«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Diosgyor sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 21 anos, média de 7.04, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Anderson Esiti assinar alguma coisa — um contrato no Diosgyor ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
MercadoO mercado disse que não: Ágoston Bényei fica onde está
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Diosgyor, e não vai ser retirado.
Ákos Kecskés esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Anderson Esiti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Diosgyor sabem-no.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Fabricio Velardes pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Diosgyor, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gerónimo Tomasetti e o Diosgyor acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.04 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Diosgyor sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Bonifác Csonka tem a sua resposta do Diosgyor; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Diosgyor estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Ákos Kecskés esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Anderson Esiti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Diosgyor sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Ákos Kecskés esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Tem 21 anos, média de 7.10, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Diosgyor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Yohan Croizet-Kollár e o Diosgyor acertam mais 2 anos.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 19 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Francesco Lattisi, e o treinador deixou.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Ákos Kecskés esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Anderson Esiti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 18 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 14 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Benjámin Cseke será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Diosgyor as despedidas começaram em silêncio.
Ákos Kecskés esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.01 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Diosgyor sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 22 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Peter Ambrose. 1‑0 sobre o Ujpest, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Diosgyor sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 20 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Francesco Lattisi, e o treinador deixou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Benjámin Cseke será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Diosgyor as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ákos Kecskés e o Diosgyor acertam mais 2 anos.
Ákos Kecskés esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lirim Kastrati, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ákos Kecskés e o Diosgyor acertam mais 2 anos.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Diosgyor sabem-no.
Anderson Esiti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Ákos Kecskés esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ariel Schuartzman. 1‑0 sobre o Vasas, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matías Gutiérrez, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Anderson Esiti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Diosgyor sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Diosgyor, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Diosgyor terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
1‑2 frente ao Puskas Akademia, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Ákos Kecskés esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Diosgyor sabem-no.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Gerónimo Tomasetti. 1‑0 sobre o MTK Budapest, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Diosgyor terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Matías Gutiérrez pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Matías Gutiérrez e o Diosgyor acertam mais 3 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um 2‑1 sobre o Puskas Akademia, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Aboubakar Keïta e o Diosgyor acertam mais 3 anos.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Diosgyor sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Aboubakar Keïta continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
Anderson Esiti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Gabor Kleinheisler volta a ser jogador do Diosgyor, e a cidade tem a sua história do verão.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Istvan Szoboszlai volta a ser jogador do Diosgyor, e a cidade tem a sua história do verão.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Andras Dibusz volta a ser jogador do Diosgyor, e a cidade tem a sua história do verão.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lucas Zubiaguirre e o Diosgyor acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Diosgyor sabem-no.
Ákos Kecskés esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Diosgyor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Diosgyor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Diosgyor sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Diosgyor ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Começou-se a ver a tabela antes de os jogos acabarem, e esse é sempre o sinal. No Diosgyor ninguém diz a palavra em voz alta, e todos no edifício estão a pensá-la.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Diosgyor sabem-no.
A verba é $910.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O MTK Budapest negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Ákos Kecskés esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Anderson Esiti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Diosgyor sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Ákos Kecskés tem de reconquistar o que julgava seu. O Diosgyor não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Em resumo
MercadoÁgoston Bényei colocado na lista de transferências
Ákos Kecskés esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
11 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ágoston Bényei, e o treinador deixou.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Diosgyor não o segura a fingir o contrário.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Ákos Kecskés não desaparece
Quatro parágrafos no site do clube, nenhum deles sobre futebol. A direção agradeceu, desejou-lhe felicidades e já tinha a procura em marcha antes de a página ir para o ar.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Diosgyor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Yohan Croizet-Kollár esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Matías Gutiérrez e o Diosgyor acertam mais 4 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ariel Schuartzman, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Milan Gajić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Szilárd Bokros e o Diosgyor acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Máté Sajbán, e o treinador deixou.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Diosgyor toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Diosgyor, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Diosgyor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Yohan Croizet-Kollár e o Diosgyor acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Milan Gajić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Diosgyor ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Diosgyor está a esgotar-se.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Máté Sajbán será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Diosgyor as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Krisztián Kovács volta a ser jogador do Diosgyor, e a cidade tem a sua história do verão.
Posição 11 e 18 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Milan Gajić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Diosgyor sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Anderson Esiti. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Diosgyor pode pedir e sobe o salário que Máté Sajbán pode exigir.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Álex Vallejo tem de reconquistar o que julgava seu. O Diosgyor não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Milan Gajić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Diosgyor entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Interim Coach fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Máté Sajbán será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Diosgyor as despedidas começaram em silêncio.
Milan Gajić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Max Ruddock e o Diosgyor acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 20 anos e ninguém em Diosgyor o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Anderson Esiti. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Diosgyor, e não vai ser retirado.
Milan Gajić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Aboubakar Keïta treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Quatro parágrafos no site do clube, nenhum deles sobre futebol. A direção agradeceu, desejou-lhe felicidades e já tinha a procura em marcha antes de a página ir para o ar.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Diosgyor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Brandon Sosa e o Diosgyor acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Tem 19 anos e ninguém em Diosgyor o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Diosgyor, e não vai ser retirado.
Milan Gajić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Diosgyor, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Diosgyor sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Diosgyor, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Anderson Esiti. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Diosgyor, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O Diosgyor fez saber ao mercado que Benjámin Cseke está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Diosgyor, e não vai ser retirado.
