Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dijon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Olivier Carpentier será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
O Dijon mexeu-se antes que outro pudesse: novo contrato para Interim Coach, acertado em silêncio e anunciado em voz alta. As direções renovam com treinadores por muitas razões; a boa é aquela com que esta se parece.
O negócio com o Bayer Leverkusen está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dijon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nathan Kaninda será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais um nome na lista: o LB Chateauroux fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Sébastien Sanchez. A resposta do Dijon não mudou — para já.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Souleymane Sagnan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Dijon perguntou e o Juventus disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Luka Lazin está em marcha
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dijon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dijon já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Joakim Loureiro e o Dijon acertam mais 2 anos.
Jaheden Rocolat Delmas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Dijon perguntou e o Paris Saint-Germain disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Perguntou-se ao Bayer Leverkusen se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dijon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dominik Lienhart será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Jaheden Rocolat Delmas e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrea Luongo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Inter fica com o seu homem, e o Dijon volta a uma lista com um nome riscado.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Dijon disse a Marcos Aguirre que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dijon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jaheden Rocolat Delmas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Souleymane Sagnan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Dijon perguntou e o AS Roma disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Uma sondagem ao Inter para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Em resumo
MercadoA história de Thomas Lissi recusa-se a morrer
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 87 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dijon já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Souleymane Sagnan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Dijon perguntou e o Bayer Leverkusen disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gonzalo Rubert, e o treinador deixou.
Perguntou-se ao Bayer Leverkusen se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dijon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Jaheden Rocolat Delmas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel07/07/2036
Andrea Luongo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Abdoulaye Yoro acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Dijon substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O US Concarneau fica com o seu homem, e o Dijon volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Mathieu Vincent é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Michel Girard está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dijon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Dijon fez a parte difícil com o Anderlecht, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Joakim Loureiro e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrea Luongo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dijon, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Verba acordada, salário acordado, e o RC Strasbourg à espera com uma camisola. No Dijon ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Dijon fez a parte difícil com o AS Roma, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Souleymane Sagnan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aurélien Platret e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Paris Saint-Germain fica com o seu homem, e o Dijon volta a uma lista com um nome riscado.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Dijon, mais uma semana sem a assinatura de Olivier Carpentier.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Dijon vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
O Dijon já telefonou ao Anderlecht. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Rafiu Durosinmi está em marcha
Plantel6 caras novas e o Dijon ainda se está a conhecer
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nathan Kaninda será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
A proposta do RC Lens por Sébastien Sanchez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Gonzalo Rubert acabou de assinar pelo Dijon e, por uma vez, a resposta importava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dijon, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O EA Guingamp pagou $500.0K e o Dijon aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Plantel16/06/2036
Andrea Luongo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O LOSC Lille fica com o seu homem, e o Dijon volta a uma lista com um nome riscado.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 36 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de David Jereb está em marcha
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Nathan Kaninda acertou condições com o SC Aubagne Air Bel para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrea Luongo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Matematicamente garantida, e esta noite ninguém nesta cidade se deita cedo. Tenha acontecido o que tiver acontecido nesta época, ela acaba um escalão acima de onde começou.
Thomas Lissi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emiel Callens estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O OGC Nice fica com o seu homem, e o Dijon volta a uma lista com um nome riscado.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Sébastien Sanchez tem a sua resposta do Dijon; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Uma sondagem ao AZ para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma transferência que Brian Croce teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Brian Croce está a viver essa versão no Dijon, e costuma notar-se no primeiro mês.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dominik Lienhart será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrea Luongo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Bilal Boukerchaoui e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Thomas Lissi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Thomas Lissi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrea Luongo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco19/05/2036
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Joseph Hubert
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andrea Luongo assinar alguma coisa — um contrato no Dijon ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco19/05/2036
Samy Merzouk tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dijon dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Joakim Loureiro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel12/05/2036
Emiel Callens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Dijon joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Joakim Loureiro treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Benoît Robert está nela.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Dijon essa pergunta é mais difícil de responder.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Souleymane Sagnan acabou de assinar pelo Dijon e, por uma vez, a resposta importava.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Andrea Luongo e o Dijon acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel05/05/2036
Andrea Luongo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aurélien Platret e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Younes Lachaab, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Faltam 7 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Dijon pode pedir e sobe o salário que Marcos Aguirre pode exigir.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Souleymane Sagnan chega ao Dijon com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dijon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dijon, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dominik Lienhart será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrea Luongo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thibaut Batbedat, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Thomas Lissi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O banco28/04/2036
Franck Fomeyem tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dijon dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
39 dias de fora para Enoch Owusu depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dijon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Younes Lachaab e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emiel Callens estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Dijon pode pedir e sobe o salário que Enoch Owusu pode exigir.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Thorgan Castagne tem a sua resposta do Dijon; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dijon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 65 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrea Luongo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Dijon foi explícito quanto à situação de Marcos Aguirre, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
53 dias de fora para Enoch Owusu depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dijon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.83 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Três pontos para o Dijon: um 3‑1 diante do AS Nancy num duelo decidido por pormenores.
