Ibrahim Farhi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel28/02/2028
Mohamed Medjaji desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Arthylio Nadé, e o treinador deixou.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 37 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o ES Mostaganem é como lidar com um homem a quem deve muito.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O ES Mostaganem vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Mostaganem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/02/2028
Ali Haroun desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente no ES Mostaganem viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 37 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matthieu Guerbert, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Houssem Mahrez depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
O banco21/02/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Arthylio Nadé
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em ES Mostaganem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O ES Mostaganem pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Ibrahim Farhi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
$30.0K era o máximo que o clube pagaria, e o JS Saoura pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel14/02/2028
Ali Haroun desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O MC Alger fica com o seu homem, e o ES Mostaganem volta a uma lista com um nome riscado.
A série chega a 7 e as perguntas em torno do ES Mostaganem já não são delicadas.
Direção07/02/2028
O prazo passa com 3 contratações e 2 saídas
Está feito o negócio no ES Mostaganem até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
A proposta seguiu esta semana para o JS Saoura, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Opa Sanganté e o ES Mostaganem acertam mais 1 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Medjaji estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed Medjaji, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Noa Cervantes
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do ES Mostaganem, e não vai ser retirado.
Jogo29/01/2028
Não se vê o fim da espera do ES Mostaganem por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no ES Mostaganem tem de arrancar um resultado de algum lado.
Ibrahim Farhi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no ES Mostaganem sabe dizer em que semana.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O JS Saoura fica com o seu homem, e o ES Mostaganem volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ali Haroun estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do ES Mostaganem, e não vai ser retirado.
7 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
Jogo22/01/2028
Não se vê o fim da espera do ES Mostaganem por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no ES Mostaganem tem de arrancar um resultado de algum lado.
Ali Haroun esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O MC Oran fica com o seu homem, e o ES Mostaganem volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel24/01/2028
Palavras no treino do ES Mostaganem sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Djamel Benlamri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
4 golos e uma média de 7.25 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O banco24/01/2028
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Houssem Mahrez não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do ES Mostaganem também ninguém o escondia.
A proposta do FC Nantes por Nolhan Assafoua foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O ES Mostaganem ofereceu $30.0K; o JS Saoura disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O ES Mostaganem perguntou e o CS Constantine disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel17/01/2028
Palavras no treino do ES Mostaganem sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohamed Medjaji está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Mostaganem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Hatem Grine agiu, no ES Mostaganem, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que ES Mostaganem podem fingir não ter ouvido.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A proposta seguiu esta semana para o JS Saoura, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Chouaib Boulkaboul compromete-se com o ES Mostaganem por mais 3 anos.
Plantel10/01/2028
Palavras no treino do ES Mostaganem sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ali Haroun está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Hatem El Fegoun fica onde está
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do ES Mostaganem, e não vai ser retirado.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No ES Mostaganem estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O CS Constantine fica com o seu homem, e o ES Mostaganem volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdelhak Askar, e o treinador deixou.
Uma exibição de 8.42 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Plantel03/01/2028
Palavras no treino do ES Mostaganem sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Djamel Benlamri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ibrahim Farhi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Medjaji estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed Medjaji, e o treinador deixou.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de ES Mostaganem foi explícito quanto à situação de Ameur Bouguettaya, o que é mais do que muitos recebem.
O banco27/12/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Houssem Mahrez saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Uma média de 7.21 na época, com 3 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Mostaganem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do ES Mostaganem e do MC El Bayadh por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.49, e nem uma objeção no estádio.
Plantel20/12/2027
Djamel Benlamri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O ES Mostaganem pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Ibrahim Farhi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Avaliado com 8.22. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o ES Mostaganem.
Plantel13/12/2027
Palavras no treino do ES Mostaganem sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Djamel Benlamri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Boualem Sryer e o ES Mostaganem acertam mais 3 anos.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 87. O CS Constantine tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Ali Haroun e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Medjaji estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 17. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
O banco06/12/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Houssem Mahrez a uma sala que já as tinha ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Medjaji estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Dribles concretizados: 32. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Jogo20/11/2027
Não se vê o fim da espera do ES Mostaganem por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no ES Mostaganem tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Mostaganem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mehdi Zeffane, e o treinador deixou.
O MC Oran levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel22/11/2027
Djamel Benlamri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Houssem Mahrez depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Antevisão22/11/2027
O ES Mostaganem mede-se com a equipa que todos perseguem
O ES Setif chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que ES Mostaganem podem fingir não ter ouvido.