Milan Gajić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Charlie Leach tem 19 anos, e o Diosgyor contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Charlie Leach e o Diosgyor acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Máté Sajbán treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Attila Dibusz treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” António Lara e o Diosgyor acertam mais 3 anos.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Milan Gajić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Anderson Esiti. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Milan Gajić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Szilárd Bokros volta a ser jogador do Diosgyor, e a cidade tem a sua história do verão.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Diosgyor, mais uma semana sem a assinatura de Szilárd Bokros.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Peter Botka treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
PlantelMilan Gajić passou a ter companhia no lugar
A proposta do Paksi por Máté Sajbán foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matías Vilalta, e o treinador deixou.
O Diosgyor entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Attila Dibusz fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
Posição 11 e 18 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Diosgyor daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Haladas segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Márk Gyetván, e o treinador deixou.
Em resumo
MercadoExperiência a entrar pela porta do Diosgyor
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Diosgyor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Diosgyor, e não vai ser retirado.
Milan Gajić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Diosgyor, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Álex Vallejo, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Tamás Csilus e o Diosgyor acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Diosgyor sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Milan Gajić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ivan Šaponjić. 2‑0 sobre o Vasas, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Quatro parágrafos no site do clube, nenhum deles sobre futebol. A direção agradeceu, desejou-lhe felicidades e já tinha a procura em marcha antes de a página ir para o ar.
“Não penso para lá de sábado, e não aconselharia ninguém a fazê-lo.” A primeira regra do interino é fingir que o trabalho é pequeno; Gabor Kleinheisler recitou-a na perfeição.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Diosgyor está a esgotar-se.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Diosgyor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Milan Gajić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Diosgyor, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Diosgyor sabem-no.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lirim Kastrati, e o treinador deixou.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 32 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 30 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Milan Gajić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A camisola ainda lhe serve. Krisztián Bacsa está de volta ao Diosgyor, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Posição 12 e 9 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Diosgyor toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Diosgyor, e não vai ser retirado.
Milan Gajić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Diosgyor, e 3 jogos em 18 dizem que merece ser ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Álex Vallejo, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Márk Mucsányi e o Diosgyor acertam mais 3 anos.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm momento caríssimo de Álex Vallejo
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Milan Gajić, e o treinador deixou.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Gábor Megyeri sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ivan Šaponjić. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm dia para esquecer de Ágoston Bényei
Notas dos jogadoresMáté Sajbán nunca entrou no jogo
Milan Gajić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yaseen Al-Jaber, e o treinador deixou.
Posição 11 e 6 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marco Lund treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Anderson Esiti e o Diosgyor acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Milan Gajić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Milan Gajić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Milan Gajić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Diosgyor, e 1 jogos em 10 dizem que merece ser ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A série chega a 7 e as perguntas em torno do Diosgyor já não são delicadas.
As bancadas30/08/2027
Os assobios descem de três lados
«Pagamos isto de quinze em quinze dias. O mínimo é alguém a quem se note que lhe importa.» 8 dos 31 do plantel principal saíram para aquilo; os outros não jogaram.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marco Lund, e o treinador deixou.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Diosgyor não o segura a fingir o contrário.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 37 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Jogo21/08/2027
Não se vê o fim da espera do Diosgyor por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Diosgyor tem de arrancar um resultado de algum lado.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 25 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Marco Lund esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Debrecen pagou $850.0K e o Diosgyor aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Ákos Kecskés esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Márk Gyetván, e o treinador deixou.
Marco Lund esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Csaba Szatmári e o Diosgyor acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Anderson Esiti assinar alguma coisa — um contrato no Diosgyor ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
A camisola ainda lhe serve. Marton Gazdag está de volta ao Diosgyor, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Marco Lund esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Máté Sajbán treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta do Honved por Marco Lund foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Marco Lund esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ágoston Bényei e o Diosgyor acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ivan Šaponjić assinar alguma coisa — um contrato no Diosgyor ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Posição 10 e 20 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gábor Jurek e o Diosgyor acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A perseguição a Peter Botka terminou com $610.0K a mudar de mãos e o Haladas sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Diosgyor sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ivan Šaponjić e o Diosgyor acertam mais 4 anos.
Marco Lund esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Posição 10 e 20 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Máté Sajbán tem a sua resposta do Diosgyor; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Marco Lund esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Roman Zobnin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marco Lund treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ante Roguljić será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Diosgyor as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Anderson Esiti assinar alguma coisa — um contrato no Diosgyor ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Márk Tamás treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Roman Zobnin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ante Roguljić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Diosgyor pode pedir e sobe o salário que Ante Roguljić pode exigir.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Diosgyor sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Começou-se a ver a tabela antes de os jogos acabarem, e esse é sempre o sinal. No Diosgyor ninguém diz a palavra em voz alta, e todos no edifício estão a pensá-la.
Roman Zobnin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Karamoko Bamba e o Diosgyor acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Ante Roguljić tem de reconquistar o que julgava seu. O Diosgyor não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Marco Lund esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gergő Holdampf, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ákos Kecskés. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Marco Lund anda nisto há tempo suficiente para saber como se sente uma primavera que corre mal, e está a senti-lo. Um vestiário com medo joga como um vestiário com medo.
Roman Zobnin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 19 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Marco Lund esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ariel Schuartzman, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Diosgyor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Darío Pereira, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelAnte Roguljić pede uma conversa com o treinador
Posição 10 e 20 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Diosgyor coisas que levam mais de uma semana a retirar.