Plantel07/04/2036
Andrea Luongo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Bilal Boukerchaoui e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 11 ações, 7.58, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Em resumo
Notas dos jogadoresAndrea Luongo em notas de excelência
60 dias de fora para Enoch Owusu depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dijon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dijon, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dominik Lienhart será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Thomas Lissi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel31/03/2036
Emiel Callens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Dijon é como lidar com um homem a quem deve muito.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Joakim Loureiro treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dijon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.04 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marc-Antoine Kouadio será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um 3‑1 sobre o AJ Auxerre, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel24/03/2036
Andrea Luongo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 74 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bilal Boukerchaoui será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrea Luongo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
81 dias de fora para Enoch Owusu depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dijon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Thomas Lissi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel10/03/2036
Emiel Callens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Yassir Zabiri. 2‑0 sobre o Le Mans FC, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nathan Kaninda, e o treinador deixou.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Younes Lachaab chama-lhe outra coisa em privado.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dijon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel03/03/2036
Sharani Zuberu lesiona os ligamentos do joelho — 17 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dominik Lienhart será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Matyáš Tomek compromete-se com o Dijon por mais 4 anos.
Plantel03/03/2036
Andrea Luongo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dijon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel25/02/2036
Sharani Zuberu lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrea Luongo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Matyáš Tomek. 2‑1 sobre o Clermont Foot, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 102 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
31 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dijon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Yassir Zabiri produziu-o, e o 8.85 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Posição 3, 51 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bilal Boukerchaoui será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Younes Lachaab e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emiel Callens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Dijon perguntou e o Real Sociedad disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
109 dias de fora para Enoch Owusu depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dijon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Plantel11/02/2036
Sharani Zuberu lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Olivier Carpentier acabou de assinar pelo Dijon e, por uma vez, a resposta importava.
O Dijon tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Juventus, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Mercado11/02/2036
Tão perto: a transferência de Benoît Robert morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O FC Nantes seguiu em frente, Benoît Robert apresenta-se de volta no Dijon, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Thomas Lissi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O PSV fica com o seu homem, e o Dijon volta a uma lista com um nome riscado.
116 dias de fora para Enoch Owusu depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dijon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Plantel04/02/2036
Sharani Zuberu lesiona os ligamentos do joelho — 45 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dijon perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 1, saíram 4, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Sébastien Sanchez regressa a Dijon com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Joakim Loureiro e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Younes Lachaab está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
52 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dijon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dijon perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Younes Lachaab e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emiel Callens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
59 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dijon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dijon já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bilal Boukerchaoui será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thomas Lissi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zurich fica com o seu homem, e o Dijon volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Sharani Zuberu lesiona os ligamentos do joelho — 66 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 66 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Enoch Owusu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thomas Lissi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O RB Leipzig fica com o seu homem, e o Dijon volta a uma lista com um nome riscado.
Bilal Boukerchaoui e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Sharani Zuberu lesiona os ligamentos do joelho — 73 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 73 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Yassir Zabiri tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Montpellier HSC deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Dijon beneficiou disso.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dijon, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sébastien Sanchez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Younes Lachaab esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel07/01/2036
Emiel Callens desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marcos Aguirre, e o treinador deixou.
Sharani Zuberu lesiona os ligamentos do joelho — 80 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 80 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
0‑1 frente ao Olympique Lyonnais, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Emiel Callens produziu-o, e o 8.27 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thomas Lissi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Joakim Loureiro, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresAndrea Luongo encarou-os todo o jogo
Sharani Zuberu lesiona os ligamentos do joelho — 87 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 87 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 3, 38 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Younes Lachaab e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thomas Lissi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 36 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Sharani Zuberu lesiona os ligamentos do joelho — 94 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 94 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Enoch Owusu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Sharani Zuberu lesiona os ligamentos do joelho — 101 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 101 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sébastien Sanchez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Plantel10/12/2035
Thomas Lissi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aurélien Platret e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marcos Aguirre, e o treinador deixou.