Ibrahim Farhi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Medjaji estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mohamed Medjaji treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o ES Mostaganem terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Segue-se o MC Oran, e há um homem no balneário do ES Mostaganem que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no ES Mostaganem admitiria. Nota-se aos sábados.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Jogo06/11/2027
Não se vê o fim da espera do ES Mostaganem por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no ES Mostaganem tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mohamed Guemroud e o ES Mostaganem acertam mais 2 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Djamel Benlamri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed Guemroud, e o treinador deixou.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Ibrahim Farhi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 19. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel01/11/2027
Djamel Benlamri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Mostaganem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
2‑3 para o ES Ben Aknoun, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel25/10/2027
Palavras no treino do ES Mostaganem sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohamed Medjaji está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Nolhan Assafoua tem a sua resposta do ES Mostaganem; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Eliminado, 1‑1 com o CS Constantine, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Mohammed Reyad Lezoul: 1 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Notas dos jogadores18/10/2027
Um golo de defesa dá a vitória ao ES Mostaganem — 7.42
1 para Issam Eddine Tahouri, avaliado com 7.42, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Djamel Benlamri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um penálti é o único momento do futebol em que não há onde esconder-se, e ele não o marcou. O caminho de volta foi longo, e a semana vai ser mais longa ainda.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no ES Mostaganem sabem-no.
Mehdi Harfi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed Mouaataz Khenniche, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Boualem Sryer está nela.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Olympique Akbou com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em ES Mostaganem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ali Haroun assinar alguma coisa — um contrato no ES Mostaganem ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Abdellah El Moudène e o ES Mostaganem acertam mais 2 anos.
Ibrahim Farhi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel04/10/2027
Mohamed Medjaji desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O ES Mostaganem perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Jogo25/09/2027
Ninguém quer jogar contra o ES Mostaganem neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Mostaganem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
29 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O ES Mostaganem perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Ibrahim Farhi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O ES Mostaganem ofereceu $30.0K; o JS Saoura disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O USM Alger fica com o seu homem, e o ES Mostaganem volta a uma lista com um nome riscado.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 33 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O USM Alger tentou reorganizar-se, o ES Mostaganem não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
36 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O ES Mostaganem perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O ASO Chlef vai querer esquecer isto depressa: 5‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O ES Mostaganem foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O ES Mostaganem pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Oussama Kaddour acabou de assinar pelo ES Mostaganem e, por uma vez, a resposta importava.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o ES Mostaganem e o ASO Chlef, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O USM Alger fica com o seu homem, e o ES Mostaganem volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no ES Mostaganem
Notas dos jogadoresNoa Cervantes em notas de excelência
Notas dos jogadoresBoualem Sryer encarou-os todo o jogo
43 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O ES Mostaganem perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do ES Mostaganem, e não vai ser retirado.
Direção06/09/2027
O prazo passa com 9 contratações e 6 saídas
Está feito o negócio no ES Mostaganem até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Mamelodi Sundowns ninguém diz, e no ES Mostaganem ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Mostaganem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Nabil Ounas está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Riyad Atal é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Ali Haroun esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O ES Mostaganem perguntou e o Al Ahly disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Louis Moussier tem a sua resposta do ES Mostaganem; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Chouaib Boulkaboul estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em ES Mostaganem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nolhan Assafoua, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do ES Mostaganem, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o JS Saoura, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O JS Saoura queria mais do que $30.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O JS Kabylie fica com o seu homem, e o ES Mostaganem volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel23/08/2027
Palavras no treino do ES Mostaganem sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohamed Medjaji está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Mostaganem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Perguntou-se ao Mamelodi Sundowns se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do ES Mostaganem, e não vai ser retirado.
O ES Mostaganem perguntou e o USM Alger disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel16/08/2027
Mohamed Medjaji desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mehdi Harfi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma sondagem ao Zamalek para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no ES Mostaganem. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
MercadoA história de Mounir Aziria recusa-se a morrer
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mehdi Zeffane e o ES Mostaganem acertam mais 2 anos.
A proposta seguiu esta semana para o JS Saoura, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o ES Mostaganem lida com um homem que quer outro país.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Mostaganem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matthieu Guerbert, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Chouaib Boulkaboul estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco09/08/2027
Boualem Sryer tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no ES Mostaganem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Houssem Mahrez treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mehdi Zeffane e o ES Mostaganem acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ali Haroun esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O ES Mostaganem perguntou e o MC Alger disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel02/08/2027
Mohamed Medjaji desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No ES Mostaganem ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Abdellah El Moudène está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O ES Mostaganem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que ES Mostaganem podem fingir não ter ouvido.
