiu em frente, Mauro Vigorito apresenta-se de volta no Como, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Nazareno Bazán Vera e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pontus Almqvist estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martin Baturina, e o treinador deixou.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Nota 8.25 aos 21 anos, numa equipa que não faz concessões à idade. Não precisou de nenhuma, e parecia o homem menos nervoso em campo.
Mercado15/02/2027
Tão perto: a transferência de Jean Butez morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Hellas Verona seguiu em frente, Jean Butez apresenta-se de volta no Como, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Trevoh Chalobah e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Como ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Tem 21 anos, média de 7.00, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Moise Kean, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Trevoh Chalobah e o Como acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Trevoh Chalobah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Como ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pontus Almqvist estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Uma média de 7.25 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Como coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Francisco Vaz agiu, no Como, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ravenna fica com o seu homem, e o Como volta a uma lista com um nome riscado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Como perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Como perguntou e o Akhmat Grozny disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O RC Strasbourg pagou $18.7M e o Como aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A verba é $4.0M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Parma negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Notas dos jogadores18/01/2027
Jesús Rodríguez, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.65
Um 7.65 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Uma média de 7.25 na época, com 17 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Trevoh Chalobah e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Como perguntou e o Shakhtar disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ángel Román Bautista e o Como acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Máximo Perrone no seu melhor
A proposta do Avellino por Assane Diao foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Verba acordada, salário acordado, e o Dolomiti Bellunesi à espera com uma camisola. No Como ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
16 golos e uma média de 7.23 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dinamo Bucharest fica com o seu homem, e o Como volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta ficou muito aquém e em Como não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Notas dos jogadores04/01/2027
Assane Diao, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.86
Um 7.86 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Joaquín Zappacosta agiu, no Como, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Emprestados04/01/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Álvaro Morata
20 golos em 19 jogos no Leganés — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Como alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Como lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Como nada responderam, o que também é uma resposta.
Emprestados28/12/2026
Os golos continuam a chegar do exílio de Álvaro Morata
19 golos em 17 jogos no Leganés — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Como alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Trevoh Chalobah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco28/12/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Moise Kean
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Samuele Ricci marcou, foi avaliado com 7.62 e voltou antes de alguém dar pela falta.
7.35, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O Torino segue em frente e o Como vai para casa, com um 1‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.95 para o resto.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Thomas Leggio pôs o Como de novo em igualdade em 4 minutos, e o Torino nunca chegou a jogar com vantagem.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Como ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Uma média de 7.27 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Marc Oliver Kempf está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
7 golos em 12 jogos no Reggiana — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Como alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Yan Couto
Trevoh Chalobah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
1‑2 para o Lecce, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Emprestados30/11/2026
Os golos continuam a chegar do exílio de Álvaro Morata
14 golos em 13 jogos no Leganés — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Como alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
O banco30/11/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Elia Rossi saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Como sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Segue-se o Juventus, e há um homem no balneário do Como que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O que era notícia de canto de página passou a ser assunto das bancadas, e as bancadas não fazem nuances. Como gostariam de resolver isto antes de ser a única pergunta.
7.96, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Kaiki e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Trevoh Chalobah. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Segue-se o Lecce, e há um homem no balneário do Como que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Junior Ajayi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Napoli chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Aos 21 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jacobo Ramón treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Como sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O Torino vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Como foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 87, e o Salernitana passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Martin Baturina produziu-o, e o 8.33 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Notas dos jogadores09/11/2026
Adrian Lahdo, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.29
Um 8.29 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Como coisas que levam mais de uma semana a retirar.
14 golos e uma média de 7.35 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Como nada responderam, o que também é uma resposta.
Notas dos jogadores02/11/2026
Assane Diao, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.65
Um 7.65 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 21 anos do Como que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
O treinador reorganizou as ideias e Luis Milla saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Em resumo
Emprestados11 golos por empréstimo para Álvaro Morata
12 golos e uma média de 7.28 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lucas Da Cunha, e o treinador deixou.
O banco26/10/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Elia Rossi a uma sala que já as tinha ouvido.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Trevoh Chalobah. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma média de 7.25 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Como coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 39 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Como é como lidar com um homem a quem deve muito.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Assane Diao. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O Cagliari vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Como foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Moise Kean produziu-o, e o 9.12 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Assane Diao não precisou: 7.64, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Notas dos jogadores05/10/2026
Yan Couto jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.58. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 20 anos do Como que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Como lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Kaiki e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Cada toque pesado, cada frase dissecada, cada erro repetido. Há jogadores que crescem com isso; há outros que acabam com isso, sem alarido; e só depois se sabe quais.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Trevoh Chalobah. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jesús Rodríguez não precisou: 7.61, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Trevoh Chalobah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco21/09/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Robert Sánchez
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Moise Kean produziu-o, e o 9.22 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Como, e não vai ser retirado.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Elia Rossi podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Inter.
7 remates, uma contagem que parece uma boa tarde até se olhar para a outra coluna. Os avançados sobrevivem a semanas destas partindo do princípio de que as ocasiões continuam; o dia em que param torna-se um problema.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Como, e não vai ser retirado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Arezzo tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Avellino fica com o seu homem, e o Como volta a uma lista com um nome riscado.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 2, saíram 5, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Como do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
A proposta do Juve Stabia por Ivan Smolčić foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
$490.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Carrarese pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Como perguntou e o Estudiantes disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Moise Kean. 2‑0 sobre o Monza, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.09, e nem uma objeção no estádio.
O banco31/08/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Luis Milla
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Moise Kean produziu-o, e o 8.76 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Assane Diao não precisou: 8.00, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
As bancadas24/08/2026
Os adeptos revoltam-se com a venda de Nico Paz por $65.8M
Vai para o Girona, o clube tem $65.8M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Empoli fica com o seu homem, e o Como volta a uma lista com um nome riscado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $560.0K — um clube que quer Matteo Dagasso ao ponto de perguntar duas vezes.
Trevoh Chalobah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Como ofereceu $540.0K; o Venezia disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Em resumo
Direção2 jogadores da formação sobem à equipa principal do Como
O Fiorentina pagou $15.0M e o Como aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O Como foi ao Pisa com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cesena fica com o seu homem, e o Como volta a uma lista com um nome riscado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $5.5M — um clube que quer Filip Stojilković ao ponto de perguntar duas vezes.
O Como foi ao Venezia com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Lazio queria mais do que $540.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Kaiki esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Mantova tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Pisa fica com o seu homem, e o Como volta a uma lista com um nome riscado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Como ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $790.0K — um clube que quer Abdoulaye Ndiaye ao ponto de perguntar duas vezes.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Assane Diao, e o treinador deixou.
A proposta do Nürnberg por Marc Oliver Kempf foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Luis Milla e o Como acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Trevoh Chalobah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.