Metade do calendário jogado, 3.º lugar, 32 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Yassir Zabiri
108 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dijon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thomas Lissi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aurélien Platret esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Dijon, mais uma semana sem a assinatura de Enoch Owusu.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
115 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dijon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 2, 31 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Enoch Owusu pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emiel Callens estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrea Luongo, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresOs dois trabalhos feitos por Nathan Kaninda — 6.89
122 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dijon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Dijon já falam dele no passado.
Plantel19/11/2035
Thomas Lissi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Sharani Zuberu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Franck Fomeyem está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Thomas Lissi assinar alguma coisa — um contrato no Dijon ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
129 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dijon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Samy Merzouk: 2 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
23 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thomas Lissi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Bilal Boukerchaoui e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Dijon disse a Yassir Zabiri que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Sharani Zuberu lesiona os ligamentos do joelho — 136 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 136 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Thomas Lissi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emiel Callens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Aurélien Platret. 1‑0 sobre o Le Mans FC, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
O treinador reorganizou as ideias e Marc-Antoine Kouadio saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
O banco05/11/2035
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Interim Coach, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
143 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dijon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 9 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Younes Lachaab e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thomas Lissi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
150 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dijon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
26 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enoch Owusu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Minuto 87, frente ao Clermont Foot, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dijon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Younes Lachaab esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enoch Owusu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Dijon ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nicolas Zdichynec está nela.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Thomas Lissi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Younes Lachaab lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Younes Lachaab e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel08/10/2035
Thomas Lissi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente no Dijon viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 36 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Dijon, mais uma semana sem a assinatura de Enoch Owusu.
31 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dijon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Younes Lachaab e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enoch Owusu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Yassir Zabiri treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
38 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dijon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bilal Boukerchaoui será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Joseph Hubert não precisou: 7.78, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 6 jogos sem derrota são uma base que o Dijon não tinha no outono.
Plantel24/09/2035
Enoch Owusu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Benoît Robert tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Dijon
477Edição
A Gazeta de Dijon
17/09/2035
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel17/09/2035
Younes Lachaab lesiona os ligamentos do joelho — 45 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Younes Lachaab e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thomas Lissi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Dijon joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Younes Lachaab lesiona os ligamentos do joelho — 52 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 52 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Joakim Loureiro acabou de assinar pelo Dijon e, por uma vez, a resposta importava.
O Dijon perguntou e o RC Strasbourg disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Dijon ficou sem tempo com o SM Caen. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
A camisola ainda lhe serve. Joakim Loureiro está de volta ao Dijon, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Younes Lachaab esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enoch Owusu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Amiens SC vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Salvatore Dore pré-acordou a mudança para o Dijon, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sébastien Sanchez, e o treinador deixou.
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Henri Renard
475Edição
A Gazeta de Dijon
03/09/2035
Do nosso correspondente de futebolTriunfo
Plantel03/09/2035
Younes Lachaab lesiona os ligamentos do joelho — 59 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 59 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dijon, e não vai ser retirado.
Direção03/09/2035
O prazo passa com 21 contratações e 28 saídas
Está feito o negócio no Dijon até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jogo01/09/2035
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o Dijon. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Em resumo
PlantelUma transferência que Samy Merzouk teria feito de graça
66 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dijon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O RC Lens aceitou o dinheiro. O que o Dijon ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bilal Boukerchaoui será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Younes Lachaab e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thomas Lissi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Olympique de Marseille fica com o seu homem, e o Dijon volta a uma lista com um nome riscado.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Younes Lachaab lesiona os ligamentos do joelho — 73 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 73 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O aperto de mão com o SM Caen está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O Dijon foi ao RC Strasbourg com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Younes Lachaab e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção20/08/2035
10 jogadores da formação sobem à equipa principal do Dijon
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Dijon sobre quem trabalha
80 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dijon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dijon perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O RC Strasbourg fica com o seu homem, e o Dijon volta a uma lista com um nome riscado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Patrick Vidal será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emiel Callens está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
87 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dijon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dijon perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.90 para o resto.