O JS Saoura queria mais do que $30.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O JS Kabylie fica com o seu homem, e o ES Mostaganem volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Djamel Benlamri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no ES Mostaganem, mais uma semana sem a assinatura de Louis Moussier.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em ES Mostaganem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do ES Mostaganem, e não vai ser retirado.
Ali Haroun e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O ES Mostaganem foi ao JS Saoura com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O ES Mostaganem ofereceu $18.0K; o JS Saoura disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O ES Mostaganem perguntou e o USM Alger disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O ES Mostaganem vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que ES Mostaganem podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Mostaganem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O ES Mostaganem ofereceu $99.0K; o MB Rouissat disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Plantel12/07/2027
Uma transferência que Fahad Suqrat teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Fahad Suqrat está a viver essa versão no ES Mostaganem, e costuma notar-se no primeiro mês.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O CS Constantine fica com o seu homem, e o ES Mostaganem volta a uma lista com um nome riscado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Rayan Dehilis e o ES Mostaganem acertam mais 3 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Louis Moussier, e o treinador deixou.
Uma sondagem ao Olympique Akbou para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o ES Mostaganem terá de responder com minutos ou com uma transferência.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Houssem Mahrez treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Mehdi Harfi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/07/2027
Djamel Benlamri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
5 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do ES Mostaganem do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Mehdi Zeffane não desaparece
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que ES Mostaganem podem fingir não ter ouvido.
O ES Mostaganem perguntou e o MB Rouissat disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Aos 36 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Djamel Benlamri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ali Haroun. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
O bancoRayan Dehilis pede uma conversa com o treinador
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O ES Mostaganem fez a parte difícil com o Olympique Akbou, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O USM Alger queria mais do que $180.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 36 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Djamel Benlamri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Abdelhafid Benamara pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Em resumo
MercadoA história de Mounir Aziria recusa-se a morrer
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no ES Mostaganem falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do ES Mostaganem, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Mostaganem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O ES Mostaganem perguntou e o CS Constantine disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O ES Mostaganem já telefonou ao USM Alger. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o ES Mostaganem terá de responder com minutos ou com uma transferência.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Matthieu Guerbert treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 23 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Houssem Mahrez treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Ali Haroun esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O ES Mostaganem vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o ES Mostaganem lida com um homem que quer outro país.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Karim Azamoum está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 31 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que ES Mostaganem podem fingir não ter ouvido.
Direção31/05/2027
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em ES Mostaganem
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mounir Aziria, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no ES Mostaganem falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ali Haroun e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
45 dias de fora para Karim Azamoum depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O ES Mostaganem vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Louis Moussier, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 52 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do ES Mostaganem, e não vai ser retirado.
Djamel Benlamri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em ES Mostaganem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O ES Mostaganem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no ES Mostaganem falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do ES Mostaganem está a esgotar-se.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no ES Mostaganem sabem-no.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Boualem Amine Masmoudi e o ES Mostaganem acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Abdelhafid Benamara e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em ES Mostaganem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 68 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
13.º lugar com 27 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Ali Haroun e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdelhafid Benamara, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Houssem Mahrez depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Chouaib Boulkaboul estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
MercadoA bancada continua a encher-se por Mounir Aziria
38Edição
A Crónica de ES Mostaganem
19/04/2027
Do nosso correspondente de futebolCrise
Plantel19/04/2027
77 dias de fora para Karim Azamoum depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O ES Mostaganem vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Ali Haroun e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Houssem Mahrez depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. ES Mostaganem têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Segue-se o JS Saoura, e há um homem no balneário do ES Mostaganem que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Boualem Sryer está nela.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Houssem Bayoud
84 dias de fora para Karim Azamoum depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O ES Mostaganem vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no ES Mostaganem sabem-no.
Nota 8.38 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
Plantel12/04/2027
Djamel Benlamri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco12/04/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Houssem Mahrez foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Em resumo
Notas dos jogadoresBoualem Sryer passa por eles um de cada vez
91 dias de fora para Karim Azamoum depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O ES Mostaganem vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O ES Mostaganem pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Ali Haroun esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Avaliado com 7.86. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Foi preciso Noa Cervantes marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o CS Constantine, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O banco05/04/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Houssem Mahrez não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do ES Mostaganem também ninguém o escondia.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 98 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Toda a gente no ES Mostaganem viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 36 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No ES Mostaganem ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 107 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que ES Mostaganem podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Mehdi Harfi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel22/03/2027
Palavras no treino do ES Mostaganem sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Djamel Benlamri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Houssem Mahrez depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.81 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Djamel Benlamri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ali Haroun. 1‑0 sobre o ES Setif, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em ES Mostaganem fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Houssem Mahrez podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o ES Mostaganem terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Ali Haroun esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel08/03/2027
Palavras no treino do ES Mostaganem sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ameur Bouguettaya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Mehdi Zeffane está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Louis Moussier chama-lhe outra coisa em privado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O ES Mostaganem vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Arthylio Nadé não precisou: 7.64, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no ES Mostaganem sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Mostaganem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o ES Mostaganem e o Paradou, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ameur Bouguettaya estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 21 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Abdellah El Moudène produziu-o, e o 8.18 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Ali Haroun e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 4‑0, Houssem Mahrez podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de ES Mostaganem foi explícito quanto à situação de Mounir Aziria, o que é mais do que muitos recebem.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O ES Mostaganem vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
14 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o ES Ben Aknoun foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Raras vezes este jogo viu exibição assim: 3‑0 frente ao ES Ben Aknoun, e podiam ter sido mais.
Notas dos jogadores15/02/2027
Arthylio Nadé, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.91
Um 7.91 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.93 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Mamelodi Sundowns fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no ES Mostaganem falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Montpellier HSC por Louis Moussier foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O ES Mostaganem fez a parte difícil com o Mamelodi Sundowns, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AJ Auxerre fica com o seu homem, e o ES Mostaganem volta a uma lista com um nome riscado.
Mehdi Harfi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ameur Bouguettaya estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sid Ali Lamri, e o treinador deixou.
Não se vê o fim da espera do ES Mostaganem por uma vitória
Já são 13 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no ES Mostaganem tem de arrancar um resultado de algum lado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O ES Mostaganem vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
1‑4 para o JS Kabylie, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Notas dos jogadores01/02/2027
Arthylio Nadé, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.76
Um 7.76 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do ES Mostaganem, e não vai ser retirado.
Direção01/02/2027
O prazo passa com 0 contratações e 0 saídas
Está feito o negócio no ES Mostaganem até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o ES Mostaganem lida com um homem que quer outro país.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O ES Mostaganem vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Mamelodi Sundowns fica com o seu homem, e o ES Mostaganem volta a uma lista com um nome riscado.
Djamel Benlamri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ameur Bouguettaya estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Perguntou-se ao CR Belouizdad se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Uma sondagem ao MC Oran para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 60 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Paradou fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Djamel Benlamri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Anes Mokhtar está em marcha
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 67 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Arthylio Nadé não precisou: 7.65, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Ali Haroun esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 37 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o ES Mostaganem é como lidar com um homem a quem deve muito.
O ES Mostaganem perguntou e o AJ Auxerre disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Minuto 89, frente ao ASO Chlef, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O ES Mostaganem vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Jogo02/01/2027
Não se vê o fim da espera do ES Mostaganem por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no ES Mostaganem tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do ES Mostaganem, e não vai ser retirado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No ES Mostaganem ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Mostaganem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O ES Mostaganem vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Ali Haroun e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Djamel Benlamri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sid Ali Lamri, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Houssem Mahrez depois do 1‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Issam Eddine Tahouri tem 20 anos, e o ES Mostaganem contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O ES Mostaganem vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O ES Mostaganem pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no ES Mostaganem sabe dizer em que semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Mostaganem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Djamel Benlamri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco21/12/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Houssem Mahrez a uma sala que já as tinha ouvido.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 11 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no ES Mostaganem falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Mehdi Harfi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
Plantel14/12/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no ES Mostaganem
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O ES Mostaganem vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
0‑3 para o MC Alger, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o ES Mostaganem lida com um homem que quer outro país.
Mehdi Harfi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel07/12/2026
Palavras no treino do ES Mostaganem sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Djamel Benlamri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Boualem Amine Masmoudi, e o treinador deixou.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O ES Mostaganem vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Jogo28/11/2026
Não se vê o fim da espera do ES Mostaganem por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no ES Mostaganem tem de arrancar um resultado de algum lado.