O Dijon ofereceu $680.0K; o SM Caen disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thomas Lissi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
94 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dijon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Notas dos jogadores30/07/2035
Patrick Vidal, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.74
Um 7.74 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
A proposta seguiu esta semana para o SM Caen, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Dijon fez a parte difícil com o FC Nantes, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Younes Lachaab e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Thibaut Batbedat acabou de assinar pelo Dijon e, por uma vez, a resposta importava.
Em resumo
PlantelEnoch Owusu desentende-se com um colega por causa das exigências
Younes Lachaab lesiona os ligamentos do joelho — 101 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 101 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O aperto de mão com o RC Lens está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sébastien Sanchez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Younes Lachaab e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enoch Owusu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Younes Lachaab, e o treinador deixou.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Dijon vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
108 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dijon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Dijon perguntou e o RC Strasbourg disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Patrick Vidal será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Younes Lachaab esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thomas Lissi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Dijon já telefonou ao Bayer Leverkusen. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
115 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dijon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. André Picornell será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Verba acordada, salário acordado, e o US Concarneau à espera com uma camisola. No Dijon ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dijon, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/07/2035
Enoch Owusu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Quevilly-Rouen vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Aurélien Platret pré-acordou a mudança para o Dijon, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Verba acordada, salário acordado, e o FC Nantes à espera com uma camisola. No Dijon ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O SM Caen aceitou o dinheiro. O que o Dijon ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bilal Boukerchaoui será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O FC Villefranche tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dijon, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enoch Owusu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Dijon perguntou e o LOSC Lille disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Perguntou-se ao LOSC Lille se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dijon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dijon já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Dijon perguntou e o Olympique de Marseille disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Enoch Owusu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Younes Lachaab estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Perguntou-se ao Eintracht Frankfurt se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Perguntou-se ao Bayer Leverkusen se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Mathieu Brun lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dijon já se começa a dizer o nome dele no passado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Dijon fez a parte difícil com o FC Nantes, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Emiel Callens e o Dijon acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enoch Owusu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Bilal Boukerchaoui e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nicolas Zdichynec, e o treinador deixou.
Mathieu Brun lesiona os ligamentos do joelho — 31 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Dijon perguntou e o Olympique Lyonnais disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não há pior forma de perder um futebolista. André Picornell pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
O telefone voltou a tocar por causa de Sébastien Sanchez, e desta vez do outro lado está o Le Puy Foot 43. No Dijon ouvem com educação e não prometem nada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Emiel Callens e o Dijon acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Thomas Lissi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enoch Owusu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
38 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dijon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dijon, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Younes Lachaab estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Olympique de Marseille fica com o seu homem, e o Dijon volta a uma lista com um nome riscado.
Sébastien Sanchez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Dijon, mais uma semana sem a assinatura de Younes Lachaab.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de David Romero está em marcha
Alvos de mercadoUm empréstimo de Jérôme Bertrand está em marcha
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enoch Owusu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Sofiane Achour esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para César Ortiz, e o treinador deixou.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enoch Owusu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Thomas Lissi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Dijon terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Patrick Vidal será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Younes Lachaab está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Bilal Boukerchaoui e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Dijon admitiria. Nota-se aos sábados.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Sofiane Achour treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
As regras permitem-no e dói na mesma. Patrick Vidal acertou condições com o Montpellier HSC para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enoch Owusu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nicolas Zdichynec esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nathan Tronchet, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Dijon, mais uma semana sem a assinatura de Enoch Owusu.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Patrick Vidal está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. José Lino será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Thomas Lissi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/04/2035
Younes Lachaab desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 35 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Dijon é como lidar com um homem a quem deve muito.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Dijon pode pedir e sobe o salário que Younes Lachaab pode exigir.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Younes Lachaab está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nicolas Zdichynec e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nicolas Zdichynec, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Thomas Lissi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 46 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Plantel16/04/2035
Younes Lachaab desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
5 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o FC Annecy foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Aos 34 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Sofiane Achour e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bilal Boukerchaoui será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Younes Lachaab está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marcel Le Roux e o Dijon acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Younes Lachaab estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nathan Tronchet, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Dijon, mais uma semana sem a assinatura de Younes Lachaab.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Faltam 5 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Dijon pode pedir e sobe o salário que Younes Lachaab pode exigir.
Não há pior forma de perder um futebolista. Younes Lachaab pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Younes Lachaab está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Bilal Boukerchaoui e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Sébastien Maillard e o Dijon acertam mais 3 anos.
Younes Lachaab desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 35 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Dijon é como lidar com um homem a quem deve muito.
Sofiane Achour e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Benoît Robert, e o treinador deixou.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O RC Strasbourg defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Nathan Tronchet: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Dijon a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Em resumo
MercadoA história de Thomas Lissi recusa-se a morrer
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dijon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dijon podem fingir não ter ouvido.
Plantel12/03/2035
Younes Lachaab desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Bilal Boukerchaoui esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco12/03/2035
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dijon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. José Lino será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Younes Lachaab estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 28 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel26/02/2035
Benoît Robert lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Princewill Dimpa Nwachukwu está a viver essa versão no Dijon, e costuma notar-se no primeiro mês.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Dijon, mais uma semana sem a assinatura de André Picornell.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Interim Coach sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 35 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel19/02/2035
Benoît Robert lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thomas Lissi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Sofiane Achour e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 42 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dijon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Emiel Callens agiu, no Dijon, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Younes Lachaab e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Dijon perguntou e o Olympique Lyonnais disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Dijon, mais uma semana sem a assinatura de Emiel Callens.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dijon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Plantel05/02/2035
Benoît Robert lesiona os ligamentos do joelho — 36 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 36 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. José Lino será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 3, saíram 13, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Sofiane Achour agiu, no Dijon, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: André Picornell. 1‑0 sobre o AS Nancy, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dijon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thomas Lissi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Dijon perguntou e o Olympique Lyonnais disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Clancy Biten Valere esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Perguntou-se ao Borussia Dortmund se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Kaïl Boudache está em marcha
Alvos de mercadoUm empréstimo de Ajdin Muminovic está em marcha
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dijon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dijon já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AS Saint-Etienne fica com o seu homem, e o Dijon volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 70 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dijon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Bilal Boukerchaoui pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
O Dijon perguntou e o Stade Rennais disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dijon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
22 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dijon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dijon perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O RC Strasbourg fica com o seu homem, e o Dijon volta a uma lista com um nome riscado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dijon, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Thomas Lissi e o Dijon acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O nome de José Lino apareceu em conversas de que o Dijon não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel08/01/2035
Thomas Lissi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dijon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
29 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dijon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Rodez AF levou os pontos após um 1‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel01/01/2035
Thomas Lissi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Dijon, mais uma semana sem a assinatura de André Picornell.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dijon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
36 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dijon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 98 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dijon, e não vai ser retirado.
Plantel18/12/2034
Thomas Lissi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Clancy Biten Valere e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dominik Lienhart, e o treinador deixou.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 105 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Younes Lachaab e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thomas Lissi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Franck Fomeyem, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Clancy Biten Valere está nela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 112 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Thomas Lissi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Younes Lachaab está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Avaliado com 7.91. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Dijon, e 8 jogos em 12 dizem que merece ser ouvido.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. José Lino está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 119 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Younes Lachaab esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel27/11/2034
Thomas Lissi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Nathan Kaninda. 2‑0 sobre o Le Mans FC, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dijon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hugo Östlund será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Younes Lachaab e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thomas Lissi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Dijon disse a Andreas Pisani que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Henri Renard, e o treinador deixou.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Nathan Tronchet: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Dijon a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Dijon terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dijon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Younes Lachaab está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Interim Coach sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel06/11/2034
Thomas Lissi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Dijon, mais uma semana sem a assinatura de Nils Bertilsson.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Clancy Biten Valere marcou, foi avaliado com 7.07 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Younes Lachaab esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/10/2034
Thomas Lissi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Andrea Luongo produziu-o, e o 8.74 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dijon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
José Lino e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
13 ações combinadas e 7.05. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Younes Lachaab estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Andrea Luongo. 2‑1 sobre o USL Dunkerque, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Younes Lachaab e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thomas Lissi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Dijon ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Dijon vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Dijon, mais uma semana sem a assinatura de Bilal Boukerchaoui.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ousmane Ba treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Nathan Kaninda agiu, no Dijon, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lenny Montfort será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dijon as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dijon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thomas Lissi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Thomas Lissi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel02/10/2034
Younes Lachaab desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Eliminado, 0‑2 com o FC Villefranche, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Não há pior forma de perder um futebolista. Emmanuel Rousseau pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Younes Lachaab e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thomas Lissi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Interim Coach sobre o empate