Ali Haroun e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Benaouda Klileche, e o treinador deixou.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
O banco30/11/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑3 Houssem Mahrez saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 118 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O banco23/11/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Houssem Mahrez escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 126 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Abdelhafid Benamara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel16/11/2026
Djamel Benlamri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Segue-se o MC Oran, e há um homem no balneário do ES Mostaganem que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Abdelhak Askar produziu-o, e o 8.53 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Mostaganem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mehdi Zeffane e o ES Mostaganem acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Minuto 87, frente ao Paradou, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
Plantel09/11/2026
No ES Mostaganem ainda são estranhos uns para os outros
8 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Plantel09/11/2026
Palavras no treino do ES Mostaganem sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Chouaib Boulkaboul está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mehdi Harfi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdellah El Moudène, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 18. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco02/11/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Houssem Mahrez saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
O banco02/11/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Sid Ali Lamri
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em ES Mostaganem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Mehdi Zeffane subiu nela.
7.77, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Mostaganem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Benaouda Klileche, e o treinador deixou.
O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.
Plantel26/10/2026
Palavras no treino do ES Mostaganem sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Djamel Benlamri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Disseram uma coisa a Benaouda Klileche e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Matthieu Guerbert e o ES Mostaganem acertam mais 2 anos.
O CS Constantine segue em frente e o ES Mostaganem vai para casa, com um 0‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Arthylio Nadé agiu, no ES Mostaganem, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Mehdi Harfi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Olympique Akbou passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Mostaganem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Louis Moussier compromete-se com o ES Mostaganem por mais 3 anos.
Plantel12/10/2026
No ES Mostaganem ainda são estranhos uns para os outros
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o ES Mostaganem joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Olympique Akbou com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Ali Haroun e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sid Ali Lamri, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Djamel Benlamri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco05/10/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Houssem Mahrez saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Karim Azamoum e o ES Mostaganem acertam mais 2 anos.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o ES Mostaganem joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Karim Azamoum tem 36 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Ninguém no ES Mostaganem sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Em resumo
Notas dos jogadoresBoualem Sryer encarou-os todo o jogo
MercadoO ES Mostaganem faz compras onde não custa nada
Abdelhafid Benamara e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed Mouaataz Khenniche, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Chouaib Boulkaboul estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Ali Haroun esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 16. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
O banco21/09/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Houssem Mahrez saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o ES Mostaganem vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Dos campos da formação para uma ficha de jogo da equipa principal aos 14 anos. A estreia é a parte fácil; o segundo jogo é o que todos os jovens têm de merecer.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mounir Aziria treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Abdelhafid Benamara marcou, foi avaliado com 7.93 e voltou antes de alguém dar pela falta.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Al Ahly ninguém diz, e no ES Mostaganem ninguém gosta de estar a adivinhar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Djamel Benlamri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Fecha o mercado: 18 entradas, 0 saídas no ES Mostaganem
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 18, saíram 0, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Djamel Benlamri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Direção07/09/2026
O ES Mostaganem diz não ao dinheiro para o centro de treinos
O plano subiu à direção e voltou a descer. Nada disto será título noutro lado qualquer, e toda a gente que trabalha no centro de treinos vai lembrar-se durante anos.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do ES Mostaganem do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Segue-se o ASO Chlef, e há um homem no balneário do ES Mostaganem que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
ES Mostaganem passaram um mês a tentar colocá-lo e ninguém devolveu a chamada. Treina com um plantel que já lhe disse onde está, e ambos começam a contagem para o seguinte.
A próxima visita é de uma equipa no 9.º lugar. O resultado não fará a época de ninguém e pode, em silêncio, estragar a forma de uma, e é por isso que o treinador vê vídeo desde domingo.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Aswan fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Perguntou-se ao AS Saint-Etienne se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O ES Mostaganem perguntou e o USM Khenchela disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel24/08/2026
Djamel Benlamri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntou-se ao US Boulogne se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Abdelkader Bensebaini esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma época a olhar para o jogador de outro: Benaouda Klileche chega do Olympique Akbou com algo a provar e um bilhete de volta na gaveta. Os bons empréstimos enriquecem toda a gente; este começa no sábado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Mostaganem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel17/08/2026
Palavras no treino do ES Mostaganem sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Chouaib Boulkaboul está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntou-se ao Clermont Foot se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Uma sondagem ao Olympique Akbou para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Mohamed Mouaataz Khenniche chega ao ES Mostaganem com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
Abdelhafid Benamara e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A formação existe exatamente para esta manhã. Karim Slimani passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Abdelkader Bensebaini está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Hicham Slimani é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Hicham Mandi é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ali Haroun e o ES Mostaganem acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ali Haroun e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O USM Alger fica com o seu homem, e o ES Mostaganem volta a uma lista com um nome riscado.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Ali Haroun continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no ES Mostaganem